Muitas pessoas têm consciência de que precisam assumir as rédeas da própria vida, porém não sabem como fazer isso na prática. Este livro traz ao leitor o conceito de autorresponsabilidade. Trata-se de um manual que apresenta a metodologia das 6 leis para a conquista da autorresponsabilidade, de modo que o leitor assuma o comando de sua vida. Aplicando esse conceito, você será capaz de levar alta performance à vida pessoal e profissional, saindo de um estado não satisfatório para uma vida de abundância e de sucesso. Aqui você vai aprender
1. Calar-se em vez de criticar. 2. Dar sugestão em vez de reclamar. 3. Buscar a solução em vez de buscar culpados. 4. Fazer-se de vencedor em vez de vitimizar-se. 5. Aprender com os erros em vez de justificá-los. 6. Julgar as atitudes, e não as pessoas.
Não adie mais a vida para a qual você está destinado. Assuma a responsabilidade e a construa!
O livro fala da importância de ser responsável pelos seus atos... e só. Seus exemplos são vagos e repetitivos, como uma conversa de buteco. As primeiras 5 páginas já sumarizam o restante do livro, que é composto em 50% por auto promoção e promoção do curso do autor, que se considera um divino salvador, e em 50% de um longo textão moral ruim de um blog bem ruim. Para quem não é extremamente medíocre, esse livro não vale de nada. É tão ruim que o autor tem a vaidade de citar a si mesmo em seu próprio livro. É tão vazio que é editado com 2 ou 3 páginas de texto corrido em fonte grande e de 1 página de uma frase repetida em destaque com fundo colorido. Realmente péssimo.
Raramente faço comentários sobre os livros, mas achei importante fazer neste, pois não o indicaria para ninguém. Ele é basicamente composto por autoglorificação reiterada do autor e propaganda explícita dos seus produtos, com alguma autoajuda de permeio. Chega a ser desconfortável a leitura, situação comparável à leitura de panfletos comerciais "forçados", hiperbólicos, sem sustentação em outras referências que não sejam o próprio autor e sua empresa.
A idéia principal do livro é que devemos assumir a responsabilidade de tudo o que acontece na nossa vida. Ótimo passo inicial para despertar a consciência de pessoas que se vitimizam por tudo de ruim que acontece com elas. A leitura é fácil e usa histórias e exercícios para ilustrar os conceitos que o autor quer passar.
Porém um ponto que me incomodou muito foi a insistência do autor em se auto-promover, comentando sobre o seu próprio método de coach e sobre o curso que ministra, dando a impressão do livro ser apenas uma isca para as pessoas irem atrás do curso dele. E essa idéia é reforçada ao longo de casos onde o autor cita ele próprio como o salvador dos problemas das pessoas que o procuraram.
Provavelmente o livro mais repetitivo que ja li na vida. Como uma amante da literatura, reconheci em vários momentos a tão famosa tática de "enrolação". O livro poderia facilmente ter 30 páginas, ja que em suas quase 200 ele repete a mesma coisa com títulos diferentes.
Achei o autor do livro bastante egocêntrico, citando frases próprias e em diversos momentos da para sentir um ar de superioridade quando ele conta "histórias" de pessoas que não tinham autorresponsabilidade antes de conhecê-lo.
No final do livro, tem um trecho em que ele critica quem é "... arrogante e prepotente sair por aí, como sábios do mundo, querendo que as pessoas sejam diferentes. [...], persuadindo ou até mesmo impondo que não sejam aquilo que eles entendem como certo.", mas isso não é exatamente o que ele faz em suas """obras"""?
Enfim, acho uma tristeza o Brasil se encontrar em tamanha pobreza de leitores com entendimento literário a ponto deste livro ter sido o livro mais lido do último ano.
O livro fala de um princípio essencial altamente em falta no Brasil, um país onde todos sabem tudo que está errado e o problema é sempre "o outro". Os reviews de nota baixa que avaliam o livro como raso ainda não absorveram o entendimento provavelmente porque se sentem vítima de alguém. Assumir a autorresponsabilidade é entender que somos livres e independentes quanto a busca de resultado pessoal de hoje em diante, enquanto o vitimismo é um perdão não dado e uma atribuição de culpa e é referente ao passado de forma que desabilita a capacidade do indivíduo em se adaptar, mudar e crescer
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Leitura agradável e bem útil. Não sou o maior fã de autoajuda ou coaching, mas por R$10, esse foi bem satisfatório. Não vai mudar a sua vida porque que quem tem fazer isso é você.
