Francisco de Paula Cândido Xavier, popularly known as Chico Xavier was a popular "medium" in Brazil's Spiritism movement and wrote 412 books through a process known as psychography. The profits of his books were all donated into charity work.
He influenced the establishment of Kardecist Spiritism as one of the religions professed in Brazil.
In 1981 and 1982, Chico Xavier was nominated for the Nobel peace prize and on October 3, 2012, was named as "The Greatest Brazilian of all time" by one of the biggest brazilian television channel (SBT), based on a viewer-supported survey.
Mais uma obra ímpar de André Luiz, pela mediunidade de Chico Xavier. O livro esclarece o quão difícil é para o plano espiritual prover ajudas no nosso mundo, permeado de pensamento menos justo. É um alerta e um convite a mudarmos nosso estilo de vida, nossos pensamentos e atos, a fim de nos emparelhar com o propósito da espiritualidade superior.
Os Mensageiros dá continuidade à grande obra que o espírito André Luiz nos deixou. Nessa sequência acompanhamos os aprendizados de André, que, assim como em Nosso Lar, oferece ao leitor uma visão ampliada sobre questões que envolvem o convívio na espiritualidade - tanto como encarnados ou desencarnados. As lições são muitas e, só o que eu poderia dizer nessas simples linhas para aqueles que têm curiosidade em ler esse livro é: apenas leiam! Tenho certeza de que todos podem absorver esse conteúdo maravilhoso e assim dar seus primeiros passos rumo a uma vida mais espiritualizada e feliz. :)
André Luiz narra sua transformação, após ter se desprendido dos laços inferiores que o prendiam às atividades terrestres. ‘Descobriu-se’, diz jubiloso. Mas, a par da renovação mental, experimentava um vazio formado pelos sentimentos do mundo, dos quais se desprendera. Sem o lar, a esposa e os filhos amados, aos quais freqüentemente visitava, seu coração era ‘um cálice luminoso, porém vazio’. É então aconselhado por uma devotada amiga a freqüentar cursos no Ministério da Comunicação, para posteriormente prestar concurso na Terra. Assim ele é apresentado ao instrutor Aniceto, que adverte que ali, na Instituição do Homem Novo são admitidos apenas candidatos compromissados em servir, calando reclamações. Aniceto, dentre outras atividades, tem um quadro suplementar de cinqüenta auxiliares-aprendizes, voluntários. André Luiz é convidado a integrar esse quadro, no momento com três vagas. Aceita o convite, sentindo-se honrado. É encaminhado ao Centro de Mensageiros. Tal grupo é formado de um padre, um médico (a equipe foi acrescida de mais dois sendo eles André Luiz e Vicente), seis engenheiros, quatro professores, quatro enfermeiras, dois pintores, onze irmãs especializadas em trabalhos domésticos e dezoito operários diversos. O Centro de Mensageiros (formado de majestosos edifícios, universidades, pátios amplos e jardins primorosos) tem a seguinte finalidades: preparação anual de centenas de médiuns e doutrinadores para reencarnarem (quais ‘cartas vivas’ de Jesus para a Humanidade), os quais são reunidos em grupos de cinqüenta aprendizes. Cada grupo fica sob comando de um Instrutor (tal como a de Aniceto). André Luiz conhece Vicente, médico, calmo, bondoso e sensato. Tornam-se amigos. Conversam sobre suas existências terrenas, semelhantes. Vicente casou-se e teve dois filhos. Um irmão seu, advogado, foi residir em sua casa e não tardou, traiu-o com a esposa, de quem se apaixonou, sendo correspondido. A esposa e o irmão tramaram sua morte e a executaram, ardilosamente. Vicente não cogita vingar-se e diz: ‘o mal é simples resultado da ignorância e nada mais’. O instrutor Telésforo discorre para todos os aprendizes do trabalho de intercâmbio entre os trabalhadores desencarnados e encarnados. Adverte sobre os companheiros fracassados. Cita empecilhos até nas religiões, além de tristes quadros humanos no mundo todo. Como ajudar a tanto desespero e incompreensão? Só com Jesus, no trabalho, sacrifício