Jump to ratings and reviews
Rate this book

Cognition in the Wild

Rate this book
Edwin Hutchins combines his background as an anthropologist and an open ocean racing sailor and navigator in this account of how anthropological methods can be combined with cognitive theory to produce a new reading of cognitive science. His theoretical insights are grounded in an extended analysis of ship navigation -- its computational basis, its historical roots, its social organization, and the details of its implementation in actual practice aboard large ships. The result is an unusual interdisciplinary approach to cognition in culturally constituted activities outside the laboratory -- "in the wild."

Hutchins examines a set of phenomena that have fallen in the cracks between the established disciplines of psychology and anthropology, bringing to light a new set of relationships between culture and cognition. The standard view is that culture affects the cognition of individuals. Hutchins argues instead that cultural activity systems have cognitive properties of their own that are different from the cognitive properties of the individuals who participate in them. Each action for bringing a large naval vessel into port, for example, is informed by culture: the navigation team can be seen as a cognitive and computational system.

Introducing Navy life and work on the bridge, Hutchins makes a clear distinction between the cognitive properties of an individual and the cognitive properties of a system. In striking contrast to the usual laboratory tasks of research in cognitive science, he applies the principal metaphor of cognitive science -- cognition as computation (adopting David Marr's paradigm) -- to the navigation task. After comparing modern Western navigation with the method practiced in Micronesia, Hutchins explores the computational and cognitive properties of systems that are larger than an individual. He then turns to an analysis of learning or change in the organization of cognitive systems at several scales. Hutchins's conclusion illustrates the costs of ignoring the cultural nature of cognition, pointing to the ways in which contemporary cognitive science can be transformed by new meanings and interpretations.

A Bradford Book

402 pages, Paperback

First published January 1, 1995

25 people are currently reading
1006 people want to read

About the author

Edwin Hutchins

5 books5 followers

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
77 (40%)
4 stars
73 (38%)
3 stars
31 (16%)
2 stars
4 (2%)
1 star
5 (2%)
Displaying 1 - 17 of 17 reviews
68 reviews
September 4, 2010
Why is this book so good? The prose is solid, but rather workmanlike at times. Yet it is utterly a classic. At its core, Hutchins argues that we think in an environment -- that how we are not a computer that sits on its own, and interfaces with an environment. Instead, we are fundamentally a part of that environment. Moreover, a well-constructed environment can let us, as part of a team, think things we cannot individually thing. He develops this notion in terms of the way a navigating team, with its equipment, can do computations that no member of the team directs or does on their own. But the idea is really more general -- that a team can know things without any member of the team knowing it, a team can solve problems without any member of the team solving them, and the basic devices with which a team does it work is a fundamental part of the team's knowing and thinking -- and so better devices can lead to better thinking even without changing any of the individuals doing the thinking.
Profile Image for Stephanie.
Author 7 books12 followers
November 27, 2016
I get it, an extended metaphor on distributed cognition. But holy moly, hard to read and lots of detail.
Profile Image for Ricardo Sérgio Alencar Tavares.
11 reviews1 follower
July 28, 2025
As ideias de Edwin Hutchins em Cognition in the Wild, especialmente o conceito de cognição distribuída, têm implicações profundas para os campos da inteligência artificial (IA) e da educação. Abaixo, apresento uma análise detalhada de como esses conceitos são aplicados em cada área, com exemplos adicionais e uma exploração mais aprofundada de sua relevância, mantendo um tom formal e linguagem precisa, conforme solicitado.

1. Inteligência Artificial (IA)

O conceito de cognição distribuída de Hutchins, que enfatiza a cognição como um processo emergente das interações entre indivíduos, ferramentas e ambientes, é particularmente relevante para o desenvolvimento de sistemas de IA que colaboram com humanos. Em IA, a abordagem de Hutchins inspira o design de sistemas que funcionam como parceiros em sistemas sociotécnicos, distribuindo a carga cognitiva entre humanos, algoritmos e interfaces.

