Acaso ninguna de las especies literarias sea más característica y propia de la civilización moderna que el género policial. El desarrollo de la intriga es aquí el avasallador triunfo de la razón, encarnada en su figura ilustrísima e ilustrada, el detective. Sherlock Holmes y su inseparable Watson y el Pepe Carvalho de Vázquez Montalbán se encuentran en esta antología con los investigadores de Poe, del argentino Roberto Arlt y del estadounidense Harry Kemelman.
The name Poe brings to mind images of murderers and madmen, premature burials, and mysterious women who return from the dead. His works have been in print since 1827 and include such literary classics as The Tell-Tale Heart, The Raven, and The Fall of the House of Usher. This versatile writer’s oeuvre includes short stories, poetry, a novel, a textbook, a book of scientific theory, and hundreds of essays and book reviews. He is widely acknowledged as the inventor of the modern detective story and an innovator in the science fiction genre, but he made his living as America’s first great literary critic and theoretician. Poe’s reputation today rests primarily on his tales of terror as well as on his haunting lyric poetry.
Just as the bizarre characters in Poe’s stories have captured the public imagination so too has Poe himself. He is seen as a morbid, mysterious figure lurking in the shadows of moonlit cemeteries or crumbling castles. This is the Poe of legend. But much of what we know about Poe is wrong, the product of a biography written by one of his enemies in an attempt to defame the author’s name.
The real Poe was born to traveling actors in Boston on January 19, 1809. Edgar was the second of three children. His other brother William Henry Leonard Poe would also become a poet before his early death, and Poe’s sister Rosalie Poe would grow up to teach penmanship at a Richmond girls’ school. Within three years of Poe’s birth both of his parents had died, and he was taken in by the wealthy tobacco merchant John Allan and his wife Frances Valentine Allan in Richmond, Virginia while Poe’s siblings went to live with other families. Mr. Allan would rear Poe to be a businessman and a Virginia gentleman, but Poe had dreams of being a writer in emulation of his childhood hero the British poet Lord Byron. Early poetic verses found written in a young Poe’s handwriting on the backs of Allan’s ledger sheets reveal how little interest Poe had in the tobacco business.
Dois contos curtos mas incisivas. Já conhecia a Carta Roubada de Poe, mas não Justiça do Acaso nem o seu autor, Anthony Berkeley. Em ambos os contos o acaso representa um papel importante. É interessante como o acaso é um tema recorrente nos mistérios.
Como disse já anteriormente é uma leitura rápida e fácil de se fazer, tanto que consigo ler nas viagens dos transportes públicos sem precisar de prestar muita atenção. São histórias muito boas, bem escritas e desenvolvidas. No primeiro conto de Edgar Allan Poe podemos identificar a típica escrita do século 19 que Poe consegue usar a seu favor para criar um ambiente misterioso que irá contribuir para a criação do crime. Gostei do final mas não foi nada extraordinário que outros autores já não o tenham feito dentro deste género. Por sua vez a história de Anthony Berkeley tem um estilo um pouco como Sherlock Holmes e Poirot, algo que está relacionado com o autor ter estado em contacto com a própria Agatha Christie e que ambos criaram um clube juntos, mas o desenrolar da história seguiu muito o estilo de Sherlock Holmes, mais uma vez nada demais. Dou só um pequeno aviso de que o autor fez uma pequena brincadeira com o título e com o mistério em si ;) Gostei mais deste segundo conto do que o primeiro
Ambas as histórias são boas e gostei bastante, uma leitura fácil e faz com que nos alivie do dia a dia.
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A obra aborda a investigação de casos policiais, quer o roubo de cartas, quer o assassinato por mero acaso. Em "A carta roubada" o conto reflete para o roubo de uma carta de grande importância para o ministro que vinha ameaçando D. e estava a subir hierarquicamente. O conto explicita a importância de saber meter - se na cabeça do ladrão. Já em “Justiça do Acaso” evidencia-se como os acasos podem acontecer. A história retrata o envenenamento do Mr. Beresford e esposa por uns chocolates dados por Sir William. Expõe-se a investigação para desvendar de onde tinha vindo o produto, quem tinha enviado e quando, porém as provas eram inconclusivas. No entanto é com a informação de Mrs. Verreker-le-Fleming por acaso que desvenda que a aposta que Mr. e Mrs. Beresford tinha sido forjada dado que a mulher já tinha assistido à peça, logo como vingança e interessado no dinheiro da esposa, o marido engendra um plano bem definido para matar a mulher. Sir William foi um mero objecto no seu plano bem engendrado que acabou sendo desvendado pelo sempre atento investigador Roger.
"Contos policiais" de Edgar Allan Poe foi a porta aberta e o modelo que vemos em grandes nomes associados aos romances detetivescos como Sherlock Holmes ou Hercule Poirot. Aliás, a primeira história que deu início à literatura policial na sua raiz mais pura e mais clássica é "Os Crimes da Rua Morgue" aqui presentes. É uma leitura algo sombria, ou não se tratasse de Poe, e que nos espanta pelas lógicas reviravoltas das ações de dedução e de racionalismo. Alguns contos leem-se de uma assentada só por serem mais lógicos e simples, mas outros custam um bocadinho mais pela sua complexidade e informações.
Contos Policiais inclui os contos A Carta Roubada, de Edgar Allan Poe e Justiça do Acaso, de Anthony Berkeley. É uma publicação da colecção Biblioteca de Verão do JN lançada em 2011.
É um livrinho simpático e prático, mas sem grandes surpresas para quem já conhecer o género. Talvez eu simplesmente não seja grande fã deste tipo de mistérios, mas não fiquei por aí além envolvida nas histórias.
Talvez tenha sido o menos interessante dos contos de Poe que já li. Acho que prefiro os seus contos mais negros e arrepiantes. Quanto a Berkeley, para mim foi uma estreia.
Claro que he leído a Poe. Deseo adquirir sus versiones en papel para ubicarlas al frente de mi biblioteca. Todos deberíamos leer sus cuentos Posdata: solo los mejores libros merecen pasar del formato digital al papel.
Típico del genero. Probablemente no vean algo particularmente nuevo pero consideren que Poe fue antecesor de Doyle lo que lo vuelve único. Hasta diria que Doyle se vuelve obvio.
Definitely not what I was expecting. And yet it was undoubtedly a great book as it should be, coming from such a famous and celebrated author.
Debuting myself in Poe's works and knowing these were supposed to be detective stories, besides the fact that there were murders and investigations going on, it was everything but what I was expecting.
Dupin is as clever as someone can possibly be. Expecting something like Poirot, but faster in terms of discovering who the culprit was, I was completely astounded when I read the first novel. It was so cleverly written and constructed that I was bewildered at first and kinda outraged then.
Eis mais um excelente livrinho com dois belos contos policiais, um do famoso Poe! Mais uma vez devo salientar o bom gosto (da maior parte) das escolhas do Diário de Notícias para esta pequena colecção de contos.