Conheça as respostas para as contestações mais comuns sobre a Igreja Católica.
Quantas vezes já ouvimos que a Igreja agiu de modo terrível na Idade Média, atrapalhou enormemente a ciência, matou milhares de inocentes durante a Inquisição e que é machista ou elitista? Quantas pessoas já questionaram a relevância dos santos, dos rituais e das relíquias do catolicismo sem saber exatamente o que eles significam ou representam? Para estes e outros questionamento é que Alexandre Varela, o responsável pelo maior blog católico da atualidade, O catequista, escreveu um verdadeiro manual para o católico moderno. Divertido e com o característico humor ácido da página, As grandes mentiras sobre a igreja católica comprovará que a realidade por trás da Igreja se revela completamente diferente das histórias que ouvimos nas escolas e na mídia.
Sobre o Autor Alexandre Varela é Gerente de Projetos, formado em Informática e MBA em Gestão Empresarial e Gerenciamento de Projetos. Atua como catequista de crisma há 15 anos e foi coordenador do Centro de Imprensa da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. Atualmente escreve artigos para a Agência ZENIT e para o portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro, apresenta o programa Parlatório da WebTV Redentor e colabora em programas na Rádio Canção Nova FM de Brasília, Rádio América FM de Vitória e Rádio Catedral do Rio de Janeiro. Tudo isso, sem descuidar dos seus 4 filhos com Viviane e de seus 25 afilhados. Viviane Varela é formada em Comunicação e já publicou diversos livros religiosos voltados para o público adulto e infantil. Sua experiência como catequista se consolidou ao longo de 17 anos. Atualmente, escreve os textos de O Catequista e responde às dezenas de perguntas dos leitores que chegam todos os dias por e-mail ou pelas redes sociais.
O problema não é o conteúdo, e sim a linguagem ridícula. Quando autores apresentam seu livro dizendo que são altamente descolados e escrevem para a turminha jovem, eu não espero coisa boa... Piadinhas sem graça e tentativas forçadas de descontração tornam a leitura extremamente irritante. Eu teria vergonha de dizer que tirei informações desse livro. "Pelas ruas de Roma, Galileu era só sucesso. Apesar das suas muitas rugas, por onde ele passava as marias-luneta (versão mais sofisticada das marias-chuteira) gritavam: Lindo, tesão, bonito e gostosão!" Como vocês escrevem assim em um livro?! É ridículo, constrangedor e nada engraçado. Não é preciso uma linguagem rebuscada para escrever dignamente, coisa que qualquer jornalista, por mais vendido e safado que seja, sabe muito bem. E caso ainda não tenha ficado claro: vocês não são engraçados!
São breves comentários sobre assuntos polêmicos que ferem a integridade da Igreja Católica. Não há aprofundamento dos temas, é um texto para iniciantes. Aqueles que possuem algum conhecimento não vão encontrar um conteúdo realmente satisfatório. Os autores optaram por uma linguagem jovem e moderna, fazendo uso de gírias e um tom de deboche — como um deles afirma. Acredito que a linguagem seja uma característica do site "O Catequista", mas confesso, que é bastante irritante.
É um livro bem legal, aborda muitos assuntos, mas isso acabou se tornando um problema no final da leitura (pra mim pelo menos), como não estou acostumada a esse tipo de livro, sinto que nos últimos tópicos abordados eu já tinha me dispersado dos assuntos. E a forma como as referências foram colocadas não ajudou muito. Mas no geral foi um livro interessante, com muito conteúdo sobre a Igreja Católica e com muitas referências para estudo.
Os assuntos tratados são realmente polêmicos e nos despertam para a busca da verdade. Não é novidade que muitos fatos históricos foram distorcidos com o passar dos anos, e vez por outra alguns mitos caem por terra. Não seria diferente na história da igreja. Contudo, antes de tomar como verdade absoluta tudo o que tem no livro, a melhor e mais sábia atidute é continuar a busca por fontes confiáveis que corroborem tais abordagens. O livro realmente despertou a curiosidade por tal busca, mas achei o linguajar "moderno" demais, principalmente por ser o público alvo o mais jovem, até mesmo tido como nerd; o abuso da linguagem descolada pode mais uma vez confundir liberdade com libertinagem. Para defender a igreja contra tantas calúnias, corre-se o risco de criar outra voltada para tal libertinagem! Apesar disso, recomendo da leitura.
A ideia deste livro é interessante, mas a execução foi ruim. A linguagem é vulgar. Termos como "mocorongo", ou expressões como "senta e chora" não contribuem para se aproveitar o livro!