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Catarina de Bragança

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Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já haviam partido deste mundo e dos que ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer. Por ele sofreu num país do qual desconhecia a língua, os costumes e onde a sua religião era condenada. Assistiu às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro. Catarina não conseguiu cumprir o único objetivo que como mulher e rainha lhe era exigido. Se ao menos não o amasse tanto!, pensava nas noites mais longas e tristes…

640 pages, Paperback

First published January 1, 2008

38 people are currently reading
711 people want to read

About the author

Isabel Stilwell

43 books362 followers
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. Directora do jornal Destak, foi directora, igualmente, da revista Notícias Magazine, tem um longo percurso na imprensa escrita e sempre se confessou apaixonada por romances históricos.

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Community Reviews

5 stars
344 (34%)
4 stars
439 (44%)
3 stars
158 (15%)
2 stars
34 (3%)
1 star
14 (1%)
Displaying 1 - 30 of 65 reviews
Profile Image for Ana.
633 reviews121 followers
March 12, 2019
Um livro fantástico para viajar no tempo e conhecer uma grande figura da nossa história. Catarina de Bragança, filha de um Duque, mulher de um rei, encontra na corte inglesa hábitos e costumes muito diferentes dos dela, mas acabou por ser ela a deixar a sua marca mais profunda na cultura britânica: o hábito de tomar chá.
Profile Image for Rosie.
461 reviews56 followers
March 18, 2020
Temos um passado absolutamente extraordinário que a ser explorado dá imenso material de escrita.

Séc. XVII. Eis os duques de Bragança elevados ao estatuto máximo, Reis de Portugal. Uma coroa, um prestígio sem igual mas ainda assim um presente (quiçá) envenenado.

Acompanhamos um dos períodos mais conturbados da monarquia portuguesa, a par da Inquisição, da restauração da independência, das guerras infindáveis para a manter, etc.

Admiro a sensibilidade desta escritora ao transpor a alma das personagens femininas. Sempre muito bem conseguido.

O orgulho em salientar a índole daquelas que eram vistas como seres inferiores ou frágeis e que afinal governam um país (D. Luísa de Gusmão) ou dominam, apesar de tantos antagonismos, as cortes, as intrigas, os meandros políticos, em favor das suas causas, ou justiça, ou amor, num país estranho (a nossa Infanta).

Confesso que senti alguma monotonia no livro, um arrastamento dominado talvez pela melancolia. Contudo, apesar das tristezas, mais do que legítimas, da Catarina de Bragança, é de relevar que ela tenta constantemente sobrepor o que de melhor vai tendo da vida. Essa capacidade, essa força interior de superação é surpreendente.

Gabo a perícia da autora, com que, mesmo de modo algo lento, nos vai prendendo com os acontecimentos históricos e romanceados, com personagens fortes, com variadas e belas descrições dos palácios e locais diferentes onde decorre a acção.