e renúncia. Muitos trabalhadores partem de Nosso Lar em turmas de trabalho educativo, mas poucos alcançam resultados, parciais, nos misteres da mediunidade e da doutrinação. É relatado que muitos, quando encarnados, preferem desvios sexuais, tirania doméstica, preguiça e vaidade, além de exercitarem a ‘doutrinação para exportação e não para uso próprio’. Muitos médiuns, doutrinadores e estudiosos abandonam o Espiritismo. Raros triunfam, porque quase todos estamos ainda ligados a extenso pretérito de erros criminosos, que nos deformaram a personalidade. Em cada novo ciclo de empreendimentos carnais, acreditamos muito mais em nossas tendências inferiores do passado, que nas possibilidades divinas do presente, complicando sempre o futuro. É desse modo que prosseguimos agarrados ao mal e esquecidos do bem, chegando, por vezes, ao disparate de interpretar dificuldades como punições, quando todo obstáculo traduz oportunidade verdadeiramente preciosa aos que já tenham ‘olhos de ver’. Assim verificamos os seguintes casos - Otávio: após trinta anos de preparação, reencarnou saudável e com mediunidade voltada para consolar criaturas. Deveria manter-se solteiro e amparar seis amigos que o ajudaram em Nosso Lar, nos trinta anos que antecederam à sua reencarnação. Já reencarnado, aos dezenove anos iniciou desvairados abusos das suas faculdades. Ficando órfão de pai, desamparou aqueles seis amigos (ainda crianças), órfãos como ele. Casou-se por violência e teve um filho. Esposa e filho passaram a atormentá-lo. Alcoólatra, morreu com sífilis, aos quarenta anos, sem construir coisa alguma no terreno do bem. – Acelino: outro médium (vidente, audiente e psicógrafo) que, egresso de Nosso Lar, descumpriu todas as realizações que prometera, antes da reencarnação. Usou as faculdades mediúnicas para ganhar dinheiro, ‘resolvendo’ todo tipo de problemas de consulentes. Ao desencarnar permaneceu onze anos em zonas de grande tormento, pela ronda dos ex-consulentes criminosos que desencarnaram antes dele e que exigiam notícias e soluções atinentes a ligações clandestinas. – Joel: médium que fez mau uso das percepções que lhe foram dilatadas antes de reencarnar, a fim de que, então, as utilizasse a benefício do próximo. Há muito tempo vem sofrendo grandes perturbações, como conseqüência. – Belarmino: citado em profunda conceituação de missão educativa. A doutrinação, no campo do Espiritismo evangélico, é aqui exposta com clareza. Mostra como o médium doutrinador exigente, propenso ao mando, vaidoso do saber, desconfiado dos companheiros de reunião mediúnica, logo adentrará no negativismo. Estará sujeito a múltiplas enfermidades, além de sentir um deserto no coração. O mundo hoje conta com inúmeros progressos na área cientifica, mas os problemas da alma como depressão, angústia, medo, entre outras, proliferam no campo carnal. As razões de tanto progressos materiais e tantas dores espirituais se encontra no fato do homem dominar, cada vez mais, a paisagem exterior que lhe constitui moradia, embora não conheça a si mesmo. Atendido, porém, o corpo revelará as necessidades da alma. Além dos assoberbados problemas graves causados pelas deficiências morais de cada ser, ainda tem a questão da aproximação psíquica com a esfera vibratória de milhões de desencarnados, que se agarram à Crosta planetária, sequiosos de renovar a existência que menosprezaram, sem maior consideração aos desígnios do Eterno. Na esfera carnal, o maior interesse da alma é a realização de algo útil para o bem de todos, com vistas ao Infinito e à Eternidade. Nesse mister, é indispensável contar com o assédio de todos os elementos contrários. Ironias da ignorância, ataques da insensatez, sugestões inferiores da nossa própria animalidade surgirão, com certeza, no caminho de todo trabalhador fiel. São circunstâncias lógicas e fatais do serviço, porque não viemos ao mundo físico para descanso injustificável, mas para lutar pela nossa melhoria, a