« Un jeune enfant bien sain, bien nourri, est, à l’âge d’un an, un aliment délicieux… » (Swift, Modeste Proposition, 1729). Dédiée au précurseur Swift, La Cuisine cannibale lève un tabou culinaire et réjouira tous les vrais gourmets.En ces temps de haro sur la viande, la gastronomie française se devait de réagir en défendant la viande la plus goûteuse pour cet admirable prédateur qu’est l’homme : la sienne. Mais comment la cuisiner avec art ? Homme ou femme, jeune ou vieux, étranger ou familier, chacun demande un soin particulier, sans parler du choix des morceaux…De la « Vierge sautée » aux « Oreilles de boxeur farcies », en passant par le « Pâté de campagnard » et la « Soupe aux fous », vous saurez grâce à ce livre de recettes originales comment mieux apprécier votre prochain.
A French illustrator, painter, writer and filmmaker, known for the surreal nature of his work. He was of Polish Jewish origin and spent the early years of his life in Savoy where his family hid him from the Nazi peril.
Roland Topor wrote the novel The Tenant (Le Locataire chimérique, 1964), which was adapted to film by Roman Polanski in 1976. The Tenant is the story of a Parisian of Polish descent, who develops an obsession regarding what has happened to his apartment's previous tenant. It is a chilling exploration of alienation and identity, asking disturbing questions about how we define ourselves. The later novel Joko's Anniversary (1969), another fable about loss of identity, is a vicious satire on social conformity. Themes Topor returned to in his later novel Head-to-Toe Portrait of Suzanne (1978).
A new presentation of The Tenant by Roland Topor was released in October 2006. The book has Topor's original novel, a new introduction by Thomas Ligotti, a selection of short stories by Topor, a representation of Topor's artwork and an essay on the famous Roman Polanski film version. There is a working possibility of having Mr. Polanski write a new foreword to this edition.
In 2018, Atlas Press published Topor's Head-to-Toe Portrait of Suzanne, translated and introduced by Andrew Hodgson. It was the first of Topor's novels to enter English in nearly 50 years.
Para quem cozinha mal e de forma monótona, este livro é uma lufada de ar fresco 😉 Infelizmente não referem a utilização do micro-ondas, logo, não consigo reproduzir as receitas😎
Peca por exagerar na manteiga. Falta-lhe azeite, alguma culinária menos clássica e mais sobremesas para merecer as 5 estrelas de quem quer cozer o seu semelhante no séc XXI.
Pensei que ia ter piada mas é só parvo. Além disso acho que nunca vou experimentar estas receitas. Não só são muito básicas como usam muita manteiga e não como carne humana.
Tirando o bebé, o pénis e o esperma é muito divertido. Não tenciono experimentar, mas diverti-me muito. quem não entendeu, vá ler o livro. Pelo menos, para dar umas risadas.
5/10 Este livro é provavelmente dos dos estranhos que já li. Comprei-o porque estava a metade do preço e não tinha nenhum livro da Antígona que tem sempre edições visualmente muito lindas. A capa era incrível, gostei do facto de ser tão pequenino (quase que dá para colocar no bolso), e as ilustrações eram espetaculares (sem dúvida o ponto alto do livro). A leitura em si foi bastante engraçada, mas muito dispersa. Não há propriamente nada que una todos os textos, poemas e receitas, exceto, como seria de esperar e como o autor explica desde logo na introdução, o canibalismo. Algumas partes consegue-se perceber a piada ou a crítica por detrás, mas na sua grande maioria são só coisas um bocadinho descabidas demais.
Un libro con una bonita edicion tapas duras con ilustaciones curiosas. Lo cogi por pura curiosidad. Trata de recetas escritas sobre como cocinar gente, todas muy curiosas y originales. Este libro está hecho por un artista, asi que imposible tratar de comprenderlo. Y claro, me reí XD
Nova leitura rápida, mas bastante prazerosa, por ser incrivelmente cómica. Sem dar spoilers, cada texto e cada ilustração são bastante engraçadas, pelo facto de serem levadas tão a sério e de uma maneira tão específica. O meu único "lamento" é só existir uma sobremesa
Todo un libro de recetas para cocinar humanos de todas las maneras posibles, preferiblemente personas de corta edad para que siga estando jugosa la carne. Aderezado de unas cuantas ilustraciones, sin duda la faceta más interesante de Roland Topor. Todo ello regado con un buen chorro de humor absurdo. Dejar cocer durante una hora. Listo para servir.