Aprendo sempre com os livros de Isabel Stilwell, até porque me instiga a pesquisar mais informação sobre o assunto.
Profile Image for Anabela Mestre.
94 reviews44 followers
December 4, 2016
Na sequência dos livros já lidos da autora, não há muito a acrescentar. Uma história bem contada que nos leva a viajar ao passado, numa escrita fluente e atractiva.
328 reviews6 followers
August 11, 2016
Depois de ter lido D. Teresa- da mesma autora- e ter gostado tanto apesar da informalidade das falas, decidi continuar a insistir no trabalho de Stilwell. Porém, dos dois que li posteriormente (D. Filipa de Lencastre e este D. Catarina), nenhum conseguiu despertar em mim a satisfação do primeiro.
D. Catarina de Bragança foi certamente uma mulher admirável (teria de o ser para ter aguentado as constantes humilhações não só do marido mas de uma corte onde não era benvinda).
Não me queixo do retrato que Stiwell faz da mulher embora ache que lhe falta qualquer coisa para me afastar da monotonia da narrativa (levei mais de um mês a acabar o livro). Para além de que para mim existem coisas que não fazem sentido.
Por exemplo como é que Catarina se lembra de coisas que aconteceram quando ainda era um bébé de dois anos? Como pode lembrar-se de como se sentia com essa idade? Nervosa por deixar o passo de Vila Viçosa? Aos dois anos entenderia realmente o que estava a acontecer? Não seria mais credível que a criança sentisse o nervosismo dos que a rodeavam e por isso ficasse inquieta? Como é que um Catarina aos dois anos falava como uma pessoa adulta?
Ou como em Maio de 1653 aquando da morte de Teodosio, Afonso contava com cinco anos mas em Abril de 1654 já tinha 10, quase onze.
E depois existem ainda coisas como a expressão "vira essa boca para lá" que me soa a português do Brasil.
Sempre que encontro incongruências destas nos livros irrito-me, tanto se me dá que a autora muitas paginas depois tente justificar certas coisas com memórias induzidas por histórias ouvidas. Simplesmente não me entra no cérebro pois a personagem lembrar-se-ia de quem lhe contara esses acontecimentos.
Contudo a esperança é a última a morrer, e por isso irei continuar a lêr o trabalho da autora até encontrar aquele que me satisfaça tanto quanto o primeiro que li.
Profile Image for Anita Baião.
12 reviews8 followers
March 10, 2015
Tinha expectativas moderadas. Há algum tempo que não leio romances históricos, tendo em conta que os meus defeitos de profissão vêm sempre à tona: tenho pouca paciência com incorrecções.

"Catarina de Bragança" romanceou a História, tal como é apanágio dos livros do género, mas o que mais me incomodou foi a falta de atenção a pequenos pormenores: a Catarina, com 2 anos, tinha um diálogo tão fluente quanto sua mãe, todos se comoviam ao falar com a rainha, o uso excessivo de diminutivos, a mistura de palavras mais antigas em discurso plenamente moderno- ou se assume um, ou o outro- os diálogos são muito sofridos, infelizmente e a história não tem qualquer perspectiva. Dá a ideia que a autora pegou na História de Portugal e acrescentou os diálogos. Esqueceu-se dos problemas enormes que Carlos II teve com o Novo Mundo, que a bandeira inglesa não era azul e encarnada no século XVII e que (bastando ir à Wikipédia), não existiam bombeiros em Londres na altura do Grande Fogo; foi depois da catástrofe que se organizaram os primeiros corpos de bombeiros.

Infelizmente também não testemunhamos qualquer desenvolvimento das personagens. Carlos e Catarina, duas pessoas extremamente complexas, foram apresentadas de forma bidimensional, com muita pena minha...

No entanto, e apesar de desesperar tantas vezes com o livro nas mãos e rolar os olhos, não consegui parar de ler. Apesar de pãozinho sem sal (que não o era), a história romanceada da Catarina prendeu-me. Quando a consegui afastar da pessoa em que foi baseada, li como um romance cheio de potencial, mas com pouco desenvolvimento.
Profile Image for Célia Loureiro.
Author 30 books962 followers
October 19, 2011
Diálogos afectados, ternura forçada, quase cliché, entre os irmãos Catarina, Pedro e Afonso. Há uma outra irmã também, cujo nome me esqueci entretanto. Aborrecido e pouco profundo, a meu ver. Vale-lhe a pesquisa histórica e o facto de, através dele, não me esquecer jamais da prole dos Bragança aquando da restauração da independência. simultaneamente, prefiro considerar que a rainha Catarina não era dada a achaques nem a demonstrações de força forçadas.
Profile Image for Laura.
7,134 reviews607 followers
March 7, 2021
4* D. Maria I
4* D. Maria II
4* Catarina de Bragança
TR Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno
TR D. Amélia

Another great historical fiction based on the life of Catherine de Bragança, who was Queen of England, Scotland and Ireland from 1662 to 1685, as the wife of King Charles II. She was the daughter of King John IV, who became the first king from the House of Braganza in 1640.

