Heitor de Paola é médico, psicanalista, escritor e comentarista político, estudioso de filosofia, filosofia da ciência, história, ciência política e política internacional.
Articulista do jornal eletrônico Mídia Sem Máscara, dos Jornais Inconfidência e Visão Judaica, e do site Ternuma. Membro da International Psycho-Analytical Association. Ex Clinical Consultant da Boyer House Foundation, Berkeley, Califórnia. Membro do Board of Directors da Drug Watch International. Diretor Cultural do Farol da Democracia Representativa (www.faroldademocracia.org). Membro do Conselho Consultivo da organização Brasileiros Humanitários em Ação (www.braha.org). Membro da ONG Terrorismo Nunca mais (www.ternuma.com.br)
Publicou trabalhos nas áreas de psicanálise no Brasil e no exterior e artigos de análise política nos sites:
· FrontPageMagazine (www.frontpagemagazine.com) · Foundation for Defense of Democracies (www.defenddemocracy.org) · Hispanic American Center for Economic Research (HACER) (www.hacer.com) · VCRISIS (http://www.vcrisis.com) · Laigles Forum (http://laiglesforum.com) · Organizador e Coordenador do I Seminário Latino-Americano sobre Democracia Liberal – Democracia, Liberdade e o Império das Leis, São Paulo 16-17 de maio de 2006 · Autor do livro “O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial”.
Tinha em mãos a 2ª edição de 2016. Na época, comprei o livro por causa do "segredo revelado" (a existência do Foro de São Paulo) por um "convertido" que seria "autoridade" no assunto por ser ex-militante comunista. Como eu ainda passava por uma autoeducação política, não estava habituado ao marketing aplicado a um discurso de ciência política. Em todo caso, até então não tinha lido o livro, mas, agora em tempos de Trump e narcotráfico, achei pertinente conhecer o conteúdo desse livro, publicado como se fossem profecias ignoradas pelo mainstream. Iniciei a leitura, mas logo me cansei do tipo de discurso político com intriga A x B, vitimização, o comunismo é o mal do mundo etc. O livro não tem propaganda política rasteira. Ao contrário, os textos são informativos. Não parecem ter sido escritos espontaneamente, mas como resenha de outras fontes, ou quem sabe, em tempos de marketing na internet, por um ghost-writer. De todo modo, do ponto de vista linguístico, os textos não me pareceram coesos de modo que incentive uma leitura contínua. Pelos poucos textos que tive paciência de ler, checando o índice frequentemente, me pareceram grosso modo o mesmo discurso que o Olavo de Carvalho fazia oralmente nas redes sociais, ainda que o livro traga informações como nomes, datas etc.