Ao entrar no mundo de “Resonance”, o autor descobre que a sua criação está em risco! O “máscara” continua à espreita em busca de mais poder, e todos entrarão em uma espiral de lembranças e viagens no tempo para tentar salvar o mangá!
Satoshi Kon was a Japanese film director, screenwriter, animator and cartoonist. Kon started his career as a manga artist in the middle of the 80's, when still in university. He served as an assistant to famous manga author Katsuhiro Otomo, who will also play a role in steering Kon's career towards animation. Besides a few short stories, Kon's only finished graphic novel is Tropic of the Sea (1990). His unfinished manga series include Seraphim 266613336Wings (1994), in collaboration with anime filmmaker Mamoru Oshii, and Opus (1996). In 1991 Kon started a prominent career in the Japanese animation industry, eventually becoming one of the most influential filmmakers of his generation. Kon's movies often explore the boundaries between dreams, reality and cinematic fiction. His directorial debut came with the critically acclaimed thriller Perfect Blue (1997), followed by Millennium Actress (2001), Tokyo Godfathers (2003) and Paprika (2006). Satoshi Kon died of pancreatic cancer at age 46.
I've never read an unfinished work and been left with no rage but speechless and touched, until this. Satoshi Kon is the kind of genius Christopher Nolan could only dream to be.
Kon mantiene la base de Opus dentro del thriller y le incorpora una componente de paradoja para sacar la narración de la cierta atonía del final del tomo anterior. Y aunque la historia no llega a cerrarse (su publicación se suspendió debido al cierre de la revista donde aparecía... y a que Kon tuvo que ponerse con los storyboards de Perfect Blue), incluye unas últimas páginas abocetadas con un posible final autoparódico que añade una nueva pirueta metaficcional. Quizás sea un producto muy para fans. Por eso me ha funcionado.
Interesante "conclusión" para esta metaficción. Verdaderamente Kon tuvo mala suerte en los respecto al tema editorial, y queda el regusto amargo que la obra acaba en un punto álgido.
O traço do Kon é bastante variável e isso atende às necessidades da sua trama. Ora, ele é mais rebuscado com uma preocupação com o aspecto dos personagens e o fundo, ora ele é mais simples, quase rascunhado. Há uma preocupação forte de Kon em conferir emoção aos personagens: o espanto no rosto de Satoko, a confusão nos olhos esbugalhados de Nagai ou o estilo vilanesco do Máscara. Todos eles são muito expressivos o que ajuda ao leitor se importar com o que está acontecendo. Já os cenários também são bem trabalhados. Kon tem uma excelente noção de perspectiva e usa bons truques de cinza e preto para preencher. Agora, sem dúvida nenhuma o que mais surpreende são os truques de metalinguagem que ele usa espalhados pelos dois volumes: cenas que se racham como vidro, cenários não acabados que são bidimensionais e podem ser derrubados como dominós ou até os personagens entrando e saindo dos quadrinhos. É sensacional isso. Tem uma cena no final do volume 1 em que Nagai se vê diante de todas páginas voando em leque e ele tentando escalar as páginas para tentar fugir de algo (não vou contar ou é spoiler rsrsrsrs).
Existem várias temáticas trabalhadas no mangá, mas vou comentar apenas duas e deixar o resto com os leitores. Afinal, esta é a graça de um mangá do Satoshi Kon. Ao longo da narrativa somos colocados diante da vontade dos editores ao publicar um mangá. Este mundo que parece mágico para nós, mas é um inferno aos mangakas que precisam cumprir prazos, atender às expectativas dos leitores e fazer o mangá vender. Em Opus, vemos como Nagai precisa alterar os rumos da narrativa para agradar os fãs e manter o mangá nos pontos de venda. Para isso, ele faz escolhas bizarras que nem sempre condizem com os personagens. Prova disso são os buracos existentes na sua narrativa. É muito interessante a fala que eu citei acima feita por Satoko para Nagai. Ela entende seu criador como um deus louco, não se importando com os personagens. E, de fato, isso só acontece por conta das mudanças editoriais feitas pelos editores e pelo próprio mangaka. Algo extremamente divertido de ler acontece no início em que Nagai repreende os seus assistentes por estarem se preocupando demais com os cenários de fundo. Nagai diz que no começo todos se preocupam com os detalhes, mas à medida em que os prazos vão apertando isso acaba sendo deixado de lado. O pior é que isso é verdade!!