Catherine is credited with introducing the British to tea-drinking, which was then widespread among the Portuguese nobility.
Profile Image for Maria.
318 reviews33 followers
March 21, 2012
Considero muito mais "light" do que estava à espera num romance histórico.

aspectos negativos:
É impressão minha ou na entrada de 1 de Dezembro de 1640 (página 40) aquele referido "dia 31" se refere a Novembro? (!!??)...
Nas primeiras(100?)páginas do livro há muitas entradas em que as datas não correspondem aos acontecimentos descritos(comparando as datas das entradas com as datas mencionadas na árvore genealógica que consta no início do livro há grande incongruência); parece-me muito pouco cuidado,pretendendo(?)ser um romance histórico...
Uma coisa que me ficou na cabeça desde o início até final do livro: uma criança com cerca de 2 anos(ou menos?)ouve frases que nunca esquecerá??!!!!???

Gostei bastante ler a listagem/descrição das personagens e a indicação do que nelas é ficção ou baseado nos factos reais.

Em balanço final, e apesar de achar que um romance histórico deve ser muito mais cuidado na linguagem e na revisão, fico bastante agradada por ter lido este livro (com ele consegui reter na memória aspectos daquela época de Portugal (e da Inglaterra)).

Gostei especialmente pela temática.



Profile Image for Filipa.
36 reviews20 followers
November 17, 2013
Este é o segundo livro de Isabel Stilwell que leio. O primeiro foi o "Filipa de Lencastre", que me deixou completamente rendida. Com este, Catarina, mais uma vez deparei-me com um livro absolutamente maravilhoso.
Se há alguém que sabe escrever bem e que prende o leitor desde a primeira página é esta autora. Adoro a forma como escreve, adoro o enrendo dos seus livros, adoro como tudo é um bocado ficção e um bocado realidade.
Num livro de pouco mais de 600 páginas dei por mim a querer mais outras 600. Fiquei emocionada algumas vezes durante a narrativa e, no fim, com o epílogo da carta de D. Catarina à sua Nan acabei por chorar. E que bom que é um livro fazer-nos chorar. Pelo menos, para mim, é sinal que foi importante e que me marcou de alguma forma.
É um dos livros que merecerá sempre destaque entre os que vou lendo, não só porque adoro romances históricos mas porque é realmente um óptimo livro que recomendo a todos.
Começo a achar que todos os livros de Isabel Stilwell são assim, maravilhosos.
Profile Image for Carolina Biscaia.
28 reviews
March 14, 2025
Princesas Inglesas que ficam Rainhas de Portugal ou Infantas Portuguesas, Rainhas de Inglaterra: parece-me que tenho um tipo!
Depois da vida de Filipa de Lencastre, debruço-me sobre Catarina de Bragança. A vida de uma Infanta, filha de D. João IV, primeiro da Dinastia de Bragança, irmã de Teodósio (e se Teodósio fosse vivo...), D. Afonso VI e D. Pedro II.
O que parecia ser um sonho, foi uma vida à espera de algo que nunca teve. Uma vida triste, a desejar o herdeiro que não podia ter, numa corte que não conhecia e com costumes muito diferentes da vida em Portugal, com traições do marido que amava mais que a vida e com as amantes na sua Casa e ainda o trono usurpado entre irmãos. Ainda assim, nunca "amar demasiado" a fez desistir, nem a ela, nem a Charles, que mesmo pressionado para o divórcio, para se casar com uma protestante, queria este casamento vivo. A união e a promessa que os unia, era difícil de entender. Na minha opinião, o livro alonga-se um bocado, talvez mais notório pela melancolia e sensibilidade do mesmo, própria de Catarina.
Valha-nos o chá!
Profile Image for J8J8.
95 reviews25 followers
May 28, 2017
3,5 estrelas muito puxadinhas....

Catarina de Bragança, a única princesa portuguesa a ocupar a posição de Rainha numa corte inglesa, foi o segundo livro que li da autora Isabel Stilwell. Tenho a confessar que li este livro com um misto de sentimentos. Se, em Inclíta Geração foram poucos ou nenhuns os momentos onde me senti aborrecida/saturada tenho a dizer que, em Catarina de Bragança, foi assim que me senti (quase) constantemente.