despeito de todo impedimento fortuito. André Luiz e Vicente, antes de se dirigirem à Crosta, onde permanecerão por uma semana, recebem melhoramento da visão no Gabinete de Auxílio Magnético às Percepções. É sugerida a prece, sem o fanatismo inconsciente. A prece é fidelidade do coração, jamais viciação do sentimento. A ida à Crosta, no caso, assemelhou-se a uma peregrinação, não feita em estrada ampla e bem cuidada, mas sim, em caminhos difíceis. Diz o livro que a crença na vida superior é atividade incessante da alma. O entorpecimento invade o Espírito vazio de ideal criador. A fé sincera é ginástica do Espírito. Quem não a exercitar de algum modo, na Terra, preferindo deliberadamente a negação injustificável, encontrar-se-á mais tarde sem movimento. Não há prece sem resposta, toda prece impessoal dirigida às Forças Supremas do Bem, delas recebe resposta imediata, em nome de Deus. Apenas deve-se salientar que as respostas de Deus vão sendo maiores e mais diretas, à medida que se intensificam o nosso merecimento, competindo-nos reconhecer que, para semelhantes respostas, são utilizados todos quantos trazem consigo a luz da bondade, ou já possuem mérito e confiança para auxiliar em nome de Deus. A caminho, a equipe faz pausa no Posto de Socorro situado entre Nosso Lar e a Crosta, a grande distância desta. André Luiz e Vicente, sob orientação de Aniceto, vêem-se banhados de luz, pela primeira vez. Nas trilhas deparam com frio, ausência de luz solar, paisagens misteriosas, aves horripilantes, rijas ventanias. Aniceto explica aos dois auxiliares que aquela é uma região sob influência astral da Terra. A seguir cita interessantes dados astronômicos. Informa sobre a ‘existência de outros mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros’. Chegam em seguida os três ao castelo-educandário soberbo, resguardado por pesados muros. No interior, pomares e jardins maravilhosos. André Luiz vê um quadro, pintura em tela, que já havia visto em Paris, quando encarnado. Fica sabendo que o pintor da tela de Paris copiou-a desse original, após vê-lo, em sonho. A equipe alimenta-se de frutos diversos. O Posto, com quinhentos auxiliares, produz alimentos e remédios para famintos e doentes. O dirigente do Posto relata a história da sua união com a esposa, cuja companhia ele ainda não pode usufruir, pois quando encarnados, ele desfez o casamento, por ouvir calúnias contra ela, que era inocente e que pelo abandono desencarnou, com tuberculose. No Posto chegam sinais de batalhas sangrentas na Terra (o ano era 1944), provocando grande tempestade magnética. Grandes massas de desencarnados (pela Segunda Guerra Mundial) superlotam os Postos de Socorro de várias colônias espirituais. É citada a Colônia Alvorada Nova, situada em zonas mais altas, com intercâmbio com avançados núcleos de espiritualidade superior, de planetas vizinhos. São citados sistemas espirituais de transporte, com base no eletromagnetismo. Há esclarecimentos sobre o passe de sopro curador, cujos passistas exercitaram-se longamente, adquirindo experiências a preço alto. Imprescindível, no caso, a pureza da boca e a santidade das intenções. Passistas encarnados deverão ter estômago sadio, boca habituada a falar o bem, com abstenção do mal e a mente reta, interessada em auxiliar. Além disso, o livro ainda fala sobre o Posto de Socorro e suas defesas múltiplas, mantendo à distância irmãos consagrados ao mal, perversos e criminosos, entidades verdadeiramente diabólicas. O Posto está equipado com armas que não exterminam, apenas defendem, disparando projéteis elétricos que causam impressão da morte, isso porque na esfera espiritual a matéria mental pode modificar o corpo denso todos os dias. Visitando os albergues do Posto, André Luiz e Vicente acompanham os encarregados da assistência. O chefe do Posto atende e conforta vários Espíritos necessitados que o procuram, presos a problemas inferiores, pois se julgam ainda encarnados. A equipe