Melhores trechos: "...A inteligência emocional só será atingida quando o indivíduo for capaz de se responsabilizar pelo seu crescimento nas mais diversas áreas da vida, como também de contribuir para o crescimento das pessoas que o cercam. Esse é o maior objetivo deste livro: por meio de temas que combinam competências emocionais e autorresponsabilidade, descortinar as fragilidades e ineficiências do leitor e fazer com que ele assuma total responsabilidade pelos seus resultados, sejam eles quais forem... O ato de se responsabilizar por tudo o que acontece em sua vida traz a certeza de realização e plenitude... De certo que não estamos no controle dos mares, dos ventos, das correntezas ou das tempestades, mas estamos no comando do barco de nossa vida e podemos usar todas essas variáveis a nosso favor. Assim, cabe a cada um decidir em quais mares navegar, quais recursos utilizar e qual rota seguir... Eu acredito que a nossa essência foi criada por Deus e é imutável, até porque é perfeita, porém a criação que tivemos, a educação que recebemos, os ambientes que frequentamos e a quantidade e qualidade de amor que nos foi dada, tudo isso nos tornou pessoas distantes dos nossos sonhos e potenciais – a ponto de nos perguntarmos quem somos... Consciência é a principal característica humana. É a percepção ou entendimento que permite ao ser humano vivenciar, experienciar e compreender os aspectos do mundo que o cerca e também do seu mundo interior. Ela nos permite entender os 'porquês', as causas e os efeitos do que acontece em nossas vidas. Possibilita ainda que nos coloquemos corretamente na linha do tempo, isto é, nos faz perceber com clareza que o passado influencia o nosso presente e que o presente influencia o nosso futuro... O crescimento e o desenvolvimento humano apenas são possíveis se houver a consciência. Para melhorar nossa compreensão, divido a consciência em três níveis ou tipos: consciência plena, consciência relativa e consciência disfuncional... Podemos dizer que consciência plena é a perfeita consciência, percepção e compreensão de si, do mundo e das causas e efeitos que nos cercam. A consciência relativa é uma compreensão limitada, situacional, influenciável e precária da realidade de si e do mundo à sua volta. Pessoas com consciência relativa, tomam decisões sábias em alguns momentos e decisões terríveis em outros. Agem certo com algumas pessoas e errado com outras. Em situações nas quais é necessário se manifestar, se calam, e quando o ideal seria calar, falam e fazem o que não devem. Já a consciência disfuncional é uma noção incompleta, irreal e debilitada a respeito de quem é você e do mundo que o cerca. A busca humana deveria ser uma jornada que inicia na consciência disfuncional, passa pela consciência relativa e termina na consciência plena... Autorresponsabilidade também pode ser compreendida como livre-arbítrio, ou a certeza de que é você quem está com o leme do barco da sua vida nas mãos. Então, cabe unicamente a você navegar... Para o Coaching Integral Sistêmico, o pensamento não é algo subjetivo, mas uma dualidade por imagens mentais e um diálogo interno mental, e, por isso, é um poderoso ingrediente de geração de consciência, reprogramação de crenças e mudança de comportamento. No Método CIS e no Formação em Coaching Integral Sistêmico, meus alunos aprendem que pensamento é uma imagem fotográfica mental, algo que eles veem apenas dentro da própria mente. Quando o pensamento vem sem força emocional, seu poder é pequeno; porém, quando vem sob forte impacto emocional, se torna uma forte realidade interna e um poderoso instrumento para mudança humana. Na prática, a visão de futuro é constituída de pensamentos ou imagens fotográficas a respeito do porvir. Todos nós temos imagens mentais sobre o nosso futuro, que podem ser positivas ou negativas. Porém, a maioria das pessoas não têm consciência de sua visão de futuro e, por isso, cultiva uma combinação de imagens boas e ruins, produtivas e improdutivas, de vitória e de vitimização. E obviamente cada um de nós está colhendo o fruto dessas imagens incubadas em nossas própria mentes. A questão é: Quais imagens você tem cultivado? Imagens de