Aplicações em IA

• Colaboração Humano-Máquina: A IA moderna é projetada para atuar como um componente de um sistema cognitivo maior, complementando as capacidades humanas. Isso reflete a observação de Hutchins de que a cognição em contextos complexos, como a navegação marítima, depende da coordenação entre múltiplos agentes e artefatos. Sistemas de IA são desenvolvidos para externalizar tarefas cognitivas, como processamento de dados ou previsão, permitindo que humanos se concentrem em decisões de alto nível.

• Transparência e Interpretabilidade: Inspirada pela ênfase de Hutchins na importância de representações externas (como cartas náuticas), a pesquisa em IA busca criar sistemas que forneçam saídas interpretáveis, permitindo que os usuários compreendam e manipulem os processos da IA.

• Sistemas Adaptativos: A abordagem situada de Hutchins incentiva o desenvolvimento de IA que se adapta aos contextos culturais e sociais dos usuários, garantindo que os sistemas sejam relevantes em diferentes ambientes.
Exemplos Práticos

1 Sistemas de Recomendação em Plataformas de Streaming:

◦ Plataformas como Netflix ou Spotify utilizam algoritmos de IA para recomendar conteúdo, mas a cognição é distribuída entre o algoritmo, a interface do usuário e as ações do usuário. Por exemplo, a interface da Netflix apresenta capas de filmes e categorias como representações externas que ajudam os usuários a navegar e tomar decisões. O algoritmo aprende com as interações do usuário (cliques, tempo de visualização), formando um sistema cognitivo colaborativo que reflete o modelo de Hutchins.

◦ Relevância: A interface atua como um artefato cultural, semelhante às ferramentas de navegação de Hutchins, permitindo que os usuários “pensem” através da interação com o sistema.

2 Assistentes de IA em Ambientes de Trabalho:

◦ Ferramentas como o Copilot da Microsoft, integrado a softwares de produtividade (por exemplo, Word, Excel), distribuem a cognição entre o usuário e o sistema de IA. O Copilot sugere texto, fórmulas ou visualizações de dados com base no contexto, mas o usuário valida e ajusta essas sugestões. Isso espelha a colaboração entre marinheiros e ferramentas descrita por Hutchins, onde a IA atua como um parceiro que externaliza parte do trabalho cognitivo.

◦ Relevância: A IA assume tarefas repetitivas ou de baixo nível, permitindo que o usuário se concentre em aspectos criativos ou estratégicos, criando um sistema cognitivo distribuído.

3 IA em Diagnósticos Médicos:

◦ Sistemas de IA, como os usados para analisar imagens de ressonância magnética, colaboram com radiologistas para identificar anomalias. A IA processa grandes quantidades de dados e destaca áreas de interesse, enquanto o médico interpreta os resultados no contexto clínico do paciente. Ferramentas de visualização, como mapas de calor sobre imagens médicas, servem como representações externas que facilitam a cognição compartilhada.

◦ Relevância: Este sistema reflete o modelo de Hutchins, onde a cognição é distribuída entre o especialista humano, o algoritmo de IA e as ferramentas de interface, melhorando a precisão e a eficiência.

4 IA em Jogos e Simulações:

◦ Em jogos como StarCraft ou simulações de treinamento militar, sistemas de IA atuam como adversários ou parceiros que interagem com jogadores humanos. A IA processa estratégias em tempo real, enquanto os jogadores utilizam interfaces (como mapas táticos) para tomar decisões. A cognição é distribuída entre o jogador, a IA e as representações visuais do jogo.

◦ Relevância: Isso ecoa a coordenação descrita por Hutchins, onde a interação com artefatos (como mapas) facilita a tomada de decisões em ambientes complexos.
Impacto

A aplicação das ideias de Hutchins em IA promove o desenvolvimento de sistemas que são mais colaborativos, transparentes e adaptados aos contextos humanos. Ao tratar a IA como parte de um sistema cognitivo maior, os desenvolvedores podem criar tecnologias que amplificam a inteligência humana, em vez de substituí-la. Além disso, a ênfase de Hutchins na cognição situada incentiva a criação de sistemas de IA que respeitam as práticas culturais e contextuais dos usuários, como assistentes de IA multilíngues que se adaptam a normas culturais específicas.