O livro começa relativamente bem, com a vida dos Duques de Bragança e com o nascimento da princesinha, luz dos olhos de (quase) todos os tiveram a felicidade de se cruzarem com ela. Podemos, então, acompanhar não só o nascimento/crescimento de Catarina (em Portugal) durante uma das fases mais conturbadas da monarquia portuguesa como também toda a situação política daquela altura em particular. Até aqui tudo ótimo. Temos vista privilegiada da vida familiar e pacata destes duques que pouco davam nas vistas e dos seus filhos. Contudo esta vista privilegiada continua, continua, continua, continua, continua, continua, continua, continua, continua, continua, por umas altamente tortuosas (quase infinitas) 300 páginas!!!! O livro tem 600 páginas! Concordo plenamente em fazer-se uma introdução da vida duma personagem e, em particular, no período marcante da ascensão à coroa e de todas as intrigas, guerras e jogos políticos. Mas sendo franca, era preciso 300 páginas disto? De capítulos só sobre como Teodósio pescava peixinhos vermelhos dum tanque, dava a Catarina para ver e voltar a atira-los de seguida para o tanque? 150 páginas para este fim bastariam.

Conhecendo já um pouco o trabalho desta autora pareceu-me que, neste romance, certas partes históricas acabaram por ser pouco trabalhadas, gostaria de ter visto ainda mais política e intriga que havia na corte. Infelizmente, neste romance a autora acabou por se focar bastante na parte ficcionada ou seja, no que as personagens sentiam, o que pensavam sendo a parte histórica às vezes relegada para segundo plano. Isto acabou por não facilitar a leitura pois quase todo o discurso das personagens e a escrita foi feita num tom quase afetado, a roçar o lamechas atribuindo (em particular) a Catarina uma aura de pessoa tontinha, coitadinha. Ainda que não tenha tido preparação de outras mulheres da corte inglesa ou francesa não me parece que uma tolinha sem sal fosse capaz de se manter no trono duma Inglaterra protestante com tanta (e feroz) oposição.

Felizmente lá consegui ultrapassar as 300 páginas. Após um imenso tempo que tardava não chegar, Catarina finalmente chega a Inglaterra e à corte inglesa. E foi a partir daqui que começou a ficar mais interessante. Ao longo desta segunda parte podemos acompanhar a evolução duma Catarina “pacóvia” numa governante e numa autêntica rainha. Realmente dá que pensar como é que é Catarina, uma rainha nascida em Portugal, mal preparada para aquela corte, sem falar a língua, num país que não professava a sua religião e com poucos aliados conseguiu sair com a cabeça colada aos ombros de volta ao seu país de origem. Ainda que esta segunda parte tenha melhorado significativamente em comparação à primeira ainda achei muito aquém do romance Inclíta Geração.
A parte histórica poderia ter sido ainda mais explorada. Houve partes (interessantes) lá mais para o fim onde senti que tudo acontecia a correr, como se a autora estivesse já farta de escrever e quisesse despachar o assunto. Houve muitos episódios que poderiam ter sido explorados em detrimento de outros e que infelizmente não o foram.

As personagens tal como o enredo poderiam ter sido um pouco mais trabalhadas e aprofundadas tais como as amantes de Charles afinal, acabaram por prejudicar e afetar bastante a vida não só da rainha como da corte. Gostaria de dar especial destaque a algumas personagens como a D. Luísa de Gusmão, mãe de Catarina, Nan, Meg, marquês de Sande e D. Luís que, de facto me pareceram mais trabalhadas e mais interessantes.

