Washington Olivetto é um dos maiores publicitários brasileiros, criador de algumas das mais marcantes, emocionantes e divertidas campanhas da propaganda nacional.
Neste livro ele conta algumas histórias que ajudam a compreender como o grande publicitário criou o seu melhor personagem: ele próprio.
Washington Olivetto é o publicitário que não quis ser apenas um grande publicitário. Resolveu ser um homem de negócios que se transformou num pop star.
Ganhou o primeiro Leão de Ouro do Brasil em Cannes, conquistou todos os prêmios da publicidade mundial, entrou para o Guinness Book of Records, inspirou personagem de novela, virou letra de músicas de sucesso, nome de pratos em restaurantes famosos, selo do correio do seu país, vice-presidente do seu time de futebol, cidadão carioca sendo paulista, commendatore italiano sendo brasileiro.
Washington Olivetto está no Lifetime Achievement do Clio e foi o primeiro não anglo-saxão a entrar para o Hall of Fame do One Club de Nova York.
Entendendo porque fizeram de uma mera profissão um status. Olivetto deveria ser sinônimo de EGO. . Com uma vasta lista de prêmios e fatos históricos na cultura brasileira, o livro traça mais o CNPJ que o CPF do autor. É cansativo, é enfadonho ler quase 400 páginas de variadas formas de "eu sou foda!". Você não sabe se é orgulho da própria história ou pedantismo mesmo. . A velha publicidade tá cheia de Olivettos por aí (sem os prêmios e a genialidade, óbvio). Tomara que a nova (a digital, a sem frescura) seja mais humilde e entenda que isso é apenas um ofício, como qualquer outro. Avante!
Você é redator publicitário? Então é sua obrigação ler esse livro. Trabalha em agência, mas não necessariamente com criação? Tem que ler esse livro. Atua na área de marketing, como cliente de agência? Melhor ler também. Talvez você apenas goste de cultura brasileira e comerciais. Leia. Ou quem sabe você ouviu sobre o Washington Olivetto só de passagem. Read it, my friend. Tá bom, você odeia publicidade e acha um saco. Vai começar a gostar. Beleza, você não curte livros, muito menos publicidade. Perfeito: vai resolver dois problemas de uma só vez.
O Pop Star dos Publicitários. Com uma carreira brilhante, segundo seu próprio relato.
Reconheço que Olivetto fez história na comunicação brasileira e mundial, ajudado pelo cenário publicitário da época como ele mesmo diz, responsável por muitos comerciais icônicos como o Hitler da Folha de S. Paulo, que gosto muito. Mas, neste livro, por várias vezes, me encontrei incomodada, com sua escrita prolongada e repetitiva.
Bem como, exausta por muitos de seus comentários e posicionamentos. Com detalhes de casos pessoais que não foram tão interessantes do meu ponto de vista.
Você ja se perguntou como é a vida burguesa de um publicitário?
Neste livro você tem a resposta!
Brincadeiras a parte, o livro é um bom entretenimento. Pincela uma ou outra situação mais elucidativa mas de resto é mais um coleção de historias da vida do W da DPZ... ou da TBWA? Ou DDB? Ah do W de alguma dessas.
Muitos publicitários da minha geração, especialmente redatores, queriam ser Olivetto. Deste livro, entre o enorme glamour dos bem-sucedidos, alguns perrengues e histórias engraçadas podemos extrair algumas lições importantes.
Muito bem escrito e inspirador. Só senti falta dele se vender mais e dizer o quanto ele é foda e o quanto ele inventou quase tudo que existe atualmente no Brasil
Um livro excelente pra quem curte diversas área do mundo corporativo (não apenas a publicidade em si). Talveeeeez um pouquinho arrogante às vezes, mas muito bom, no geral.