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Los surcos del azar #2

Os Trilhos do Acaso - Parte 2

Ao longo de alguns dias de conversas com um sobrevivente da Guerra Civil espanhola e da Segunda Guerra Mundial, o autor evoca a história de um grupo de espanhóis republicanos que lutou sob as ordens do General Leclerc contra o nazismo. Entre a quase monotonia dos dias que Paco Roca passou junto desse veterano, e os momentos de violência e emoção da guerra, o leitor descobrirá o destino de um grupo de homens que "os trilhos do acaso" lançaram na história contemporânea.

168 pages, Hardcover

First published November 1, 2013

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About the author

Paco Roca

88 books920 followers
Paco Roca estudió en la Escuela de Arte y Superior de Diseño de Valencia. Aunque su trabajo se centra en los cómics, compagina su tiempo con la ilustración y las charlas y talleres.

En el terreno de los cómics, su obra se ha traducido en trece países. Entre su bibliografía publicada por Astiberri destacan El juego lúgubre (2001); El Faro (2004); Arrugas (2007); Las calles de arena (2008); El invierno del dibujante (2010); el recopilatorio Memorias de un dibujante en pijama. El integral, que recoge las páginas aparecidas en el periódico Las Provincias y El País Semanal –que serían publicados en tres tomos: Memorias de un hombre en pijama (2011), Andanzas de un hombre en pijama (2014) y Confesiones de un hombre en pijama (2017)–; Los surcos del azar (2013); La casa (2015), La encrucijada (2017), colaboración con el músico José Manuel Casañ (Seguridad Social), El tesoro del Cisne Negro (2018), con guion de Guillermo Corral, Regreso al Edén (2020), y El abismo del olvido (2023), su última novela gráfica. También es el autor de El dibujado (2019), creado para las paredes del Instituto Valenciano de Arte Moderno (IVAM) y que en 2021 toma forma de libro.

Sus cómics han sido galardonados dentro y fuera de España con, entre otros, el Premio Nacional del Cómic 2008, el Goya al mejor guion adaptado por Arrugas en 2011, el Excellence Award de Japón, el Inkpot Award en la Comic-Con de San Diego en 2019 o el Eisner 2020 a la mejor obra extranjera. Paco También ha recibido la Medalla de Oro al Mérito en las Bellas Artes 2021 del Ministerio de Cultura del gobierno de España y el Gran Premio del Cómic Barcelona 2025 a toda su trayectoria.

Algunos de sus cómics han sido llevados al cine y la televisión, como es el caso de Arrugas (Ignacio Ferreras, 2011), Memorias de un hombre en pijama, El tesoro del Cisne Negro (Alejandro Amenábar, 2021) o La casa (Álex Montoya, 2024).

Como ilustrador, ha realizado carteles, portadas de libros, murales y campañas sociales para todo tipo de eventos, publicaciones o clientes, en especial organizaciones no gubernamentales.

Imparte charlas y talleres por todo el mundo y su obra ha sido expuesta en salas nacionales e internacionales. Paco Roca ha recibido la Medalla de Oro al Mérito en las Bellas Artes 2021 del Ministerio de Cultura del gobierno de España y en mayo de 2023 le concedieron el Premio al Mérito Cultural Ciutat de València.

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Displaying 1 - 16 of 16 reviews
Profile Image for João Carlos.
674 reviews327 followers
January 29, 2019


”Los surcos del azar” (2013) é uma novela gráfica produzida pelo argumentista e desenhador espanhol Paco Roca (n. 1969). Apresentada num só volume na publicação original foi subdivida em Portugal em dois livros – ”Os Trilhos do Acaso” - numa excelente edição da colecção de Banda Desenhada “Novela Gráfica” do jornal Público em parceria com a editora Levoir.

