What do you think?


O Inferno Somos Nós: do Ódio à cultura de paz
Vivemos dias difíceis, de vozes múltiplas que parecem nunca dialogar, ávidas que são para atacar e julgar. Em tempos adversos como o que vivemos, de crise, preconceito e intolerância, como transformar o ódio em compreensão do outro em suas diferenças? Como sair de um cenário de violência e construir uma cultura de paz? O historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, conversam nesse livro sobre essas e outras questões, em diálogo inspirador. Os autores lembram que o medo pode estar na origem da violência e apontam como o conhecimento, de si e do outro, é capaz de produzir uma nova atitude na sociedade, menos agressiva e mais acolhedora. "Localizar o mal no outro é uma panaceia universal", observa Leandro. Mas, talvez, o inferno não sejam os outros, como pensava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, e sim nós mesmos.
112 pages, Paperback
First published January 1, 2018
About the author
Leandro Karnal
40 books272 followersLeandro Karnal (São Leopoldo, RS, 1963) é um historiador brasileiro, atualmente professor da UNICAMP na área de História da América. Foi também curador de diversas exposições, como A Escrita da Memória, em São Paulo, tendo colaborado ainda na elaboração curatorial de museus, como o Museu da Língua Portuguesa em São Paulo. Graduado em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos e doutor pela Universidade de São Paulo,1 Karnal tem publicações sobre ensino de História, bem como sobre História da América e Religiões.
Ratings & Reviews
Friends & Following
Create a free account to discover what your friends think of this book!
Community Reviews
Displaying 1 - 24 of 24 reviews
October 23, 2020
Legal esse podcast né
March 12, 2021
O livro trata bem superficialmente do tema, mas para aqueles que, como eu, nunca leram nada sobre o assunto, acredito que funciona como uma boa introdução.
March 27, 2019
Terminei de ler o livro O inferno somos nós, do ódio a cultura de paz, uma transcrição de uma conversa entre Leandro Karnal e Monja Coen. Nesse livro eles debatem sobre como o mundo é hoje, contextualizando para a realidade brasileira, de como as pessoas se comportam no dia a dia.
Celebra a necessidade de enfrentar o medo, incorporado em nossas vidas desde o dia que viemos ao mundo, que nos torna violentos e menos sociaveis.
Os autores Falam de como nós, indivíduos, formamos a sociedade e como estamos ligados. Pontua que só conseguimos ser felizes se as pessoas ao nosso redor estiverem felizes, pois na realidade, estamos todos interligados. Como prega o budismo, o outro somos nós, o outro sou eu.
E finalmente conclui que, se quisermos construir uma cultura de paz, temos que aprender a compartilhar, colaborar, ensinar e ajudar. Ver a outra pessoa próxima da gente crescer, que promove e investe esforços para o bem coletivo, faz com que sejamos pessoas melhores e mais satisfeitas conosco mesmas, promovendo a paz.
Celebra a necessidade de enfrentar o medo, incorporado em nossas vidas desde o dia que viemos ao mundo, que nos torna violentos e menos sociaveis.
Os autores Falam de como nós, indivíduos, formamos a sociedade e como estamos ligados. Pontua que só conseguimos ser felizes se as pessoas ao nosso redor estiverem felizes, pois na realidade, estamos todos interligados. Como prega o budismo, o outro somos nós, o outro sou eu.
E finalmente conclui que, se quisermos construir uma cultura de paz, temos que aprender a compartilhar, colaborar, ensinar e ajudar. Ver a outra pessoa próxima da gente crescer, que promove e investe esforços para o bem coletivo, faz com que sejamos pessoas melhores e mais satisfeitas conosco mesmas, promovendo a paz.
May 6, 2019
O livro é bom, mas conciso demais. Esperava um bombardeamento de informações num livro de Karnal com a Monja Coen, o que não acontece.
January 31, 2023
Apresenta pontos de vista interessantes sobre a intolerância e a cultura de paz de forma descontraída e superficial.
Não que eu tenha concordado com tudo, ou não tenha tido momentos que eu fiquei meio "pelo amor de deus que comparações são essas", Mas entendo a proposta do livro, achei rápido e considero uma leitura válida.
Não que eu tenha concordado com tudo, ou não tenha tido momentos que eu fiquei meio "pelo amor de deus que comparações são essas", Mas entendo a proposta do livro, achei rápido e considero uma leitura válida.
March 30, 2020
Um livro curto, mas de importância ímpar. Karnal e Monja Coen abordam temas como a diferença, o não certo, o medo e como eles geram a cultura do medo em nossa sociedade.
