Rainbow Walker sempre se sentiu diferente das garotas da sua idade. Com um nome peculiar e uma família estranha, ela nunca conseguiu estabelecer vínculos ou manter muitas amizades. Agora, em uma nova cidade, ela terá que se adaptar a uma nova escola e rotina, ao mesmo tempo em que precisa deixar sua introspecção de lado.
Mas Rainbow não está sozinha nessa jornada, já que uma pessoa inesperada entra em seu caminho, fazendo com que ela precise rever todos os velhos preconceitos em relação aos outros, se obrigando a deixar as pessoas entrarem na sua vida.
Reviravoltas, conflitos familiares e toda espécie de desventuras típicas de uma adolescente no Ensino Médio não podem competir com o que ela menos esperava encontrar: o amor e a autodescoberta.
M.S. Fayes é o pseudônimo de Marta Fagundes, blogueira e escritora do livro Tapete Vermelho, lançado em fevereiro pela Editora Matrix, São Paulo. "Como uma apaixonada por livros desde adolescente, eu realmente nunca imaginei que um dia poderia chegar a lançar o meu próprio. Mas consegui casar a mania que tenho de criar histórias em quadrinhos, com o vício de ler e enfim dei vida aos dois personagens e sua história de amor neste livro. Comecei como muitas...com um blog, testando as águas, avaliando se meus textos seriam aceitáveis. Porque leitoras de romances são exigentes! Como os contos publicados renderam sucesso, eu enfim arrisquei jogar meu "bebê" no mercado e estou muito feliz com o resultado!"
Eu gostei e não gostei desse livro ao mesmo tempo...
O que gostei: Rainbow é uma menina reservada e decidida, tem uma personalidade bem interessante. No começo, é interessante ver como funciona a família da Rainbow. Os irmãos tem uma ligação muito bonita. Até porque são obrigados a viverem em um estilo de vida que não exatamente gostam e concordam. O romance entretém e me deixou curiosa pra saber o que ia acontecer. Discute-se sobre estereótipos. A escrita da autora é muito boa e fluida. Clichês fofos de livros adolescentes.
O que não gostei: Colocar meninas contra meninas. Mesmo discutindo sobre estereótipos, a autora acaba usando estereótipos para justificar alguns personagens. Fala-se de doenças psicológicas de forma bem irresponsável (usando bastante de estereótipos). Depois de um discurso feminista, a protagonista fala que a irmã é esperta e não vai se envolver com “vagabundas”. Sem falar partes que ela simplesmente chama outras meninas de invejosas e putas. Só porque o rapazinho que ela está a fim é muito popular e bonito e todas as meninas automaticamente são apaixonadas por ele. Eu acho triste um livro escrito para um público alvo em sua maioria feminino, com uma protagonista menina, mostrando que a maioria das meninas ao redor é inimiga ou vaca ou piranha ou vagabunda. Achei o mocinho um pouquinho possessivo. Clichês desnecessários...
Apesar de esse ser um YA, eu achei que tem algumas características de NA (infelizmente, algumas das características que não gosto).
Primeiro preciso comentar sobre a capa, sou fã do trabalho da Dri e essa é uma das minhas favoritas dela, linda!! Rainbow é bem juvenil, trás um assunto que precisa ser discutido sempre, bullying. Rain e os irmãos sempre sofreram por causa dos nomes diferentes, estilo de vida dos pais. Ela sempre foi muito "fechada", por causa do bullying, da família estar sempre mudando, ela vivia na própria concha, até conhecer o Thomas... Sabe o que achei bacana, o Thomas foi o responsável por mostrar a Rain que ela era forte, fez ela sentir, mesmo ela tendo dificuldades em lidar com os sentimentos algumas vezes, a autora deixou ela lidar com muita coisa sozinha, mostrando que ela podia... É um livro gostoso de ler,flui bem, casal apaixonante, amei os irmãos da Rainbown.