chega a um pavilhão escuro, situado em área com três quilômetros de extensão, mais ou menos. No interior, espaçosas enfermarias. Silêncio absoluto. Cerca de dois mil Espíritos ali estão adormecidos. Têm semblante horrendo, quase todos estampando pavor, em cadavérica palidez. São oitenta os atendentes em atividade. Cada um só pode cuidar de cinco enfermos, perfazendo quatrocentos atendimentos. A imagem é a da morte, naqueles Espíritos entorpecidos no vazio, que quando encarnados eram crentes no nada após a desencarnação. São os ‘embriões da vida’ ou ‘fetos da espiritualidade’, paralíticos do bem. André Luiz, concentrando todas as possibilidades mentais ao seu alcance, focaliza o sofrido Espírito de uma mulher, passando a vislumbrar o pesadelo em que se prendia, em conseqüência de haver assassinado o amante, que era casado. Toda a cena, com o local, personagens e diálogos, desenrolam-se à sua percepção (estilo psicometria espiritual). Naquele pavilhão dos adormecidos, os efeitos da prece de um Espírito elevado, prece esta acompanhada com amor por numerosos Espíritos dedicados à fraternidade, produz benéficos e múltiplos efeitos, alcançando numerosos pacientes em sono profundo. Mas, apenas dois se ergueram e mesmo assim, saíram correndo, espavoridos. Luzes irradiantes, em flocos de várias colorações, partiam de cada Espírito da equipe, indo cair sobre os corpos inanimados. Há um primeiro alerta, ligeiro, aos doutrinadores, quanto à impropriedade de se dizer ao Espírito desencarnado (que desconheça tal estado) que ele já não possui mais o corpo físico. Alfredo, o chefe do Posto, demonstra a inconveniência do Espírito desencarnado prender-se aos rogos e lamentações da família encarnada. Por extensão, fica a lição aos encarnados que perderam entes queridos. Também fica de ensinamento que a reconciliação inicia-se pela atitude caridosa, vai do entendimento à piedade, desta à simpatia, depois à verdadeira fraternidade e culmina com o amor sublime. O livro conta que o posto recebe visita de amigos vindos do Campo da Paz, em belo carro tirado por dois soberbos cavalos brancos. São expostos ensinamentos referentes aos doentes do Espírito, rebeldes ao tratamento. Os atendentes sentem-se obrigados a semear pensamentos novos e aguardar que a obra do tempo os faça germinar nesses doentes. É citado o ‘desculpismo’ (pretextos de encarnados, principalmente médiuns, compromissados com a tarefa de auxílio ao próximo, para fugirem à tarefa e ao dever sagrado). Campo da Paz é uma colônia de socorros urgentes, qual avançado centro de enfermagem. Atende ainda aos recém-encarnados, na base de quinze a vinte reencarnações diárias, dos tutelados que serão assistidos até os primeiros sete anos da existência carnal. Em reunião musical festiva há execução, ao órgão, da Tocata e Fuga em Ré Menor, de Bach, com acompanhamento coral de crianças. Ismália, Espírito elevado, executa melodia ao órgão, que faz brotar na mente de todos os ouvintes uma sublime oração de louvor ao Criador. Os aprendizados de André Luiz são longos e em dado momento ele é designado para aplicar passes em espíritos necessitados. Atende uma mulher cega, em conseqüência da impressão deixada no perispírito dela pelo tracoma. Quando seu passe dissipa a cegueira, ele e a mulher se emocionam. O Instrutor então o adverte quanto à vaidade: ‘não olvides que todo bem procede de Deus’. Vários espíritos são atendidos pelos benfeitores espirituais, mas alguns permanecem impermeáveis a esse auxílio. O desligamento perispiritual de um agonizante é detalhado de forma impressionante, mostrando como todos os movimentos do corpo são administrados pela mente. Sem mais, André Luiz retorna com seus companheiros para Nosso Lar. * Eis alguns trechos: “...Aconselhar é sempre útil, mas aconselhar excessivamente pode traduzir esquecimentos de nossas obrigações... O maior interesse da alma é a realização de algo útil para o bem de todos, com vistas ao infinito e