August 15, 2021
Num diálogo muito peculiar entre um professor é uma Monja num domingo de manhã, resulta em um livro muito gratificante sobre o “eu” sobre a violência e a intolerância.
— Muitas vezes pensamos que nossas ações são boas, mas esquecemos de analisar a posição do outro quanto à isso, de nós colocarmos em seu lugar. Como é dado como exemplo no livro; até “Hitler pensava estar fazendo o bem, quando procurava a ascensão, a soberania para o povo alemão”; muitas vezes o inferno está em nós, quando deixamos de nos colocar no lugar do outro, deixamos de ter um amor 'empírico', deixamos de pensar que nossas ações e atitudes afetam não só a nós, mas aos outros também. Um exemplo bem peculiar e colocado no livro, pela Monja Coen“. Não se esqueça de que aqui somos seres humanos. Somos como pedrinhas, que colocamos dentro de uma jarra, para depois fechá-la e sacudir. As pontas vão se bater uma nas outras e provocar bastante dor. Mas quem conseguir ficar redondinho primeiro, não mais fere nem será ferido”. Ou seja, aquele que chegar no ponto de conhecer seu “eu” (como dizia Sócrates: Conheça a ti mesmo) de reconhecer suas falhas e saber lidar com elas e não atacar e nem ferir o próximo, esses estará “redondinho”, estará no auge de sua capacidade de liderança de seu “eu”.
——————————————————————
Recomendo esse livro incrível!
— Muitas vezes pensamos que nossas ações são boas, mas esquecemos de analisar a posição do outro quanto à isso, de nós colocarmos em seu lugar. Como é dado como exemplo no livro; até “Hitler pensava estar fazendo o bem, quando procurava a ascensão, a soberania para o povo alemão”; muitas vezes o inferno está em nós, quando deixamos de nos colocar no lugar do outro, deixamos de ter um amor 'empírico', deixamos de pensar que nossas ações e atitudes afetam não só a nós, mas aos outros também. Um exemplo bem peculiar e colocado no livro, pela Monja Coen“. Não se esqueça de que aqui somos seres humanos. Somos como pedrinhas, que colocamos dentro de uma jarra, para depois fechá-la e sacudir. As pontas vão se bater uma nas outras e provocar bastante dor. Mas quem conseguir ficar redondinho primeiro, não mais fere nem será ferido”. Ou seja, aquele que chegar no ponto de conhecer seu “eu” (como dizia Sócrates: Conheça a ti mesmo) de reconhecer suas falhas e saber lidar com elas e não atacar e nem ferir o próximo, esses estará “redondinho”, estará no auge de sua capacidade de liderança de seu “eu”.
——————————————————————
Recomendo esse livro incrível!
Read
May 6, 2025Melhores trechos: "...A vida é muito parecida com isso. Há obstáculos e dificuldades, mas eles não são o mais importante porque vamos superá-los. E quando os superamos, outros aparecem. Eles não ficando mais sutis e mais difíceis. Mas não desistimos do jogo. Criar uma cultura de paz é saber jogar isso bem. É ter resiliência, não desistir. Pode não dar certo agora, mas temos que pensar em como vamos chegar lá. Não devemos olhar só para as dificuldades, porque essas são apenas etapas. A cada etapa que superamos, surgem outras... Como já dissemos, quase todo o mal do mundo, quase toda a cultura de guerra, de violência, de racismo, de misoginia é feita em nome do bem. É muito raro encontrar pessoas que assumam que fizeram algo em nome do ódio ou da raiva. Mas sempre o ódio e a raiva se transformam em auxílio, caridade, bons costumes, sociedade sadia e outros nomes que disfarçam, para mim, do ponto de vista estritamente psicanalítico, a raiva que se possui..."
November 10, 2023
“Se nós precisamos de coerção é porque não somos éticos”
O livro traz debates muito interessantes sobre a cultura de paz e reflexões sobre tolerância e compreensão de diferenças. A escrita é fluida e ao mesmo tempo complexa, bem ao estilo Karnal. Como o livro é uma transcrição de uma conversa entre o Karnal e Monja Coen, o livro tem essa sensação de fluidez. Mas um ponto de observação importantíssimo é que as reflexões precisam ser muito bem digeridas e faz-se necessário compreender os momentos em que Karnal usa da generalização como forma de exemplificar o discurso de um modo simplista, mas que precisa ser relativizada em outros contextos. No mais, as reflexões trazem conclusões gratificantes pra quem se permite matar o ego.