📚"Ele simplesmente perfurou minha armadura, rachou a proteção que teci ao meu redor e me mostrou que meu mundo não precisava ser cinzento e sem cores. Meu mundo poderia ser tão colorido quanto a paleta de cores que meu nome evocava, ou até mais."📚
Rainbow Walker sempre foi a garota diferente da escola, e não apenas pelo nome que carrega. Esta nerd é filha de um casal de hippies, sendo a mais velha dos três irmãos: Sunshine e Tunder Storn. Pelos nomes já dá para imaginar que não é só ela que sofre com os nomes diferentes. Como os pais não param em lugar nenhum, tanto Rainbow como seus irmãos não criam raízes por onde passam. E com Rainbow a coisa é um pouco mais difícil, pois ela acabou se fechando para as possíveis amizades, isolando-se em um mundo seu. Os pais são adeptos ao amor livre, e sempre incentivaram seus filhos a adotarem esta doutrina. O engraçado é que nenhum deles segue isso, mas respeitam o estilo de vida dos pais. Agora aos 17 anos, e finalizando o temido ensino médio, Rainbow vai começar o segundo semestre na Westwood Garden High School. Começar em novas escolas não é algo novo para ela, mas isso não quer dizer que ela goste. Ela só não esperava que não seria apenas seu nome que chamaria atenção desta vez... Para começar ela fez amizade com Rebecca, a garota grunge da escola que assim como Rainbow era isolada pelos alunos. Rebecca gostou do jeito de Rainbow e por estudar há anos na escola, sabia que esta era uma pessoa que ela gostaria de ter a seu lado. Rainbow também chamou atenção de Jason Carson, um dos garotos mais desejados da escola, tanto pela beleza física, como por ser jogador do time de futebol. Jason não perdeu tempo em mostrar seu interesse pela "novata". Mas Rainbow logo percebeu que o que Jason tinha de belo, tinha de idiota também...Ele era a típica pessoa que ela mantinha distância. Mas não foi só de Jason que a beleza desta moça chamou atenção, Thomas Raynard também notou a bela jovem de nome diferente. Para Rainbow, Thomas era um belo punk de olhos verdes que mexeu com ela, mesmo que ela não admitisse isso. O engraçado disso tudo, é que ela fez com Thomas, exatamente o que as pessoas costumavam fazer com ela, julgou sem conhecer de fato. E qual não foi sua surpresa quando soube que este lindo garoto era na verdade o astro do time da escola, ocupando a posição de quarterback e o mais desejado entre as meninas? E as surpresas não pararam por aí, ele também fugia totalmente do esterótipo que este tipo de aluno carregava. Thomas também era inteligente e gentil. Gentil até demais para a estrutura de Rainbow.
Thomas percebeu que Rainbow era uma garota diferente das que corriam atrás dele. E sem nem entender muito bem os motivos, ou mesmo parar para analisar, ele resolveu se aproximar dela. Ele sabia que não seria uma tarefa fácil, pois ela fazia questão de manter distância das pessoas. Entra então seu lado estrategista, e aproveitando a chegada da surtada de sua prima Cybella, ele bolou um plano para ficar mais próximo desta garota que estava ocupando seus pensamentos. Rainbow acaba aceitando ajudar Thomas, mas o que começou como uma mentira, acaba tornando-se verdade. Thomas resolve arriscar tudo e abre o coração para Rainbow.
Mas este casal não tem apenas as próprias diferenças para enfrentarem. Jason não se conforma que Thomas tenha mais uma vez lhe passado a perna e parte com tudo para cima de Rainbow. Tiffany, a chefe das líderes de torcida, sempre que podia soltava o seu veneno em direção a Rainbow, humilhando a jovem de todas as formas possíveis. Sem falar que ela decidiu unir forças com Cybella. A prima de Thomas, que era uma modelo de fama internacional, não se conformava com o fato de Thomas não querer nada com ela. Mais surtada do que nunca, ela pinta o sete e é um verdadeiro perigo para a vida de Rainbow. E para coroar as complicações, os pais de Rainbow decidem mudar novamente, para desespero dos irmãos. Só que desta vez, esta mudança acaba causando um racha na família, visto que os irmãos estão cansados desta vida itinerante dos pais. Liderados por Rainbow, eles fazem pressão para permanecerem onde estão. Sunshine está bem inserida na escola, já tendo inclusive muitos amigos. Já seu irmão gêmeo Tunder Storn tem boas chances de fazer parte do time principal da escola, além de ter feito boas amizades, mais um motivo para querer ficar. Já Rainbow, tem Thomas... E é nestas aventuras e desventuras da adolescência que o enredo se desenrola. Tendo Rainbow e Thomas como personagens principais. Rainbow sempre teve problemas em se relacionar com as pessoas, até por conta das constantes mudanças de endereço que seus pais causavam. Por conta disso, ela achava mais fácil não se prender a ninguém. Só que desta vez Thomas resolveu ignorar isso, e a seu modo foi conquistando o coração desta jovem. É muito bonito a forma como ele vai se aproximando da garota, ao mesmo tempo que a incentiva a abrir-se não só com ele, mas com as pessoas ao seu redor. Aos poucos ele vai mostrando para Rainbow que ela não só pode, como deve não ter medo em expor seus pensamentos e lutar pelo que acha certo. A transformação que ocorre com Rainbow, ao longo da história é nítida e bem vinda, mesmo que em alguns momentos resquícios da antiga Rainbow ainda apareçam.