Outro tema muito curioso é o da predestinação. Estamos predestinados a fazer algo ou podemos mudar nosso destino? Ver a luta dos personagens do mangá para mudar aquilo que estava acontecendo a eles nos dá uma agonia tremenda. De alguma forma, o destino sempre acaba oferecendo alguma saída para "consertar" a situação. Seriam os personagens da narrativa, pierrôs de fato? Ou eles podem realmente se comunicar com o seu criador e dizerem o que querem fazer? No começo Nagai é caprichoso e só se importa em arrumar alguma forma de sair daquele mundo louco. Mas, com a convivência com Lin, Satoko, Mei e os outros ele começa a perceber que aqueles personagens são vivos e tem vontade própria. Curiosamente (e sem ser no final alternativo que aparece no último capítulo do mangá), Satoshi Kon aparece rapidamente em uma cena. O que o autor do mangá quer passar é que existe um deus que controla o deus. Uma metalinguagem em duas camadas. Ou seja, tudo o que Nagai estava realizando fazia parte de uma narrativa maior colocada por alguém além dele. Gostei bastante dessa abordagem sobre controlar o destino, ou mudá-lo através da pura força de vontade. Isso dá margem a várias interpretações.
Opus é um mangá de extrema criatividade repleto de camadas que se escondem nas entrelinhas. Satoshi Kon nos apresenta algo que critica a estrutura editorial vigente nos dias de hoje ao mesmo tempo em que nos coloca a refletir sobre o que fazemos de nossas próprias vidas. Estamos reféns de um deus louco que nos manipula ou podemos alterar nossos destinos? Espero poder ver mais obras deste autor sensacional chegando no Brasil.
Voy a intentar no tener en cuenta el hecho de que la trama está inacabada (y nadie me avisó de ello) para ponerle la nota. Yo pensaba que eran dos tomos cerrados y para nada, pero vamos ni de lejos. La revista en la que estaba siendo publicada la historia tuvo que cerrar, y bueno el autor hizo lo que pudo para salvar el final sin cerrarlo, porque no quería hacerle eso a su obra.
La trama tiene un ritmo mucho más acelerado en este tomo, y pasan cosas muy chulas y muy difíciles de dibujar de forma envolvente y creíble, aunque Satoshi Kon lo consigue sin problema. Los personajes se desarrollan mucho más y la trama es más fácil de seguir. En general está por encima del primero. Toda una pena que la historia quede abierta.
Obrigatório para todo fã de Satoshi Kon. Antes de se tornar um dos grandes diretores de animes, ele foi mangaká. Opus foi seu último mangá publicado em revista. Deliciosa mistura de fantasia e metalinguagem, mostra influência no traço do monstro Katsushiro Otomo, autor de Akira. Kon foi assistente dele. Opus antecipa a lógica de sonho e pesadelo de clássicos como Perfect Blue, Paranoia Agent e Paprika. A trama chega ao final nesse volume de uma maneira que tem tudo a ver com a proposta do mangá.
C'était trop court. C'était super génial. C'est un peu comme une analyse des difficultés du métier de mangaka. Et puis l'auteur est décédé en 2010 et le manga semblait pas fini, mais ils ont mis quelques planches griffonées. Le mangaka qui dessine le mangaka qui dessine le manga.
Segueixo pensant el mateix que en primer. Per molt que es consideri a Kon un mangaka de primera, cosa que no poso en dubte, no acabo d’enganxar amb aquesta faceta seva. Penso que quan barreja massa el món de la irrealitat, de la creació o de la metaficció millor dit, és quan punxa una mica. El creador davant de l'obra és un tema recurrent en ell, analitzar-se a ell mateix com a demiürg... No sé, m'agrada infinitament més el Satoshi Kon de “Millenium a tres” o “Retorno al mar”, crec que és aleshores on es mostra realment el seu talent!, quan deixa de plantejar-se tant a sí mateix.
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Vaya, me ha vuelto a pasar como en 'Vagabond'. Otra vez un manga que tenía ganas de leer, que cuando por fin me lanzo a ello, lo empiezo a disfrutar mucho, y cuando estoy en el punto más alto de expectación, descubro que fue cancelado o pausado.
Al menos, en esta edición, han incorporado las ideas para el último capítulo. Este corresponde a uno de los finales en que me imaginaba que podía girar la historia. En una vuelta más al contenido metareferencial trasladándose a una parodia del mundo real. No está mal, pero no dejo de pensar que solo fue una salida rápida provocada por el cierre de la editorial.
Me consuela algo saber que al autor le vino bien para ponerse al completo con 'Perfect Blue', la cuál vi hace poco y es realmente brillante. También creo que en dicha película se juega mejor con la frontera de realidad/ficción que en esta obra.
Aún a pesar de todo, creo que es una obra realmente buena, en la que me hubiera gustado ver un final auténtico y no forzado.
Los dibujos me sorprenden por la variación entre algunas viñetas con detalles asombrosos, y otras sin apenas sombreado. Aunque creo que eso le da cierto punto, y hace que algunas escenas cobren mucha fuerza.
Me ha dejado cierto sabor agridulce con el final, pero si repaso todas esas imágenes que se han grabado en mi mente, junto a ese juego con la metaficción, puedo decir que es una obra que realmente he disfrutado.
Tout le génie de Satoshi Kon s'exprime dans ce deuxième et dernier tome d'Opus. Mon seul regret, comme celui de tous j'imagine, étant cette fin un peu abrupte, précipitée par l'arrêt de publication du magazine. Un univers retors et torturé absolument divin !