Profile Image for Ne.
600 reviews61 followers
December 9, 2011
De fora para dentro devo dizer que melhora bastante. Apesar de a capa ser o retrato mais conhecido de Catarina de Bragança, achei-a bastante feia e que não me alimentou em nada a curiosidade. A sinopse contribuiu mais um pouco, mas o principal foi mesmo a fase de romances históricos que estou a passar.
Achei as imagens que dividem o livro em três um pormenor bastante original e de bom gosto. Tornou as personagens muito mais reais e faceis de imaginar, tal como as suas vestes, os seus penteados, os seus palácios. Claro que o facto da personagem Catarina achar o principe Charles II bonito e atraente dificultaram-me a tarefa, visto que ou aquele retrato não o favorece, ou naquela época os padroes eram bastante diferentes dos nossos!
Vila Viçosa foi o ponto alto de todo o livro. É bastante excitante ler e imaginar toda a história na vila da minha familia e que eu considero a vila mais bonita de portugal e arredores (nao as conheco todas, mas digo que a Vila no verao é linda!). Com paisagens cativantes e várias histórias de amor, ficticias, mas que parecem tão reais, Isabel Stilwell conquistou o meu voto e vou ler a restante bilbiografia dela.
Relativamente às personagens, não tenho uma que desgoste. Tanto as más como as boas, são todas interessantes e com personalidades muito bem desenvolvidas, mas de qualquer forma temos sempre preferidas. As minhas são: Catarina de Bragança, pela sua bondade e ingenuidade; as irmãs Meg e Nan, pela sua lealdade e pelos seus amores e desgostos; os embaixadores portugueses; e o principe Teodósio. Acho que foram as figuras que mais me marcaram ao longo do livro.
Tenho pena que a primeira parte esteja tão desenvolvida, visto que a vida na corte é muito mais emocionante e foi aí que a leitura correu com mais velocidade e onde me senti mais triste e mais feliz. De facto, este é um aspecto que a autora consegue demonstrar muito bem: ela cria situações que nos fazem entrar completamente nas personagens, sentido o que elas sentem.
Concluindo, Catarina de Bragança contribuiu bastante para aumentar a minha consideração pela literatura portuguesa, apesar do apelido da escritora. Além disso, ajudou a aumentar a minha curiosidade e cultura em relação ao passado do nosso Portugal!
Profile Image for Elisa Santos.
394 reviews1 follower
October 8, 2013
A great bio on one of the most cherished Queens of England, that just happened to be portuguese.

She went on to marry the dashing, newly-arrived on the throne Charles II, out of true love, that she kept intact in her, all through the years, despite his infidelities, his numerous lovers that made her life miserable in her own house, her sterility, the Great Fire of London, etc.

Isabel Stilwell, as always makes a beautifull and vivid portrait of a woman who was of royal family also restaured - prior to England - who loved dearly her husband and who in turn was cherished and defended by him, when all of the English court wanted her out, because of her religion and because of the fact that she bore no children to put the crown on.

In turn, she brought India with her, ships full to the sails of tea, as her wedding dowery, that was the equivalente of gold, to England on those days.

If you are curious about this fascinating Queen and time, then this is na excelente 1st step in to it.

Profile Image for Sara Reis.
36 reviews6 followers
March 3, 2012
Foi a lembrança da leitura de Filipa de Lencastre que me levou a procurar mais um livro desta escritora. O que suspeitei da primeira vez confirmou-se com este livro: Isabel Stilwell não deixa nada a perder em comparação com Philippa Gregory.
Profile Image for Dreidre.
3 reviews
December 16, 2012
Literatura light que brinca com a história de Portugal, não me parece credível. Tenho livros destes, imensos, porque agora oferecem sempre coisas destas. Está na moda mas não presta para nada, e acaba-se sempre com a sensação de que precisamos de ir ler um bom livro de história 'à séria'.
Profile Image for Tita.
2,216 reviews233 followers
June 24, 2020
Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, vê durante a sua infância o seu pai tornar-se rei e assim ter que sai do Paço de Vila Viçosa e rumar a Lisboa. Desde cedo, que o seu casamento foi preparado e a escolha recaiu em Charles II de Inglaterra. E que introduziu, na corte inglesa, o hábito de se tomar chá.
Adorei conhecer melhor a vida de Catarina de Bragança, muito ligada aos seus irmãos e sempre ponderada e sensata.
Uma mulher que ama o seu marido, marido esse conhecido pelas inúmeras amantes e filhos bastardos mas, que apesar de tudo, sempre considerou Catarina a sua Rainha, e mesmo não tendo filhos legítimos, não pretendeu anular o seu casamento.
A escrita, como é habitual, muito qualidade e a autora consegue-nos dar a conhecer a história, não só de D. Catarina, mas também de Portugal e Inglaterra, de um modo fluído e interessante.
Profile Image for Sara Palma.
8 reviews
June 14, 2018
Mais um livro fantástico de Stilwell! Não desilude na escrita que nos envolve de início ao fim sem se tornar demasiada repetitiva ou aborrecida. Uma historia cativante sobre D. Catarina de Bragança e toda a sua casa tocando no fim da dinastia Filipina como não podia deixar de ser o impacto que teve em Portugal e o início da última Dinástica portuguesa a de Bragança! As duas cartas finais são de uma ternura imensa que embora não sejam verídicas pelo menos uma delas, chega-nos ao coração! E finalmente o facto de no final apresentar um Dramatis Personae faz-nos sair da parte romântica do livro e entender onde está a veracidade no meio deste incrível livro!
Profile Image for Susana Preto.
36 reviews
September 2, 2023
Vivi estes anos todos entre Lisboa e Inglaterra com Catarina de Bragança.
Sabemos que um livro é bom quando conseguimos viver no tempo e locais do livro
Venha o proximate Isabel Stilwell
Profile Image for Pedro Lopes.
10 reviews
March 25, 2024
Amei o livro, ri em algumas partes, na maioria chorei HORRORES.
Profile Image for Sofia Roques.
83 reviews5 followers
Read
May 22, 2024
só há uma coisa a dizer:

