As origens do Pranayama se perdem na poeira dos tempos. Originalmente, tal como registrado em antigas escrituras sagradas hindus, era apenas uma parte de algumas cerimônias religiosas. Com o tempo, alcançou posição independente como uma prática associada à respiração que causava resultados físicos ou religiosos específicos e eliminava a morbidez dos sentidos, comparada à ação da fornalha que remove a escória dos minérios. O Pranayama evoluiu para se tornar uma parte independente da ciência psico-fisiológica. Credita-se a Patañjali, por meio de seus Yoga Sutras, a colocação do Pranayama nesse elevado pedestal, tornando-o, pura e simplesmente, um exercício respiratório, executado com atenção concentrada e que, mesmo sendo um ato físico, possui efeitos psicológicos e psico-fisiológicos os quais eliminam os agentes obscurantes do espírito e tornam a mente apta à concentração. Os Hatha-Yogues são os responsáveis pelo ulterior estágio evolucionário do Pranayama, dividindo-o, em termos gerais, em oito variedades. Os resultados fisiológicos, entretanto, são apresentados em termos ayurvédicos, nem sempre compreendidos pelos cientistas modernos. Este estudo é um esforço no sentido de alinhar o Pranayama à moderna fisiologia de acordo com estritos métodos laboratoriais. Nesta investigação, assimilaram-se partes essenciais da técnica do Pranayama, tal como desenvolvidas pelos Hatha-Yogues.
Este é um livro excelente em termos de técnicas de Pranayama. Ficando muito claro as varias técnicas e os sistemas. No entanto, um ponto positivo também faz ser o negativo. Esse livro é muuuuuito técnico. O que é ótimo. Mas ele acaba abordando toda a prática de forma extremamente técnica e racional, ortogonal, inflexível. O para mim é uma limitação tremenda deste livro.
Um excesso descomunal de cientificismo.
Por tal motivo é um livro de leitura pouco fluida, dura. É um livro difícil de ser lido de forma geral. Apesar de ser um livro que elucida muitos pontos.