A narrativa de ”Os Trilhos do Acaso” centra-se em acontecimentos históricos que ocorreram no período da Guerra Civil Espanhola (1936-1939) e da Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Em concreto desconhecida a história de um grupo de espanhóis republicanos que participaram na Guerra Civil Espanhola e que mais tarde lutaram sobre as ordens do general Leclerc contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial.
Estes homens agrupados – mais tarde -, numa unidade intitulada la Nueve é composta por inúmeros espanhóis, soldados republicanos, que tinham sido derrotados pelos fascistas do General Franco. As escolhas cingiam-se a serem repatriados e presos para Espanha, a alistarem-se na Legião Estrangeira ou a irem para os campos de trabalho nalgumas zonas do norte de África. Mais tarde muitos deles – cerca de 300 espanhóis - preferem alistar-se na CFA (Cuerpo Franco de Áfica) porque não se queriam juntar na Legião Estrangeira.
A excepcional proposta de Paco Roca é um regresso ao passado, com a história a ser construída através das recordações que o argumentista e desenhador transcreve dessas conversas de Miguel Ruiz, um veterano combatente espanhol dessa unidade militar la Nueve, agora a viver em França, na zona de Nancy.
As conversas são integradas de uma forma extraordinária na história e passamos a conhecer em detalhe as vicissitudes desse grupo de exilados que deixaram Espanha como perdedores e cujo único desejo era regressarem a Espanha para derrotarem o General Franco e o fascismo.
A estrutura narrativa é muito interessante, uma história narrada dentro de outra história que confere ainda mais veracidade a esta novela gráfica ”Os Trilhos do Acaso”.
Paco Roca introduz dois estilos gráficos – entre o passado e o presente -, distintamente diferenciados nas cores utilizadas. Enquanto o passado tem cores normais, embora escurecidas; o presente é representado por tonalidades de cinzento suave, algo que reforça ainda mais o foco da acção, fazendo parecer que o que é importante - a narrativa central -, são os eventos do passado e não os do presente.
Destaco os excelentes esquemas gráficos das páginas 90 e 91 do primeiro volume sobre os períodos de 1939 a 1942.
”Os Trilhos do Acaso” é um esplêndido trabalho gráfico e histórico, comovente no evocar de um período e de acontecimentos – desconhecidos para mim -, esquecidos com homens – combatentes -, que se entregaram de alma e coração a uma luta épica, com anos de sofrimento e amargura, num relato empolgante e repleto de acontecimentos verídicos; feita de silêncios e de tristeza, mas que culminam com a libertação de Paris, com la Nueva a ser a primeira companhia a percorrer os Campos Elísios.
”Os Trilhos do Acaso” é igualmente uma profunda reflexão sobre a ficção, a realidade e a memória nacional espanhola sobre a Guerra Civil.
O título da obra é imensamente sugestivo e é consequência de uma frase do poeta espanhol António Machado (1875 – 1939) ”Para quê chamar caminhos aos trilhos do acaso."”/b>.
Profile Image for João Barradas.
275 reviews30 followers
January 31, 2018
Na concepção geral, qualquer guerra é entendida como uma figura bidimensional: num dos lados estão os futuros vencedores e, no oposto, os malfadados vencidos. Contudo, a natureza nem sempre se rege pelas regras lógicas da matemática e, a somar a estas duas posições, existem um conjunto de outras que directa ou indirectamente são encurraldas na calamidade.
Na Segunda Guerra Mundial, os nomes inscritos nos livros de história contemplam os países pertencentes aos Aliados - E.U.A., Reino Unido e França, apoiados pela U.R.S.S. -, que, com a sua audácia e bravura conseguiram resgatar os judeus maltratados pelos projectos raciais do Fuhrer nazi da Alemanha, alavancados pelo Deuce fascista de Itália. Não soa estranho que, sendo descrita como mundial, outros países não sejam chamados a participar? Como se uma borracha tivesse usurpado algumas palavras, certos países não surgem gravados na memória quando este assunto é relembrado, como é o caso de Espanha. Apesar de serem ambos regidos por ditaduras totalitárias e de terem adjudicado o título de "países neutros", ambos os países da Península Ibérica abrigavam opositores à força política vigente que, maltratados e surrogados pela sua terra-mãe, viram-se obrigados a desertar e a abraçar outras causas, com um fito único - conseguir exterminar o veneno nazi que intoxicava todo o mundo.
Partindo desta permissa, esta graphic novel acompanha as memórias de um velho soldado espanhol, incorporado num grupo de bravos e intrépidos guerreiros, que, opondo-se aos ideias de Franco, são obrigados a abandonar o seu país, após a derrota na Guerra Civil Espanhola. Provando o pão que o Diabo amassou, em plena região sub-Sahariana, organizam-se numa companhia, nomeada "La Nueve", cuja principal motivação era a vontade férrea de regressar. Apesar dos bombardeamentos surpresa e das baixas decorrentes, a chama nunca se apagou e foi mesmo este grupo de homens que comandou a reconquista de Paris pelos Aliados - um marco histórico, olvidado entretanto, pela incoveniência de não serem nativos de nenhum dos países da Tríplice a cumprir tal feito hercúleo, somado ao facto da possível associação com ideias comunistas.
Reposta a verdade, a atenção foca-se num pormenor particular: as cores que abrilhantam as memórias passadas, mesmo que tristes e amargurantes, contrapõem-se às vivências dos "dias-de-hoje", desenhadas preto no branco. É como se, na sua mente, o passado fosse o que estivesse mais presente e as lembranças ainda o guiassem nos passos errantes de dias sem objectivos traçados. Apesar de a arte simplistas de Roca conquistar facilmente (já desde "Rugas"), as pareçencas fisionómicas dos diferentes personagens poderá dificultar, por vezes, a percepção de quem aborda quem, pelo que, tal como os mapas que vão acompanhando o trajecto percorrido pela companhia, uma página incial com as diferentes caras identificadas poderia ter sido útil.
Finalizado o livro, compreende-se a importância da citação de António Machado, também ele testemunha de muitas destas atrocidades, que deu título ao livro: "para quê chamar caminhos (da vida) aos trilhos do acaso". De facto, por muito planos pré-concebidos, o destino prega das suas partidas e é preciso saber tomar decisões em clima de tensão, sem nunca esquecer os ideias defendidos e a fé botada naquela estrela celeste que, lá no céu, olha por nós e nos guia pelo melhor trilho.
Profile Image for Ana.
812 reviews186 followers
April 19, 2020
É muito bom regressar ao mundo aos quadradinhos de Paco Roca.