One love - Catarina de Bragança 💞💞💞💞
Profile Image for Adelaide Silva.
1,295 reviews15 followers
January 10, 2025

Gosto bastante dos livros da autora e confesso que este foi do que menos gostei, uma boa pesquisa histórica mas focou-se mais no meu entender nas muitas amantes do marido do que propriamente em Catarina
3 reviews1 follower
February 27, 2025
Um romance histórico, com bastantes dados que nos colocam na ordem certa dos acontecimentos. Uma história tal como é a vida, nem sempre perfeita, nem sempre rápida, mas sempre aquilo que tem que ser. Uma vida num tempo em que as mulheres tinham poucas opções e poucas escolhas, mesmo se falando de uma rainha! Foi uma leitura interessante, mas não apaixonante, pois o trama é lento e por vezes demasiado descritivo. É uma história em que mais uma vez se demonstra que apenas o amor não chega para se viver um relacionamento feliz!
Profile Image for Maria Ana.
112 reviews6 followers
December 26, 2015
Mais um livro emocionante de Isabel Stilwell. Depois de A Ínclita Geração e D.Teresa, D.Catarina de Bragança revela-se uma leitura apaixonante e intensa.

O livro está dividido em duas partes. A primeira parte retrata a infância de D.Catarina em Vila Viçosa, e a sua vida enquanto infanta em Lisboa. A segunda parte, por sua vez, retrata a sua vida em Inglanterra, enquanto Rainha consorte do rei Charles II.

Na minha opinião, ambas as partes são bastante reveladoras para entender a vida de D.Catarina, conhecendo-a bem e partilhando as suas memórias. Gostei da escrita, e da forma como tudo foi descrito em pormenor. Apesar de alguns acontecimentos serem ficcionados, servem para nos apaixonemos pela corte inglesa e portuguesa.

Confesso que fiquei um pouco apreensiva com Charles. Sempre colocou D.Catarina numa posição especial e de maior confiança, mas apesar disso, continuou a somar filhos bastardos com várias amantes, nomeadamente Barbara Palmer, duquesa de Cleveland.

Fiz alguma pesquisa sobre esta amante, e percebo que era uma peça essencial para expulsar a rainha portuguesa católica de um trono protestante. Somando vários apoiantes e filhos, acabou por ser expulsa da corte pelo próprio rei. Conhecida como uma mulher ciumenta e de forte personalidade, manipulou o rei e inclusive foi admitida na casa da Rainha, como uma das suas cortesãs reais. Isto deixou-me espantada. Na verdade, D.Catarina deveria mesmo amar o rei para consentir tais comportamentos no seu palácio.

