Aos dezessete anos, Dimitri não é mais capaz de enxergar a si mesmo quando encara o próprio reflexo no espelho. Dividindo seu tempo entre o colégio e um emprego na última locadora de filmes da cidade, ele vê sua realidade colidir quando um simples encontro com os amigos acaba sendo gatilho para uma de suas maiores crises.
Lutando contra a nova vida e consigo mesmo, Dimitri é obrigado a passar o resto do ano em um acampamento para jovens desajustados que promete colocá-lo de volta aos eixos. Porém, um lugar que abriga tantos desajustados pode não ser tão perfeito quanto todos pensam, o que antes parecia ser a solução dos problemas, acaba se tornando apenas o começo de um dos maiores deles.
“É no caos que minha mente se esvazia e meus pensamentos se encontram.”
O Edu é um dos booktubers mais acessíveis, já trocamos algumas palavras e ele é sempre muito simpático e atencioso, isso faz com que eu queira acompanhar seu trabalho como autor. O seu primeiro livro, Traços, não me agradou muito e, infelizmente, mais falhas que acertos se destacaram. Já em Submerso senti que ocorreu um amadurecimento em algumas partes da construção da obra, mas não foi um acerto por completo. Desde o livro anterior ficou claro que Edu CONSEGUE escrever e tem muita criatividade, mas ele peca em bastante referências internacionais e suas tramas parecem sempre mudar no meio do livro, como se ele tivesse uma ideia em cima da outra e as aplicasse de qualquer jeito. Senti muita falta de "brasilidades" em Submerso. Tanto os nomes de alguns personagens quanto do próprio acampamento são distantes da realidade do nosso país, mas, um ponto que me agradou bastante foi a construção do relacionamento entre os protagonistas. Edu fez isso de uma forma fofa e orgânica. Essa crítica não é para "detonar" a obra ou i autor, mas sim incentivá-lo a continuar SEMPRE escrevendo. Tudo que o Eduardo escrever eu com certeza vou ler por justamente acreditar em seu potencial. Vai com tudo, Cilto! 💛
O livro começa apresentando um adolescente cheio de clichês e nenhum mistério ou algo que faça o leitor se prender a história. O grande mistério e romance começam tarde e simplesmente, como passe de mágica, são desenvolvidos, remexidos (com fatos que surgem do nada) e finalizados em 28 páginas(contei). Acredito que o autor tem potencial! Espero que se desenvolva e escreva livros que de fato acrescentem algo aos leitores.
Submerso tem alguns vários problemas de estrutura e narrativa, MAS É IMPOSSÍVEL DE LARGAR! A culpa disso é do personagem principal, que é muito realista. Senti muito tudo o que ele sentiu e, mesmo que pudesse se aprofundar em alguns aspectos, é tudo forte e verdadeiro. O mais incrível pra mim foi ver a evolução da escrita do Eduardo Cilto, a diferença para Traços é muito perceptível. Gostei do livro mesmo sem ter entendido e "aceitado" determinados pontos e é uma leitura rápida que recomendo. :)
O livro não consegue se decidir se é um romance lgbt militante, um mistério horror-terror, se fala de saúde mental ou se é um dramalhão adolescente à la skins.
Vou resumir o livro com frases e personagens clichê. A história começa em uma vibe okay, depois se perde e um "acampamento" sem sentido. Em nenhum momento a história ou os personagens me cativaram.
Eu realmente me identifiquei com o protagonista, ver seus anseios ali explícitos ora sim ora não me fizeram refletir e devorar o livro em poucas horas, todo o mistério em torno do acampamento é muito bom.
O autor poderia ter aprofundado mais as relações dos personagens secundários, que não tiveram tanto destaque, todo o mistério do livro foi mostrado pra mim de forma muito rápida o que me fez pensar em como a impressa não descobriu que aquele lugar foi reaberto já que seu histórico não era muito bom, aparentemente as pessoas simplesmente esqueceram o que aconteceu, mas o livro me emocional varias vezes por conta da narrativa simples e do mesmo modo simples que as relações entre os protagonistas aconteceram.
