Você já viu esse filme: cinco amigos, transbordantes de hormônios, resolvem alugar um casarão no meio de uma floresta, mas não contam com a possibilidade de serem assassinados por psicopatas mascarados. O que você não viu, foi este aqui: trocadilhos à brasileira, um chapéu de cangaceiro, música brega aos montes, poeira, calor, frustração sexual e reviravoltas, ah, muitas reviravoltas. Marcos DeBrito, cineasta, roteirista e romancista, fez um caminho atípico, o de adaptar seu próprio filme das telas ao papel. E o resultado não poderia ser mais feliz – ou aterrorizador. Como você poderá conferir, as duas obras se completam; se você gostou de uma, certamente vai gostar da outra, e se conhece apenas uma, vai querer conhecer a outra. Com três narrativos que se fundem e se misturam, o autor demonstra habilidade rara na condução dos personagens e da trama, que homenageia clichês, subverte clichês e brinca com clichês. Das referências aos filmes slasher dos anos 80 aos vilões icônicos, está tu do lá, mas tudo vai além. Condado Macabro é sangue fresco com sabor tupiniquim. Quem viver, lerá.
Eu consigo definir esse livro em apenas uma palavra, mas não vou fazer isso ! Ele merece muito mais, é extremamente macabro como o próprio nome já diz, você simplesmente devora e torce por todos os envolvidos ! Mas ele deixa uma mensagem muito boa, o barato sai caro , e muito caro às vezes !
Eu amei esse livro. Muito bem escrito, só sosseguei quando terminei. Tem humor, tem suspense, tem terror, tem jovens com hormônios à flor da pele e tem um personagem super irritante!