Com este livro surgiu o meu interesse sobre a corte inglesa, bem como um desejo patriótico de visitar o paço de Vila Viçosa. Esse meu desejo deriva de D.Teodósio. O príncipe herdeiro foi descrito, como sendo eloquente, amigável, ponderado, inteligente e sensível. Características dignas de um herdeiro, e estimuladas pelos seus pais, D.João IV e D.Luísa de Gusmão. Após a sua trágica morte e da sua irmã D.Joana, Princesa da Beira, apenas D.Catarina é a representante dos irmãos que nasceram em Vila Viçosa, antes de D.João IV assumir o cargo de Rei. Foi neste paço que D.Teodósio contou 450 passos de largura da fachada, e também foi ensinado pelo próprio António Vieira, que nutria pelo infante um carinho e amizade incalculáveis.

D.Catarina viveu uma vida infeliz no amor, mas foi acarinhada pelos ingleses, pela sua postura doce e benevolente. Afrontou a imoral corte inglesa com os seus costumes reservados, e mais tarde, quando regressa a Portugal, chocou a corte portuguesa com os hábitos livres e sem protocolo da corte inglesa, tendo sido grandemente influenciada pelo seu marido, o rei de Inglaterra.

Na minha opinião, D.Catarina revelou-se uma flor na primavera, mostrou as suas pétalas, e encantou-nos com a sua personalidade e formas de agir na corte inglesa. Nutri por ela um carinho especial, e compadeci-me dos seus infortúnios no casamento. Devido à sua instabilidade emocional e vítima de uma doença em Inglaterra, não pode ter filhos, tendo abortado espontaneamente várias vezes. Nunca deu a Charles um herdeiro legítimo, e quem assumiu o trono foi o irmão de Charles, Jaime, o último rei católico.

Não sei explicar como, mas esta Princesa ocupa agora um lugar especial na minha mente, bem como a sua história. Uma lutadora, e defensora das suas virtudes portuguesas, bem como das suas memórias do quente Alentejo, que muito lhe disse. Gostei deste livro, pois representa uma minúcia descritiva do nosso país, especialmente da região alentejana, que por vezes é negligenciada. As doces flores de laranjeira, o sotaque caloroso e familiar, e a famosa cadeira Alentejana de D.Catarina, da qual nunca se separava.

O povo em Londres aclamava D.Catarina “ What are little girls made of? Sugar and Spice, and everyting nice, that’s what little girls are made of.”
Profile Image for D.D. Maio.
Author 6 books12 followers
December 26, 2020
Este livro é o romance ficcionado da vida de Catarina de Bragança, infanta portuguesa filha de D. João IV que se tornou rainha de Inglaterra ao casar com Charles II em 1662. Acredita-se que tenha sido Catarina de Bragança a introduzir o hábito de tomar chá na corte inglesa, o que depois se generalizou. É muito bom que este livro esteja traduzido em inglês para os ingleses ficarem a saber quem os ensinou a ter maneiras.

Um início muito aborrecido, para não dizer chato
Primeiro que tudo, e em jeito de disclaimer, eu não comprei este livro; foi-me oferecido. E foi-me oferecido em inglês, ainda por cima, quando eu preferia muito mais ter lido o original em português. A tradução não me permite avaliar a escrita, porque uma vez traduzida esta perde logo todas as subtilezas, todas as nuances, os segundos sentidos, a escolha das palavras, o ritmo, a poesia. Logo, fiquei sem saber como é que Isabel Stilwell escreve em português e não posso opinar nada sobre isso. E não conhecendo o original muito menos posso avaliar a tradução propriamente dita. Mas a cavalo dado não se olha o dente.
Segundo, embora eu goste muito de História em geral, não é deste período em particular. Claro que ouvi muitas vezes o saudoso Prof. José Hermano Saraiva a contar a história da Restauração, mas não me lembro de os filhos mais velhos de D. João IV serem mencionados (Catarina talvez fosse) porque, a verdade é esta, nem D. Teodósio nem D. Joana foram relevantes para a História (morreram novos, sem cônjuge nem descendência). Importantes foram os irmãos mais novos de Catarina, D. Afonso (esse mesmo, o tal do filme “O Processo do Rei”, e para quem viu o filme não preciso de dizer mais nada) e D. Pedro, que acabaria por usurpar o trono do irmão e casar com a mulher deste. Mesmo assim, interessei-me por saber mais acerca deste período histórico, ali já quase a entrar na modernidade, muito longe das minhas preferências medievais e renascentistas, e foi basicamente por isso que encarei o desafio de ler este livro.