paz, amor, prosperidade e felicidade, ou de dor, medo, angústia, frustração, perda e tristeza? Tenho perguntado a centenas de pessoas quais imagens elas cultivam; a maioria esmagadora diz que tem imagens muito boas trafegando em suas mentes. Porém, quando inicio as sessões de coaching, já nas primeiras ferramentas elas se dão conta de que as imagens que mais surgem em seus pensamentos são as que elas mais temem... Tudo é absolutamente mérito seu – por meio de suas ações conscientes ou inconscientes, da qualidade de seus pensamentos, comportamentos e palavras ou, até mesmo, pelas crenças que se permitiu ter. Essa afirmação pode parecer muito dura, pode soar até mesmo como uma acusação. Peço que não a entenda dessa forma, mas como uma realidade libertadora... Pessoas de grandes conquistas, após uma derrota, não culpam as circunstâncias, outras pessoas ou o destino, elas assumem a responsabilidade pelos resultados e se perguntam: O que eu devo fazer diferente para que, da próxima vez, os resultados sejam melhores? Se você não acredita que tem livre-arbítrio para criar e escrever sua história presente e futura, se não acredita que está criando o seu mundo a cada pensamento e a cada decisão tomada, se ainda acha que seus sucessos e fracassos não dependem de você, demonstra que sua vida está à mercê das circunstâncias, dos outros e do mundo. Se acredita que a sua trajetória é uma sucessão de acasos, resta a pergunta: Quem está direcionando a sua vida? Quem é o responsável pelos frutos que você tem colhido? Alguém está no controle. Se esse alguém é Deus, lembre-se de que, desde o Éden, Ele tem dado o livre-arbítrio ao ser humano, e este não tem feito bom uso desse recurso... Os autorresponsáveis são otimistas e motivados, independentemente das circunstâncias... Pressuposto 1: Todos temos os recursos que necessitamos para prosperar e ser felizes. Pressuposto 2: Se alguém pôde, você também pode... 1.Se é para criticar, cale-se. 2.Se é para reclamar, dê sugestão. 3.Se é para buscar culpados, busque solução. 4.Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor. 5.Se é para justificar seus erros, aprenda com eles. 6.Se é para julgar as pessoas, julgue apenas suas atitudes e comportamentos... Ou agimos com interesse na solução, ou reclamamos e colocamos nossa força e poder no problema. Os vitoriosos não perdem tempo reclamando e focando o problema, eles focam a solução e as possibilidades... Por que tantas pessoas se fazem de vítima e praticam a autocomiseração? Existem várias explicações e motivos, um deles é o seguinte: crianças precisam se sentir amadas e importantes, porém, por incapacidade afetiva ou por falta de tempo dos pais, elas não obtiveram esse alimento emocional. Um dia, uma dessas crianças adoeceu, e, quando os pais perceberam que era uma doença um pouco mais grave, voltaram-se por completo para elas, com carinho, atenção, cuidado, o que, na compreensão infantil, era justamente o amor que ela tanto almejava... O autorresponsável não julga o outro, mas sim a atitude dele... Pessoas que não possuem a crença da autorresponsabilidade optam por criticar, reclamar e se esconder atrás dos outros, estão à margem da própria vida... Pessoas que esperam pelas oportunidades não sabem absolutamente nada sobre dirigir ou conduzir suas vidas e, muito menos, sobre autorresponsabilidade. Para elas, viver é, na verdade, sobreviver; levam a vida como dá, 'como Deus quer', sempre culpando ou esperando que os outros as ajudem ou, no mínimo, não as atrapalhem. Como é frustrante a vida das pessoas que não são capazes de construir suas oportunidades... Essas pessoas mal sabem ou preferem não saber que tais oportunidades se manifestam constante e sistematicamente. Porém, pessoas com as atitudes certas não apenas as percebem e as criam, como também as aproveitam. Estudos cada vez mais frequentes atestam que quanto mais a pessoa se sente responsável pela vida que tem levado, mais realizada e plena ela é. Traga a autorresponsabilidade não apenas como uma filosofia, mas como uma crença forte e arraigada em sua mente... Antes de tentar mudar alguém, devo mudar a mim mesmo. Se não consigo mudar a mim, por que conseguiria mudar outras pessoas?..."