Desafios

• Interoperabilidade: Garantir que os sistemas de IA se integrem perfeitamente às práticas humanas existentes, como Hutchins observou nos sistemas de navegação, é um desafio. Isso requer interfaces intuitivas e treinamento para usuários.

• Ética e Viés: A cognição distribuída exige que a IA seja projetada para evitar vieses que possam distorcer os sistemas cognitivos colaborativos, um aspecto que Hutchins não abordou diretamente, mas que é crítico em contextos modernos.

2. Educação

Na educação, as ideias de Hutchins sobre cognição distribuída e situada são aplicadas para criar ambientes de aprendizagem que integram ferramentas, colaboração e contextos reais. Hutchins argumentou que a cognição é moldada por artefatos culturais e interações sociais, um princípio que orienta o design de sistemas educacionais modernos, especialmente aqueles que utilizam tecnologia.

Aplicações em Educação

• Ambientes de Aprendizagem Colaborativa: A educação moderna enfatiza a aprendizagem colaborativa, onde a cognição é distribuída entre alunos, professores e ferramentas digitais. Isso reflete a coordenação entre marinheiros e instrumentos de navegação descrita por Hutchins.

• Uso de Artefatos Digitais: Ferramentas educacionais digitais, como plataformas de aprendizagem online e aplicativos interativos, funcionam como artefatos culturais que externalizam processos cognitivos, permitindo que os alunos manipulem conceitos complexos.

• Aprendizagem Situada: A ênfase de Hutchins no contexto inspira abordagens educacionais que conectam o aprendizado a cenários do mundo real, como aprendizagem baseada em projetos ou simulações.
Exemplos Práticos

1 Plataformas de Aprendizagem Online (ex.: Coursera, Khan Academy):

◦ Plataformas como a Khan Academy distribuem a cognição entre o aluno, o conteúdo digital (vídeos, exercícios interativos) e os sistemas de feedback automatizado. Por exemplo, os exercícios de matemática da Khan Academy fornecem dicas visuais e feedback imediato, funcionando como representações externas que ajudam os alunos a resolver problemas.

◦ Relevância: Essas ferramentas espelham os artefatos de navegação de Hutchins, permitindo que os alunos externalizem partes do processo cognitivo (como cálculos ou lógica) e se concentrem na compreensão conceitual.

2 Ambientes de Codificação Colaborativa (ex.: Replit, Code.org):

◦ Plataformas como Replit permitem que os alunos colaborem em projetos de programação em tempo real, distribuindo a cognição entre os membros da equipe, o ambiente de codificação e os resultados visuais (como saídas de código ou gráficos). Professores podem monitorar o progresso e fornecer feedback, criando um sistema cognitivo distribuído.

◦ Relevância: Isso reflete a colaboração em sistemas sociotécnicos descrita por Hutchins, onde a cognição emerge da interação entre agentes (alunos, professores) e ferramentas (editores de código).

3 Realidade Aumentada (RA) e Virtual (RV) na Educação:

◦ Aplicativos de RA, como o Google Expeditions, permitem que os alunos explorem ambientes virtuais (por exemplo, sítios históricos ou modelos anatômicos). A cognição é distribuída entre o aluno, o dispositivo de RA e o conteúdo visual, que serve como uma representação externa para facilitar a compreensão.

◦ Exemplo Específico: Em aulas de biologia, os alunos podem usar RA para visualizar um modelo 3D do coração humano, manipulando-o para entender sua estrutura. Isso é semelhante ao uso de cartas náuticas para externalizar cálculos de navegação.

◦ Relevância: A RA atua como um artefato cultural que torna conceitos abstratos tangíveis, alinhando-se com a abordagem de Hutchins.

