O livro explora a intersecção entre magia e ciência, defendendo que muitos elementos do mundo mágico podem ser explicados por avanços científicos. O autor argumenta que a tecnologia moderna, como voos de aviões e inteligência artificial, pode parecer mágica para a maioria. Phenômenos em Harry Potter, uma série de ficção, têm paralelos na ciência real: o Mapa do Maroto se assemelha ao Sistema de Posicionamento Global, e a levitação de sapos pode ser explicada por diamagnetismo.
Viagens no tempo são discutidas sob a ótica da mecânica quântica, com a possibilidade de universos paralelos evitando paradoxos. Avanços em teletransporte, materiais autolimpantes e biotecnologia são comparados aos feitiços de Harry Potter. A evolução da comunicação humana é ligada à capacidade de falar com cobras, e corujas, que desempenham o papel de mensageiras, possuem uma rica conexão com o folclore.
A mitologia se entrelaça com a ciência, como no caso de criaturas híbridas e a manipulação genética. Pesquisas científicas, como aquelas sobre o veneno de certas criaturas e a engenharia de células-tronco, refletem temas mágicos. A crença na magia é vista como um reflexo da necessidade humana de esperança e controle em um mundo incerto. O autor conclui que, embora a magia possa ser explicada pela ciência, a fascinante busca por seus mistérios nunca desaparecerá.