Martinha soube dosar muito bem seu enredo, e mesmo nas partes mais tensas, manteve um tom leve. O bom humor se fez presente em vários momentos, aliás, Rainbow e Thomas tem diálogos deliciosos. Um enredo permeado pela amizade, inveja, intriga, autoafirmação, bullying, primeiro amor, conflitos familiares e todo o universo que envolve este mundo do final da adolescência. Uma leitura deliciosa e cativante, que me conquistou logo de cara, seja pela personalidade e língua Rainbow, seja pela presença firme e doce de Thomas. Terminei o livro com o coração leve e um belo sorriso no rosto. Diante disso e de tudo que vi no livro, recomendo de olhos fechados mais este livro da autora.
Rainbow Walker, é a nerd. Por mais que deteste o rótulo, ela o tipifica. Apesar do nome radiante, gosta mesmo é de isolamento. De estudar e ler. Não é a mais social das pessoas e sua personalidade está longe de ser “solar”. Sarcástica e irônica, ela está sempre com malas prontas e pé na estrada, por conta do estilo de vida hippie de seus pais.
Thomas Reynard, a princípio, é enigmático, mas na verdade é extremamente popular. Apesar das roupas escuras e do piercing na sobrancelha é o quarterback do time de futebol. Alto, bonito e atlético. Aluno aplicado. Mas nem tudo que Thomas é pode ser desvendado no primeiro olhar ou está na superfície. E Tudo nele parece ter sido feito para tirar Rain dos trilhos.
É interessante assistir o fascínio de Thomas por Rainbow, bem como as reações dela ao comentários dele. Essa combinação deliciosa de opostos, se desenrola em uma trama bem construída e instigante. E o “acordo” que eles fazem para “salvar” a vida de Thomas, traz a proximidade que torna seus contrastes mais evidente: a seriedade dela e a leveza dele resultam em um equilíbrio perfeito.
A jornada de autodescoberta e evolução de Rainbow a tornam uma protagonista além de interessante, absolutamente real e humana. M S Fayes coloca no papel os sentimentos que todos nós já sentimos ou vivenciamos, pelo menos uma vez na vida, independente da idade que possamos ter.
Confesso que em meio a uma enxurrada de obviedades e detalhes excessivos que temos encontrado na maioria dos romances, essa construção gradativa da ação e da tensão sexual entre os personagens é revigorante de ler. Mais ainda porque Thomas é um estopim para os questionamentos e as mudanças em Rain. Ele é também sua rocha em meio ao caos familiar e aos dramas do Ensino Médio.
Romântico, terno, doce e dramático. O livro está deliciosamente recheado de todas as emoções humanas em suas mais diversas variantes e nuances. Colorido com todas as cores. Como um espetacular arco-íris.
esse foi um dos piores livros que eu ja li eu poderia fazer uma lista das coisas que nao gostei mas as principais mesmo foi a rivalidade feminina e o jeito que eles trataram uma doença mental como algo bobo sem contar que o desenvolvimento do romance é pessimo
Too cliche for my taste and apart from the couple's relationship story (I refuse calling it development), the plot is not good. Too much stereotype characters, an insane and not necessary family member, lack of development of everything around the protagonists and many lose ends. I was excited for this book, it was on TBR list for a very long time but turns out it disappointed me.