3.5 stars! Still a lot of fun to read. Sky battles, have to love them. I liked getting Rackam's backstory, how he became a helmsman, how everything came crashing down and how the island all rallies around him. Realizing it wasn't all about him was an important step for his growth. Tiamat was interesting looking, part dragon and part human. The fight with her was neat I just wish I understood the magic and different sword attacks better. This part would work better with a different medium as I want more world knowledge. As long as I just go in enjoying the art though it's good.
O mote do segundo volume é apresentar a coragem de Gran e o que faz se tornar o líder do seu grupo e o dilema de Rackam que alega ter sido traído pelo céu. A narrativa deste segundo volume é um pouquinho melhor que a do primeiro, mas os saltos de roteiro frequentes incomodam o leitor. Daqueles do tipo, de onde veio aquele personagem? Tem uma garota, que é amiga de infância do Rackam e se torna alguém fundamental neste segundo volume, que sai de algum buraco negro e brota no meio do mangá. Quando o arco de Porto Brisa está quase encerrando é que o autor se lembra que tem que contar como é a relação entre o Rackam e a garota, que, sinceramente, sequer lembro do nome e nem consegui encontrar no mangá onde o nome dela é citado. Juro... passei uns dez minutos buscando e não encontrei. Tem o sujeito lá da taverna que parece também ser amigo do Rackam, mas ele não aparece nas memórias do personagem... ou aparece e é bizarramente diferente de como ele é no presente da história.
Mas, vamos falar de como o cocho representa as cenas de ação. Porque é uma aula do que NÃO fazer em um mangá. Já mencionei em outras resenhas o quanto é importante conhecer o ambiente no qual a sua história se passa. Em uma cena de luta, temos várias peças se movendo de um lado para o outro. Não pensem que desenhar batalha é mole; é preciso entender alguns princípios como simultaneidade e sequencialidade. No primeiro, entender o que os diversos personagens nos quadros estão fazendo para que suas ações façam sentido. Se um personagem A está lutando com um B, o que os demais estão fazendo? Se são aliados, devem estar acontecendo lutas simultâneas, então o artista precisa imaginar na sua cabeça como os movimentos vão ser transpostos para um quadro. Ou até se a cena está acontecendo no fundo. Quando digo sequencialidade, quero dizer como os movimentos do seu protagonista são recebidos pelo vilão e são desviados, aparados ou contra-atacados. Porque existe uma lógica nos movimentos. Se eu bloqueio, sou jogado para trás? Ou sou tão forte que só aparo com as mãos ou um escudo? Se fui bloqueado, onde estarei no segundo seguinte? Tudo isso que estou narrando são sequências de segundos ou microssegundos que podem ser traduzidas em páginas e mais páginas nos quadros. Akira Toriyama, o criador de Dragon Ball, era um mestre na arte de compreender estes dois conceitos. Embora algumas de suas lutas durassem vários volumes de um mangá, o leitor conseguia imaginá-las acontecendo. Elas eram lógicas e faziam total sentido. Aqui, não consigo ver isso. As cenas soam estranhas.
Neste segundo volume, Gran é elevado a comandante do bagulho todo. O motivo disso para mim me escapa completamente. Katalina é uma guerreira muito mais experiente do que ele e seria a escolha mais lógica para liderar a equipe. O autor poderia ter pensado em um arco de dois ou três capítulos onde Gran precisaria se provar para Katalina e se tornar o líder do grupo, sem fugir demais da narrativa do game. Conveniências, sacam? Na animação, é mostrado parte do treinamento de espada do Gran e a gente percebe que ele treinou com outra pessoa. No mangá, ele é o super autodidata, aquele que domina técnicas como a Espada Vorpal, depois de sete anos de treino. Acho que vou comprar uma espada agora e ficar treinando no mato aqui perto de casa que vou me tornar um herói lendário. Gente, não espero que um mangá shounen adaptado de um game seja completamente lógico até porque a maioria dos JRPGs são clichês, mas há de se ter algum nexo. Até porque a minha suspensão de descrença tem limite. Mas, enfim, com a força do amor e o apoio da amizade, nosso bravo protagonista venceu seus dois desafios com louvor. Me questiono onde o Império contrata uns soldados tão tronxos que até um caipira de uma ilha afastada consegue dar uma surra neles. Como será que esse Império consegue sobreviver com tanta gente incompetente?