Livro que faz fichas caírem, faz com que as pessoas que não geram resultados e não vejam as oportunidades em suas próprias vida, reflitam sobre, como gerar resultados e criar as próprias oportunidades, afinal "Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes... São as fontes de atração e repulsão na tua jornada e vivência."
Uma vez eu comprei um box com os 4 principais livros do Paulo Vieira. No geral eles são bons e tem lições bastante importantes sobre aspectos da nossa vida. No geral parecem ser livros de autoajuda, que são livros que eu particularmente gosto de ler. Algo que me desanima nos livros dele é que parece que ele os escreveu pra fazer propaganda do seu método de coach, porque ele fala a todo momento nisso. Falando especificamente desse livro, algo que faz bastante sentido é que ele não vê falhas como falhas mas sim como resultados que obtivemos pelas ações que praticamos e se queremos resultados melhores precisamos mudar o rumo de nossas ações. Autorresponsabilidade é enteder que o que você tem, quem você é e o que acontece na sua vida é de inteiramente sua responsabilidade e só você pode mudar isso.
Muitas pessoas têm consciência de que precisam assumir as rédeas da própria vida, porém não sabem como fazer isso na prática. Este livro traz ao leitor o conceito de autorresponsabilidade. Trata-se de um manual que apresenta a metodologia das 6 leis para a conquista da autorresponsabilidade, de modo que o leitor assuma o comando de sua vida. Aplicando esse conceito, você será capaz de levar alta performance à vida pessoal e profissional, saindo de um estado não satisfatório para uma vida de abundância e de sucesso. Aqui você vai aprender a: 1. Calar-se em vez de criticar; 2. Dar sugestão em vez de reclamar; 3. Buscar a solução em vez de buscar culpados; 4. Fazer-se de vencedor em vez de vitimizar-se; 5. Aprender com os erros em vez de justificá-los; 6. Julgar as atitudes, e não as pessoas. Não adie mais a vida para a qual você está destinado. Assuma a responsabilidade e a construa!
Esse livro não funcionou para mim de jeito nenhum! Ele já começa assassinando a mitologia ao misturar Zeus com Plutão. Segue numa narrativa que é metade autopropaganda e metade papo genérico e repetitivo de homem branco hétero cis de família de renda média alta que acha que chegou onde chegou por pura meritocracia. Esse livro é o ápice do coach quântico. Só não fiquei com mais raiva porque não paguei um real se quer para ter o livro já que consegui ele pelo Skeelo. Se você está procurando um bom livro de auto ajuda eu aposto que acha facilmente um que tenha as mesmas lições que esse aqui tenta passar, mas bem melhor apresentadas e sem inflar tanto o ego do autor.
Imagine um espelho que insiste em te encarar, mas em vez de refletir, ele grita: “Ei, a culpa é toda sua!”— e pronto, tá aí o livro. Paulo Vieira bate na mesma tecla com força, como um tambor ruidoso numa marcha previsível. Sim, há uns estalos de percepção aqui e ali, umas frases de efeito bem sacadas, mas nada que reinvente a roda. A promessa de um mapa para o sucesso acaba parecendo aqueles GPS desatualizados: você segue, segue… e, no fim, tá no mesmo lugar. O texto até tenta vestir um manto de novidade, mas, no fundo, é só um velho vendedor ambulante trocando a placa do carrinho. Se você já leu outros do gênero, vai reconhecer a trilha — e talvez se pegue bocejando pelo caminho.
Observe a sua condição atual, como está a sua vida? O que constitui a sua vida e como os constituintes se apresentam (positiva ou negativamente)? Pois são estes questionamentos que permitem a plena evolução do sujeito, uma auto reflexão, uma consciência que parte do indivíduo e assim partindo, faz com que o indivíduo se responsabilize pela sua atual condição, atuando, se transformando.
A obra é muito boa. Para quem se dispõem às palavras do autor, creio, portas fechadas no seu inconsciente se abriram ao consciente do indivíduo que o lê. Atue na sua história, transforme a sua vida.
É um livro sobre interativo de autoresponsabilidade (accountability), porém carregado de referências e até venda do curso de coaching do autor, algo bem proeminente entre capítulos. Algo interessante de se pontuar também é a referência a bíblia e os "bons costumes" que as vezes aparecem no livro, algo que na minha opinião as vezes acaba tolindo o demográfico de personas que o livro pode alcançar. Tirando esses pontos, é um bom livro para realizar um exame de consciência.