Nestes dois volumes, o autor aborda uma temática bem diferente daquela a que estou habituada a ver nas suas novelas gráficas, mas, para uma leitora "obcecada" pela Guerra Civil Espanhola, pela realidade do exílio espanhol pós Guerra Civil e pela Segunda Guerra Mundial, esta novela aos quadradinhos caiu que nem ginja.

ADOREI!

Opinião completa no meu cantinho, como é habitual (a partir do minuto 00:40):
https://www.youtube.com/watch?v=KZsLx...
Profile Image for Ana.
644 reviews15 followers
December 18, 2022
A forma como o autor apresenta as suas histórias é incrível. Neste caso, através das conversas com um espanhol idoso a viver em França, que fez parte da unidade militar "La Nueve", constituída por republicanos espanhóis a lutar contra a ditadura e o fascismo, importantíssima na Segunda Guerra Mundial. Desconhecia tanta coisa... Adorei estes dois livros! 🤍
Profile Image for Rita Ramalho.
70 reviews5 followers
August 20, 2023
Bravo!
Paco Roca é maravilhoso. Estou cada vez mais fã dele.
Profile Image for Cristina Alves.
697 reviews54 followers
September 25, 2017
https://osrascunhos.com/2017/10/09/os...

A Guerra Civil Espanhola é um tema sensível. Não só separou Espanha (separou e continuou como ressentimento, motivo de separação no país pouco homogéneo) como famílias e vizinhos. Sobre os efeitos da Guerra Civil Espanhola existem, actualmente, diversos relatos, mas pouco se fala nos refugiados espanhóis que conseguiram escapar num barco, recusados por vários portos, tratados como indigentes e escorraçados pela sua cor política, vista como um perigo maior do que o fascismo.