O livro traz debates muito interessantes sobre a cultura de paz e reflexões sobre tolerância e compreensão de diferenças. A escrita é fluida e ao mesmo tempo complexa, bem ao estilo Karnal. Como o livro é uma transcrição de uma conversa entre o Karnal e Monja Coen, o livro tem essa sensação de fluidez. Mas um ponto de observação importantíssimo é que as reflexões precisam ser muito bem digeridas e faz-se necessário compreender os momentos em que Karnal usa da generalização como forma de exemplificar o discurso de um modo simplista, mas que precisa ser relativizada em outros contextos. No mais, as reflexões trazem conclusões gratificantes pra quem se permite matar o ego.
January 4, 2020
Nessa transcrição de uma conversa entre Karnal e Cohen, ocorrido em 2017, o debate ocorre sobre a cultura de paz, com uma visão de nossa sociedade brasileira (ocidental) que nas abordagens da monja Cohen, compara-se com entendimentos e reflexões da cultura budista (oriental), em definições, por exemplo, do que é tolerância para nós ocidentais e o que é para o budismo.
A reflexão abrange inclusive a conotação do que é fazer o bem, e seu co-relacionamento com o nós e com os outros.
Leitura fácil e agradável.
A reflexão abrange inclusive a conotação do que é fazer o bem, e seu co-relacionamento com o nós e com os outros.
Leitura fácil e agradável.
October 13, 2023
É uma leitura muito simples e gostosa. Não precisa de muito conteúdo para entrar na consciência do humanismo. Esse livro é um ensaio e acho ele bem bom para ler a cada certos meses ou em um momento de crise pessoal, aquele livro lembrete de quem você decide se tornar.
Pra indagar mais sobre o budismo e a sabedoria da vida eles dão muitos exemplos fáceis de achar, mas gosto muito desse livro e no mínimo leio ele uma vez por ano.
Pra indagar mais sobre o budismo e a sabedoria da vida eles dão muitos exemplos fáceis de achar, mas gosto muito desse livro e no mínimo leio ele uma vez por ano.
September 19, 2019
Simples, direto e profundo. É incrível acompanhar o diálogo de dois indivíduos tão diferentes mas intelectuamente honestos o bastante para acolher a verdade do outro. O livro tem reflexões certeiras a respeito do medo e o quanto superá-lo é crucial para a promoção de uma cultura de paz.
September 7, 2020
O bem e o mal presente em cada criatura.
Uma conversa que eu queria estar presente, nela a monja coen e o leandro karnal discutem sobre cultura de paz
O livro é curto mas nos leva a refletir sobre o que seria preciso para viver em uma sociedade menos violenta
Uma conversa que eu queria estar presente, nela a monja coen e o leandro karnal discutem sobre cultura de paz
O livro é curto mas nos leva a refletir sobre o que seria preciso para viver em uma sociedade menos violenta
March 6, 2022
achei bem simples, é só a transcrição de uma conversa do leandro karnak com a minha coen, mas gosto bastante do ponto de vista que principalmente a monja apresenta perante a vida. porém mesmo assim, achei zero revelador
July 8, 2018
Uma reflexão muito importante sobre os problemas atuais. Livro curto, fácil de ler, mas com muita profundidade.
August 1, 2018
Leitura rápida, texto inteligente. Falta uma km visão mais positiva das pessoas, já que a maioria, que não é inoportuna, respeita e é de bem.
November 22, 2019
Faz pensar sobre a relação com o outro e nosso papel na sociedade.
January 3, 2020
Muito bom esse livro!
Esse livro é de leitura fácil e muito gostosa. Nos faz refletir sobre nós nesse mundo cheio de medos. Leandro Karnal e Monja Coen fizeram um ótimo trabalho.
Esse livro é de leitura fácil e muito gostosa. Nos faz refletir sobre nós nesse mundo cheio de medos. Leandro Karnal e Monja Coen fizeram um ótimo trabalho.
May 29, 2020
A obra é uma conversa entre os autores sobre autoconhecimento, sociedade e educação para convivência.
May 19, 2021
se o inferno são os outros, o paraíso também é.
November 27, 2021
Como sempre, leitura objetiva e linguagem clara. O que eu mais gosto dos livros do Karnal são as possibilidades de novas leituras a partir deles.
December 17, 2025
Esse livro é beeeeem melhor que o anterior dos dois que completei esse ano.
Vale a leitura. O diálogo é leve e interessante desde o início.
Vale a leitura. O diálogo é leve e interessante desde o início.
Read
August 5, 2026Um podcast em livro.
August 31, 2020
Recomendo muito! Uma leitura concisa, mas ao mesmo tempo profunda, que nos traz importantes reflexões sobre o mundo em que queremos viver.
Displaying 1 - 24 of 24 reviews




