4 Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL):

◦ Em projetos baseados em problemas, os alunos trabalham em grupos para resolver desafios do mundo real, utilizando ferramentas como Google Docs, Trello ou softwares de design (por exemplo, Canva). A cognição é distribuída entre os membros da equipe, as ferramentas digitais e o contexto do projeto.

◦ Exemplo Específico: Um grupo de alunos pode criar um plano de sustentabilidade para sua escola, usando planilhas para analisar dados de consumo de energia e quadros Trello para gerenciar tarefas. O professor atua como um facilitador, semelhante ao papel de um oficial de navegação no estudo de Hutchins.

◦ Relevância: Esse modelo promove a cognição situada, conectando o aprendizado a contextos práticos e colaborativos.
Impacto

A aplicação das ideias de Hutchins na educação transforma a forma como o aprendizado é estruturado, promovendo ambientes que são colaborativos, contextuais e tecnologicamente enriquecidos. A ênfase na cognição distribuída incentiva o uso de ferramentas que reduzem a carga cognitiva individual, permitindo que os alunos se concentrem em habilidades de pensamento crítico e resolução de problemas. Além disso, a abordagem situada de Hutchins garante que o aprendizado seja relevante para os contextos culturais e sociais dos alunos, aumentando o engajamento e a retenção.

Desafios

• Acesso e Equidade: A integração de ferramentas digitais requer acesso equitativo à tecnologia, um desafio em regiões com recursos limitados.

• Formação de Professores: Os educadores precisam de treinamento para integrar efetivamente ferramentas digitais e promover a cognição distribuída em sala de aula.

• Avaliação: Medir o aprendizado em sistemas cognitivos distribuídos é complexo, exigindo novas abordagens para avaliar o desempenho colaborativo.

Considerações Finais

As ideias de Hutchins sobre cognição distribuída e situada fornecem um quadro robusto para avançar os campos da IA e da educação. Na IA, elas orientam o desenvolvimento de sistemas colaborativos que amplificam a inteligência humana, como assistentes de produtividade e ferramentas de diagnóstico médico. Na educação, elas inspiram ambientes de aprendizagem que integram tecnologia, colaboração e contextos reais, como plataformas online e projetos baseados em problemas. Esses campos se beneficiam da visão de Hutchins de que a cognição é um processo compartilhado, moldado por interações entre humanos, ferramentas e ambientes.

Profile Image for Amy.
22 reviews5 followers
July 9, 2008
I read this book for Professor Hutchins' class on distributed cognition, and I loved it. The reading takes seemingly ordinary events on a Naval Carrier and breaks them down to illustrate the ways in which cognition is not only in the brain but also situated in the world. Sometimes a bit one-sided, but an important book that will change the way you view the world.
Profile Image for aloveiz.
90 reviews10 followers
November 23, 2012
Fascinating analysis of navigation methods, and the neurocogntive structures they suggest. Compares Western, tool-dependent navigation to purely mentation based methods of tribal pacific islanders.
141 reviews7 followers
July 31, 2011
Pretty amazing phenomenological ethnography. Detailed, complicated, yet grounded in [bracketed] reality.
Profile Image for Ronald.
144 reviews1 follower
June 11, 2023
I'll give it a reluctant 4 star. I've read and liked the author's work in the 90s about mode management interfaces and analogue speed indicators and been wanting to read this book for some time. I appreciate the detailed ethnography of ship navigation and the connection with the incredible feats of Polynesian navigators, but honestly the book is way too long to communicate the essential messages. The latter chapters are especially difficult to get through without my attention constantly slipping away, and it became a chore to continue.
We need more (but not getting any) detailed ethnography studies and research into cognition with the environment and team work, but hopefully future authors will keep their work short and to the point. This is especially important for practising designers who need to know everything but don't have that much time to chase down all leads.
Profile Image for Fernando.
226 reviews
November 1, 2019
I wouldn't recommend this book to anyone at least he or she is really involved into applied psychology or cognition studies. The author is a qualified anthropologist and psychologist who got involved as ethnographer in an on duty U.S. navy vessel. His main study was to explore how "social cognition" and individuals are interrelated while navigating the seas. Assuming that complex tasks and decisions can not be made by a single individual, he tested "the individuals" separately into what he calls "the wild" which is the natural constructed environment. There's lots of technical description about navigation, computing and error testing. I found it amazing when he compared western navigation techniques with the traditional way finding in Micronesian islanders.
Profile Image for Andrew Hatch.
20 reviews1 follower
June 24, 2020
I am not a student of psychology or anthropology but I had high hopes for this book coming at it from wanting to know more about human cognition in the wild. However it was incredibly hard to read as the book goes into so much detail about nautical navigation that I found it really hard to get through. You seriously have to love and find this interesting and enthralling to get the most out of it