Estou tentando ser otimista com esse mangá. Tentando. E aí vamos falar do arco do Rackam que alega ter sido traído pelo céu. Quando era criança, ele encontrou a Grand Cypher, uma enorme nave deixada no meio de uma planície. E se apaixona por ela, e decide colocar essa nave para voar. Me pergunto por que nenhuma outra pessoa teve a mesma ideia. Um cara como o Eugen poderia ter aparecido a qualquer momento por ali, dado um conserto mequetrefe na nave e levado para consertar em outro lugar. Não, tinha que ser um moleque que ainda soltava pipa para consertar a aeronave. Obviamente que pelo menos nisso o mangá fez dez por cento de sentido. Impossível ele ter consertado a nave sozinho. Quando eles ventilaram a possibilidade do Rackam ter consertado sozinho, cheguei a revirar os olhos. Depois do super espadachim, tínhamos o super engenheiro. O personagem passou boa parte da vida irritado porque apareceu uma corrente de ar infeliz que o derrubou do céu e quebrou sua nave. Sério isso? Ele não pensou que poderia ter sido só um acidente? Ele foi "traído" pelo céu. O autor poderia ter usado a manipulação do poder de Tiamat, a besta dos ventos, para criar uma conexão entre o acidente e as atitudes estranhas dela. Não, não era isso. É esperar demais.
Essa é daquelas resenhas que os leitores vão ficar curiosos para saber que atrocidades vou dizer no minuto seguinte. Porque é impossível recomendar esse negócio para alguém. Ainda bem que o mangázinho era razoavelmente barato em comparação com os preços praticados hoje. Porque me sinto explorado ao ter adquirido sete volumes disso. Só como informação, o mangá vendeu tão mal no Japão que ficou pela metade. Ele corresponde só à primeira temporada da animação. Que tem uma segunda e ainda não assisti. Querem uma recomendação? Assistam ao anime. Pelo menos é divertidinho e um pouco mais bem feitinho (bem feitinho é o feio engraçadinho) do que isso aqui. Passem longe disso aqui. Se alguém estiver vendendo por uns 2 ou 5 mangos, aí sim talvez valha a pena para uma tarde de sábado. Volto para ofender o volumes 3 e 4 em breve.
Much like the first volume this feels like the 90s Jackie Chan movies where the American releases cut out all the plot and character so that it was a vaguely comprehensible string of action sequences. Half this book is Rackams backstory with an adorable bunnygirl love interest who needed way more time and should have joined the crew. The other half is a big fight against a goddess named Tiamat, a fight overcome with friendship and love and all that anime nonsense.
The art, character design, and crazy quick pace makes for an entertaining if not vapid read. I am still assuming the anime is much more hefty. I definitely want to watch it after I finish this manga.
Beautiful artwork, good characters. I felt while the plot of the first volume suffered a little, this one I enjoyed more. The introduction to Rackam and his backstory, plus the fight with Tiamat, made this volume feel more meaty and moving along. Only downside i saw is the artwork, while lovely, can sometimes get so busy that it is hard to tell what exactly is going on. I also don't know why Rackam's bunny eared friend didn't get a name? She was fun! Overall will continue the series to see where it goes.
Such a fun read! I don't know if this is canon, but I love getting the backstories on all of the characters and seeing Gran and Lyria's story from the beginning! If you like the game, this manga is for you!
El dibujo es hermoso y la historia es una genérica de aventura, pero esto no quiere decir que no sea entretenido este manga. Lo que le juega un poco en contra es el ritmo, en algunos momentos aceleran mucho la historia lo que dificulta el desarrollo de algunos personajes
This series is a fun joy ride of fantasy but its the characters that make this story enjoyable...even if we don't get a name for them. COME ON! The bunny ear girl was adorable and she and Rackam (my new favorite~) were so cute together. WHY DIDN'T YOU GIVE HER A NAME?! I don't care if she's an unimportant side character. (or am I stupid and just didn't see it?)
As for the action, there's plenty of that here. I don't quite understand the concept of dark essence or how it works, but IT'S NOT A GOOD IDEA TO POINT A GUN AT TIAMAT! (Trust me, I barely survived one blast and didn't make it to see the third during that D&D campaign.)
J'ai beaucoup apprécié ce second tome car on revient sur le passé d'un de mes persos favoris dans le jeu : Rackam <3<3<3 ce tome est encore un peu introductif à mon goût mais dès le prochain je sens que vont enfin pouvoir débuter les réelles aventures :)
Relecture du 11/03/20 : Rackam et Katalina sont toujours mes 2 persos préférés pour le moment ^^