“A Última Nota” de André Mateus e Filipe Duarte. Zé é um músico de sucesso, e o Alexandre é um falhado escritor. Não há nada em comum entre ambos com a excepção de terem amado a mesma mulher. No funeral desta, acabam por se reunir e decidi pôr em prática um arriscado plano de forma a garantir que não sofram o mesmo destino e caiam no esquecimento.
Os Autores:
André Mateus nasceu em Lisboa, a 26 de Fevereiro de 1990. Licenciado em Ciências da Cultura pela Faculdade de Letras e frequentou o curso de Escrita para Cinema, TV e New Media na escola criativa RESTART. Foi guionista no talk show “… a Vida, Alvim” e trabalha atualmente para a produtora Lanterna de Pedra Filmes. Além d’ “A última Nota” com a editora Escorpião Azul, publicou “Hotel Hell” com a WP Comics e “Deiciders” com a VMComics, o seu selo independente, tendo também escrito várias histórias curtas de banda desenhada para a revista H-alt e outras antologias internacionais.
Filipe Duarte nasceu em Lisboa, a 29 de agosto de 1978. Desde sempre se interessou por ilustração e Banda Desenhada, tendo sido influenciado por inúmeros artistas tais como Jack Kirby, Giorgio Cavazzano, Osamu Tezuka, e Moebius. Criador de revistas de banda desenhada e ilustrador, frequentou o Curso de Ilustração e Banda Desenhada do ar.co Centro de Arte e Comunicação Visual. Criou o fanzine Znok e participou em inúmeros projetos, tais como a Zona, H-alt, Portugal 2055, Kzine, Kurt Belcher’s World, Tertúlia BDZine e Something Weird.
I'm honestly surprised by some of the reviews for this book. While it's true that there are quite a few technical flaws one could point out, for me, the most important thing is the overall reading experience—and I had a great one.
I appreciate how the story explores thought-provoking ideas in a simple yet meaningful way. How much do we really care about the legacy we leave behind? Is it truly important, or is it more valuable to focus on living a happy, fulfilling life, even if no one remembers us after we're gone? After all, forever is a long time, and no memory lasts that long.
I enjoyed the premise and the philosophical questions it raises. Sure, it leans on clichés, and at times things can feel a bit on the nose or exaggerated, but none of that detracted from my experience.
Mais uma edição da Escorpião Azul lançada no Amadora BD, a apostar em novos criadores da BD portuguesa. A Última Nota é uma leitura divertida e leve, com falhas estéticas e narrativas que teriam sido limadas com um verdadeiro trabalho de edição. Algo que é um padrão, na oferta editorial da Escorpião Azul. Crítica completa no aCalopsia: A Última Nota.