Miguel Ruiz encontra-se em França. Tendo sobrevivido à situação de refugiado, trabalhador no deserto, acabou por participar na Segunda Guerra Mundial, integrando uma unidade militar composta por espanhóis republicanos. Eis um passado que os seus actuais conhecidos não suspeitam, vendo nele apenas um velhote, até ao momento em que um jovem aparece em busca de detalhes para uma história.

O velhote recusa, ao princípio, reticente em partilhar as memórias há muito enterradas. Persistente, o jovem não desiste e consegue que lhe sejam contados os mais mirabolantes momentos, elementos específicos de uma dolorosa história de guerra, mas sobretudo de resistência ao Fascismo – uma história enterrada pelo tempo e pela vontade de esquecer as atitudes incorrectas que foram tomadas para com este grupo de espanhóis.

Se, noutras histórias do autor, o lado humano e sentimental constitui premissa, poderíamos, talvez, esperar que numa história de guerra tal não se notasse. A verdade é que Paco Roca é perito em expressar as singularidades do comportamento, definindo personalidades em poucas vinhetas, captando expressões e gestos que marcam e tornam as personagens palpáveis.

As reacções do velhote ganham vida numa curta sucessão de quadrados e rapidamente sentimos que conhecemos e percebemos um pouco mais deste homem. Mas não só. Até as pessoas que o rodeiam e que fazem parte do seu quotidiano são retratadas de forma única, captando-se pequenos episódios que revelam o tipo de relacionamento que os protagonistas têm.

Os trilhos do acaso pode ser a história encoberta de uma guerra, mas, mais do que isso, é a história de um homem (ou da possibilidade de um homem), um herói que se reduziu à quase inexistência no seguimento de alguns constrangimentos pessoais e cuja história foi apagada por vergonha.
Profile Image for Luis Bernardino.
189 reviews19 followers
May 9, 2022
Continuação do livro sobre a luta contra os nazis alemães, dos republicanos espanhóis em França.
O nível de desenho e de enredo continua muito elevado e interessante.
Infelizmente não existem só vitórias no percurso e por vezes há derrotas bem difíceis e que deixam marcas para sempre.
Um conjunto de dois livros que merecem leitura atenta.
Profile Image for Cristina Delgado.
255 reviews73 followers
November 29, 2022
Voltar a um autor de Graphic Novels que conheço de outros livros e de quem gosto muito é sempre uma aposta certeira. Fui à Biblioteca das Galveias e encontrei lá os dois volumes desta GN da qual já tinha ouvido falar bem e foi a oportunidade para os ler.

Paco Roca foca-se aqui em vários episódios verídicos ocorridos no fim da Guerra Civil Espanhola e durante a II Guerra Mundial. Como diz Pedro Bouça, na introdução preciosa que faz para um melhor entendimento destes dois volumes, os refugiados republicanos que fugiram de Espanha e tão mal recebidos foram pelos países que os acolheram, "acabaram por se revelar afinal extremamente preciosos para o país que os acolheu". É em torno destes refugiados espanhóis que Paco Roca, uma vez mais, transforma uma história da História numa obra prima das artes.

1939, fim da Guerra Civil Espanhola, fascistas no poder e republicanos em debandada para França. Aqui cabiam-lhes 3 hipóteses: ou eram repatriados para Espanha, ou alistavam-se na Legião Estrangeira ou eram condenados a trabalhos forçados. Aquando da II Guerra, muitos dos condenados a trabalhos forçados, optaram por pegar em armas de novo contra os nazis. Formou-se a 9ª Companhia, conhecida por "La Nueve", e que acabou por ser a primeira unidade a entrar e libertar Paris no fim da guerra.

Miguel Ruiz terá sido um destes homens. Intercalando passado e presente, Paco Roca surge como um personagem na actualidade, entrevistando Miguel Ruiz, ácerca da sua participação em "La Nueve".