O final também foi meio rápido e premeditado, foi surpreendente sim, mas previsível a vilão ser a garota, o final poderia ser um pouco diferente com talvez uma estendida para um livro futuro sobre as relações dos personagens.
Esse livro funciona melhor que a estreia do autor. A história é mais cativante e a leitura flui melhor. O único empecilho, é o que desencadeia a série de frustrações com ele é a questão do tempo.
O livro é curto, por isso todos os fatos são rasos e se resolvem rapidamente. Os personagens não possuem espaço para aprofundamentos e tudo passa meio que como um surto. No final eu fiquei "tá, mas o que aconteceu?"
Entretanto, é impossível não mensurar o quanto o Eduardo evoluiu nesse livro. Ele se parece menos como uma cópia do John Green, como em traços. Aqui o autor parece dominar mais seu enredo e se não fosse por essa pressa sem explicação, teríamos aqui um ótimo livro!
Eu terminei minha leitura sem saber o que tava sentindo em relação ao livro, para ser bem sincero. Eu não sabia se tinha ou não gostado da narrativa e não conseguia pensar exatamente o que sentir. Mas à medida que a leitura ia se “assentando” na mente, conclui que gostei em partes de Submerso.
Eu acho que o livro tem potencial, mas é muito curto pra se aprofundar no tema que pretende abordar. E quando o faz, o leitor não consegue se conectar. São muitas as vezes que o protagonista decide não contar o que está sentido porque não confia nos responsáveis pelo acampamento e, pra quem foi pra lá justamente tentar melhorar e colocar a cabeça em ordem, é meio contraditório reprimir ainda mais seus sentimentos (mesmo quando rola os mistérios e intrigas acerca da administração).
ao ler esse livro estava procurando uma leitura leve, rápida e fluída, mas que mesmo sendo curta me prendesse. esse livro me serviu bem. os acontecimentos da história e principalmente o final foram bem corridos, mas isso não foi algo ruim pro tipo de leitura que eu buscava, e por mais que eu fiquei com vontade de “mais” ainda assim consegui aproveitar bastante e me envolver em vários momentos com o personagem principal.
se você está procurando um livro bem detalhado que explica tudo que acontece, talvez esse livro não seja pra você, mas se busca algo pra passar o tempo e refletir um pouco ele é ideal.
Sem dúvida esse é o melhor livro do autor!! Fiquei bem impressionada pela maneira como ele descreveu os pensamentos do personagem e como ele foi se descobrindo ao longo do livro. É um livro super rapidinho mas que traz uma série de reflexões sobre questões como autoconhecimento, depressão, sexualidade. Além de ser legal de saber os pensamentos e sentimentos do personagem, eu acredito que nos ajuda a ter uma melhor compreensão da dor que aflige jovens como o Dimitri. Uma coisa que eu sempre falo é a importância de todos nós fazermos terapia para nos autoconhecer, e esse livro me mostra o quão importante isso se torna para aqueles que ainda estão se descobrindo
acho que a ideia é boa e no final das contas foi um bom passatempo, mas a história é um pouco confusa. sinto que muitos pontos foram abertos sem serem fechados, não sabia ao certo o que eu estava acompanhando. também achei o desfecho e o desenvolvimento do relacionamento e da personalidade dos personagens muito simples, fiquei sem entender algumas ações em varios momentos. sinto que o livro podia facilmente ter mais umas 100 páginas pra resolver os subenredos (e o principal também) melhor e com mais calma, de qualquer forma, achei interessante.
Quase perfeito. Uma das leituras mais gostosas e cativantes que já fiz. Acompanhar essa história foi uma delícia e adorei cada segundo. A única coisa que senti falta foi de um final mais trabalhado, e confesso que queria muito acompanhar um cadinho da vida desses personagens após todo o ocorrido.