Continua: http://gotikka.blogspot.com/2020/06/c...
Profile Image for Joana.
13 reviews1 follower
July 9, 2017
Embora tenha gostado do livro, há alturas em que a escrita é demasiado romântica, não me pareceu real, pareceu-me forçada a forma como todos se tratavam. Senti também que o livro tem pouca descrição de pormenores de forma a se conseguir criar uma imagem mais clara de onde as personagens estão. O livro tem também, na minha opinião, muitas incongruências (como é que alguém com dois anos fala tão bem e se lembra das coisas da sua vida?). Outro apontamento, as vozes iguais entre personagens, tornam confusa a leitura e por vezes tive de verificar quem estava a dizer o quê, isso e os mil nomes que cada personagem parece ter, um exemplo, ora é "Castelo Melhor" como de repente já é D. Luís. Fiquei surpreendida de isto me acontecer na minha língua, estar confusa a quem a autora se estava a referir, ate porque quando leio em inglês não me deparo com estas pequenas confusões. Apesar da minha crítica, fiquei a conhecer melhor a vida da Catarina de Bragança e isso é o que realmente me motivou a querer ler o livro em primeiro lugar. Mas fiquei desiludida, estou a habituada a que um livro que pesa perto de 1kg com 600 páginas (o que quero dizer: houve um exagero de informação que poderia ter sido editado, especialmente no início da história de Catarina), me dê, mais conhecimento. Tenho outros livros da autora e espero que a escrita seja mais consistente em termos históricos e menos confusa.
Profile Image for Kait Margaret .
22 reviews8 followers
May 2, 2018
I was really happy to hear that there was a book based on Catherine of Braganza - there should be more about her - so after debating with myself I decided to buy the book. I did like it and learned some new thing about her, especially involving her early life as it was great to see the author explore Catherine's relationship with her older siblings. The only thing that kind of disappointed me was how fast paced the second half of the book was and how little interaction she had with some of the main restoration characters, it was also filled with time jumps, which made it feel like I was missing some of the action and I would have liked to have read more scenes between Charles II and Catherine, but apart from that the novel was a solid piece and if you are a fan of Catherine of Braganza, I would recommend you give it ago. Another good thing about this novel is that it is filled with mini character bios, a family tree and lots of pictures of the prominent figures of the restoration era. 3.5 stars
Profile Image for Rute -Obsessões Literarias.
34 reviews13 followers
July 29, 2020
Este livro mostra-nos os jogos de poder e a adaptação de Catarina de Bragança à religião, aos hábitos e aos costumes da corte inglesa, em muito diferentes da corte portuguesa.

É uma história que nos cativa e que nos dá a conhecer o inicio da Dinastia de Bragança e a importancia da aliança entre Portugal e Inglaterra, através do casamento de Catarina de Bragança com Charles II de Inglaterra.

Citação: What are little girls made of? Sugar and Spice and all things nice, that is what little girls are made of." Sabiam que?
O dote de Catarina de Bragança não foi pago com ouro, mas sim com açúcar e com especiarias.
O costume do tão conhecido chá das 5 foi implementado por Catarina de Bragança.
Profile Image for Rosa Ramôa.
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September 22, 2014

Romance histórico...
É o segundo livro de Isabel Stilwell que leio e que adorei!Uma mistura de realidade com fantasia em doses certas*Pesquisa histórica muito válida sobre os Bragança!!!























Profile Image for Teresa.
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December 28, 2012
Mais um romance que me conquistou da primeira à última página.
Profile Image for Carolina Nobre.
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March 26, 2020
Há muito tempo que não lia um romance histórico tão real e tão bem escrito como este. É o primeiro livro que leio de Isabel Stilwell, mas não será certamente o único.
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