Can totally respect that other people would love it, unfortunately it just didn't hit the mark with me I hoped for
Profile Image for Will.
75 reviews2 followers
October 1, 2022
"This ant seems to work so much more efficiently than did its ancestors of weeks ago. Is this a smart ant? Is it perhaps smarter than its ancestors? No, it is just the same dumb sort of ant, reacting to its environment in the same ways its ancestors did. But the environment is not the same. It is a cultural environment."

thought as material, ideas as artifacts, the great inheritance of knowledge. both humbling and inspiring
Profile Image for Jukka Häkkinen.
Author 5 books6 followers
December 11, 2024
Hutchins yhdistelee antropologiaa, kognitiivista psykologiaa ja omaelämäkerrallisia aineksia teokseen, joka kuvailee merenkulkua ja navigointia suorastaan rakastavalla tarkkuudella. On myös mielenkiintoista lukea, kuinka navigointia tehtiin ennen tietokoneaikaa ryhmätyön ja mekaanisten laskennan apuvälineiden avulla.

Profile Image for Stuart Macalpine.
261 reviews19 followers
January 24, 2016
I had seriously high expectations of this book, which realistically it was not going to meet... but it is a brilliant and imaginative ethnographic account of the nature of a 'cognitive ecosystem'.

The lengthy aside on how Micronesian navigators use 'imaginary, over-the-horizon islands' and the azimuth of groups of stars that form 'star lines' or a 'sidereal compass' to navigate for days out of sight of land to make landfall on extremely small atolls, is fascinating.

One of the most interesting and central ideas is related to the detailed ethnography of how navigators use their tools. A single statement encapsulates some of the thinking:

"Perhaps this should also give us a new meaning to the term "expert system". Clearly, a good deal of the expertise in the system is in the artefacts (both the external implements and internal strategies) -not in the sense that the artefacts are themselves intelligent or expert agents, or because the act of getting into coordination with the artefacts constitutes an expert performance by the person; rather, the system of person-in-interaction-with -technology-exhibits-expertise."

This could just as well be applied to the way that teachers use pedagogical tools (assessments, instructional techniques, classroom set ups etc. etc.) as it can be used with naval navigators, and is a quite brilliant perspective.

Overall the book is probably a bit techy unless you are really interested, but if you are... then it is a wonderful read and a worth addition to what we know about professional judgement and expertise.
Profile Image for Nic.
160 reviews4 followers
April 11, 2014
"Interesting, though a bit dry at times. While I agree with him that cognition certainly has external, social and cultural elements, I'm not really convinced that he has successfully argued against the conventional, internal, symbol-oriented view of cognition."
Profile Image for Matthew.
27 reviews1 follower
April 24, 2011
Great book, really makes you think about how we think.
29 reviews2 followers
January 14, 2014
Clever.
Distributed cognition is something that many still can't wrap their heads around, and Hutchins work is what brought this way of thinking out of the shadows and gave it a name.
21 reviews5 followers
November 4, 2012
A nice ethnographic study of group cognition in the real world in real time.
Displaying 1 - 17 of 17 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.