Um dos aspectos que mais gostei nesta obra foram os dois espaços temporais diferenciados pela mancha de cor: o passado surge com cores escuras e o presente é monocromático, o que faz com que o nosso cérebro se habitue rapidamente e distinga na perfeição os dois espaços temporais.

Gostei muito.
Profile Image for Urbon Adamsson.
2,404 reviews139 followers
March 12, 2025
PT Nesta segunda parte, continuamos a acompanhar o percurso dos nossos protagonistas espanhóis, que agora entram na Europa para integrar o contra-ataque aliado contra os nazis.

Embora não tenha achado esta parte tão envolvente como a primeira, manteve-se suficientemente interessante para não se tornar aborrecida.

De resto, o estilo narrativo de Paco Roca permanece inalterado, mantendo o mesmo nível de qualidade a que já nos habituou.

Talvez não tenha achado tão cativante por já conhecer bem a história do ataque aliado, mas ainda assim apreciei o enredo em torno da reconquista de Paris.

--

EN In this second part, we continue to follow the journey of our Spanish protagonists as they enter Europe to join the Allied counterattack against the Nazis.

Although I didn't find this part as engaging as the first, it remained interesting enough not to become dull.

Otherwise, Paco Roca's narrative style remains unchanged, maintaining the same level of quality we have come to expect from him.

Perhaps I didn't find it as captivating because I'm already quite familiar with the history of the Allied attack, but I still enjoyed the storyline surrounding the reconquest of Paris.
Profile Image for João Teixeira.
2,420 reviews53 followers
January 16, 2019
O que me agrada bastante nos livros de Paco Roca que já tive oportunidade de ler (Rugas, A Casa...) é que as histórias que contêm são muito boas e são contadas por intermédio de desenhos normalmente simples, mas com grande atenção ao pormenor.
Neste livro, são contadas duas histórias diferentes: a da companhia militar "Nueve", composta por espanhóis exilados após a derrota do republicanismo na guerra civil de Espanha e a história de Paco, um jovem autor que tem como objectivo fazer um livro sobre esses exilados.
Curiosamente, Paco Roca optou por dar cor à parte da história que está no passado, tendo ficado a parte dedicada ao "presente" a preto e branco. Mas eu diria que é precisamente no arco narrativo a preto e branco que as personagens têm mais "espessura". Não só a personagem em torno da qual gira toda a história, mas também aquelas que a rodeiam (como o seu vizinho Albert).
Gostei de ler este livro, principalmente porque conta uma boa história, que sem dúvida será apelativa ao público espanhol, mas que o público português também apreciará.
Profile Image for Tita.
2,262 reviews247 followers
September 1, 2019
Paco Roca conta-nos a história, através das recordações de Miguel Ruiz, dos republicanos espanhóis exilado em França e que pertenceram a uma unidade militar que lutou, quer na Guerra Civil Espanhola, contra Franco, mas também na 2ª Guerra Mundial, do lado dos Aliados, que se designou por La Nueve.
Desconhecia completamente esta questão dos refugiados espanhóis, bem como a dureza das opções que tiveram que escolher. Desconhecia também esta unidade militar, La Nueve, que participou na 2ª Guerra Mundial.
Adorei a história que o Paco Roca nos conta, em dois tempos, onde presente e passado se interligam com aspectos gráficos completamente distintos. Passado representado a cores e o presente a cinzento e com o bónus de Paco Roca participar na própria história.
Adorei!

Vejam a minha opinião mais detalhada em vídeo, AQUI.
Profile Image for Reyel2107.
900 reviews6 followers
May 18, 2019
um dos mais belos contos sobre a Guerra Civil Espanhola
Profile Image for Pedro.
191 reviews2 followers
May 5, 2022
Possivelmente uma das melhores historia que li em novela gráfica.
Se duvidas havia que Paco pode ser um dos melhores da arte, com esta obra desaparecem.
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