Jump to ratings and reviews
Rate this book

The Art of Fiction - A Collection of Essays

Rate this book
A collection of essays written by Woolf where she shows the power and wit of analytical mind discussing the art of writing fiction.

205 pages, Paperback

First published August 29, 2013

21 people are currently reading
123 people want to read

About the author

Virginia Woolf

1,364 books28.9k followers
(Adeline) Virginia Woolf was an English novelist and essayist regarded as one of the foremost modernist literary figures of the twentieth century.

During the interwar period, Woolf was a significant figure in London literary society and a member of the Bloomsbury Group. Her most famous works include the novels Mrs. Dalloway (1925), To the Lighthouse (1927), and Orlando (1928), and the book-length essay A Room of One's Own (1929) with its famous dictum, "a woman must have money and a room of her own if she is to write fiction."

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
25 (30%)
4 stars
31 (38%)
3 stars
21 (25%)
2 stars
4 (4%)
1 star
0 (0%)
Displaying 1 - 10 of 10 reviews
Profile Image for Cheryl.
526 reviews862 followers
March 11, 2025
When you read Virginia Woolf's critique, you are inspired to read books more meaningfully. To be in conversation with a book and to have the conversation extend beyond the pages as you envision an author's motivations. Her craftsmanship is unparalleled. Woolf cautions us as readers to ask ourselves, "did we read the book as [the author] meant it to be read, or did we not reduce it to chaos through our own incompetence?"

I rarely add books of literary theory or criticism I'm reading to my GR reading lists, but there are exceptions. This collection examines modern fiction, creative writing, close reading, and a slew of literary classics and their authors. This collection is a literary seminar.

Woolf's examination of Hardy as a writer, poet, "genius," and dignified human is ethereal. He "made the art of fiction seem an honorable calling," she writes. Her descriptions of Far From the Madding Crowd and Jude the Obscure are convincing enough to make me add them to the reading list, especially as I recall how much I enjoyed Tess of the D’Urbervilles.

She critiques pointedly, sometimes even harshly, but still manages to add a polish of grace and respect as she does when writing about Aurora Leigh. I chuckled at her breakdown of these lines that do appear awkwardly placed:

While thus I grieved, and kissed her glove,
My man brought in her note to say,
Papa had bid her send his love,
And would I dine with them next day!

"The simple words have been made to strut and posture and take on an emphasis which makes them ridiculous," Woolf writes. Her criticism is arguably cringeworthy at moments when she discusses Browning's "bad taste, her "tortured ingenuity, her "floundering" and "confused impetuosity." And yet, there is some grace: "we laugh, we protest, we complain—it is absurd, it is impossible, we cannot tolerate this exaggeration a moment longer—but nevertheless, we read to the end enthralled. What more can an author ask?"

Woolf admires Jane Austen, the woman and the writer. I basked in the framing and shaping of her words in "Jane Austen." About Austen's art of fiction she writes, "she describes a beautiful night without once mentioning the moon" and she discusses the "the depth, the beauty, the complexity" of Austen's scenes. "The balance of her gifts was singularly perfect," Woolf says about Austen.

"Jane Eyre and Wuthering Heights" was another essay I found spellbinding. Charlotte Bronte could "tear up all that we know human beings by, and fill these unrecognizable transparences with such a gust of life that they transcend reality. Hers, then, is the rarest of powers," Woolf writes. She mourns that we lost Bronte at age thirty-nine and Jane Austen at age forty-two—at the peak of their abilities. It is not lost on this reader that we also lost Woolf at age fifty-nine.

So, "how should one read a book?"

The only advice, indeed, that one person can give another about reading is to take no advice, to follow your own instincts, to use your own reason, to come to your own conclusions.