Mas mesmo assim, eu adorei e com certeza fiquei animado para ler o outro livro do autor. Espero que ele siga lançando mais livros, e quem sabe até uma continuação de submerso, nem que seja só um contozinho pra gente ver como esse pessoal tá hahaha
Mais uma vez Eduardo Cilto não falha. Como em seu primeiro livro, Traços, este vem recheado de aventura que me tiraram o fôlego. Com momentos de reflexão e mensagens de auto aceitação, Submerso é o livro que eu precisava por toda minha adolescência e fico grato por finalmente ter essa história para compartilhar com todos. Parabéns Edu!! Por mais livros assim
Sem palavras para descrever o que foi ler esse livro. Um livro que me prendeu e me deixou curioso para saber o que iria acontecer e não conseguia parar de ler. Eduardo conseguiu abordar temáticas um pouco mais pesadas de uma forma que não deixasse o livro carregado.
o clima do acampamento é bem interessante, e o mistério se mantém cativante até boa parte do livro; a merda vem quando ele desiste de qualquer construção pra um terceiro ato tão aleatório, q eu tive uma crise de riso quando finalmente tinha acabado.
4* Confesso que comecei a ler de maneira despretensiosa esse livro que estava há muito tempo na estante. Achei leve e descontraído, gostei das referências musicais e curti a história com uma pitada de suspense.
Edu mais uma vez prendeu a minha atenção a ponto de não conseguir dormir porque não queria parar de ler. Excelente construção do protagonista Dimitri com toda a sua complexidade. Fiquei curiosa pra saber mais sobre os personagens e cheguei a pensar o que cada um faria em determinada situação. Recomendo a leitura!
NÃO PODERIA TER ESCOLHIDO MELHOR A PRIMEIRA LEITURA DO ANO me senti tão abraçada pelo livro por diversas vezes o pp sentir o que eu sinto ou já senti A leitura é viciante!!
Nunca pensei que ia ser um livro gay sendo que a química do protagonista era 10 vezes melhor que com o namorado. além disso, quando parece que algo finalmente vai acontecer, o livro acaba.
eu li o primeiro livro do Eduardo há uns anos e, pra ser sincera, naquela época eu gostei e não vi defeito algum. eu não tenho certeza de que essa seria minha opinião se eu lesse ele novamente hoje em dia. comecei a leitura com grandes expectativas porque queria ler submerso desde a época em que o Eduardo começou a divulgar e estreia de seu segundo livro, mas acabei conseguindo comprá-lo há pouco tempo. eu fiquei triste lendo esse livro, não pelo enredo, mas porque eu via que tinha um potencial enorme ali escondido naquelas linhas. a escrita do Eduardo é leve, flui muito bem, mas peca em alguns pontos como as excessivas referências à cultura pop, alguns discursos vazios de sentimentos (onde deveriam ser carregados deles), o que dificulta o processo de empatia e conexão com o personagem; as bruscas mudanças de percursos ao decorrer da história que te fazem ter uma única reação, que é essa aqui “????”. um ponto que me incomodou muito foi a “americanização” do Brasil. nada do que era descrito parecia realmente se passar no Brasil, especialmente o acampamento e tudo relacionado a ele. teria sido muito melhor se ele houvesse optado por escolher outro país, não haveria problema algum nisso. escritores nacionais não precisam só escrever histórias que se passem no Brasil, tá tudo bem explorar o mundo, viu? :)
tirando essas pontos que me incomodaram, eu gostei da relação do Dimitri com o pai dele e com o Henrique. foi uma das coisas que me permitiu ir até o final. apesar de tudo, foi uma boa leitura.
p.s: eduardo, se você ler isso em algum momento da sua vida, gosto muito de você e te admiro muito, me perdoa. :( não deixe de escrever, espero que minhas críticas tenham sido construtivas e que te ajudem a melhorar e explorar todo esse potencial guardado dentro de ti.