Uma coletânea de textos, palavras que narram o auê do cotidiano, o rir para não chorar, o amor que tira e coloca o chão, as gargalhadas sinceras, as frustrações que descem com o café já gelado. 60 dias de Neblina, a maternidade, o amor, o caos e todo o resto, narrados de uma forma como você nunca viu. Um livro sobre você, sobre mim, sobre a mãe que você esbarra na fila do caixa do mercado. Um livro sobre nós, e sobre esta jornada enlouquecedora, incrível que é a maternidade.
O livro me foi recomendado como obrigatório, mas para mim definitivamente não é. Talvez possa ser uma leitura interessante para pessoas com uma visão extremamente romantizada da maternidade, já que ele relata alguns casos de “maternidade real”. Mas, no geral, são infinitos clichês sobre amor incondicional, apego a Deus como solução nas horas difíceis (o que definitivamente não é o caso para todo mundo) e uma visão romantizada da figura da mãe. A mãe, apesar de ser reconhecida como um ser falível, é tida como uma fonte de Deus de amor incondicional pelo bebê, que, por sua vez é uma alma que a escolheu, blá, blá, blá. A visão sobre a função de pai também é bem particular. Ao pai é relegado não só ao papel de coadjuvante, mas de mais uma atribuição da mulher. Isso pode ser a realidade de muitos relacionamentos, mas não é uma regra absoluta. Há ainda alguns trechos extremamente equivocados, como o que se refere a “tapas merecidos”. Não posso discordar mais de um livro sobre maternidade que faça uma referência dessas. Não há tapas merecidos, simplesmente, não há para adultos, muito menos para crianças. Enfim, é um relato de uma pessoa, pode ser útil para alguém, mas definitivamente não é uma leitura obrigatória, muito menos universal.
Boa coletânea de textos. Um pouco repetitivo na primeira parte, o que deixa a leitura mais cansativa... mas excelente na segunda parte de relatos pessoais. Histórias contadas de uma maneira bem divertida.
Aquele calor no coração e abraço que uma puérpera precisa. Não concordo necessariamente com tudo que é escrito, mas posuui textos com os quais me identifiquei bastante. A parte das crônicas é muito boa!
O livro foi recomendado por minha obstetra logo que tive meu filho. Apesar de alguns textos serem emocionantes, achei a leitura repetitiva e não senti que agregou muito. Quase todos os textos parecem ter sido escritos a partir de uma mesma forma, nada de especial para mim.
O título do livro não poderia ser mais real: 60 dias de neblina. Um puerpério onde a gente não entende nada, não dorme, não vive, tudo está embaçado. Como eu gosto da escrita de Rafaela carvalho!
Sabe aquele livro que nos faz rir e chorar e acaricia nossa alma?????? É o caso de "60 DIAS DE NEBLINA" da autora brasileira Rafaela Carvalho.
É um misto de gargalhadas e frustrações da maternidade. São crônicas de uma maternidade real, realíssima! Rafaela não poupa nem o sangramento do puerpério e as roupas cagadas dos filhos. Ela conta tudo!
Eu indico este livro às amigas gestantes e às amigas mães. Não vai rolar identificação por quem não estiver vivendo ou prestes a viver esse momento especial.
O livro da Rafaela funciona como parte da rede de apoio que toda mamãe precisa.
Apesar de se direcionar à maternidade - recente ou futura -, o livro traz insights e dicas do desafio que é o puerpério para a mãe que muitos papais - recentes ou futuros - deveriam conhecer!
Conhecendo minimamente o universo feminino e, em especial, o puerpério, os pais tem melhores condições de atravessar este período de forma mais empática e cientes da grande responsabilidade que tem não só na criação dos filhos, mas com o bem-estar da mãe!
Tomado em partes, a segunda parte do livro (crônicas) é mais divertida e interessante de se ler, contudo há alguns textos excepcionais na primeira parte do livro!
O livro tem vários artigos relacionados a maternidade. Tem uns que você se identifica mais que outros, claro, mas a essência do livro é bem bacana, pois você reflete sobre os temas e casos que a autora aborda sobre mães e filhos. Ela tira o romantismo exagerado que muitos colocam, mas mostra o lado bom das imperfeições.
Crônicas que são um abraço em nós mães, principalmente nas que acabaram de ter filhos. Muitas vezes foram exatamente as palavras que eu precisei ouvir. Já li algumas vezes e presenteio as amigas sempre que posso ;)
Li esse livro durante parte do puerpério e é incrível como as palavras da Rafaela conseguem não só gerar identificação imediata com tudo que passamos nesse período, como também promove acolhimento, risadas e emoção. Foi uma delícia a leitura, leve, divertida e sensível, mostrando por dentro nossos sentimentos confusos e dúbios, mas ao mesmo tempo mostrando como o tempo faz as coisas se ajeitarem. Amei ter lido já no puerpério, pq a identificação fica ainda maior. Pra quem estiver grávida, sugiro esperar essa fase pra se jogar nessa leitura! Amei!
Esse livro me foi muito recomendado por eu estar no puerpério - eu tinha altas expectativas! No entanto, fiquei muito decepcionada com a leitura. Os textos são repetitivos e eu ficava com a sensação de que já tinha lido aquilo antes; a autora romantiza muito a maternidade, e foca na questão do tal amor incondicional pelo bebê que honestamente não me emocionou. São clichês acerca da maternidade e mesmo as dificuldades do puerpério são mascaradas com o romantismo exacerbado. Pra mim, infelizmente, não rolou.
Me diverti lendo. Não é o tipo de livro que romantiza a maternidade, longe disso, mas traz a beleza dela apesar dos percalços, dúvidas e partes não glamourosas do ser mãe. Gostei das crônicas do dia a dia e da forma leve e direta de dizer: é bom, mas é ruim, mas no final só fica o que é bom... Nem tudo é rosa, tem espinhos e as vezes vc quer fugir deles, mas no fim até vale a pena ter alguns espinhos rsrs
Um livro sensível e bem humorado sobre as dores e delícias da maternidade e da vida em família, sob a perspectiva da mãe/mulher/filha/amiga/ mulher maravilha. Um carinho na alma para as recém mamaes :)
Pode ser os hormônios a flor da pele, mas o livro me emocionou algumas vezes. Gostei do panorama geral sobre maternidade, contando a experiência singular da autora, mas passado com muita verdade e sensibilidade. Não leria novamente, mas certamente daria de presente para uma amiga recém-mãe.
Um livro perfeito para as mães, estejam elas nos 60 dias de neblina ou não. É incrível a sensibilidade da Rafaela. Ela nos fala verdades que por vezes muitas mães preferem ocultar, transformando a maternidade nesse jogo de culpa e medo. Enfim, livro necessário!
Abandonei na metade. Textos repetitivos, mal escritos, extremamente romantizados. Traz algumas situações de “maternidade real”, mas de forma meio rasa. Parecia que estava lendo um blog sobre a experiência extremamente pessoal da autora. Esperava muito mais pelo jeito que me foi recomendado…
Para os pais é uma boa leitura para dar um pouco da perspectiva da mãe durante esse período da maternidade/paternidade. Leitura bem leve e muitas vezes até divertida.
Me indicaram para ler bo puerperio. Tive depressao pos parto e comecei a leitura… piorei neu quadro! Rs Em muitos momentos citam como acabou a vida da mulher… Muito romantizado. Nao curti
Apesar de não concordar com 100% das coisas, o livro traz um acalento nesse momento do puerpério. Grata pelas palavras que me ajudaram muito nesses 60 dias…