Profile Image for Gabriel Soares.
33 reviews2 followers
August 13, 2024

Estava lendo o primeiro volume dos diários de Virginia Woolf (ed. NÓS) quando lembrei desse pequeno livro, que estava parado na minha estante há pelo menos um ano. ‘A arte do romance’ é uma coletânea de textos “exclusiva” do mercado brasileiro, uma vez que nem Virgínia, nem seus editores, planejaram que tais textos fossem publicados juntos - permitam-me aqui um pequeno parêntese sem qualquer valor: percebi que o mercado editorial brasileiro tem um gosto grande por nomear coletâneas inéditas de textos de Woolf com ‘a arte de [...]’, já que também temos, no Brasil, e somente aqui, uma coletânea de contos chamada ‘A arte da brevidade’ [ed. Autêntica]; contos muito bons, por sinal, e edição primorosa. Bom, voltemos ao escopo do livro em questão. A escolha dos textos aqui reunidos foi bastante feliz, uma vez que eles tanto conversam entre si, como abrangem diversos assuntos. Devemos ler como um livro de seu tempo, algumas coisas realmente estão ultrapassadas, mas estamos falando de textos que remontam a mais de um século atrás; enquanto isso, outros (a maioria, arriscaria dizer) seguem completamente atuais e fizeram ‘previsões literárias’ assustadoramente corretas.
Virginia viaja da escrita à leitura, da teoria à questões de gênero na literatura, e faz tudo isso com uma propriedade que apenas aqueles que vivem e amam a literatura poderiam possuir. É interessante perceber como em seus diários ela escrevia de maneira totalmente crua, sem embelezar, e em suas ficções e ensaios a beleza (beirando o idílico) é algo quase inato.
Poderia fazer uma resenha longa e discutir aqui todos os textos de Woolf neste livro, mas irei reservar isso aos meus cadernos de leitura, e irei ressaltar aqui apenas uma ideia. Virginia afirma que a primeira ‘arma’ da escrita deve ser a emoção, é aí que o leitor se cativa, é aí que nascem os livros que nos prendem. A segunda (e raríssima) ‘arma’ seria a estrutura, a mão de quem tem o dom de uma escrita limpa. Alguns livros (a maioria) teriam apenas a primeira arma, e isso não faz deles livros inferiores, afinal, mexer com nossas emoções não é pouca coisa, é como comer uma comida boa, mas que não necessariamente nos nutre - inclusive, Woolf diz que Jane Austen é uma dessas escritoras da primeira leva. Outros livros teriam apenas a segunda característica, ideias vazias e sem emoção num invólucro de intelectualidade, ou seja, algo dispensável e totalmente detestável, é como fingir gostar de um prato só para parecer superior (vide escargot). E, agora sim, existiriam os clássicos, os grandes livros e grandes escritores, que tiveram a árdua missão de juntar emoção e estrutura, beleza e o método, é a comida que agrada e nutre. Nesse seleto grupo estariam Tolstói, Dostoiévski, Dickens, Henry James, e alguns outros escritores e escritoras. Resumindo, alguns romances são cheios de emoção, mas sem estrutura; alguns são sublimes na construção, mas vazios no sentir; e os eternos são o que juntam os dois, são eles que conseguem pegar o ser humano e colocar dentro de um livro, afinal, como afirmou Galeano, e verdade maior nunca foi dita, somos seres sentipensantes. Emoção, razão, cérebro, vísceras, real, imaginário, toda essa amálgama humana apresenta-se em nossas criações, e Woolf repara nisso muito bem.
Fico por aqui, e vos deixo com Harold Bloom:
“Existe o Sublime alcançado através da leitura, ao que parece, a única transcendência secular que nos é possível, senão por aquela transcendência mais precária que denominamos ‘amor, paixão’.” ( Como e por que ler - ed. Objetiva)

:)
Profile Image for Adina Hamik.
82 reviews
October 10, 2022
What a remarkable collection of essays written by Virginia about other famous authors. Absolutely loved the viewpoint.
Profile Image for anny driely.
65 reviews1 follower
November 13, 2022
"Nenhum escritor, presume-se, quer se impor ao leitor sua personalidade infeliz, seus vícios e segredos pessoais. Mas algum escritor, e não um datilógrafo, conseguiu ser totalmente impessoal?"

Acho irônico estar escrevendo essa review depois de ler as críticas que a Virginia faz sobre resenhas e resenhistas. Mudou muito minha percepção sobre essa tarefa e é uma pena que realmente ainda não exista diálogo entre o autor e o resenhista como ela gostaria que houvesse. As partes gramaticais e ede estrutura realmente cabe ao resenhista, mas e sobre a proposta mais sutil e tudo que fica nas entrelinhas dos livros? Como cabe ao resenhista escrever sobre isso em tão pouco tempo e sem um diálogo com o autor?

Além disso, achei fascinante como ela fala sobre a arte da escrita para as autoras mulheres e como é injusto que as pessoas queiram comparar com a escrita dos homens, sendo que são vivências diferentes, principalmente naquela época. A necessidade de se libertar das amarras da sociedade estão sempre ali, mesmo de forma sutil, o que é algo que os homens brancos não vão entender enquanto vivem em privilégio.
Profile Image for Lethycia Dias.
Author 6 books43 followers
March 5, 2025
Já tinha lido o artigo "As mulheres e a literatura" alguns anos atrás, e por isso, tinha vontade de ler o livro todo. Esperava que fosse inteiramente focado na escrita, talvez com o mesmo viés do artigo que já conhecia, então me decepcionei um pouco com o que encontrei. Os textos versam sobre diversos assuntos, que vão desde os primórdios da literatura inglesa até a diferença entre o resenhista e o crítico literário. Embora eu goste muito da autora e já conheça sua forma de escrever artigos de opinião, achei um pouco enfadonho, especialmente nos textos mais longos.
Profile Image for Georges.
211 reviews3 followers
May 18, 2021
Apesar de datado em vários aspectos e muito focado na literatura inglesa, o livro mostra muito da autora, sua crítica aos críticos, sobre a dificuldade de escrever livros de qualidade. Esse livro me ajudou muito a apreciar mais outros livros da Virginia por entender melhor suas posições em relação a boa literatura.
6 reviews
March 22, 2022
foi o primeiro livro de não ficção que eu li de virginia e só me deixou ainda mais encantada por ela. não sei elaborar muito bem meus pensamentos em palavras nesse aplicativo, mas é um livro muito interessante. muito a se pensar.
16 reviews
Read
March 21, 2023
Meu primeiro contato com a escrita da Virginia Woolf e fiquei encantada. Delicadeza e profundidade unidas... que mente brilhante ela tinha!
Profile Image for Annie.
26 reviews17 followers
April 17, 2024
Gostei muito do artigo "As mulheres e a literatura", bastante reflexivo e nos faz pensar vários questionamentos sobre a correlação entre as mulheres ( e as suas realidades) e o universo literário.
Displaying 1 - 10 of 10 reviews

Can't find what you're looking for?

Get help and learn more about the design.