Eu vou inserir tudo que já li aqui, independente do conceito. Bem, aqui eu quis adentrar um pouco nesse poço "coach-ânico". Tem algumas ferramentas legais de autodesenvolvimento e um bom livro pra "acordar" certas pessoas. Mas, é mais do mesmo: se outro consegue, você também consegue (aqui ele ignora toda a estrutura social de classes, a questão proletária e o preconceito enraizado durante toda a história humana).
Este livro é bem básico e trás mensagens que, podem até ser óbvias, mas que são negligenciadas o tempo todo em troca de uma conformidade que não leva ninguém a lugar algum.
Não chego a concordar com o livro no todo pois parece não abarcar cenários gerais. No entanto, no que pauta as ações das próprias pessoas, ele é bem assertivo.
"Você é o único responsável pela vida que tem levado, sendo assim é o único que pode mudá-la."
Nota: 4 Baseado em uma nota de 0 a 10, será 9,5, pois a seguinte questão acredito que foi expectativas. O livro em si me deu consciência do que seria a auto responsabilidade, porém acredito que faltou mais ferramentas e menos relatos. Outra questão: Ainda que eu tenha conhecimento do Paulo Vieira e sei do segmento cristão dele, uma pessoa que não conhece e segue outro tipo de religião, talvez o livro não sirva para ela, pois ele usa bastante citações da bíblia e usa o nome de Deus.
Em um livro curto e bem rápido de se ler Paulo Vieira vai bem fundo no conceito de autorresponsabilidade. Trazendo a tona que nossa vida como é e como está é de única e inteira responsabilidade nossa. Se estamos tendo resultados fracos e uma vida não satisfatório, não depende de nada a não ser nós mesmo. Um bom livro para refletir nas nossas atitudes diárias e em nossos pensamentos.
Achei a proposta do livro excelente! E, embora não apresente muitas novidades, a gente só consegue sentir e experimentar do que o autor fala, quando a gente se dispõe a fazer o aquilo que ele apresenta como solução ou, pelo menos, início dela.
Creio que o livro poderia ter mais exemplos. Mas, de qualquer forma, é um ótimo manual prático do assunto!
Simplesmente ruim. Durante todo livro o autor se autopromove, numa tentativa frustrada de vender seus cursos e mentorias. Muitas frases de efeito e análises rasas de situações do cotidiano, como se todo mundo vivesse num mesmo contexto, tivesse as mesmas oportunidades e condições. Se você gosta de conteúdo óbvio, vai fundo!
A ideia do livro é interessante, mas o problema foi o egocentrismo e a arrogância do autor, em querer vender seu cursos e afins ao invés de tentar ajudar. Os capítulos são extremamente genéricos, com textos que falam, falam mas não dizem nada, ou seja, mais do mesmo. Se você realmente quer procurar uma leitura para aprender e evoluir, não recomendo, não agrega em nada.
Uns dos pouquíssimos livros de auto-ajuda que propõe exercícios escritos de auto avaliação, partindo do ponto que temos ter consciencia de nos mesmo e nossos problemas, foi o único livro que proproem atividades escritas para avaliacao pessoal, permitindo retornamos e confirir o proprio progresso.
É de nossa responsabilidade a vida que temos, portanto se estiver boa ou ruim, a culpa é nossa. O autor consegue passar bem este conceito. Depende de nós ajustarmos as velas quando as coisas não estiverem como desejamos.
A propaganda do método criado e do curso se repete muito ao longo do livro.
O poder da autorresponsabilidade fala sobre técnicas para mudar a atitude diante da vida. É importante para uma diferente abordagem diante dos fatos que nos acontecem todos os dias. Acredito que já faço muitas das coisas mas sempre há espaço para evoluir.
Leitura obrigatória! Perfeito pra você entender que quem é o responsável pela vida que você tem hoje, é VOCÊ! Não são seus pais, avós ou chefe, parceiro(a) ou amigo e inimigos. Abra os olhos com este livro e se torne autorresponsável, você vai ver como a sua vida vai melhorar e começar a fluir!