a eternidade. Nesse mister, é indispensável contar com o assedio de todos os elementos contrários. Ironias da ignorância, ataques da insensatez, sugestões inferiores da nossa própria animalidade surgirão, com certeza, no caminho de todo trabalhador fiel. São circunstâncias lógicas e fatais do serviço, porque não vamos ao mundo físico para descanso injustificável, mas para lutar pela nossa melhoria, a despeito de todo impedimento fortuito... Aprende a conhecer-se a si mesmo, a entender as obrigações nobres e praticá-las, compreendendo, por fim, a felicidade dos que sabem ser úteis com segurança de fé em Deus e em si mesmos. A noção do dever bem compreendido, ainda que todos os homens permaneçam contra nós, é uma luz firme para o dia e abençoado travesseiro para a noite... Era a primeira vez que me vestia de luz, luz que se irradiava de todas as células do meu corpo espiritual... Quem não sabe agradecer, não sabe receber e, muito menos, pedir... É da lei divina, que nos entendamos e nos amemos uns aos outros. Todos sofreremos os resultados do esquecimento da lei, mas cada um será responsabilizado, de perto, pela cota de discórdia que haja trazido à família mundial... Às vezes é preciso sofrer para compreender as bênçãos divinas... Não ataques às criaturas de Deus, nossas irmãs no mesmo caminho da vida, mas defende a tua cooperação na obra do Senhor. Não mordas, nem firas, mas é preciso manter o perverso à distância, mostrando-lhe os teus dentes e emitindo os teus silvos... Como o passe, que pode ser movimentado pelo maior numero de pessoas, com benefícios apreciáveis, também o sopro curativo poderia ser utilizado pela maioria das criaturas, com vantagens prodigiosas... Façamos todo o bem, sem qualquer ansiedade. Semeemolo sempre e em toda a parte, mas não estacionemos na exigência de resultados. O lavrador pode espalhar as sementes à vontade e onde quer que esteja, mas precisa reconhecer que a germinação, o crescimento e o resultado pertencem a Deus... É imprescindível conformarmo-nos com os desígnios do Eterno... Deus nos deixa sozinho, por vezes, a fim de refazermos o aprendizado, melhorando o coração. A saudade, porém, quando aproveitada pela alma, procede ao sublime reencontro... Os voos de grande altura pedem asas fortes... Tudo de bom deve aguardar do destino quem saiba servir ao bem e trabalhar com esperança... Cada um de nós traz, nos caminhos da vida, os arquivos de si mesmo. Enquanto os maus exibem o inferno que criaram para o íntimo, os bons revelam o paraíso que edificaram no próprio coração... Agradeçamos ao Senhor dos Mundos a benção do Sol! Na natureza física, é a mais alta imagem de Deus que conhecemos. Temo-lo, nas mais variadas combinações, segundo a substância das esferas que habitamos, dentro do sistema. Ele esta em ‘Nosso Lar’, de acordo com os elementos básicos de vida, e permanece na Terra segundo as qualidades magnéticas da Crosta. É visto em Júpiter de maneira diferente. Ilumina Vênus com outra modalidade de luz. Aparece em Saturno noutra roupagem brilhante. Entretanto, é sempre o mesmo, sempre a radiosa sede de nossas energias vitais!... O desprendimento no sono físico vulgar é fragmentário e a visão e a audição, peculiares ao encarnado, se encontram nele também restritas... Recordará as imagens simbólicas da víbora e da flor, porque está em relação magnética com a veneranda avozinha, recebendo-lhe a emissão de pensamentos positivos. A benfeitora não fala apenas. Está pensando fortemente também. A neta, todavia, não está ouvindo ou vendo pelo processo comum, mas está percebendo claramente a criação mental da anciã amiga, e dará notícia exata dos símbolos entrevistos e arquivados na memória real e profunda. Desse modo, não terá dificuldade para informar-se quanto à essência do que a bondosa avó deseja transmitir-lhe ao coração sofredor, compreendendo que a calúnia, quando fere uma consciência tranquila não passa de serpente mentirosa, a transformar-se em flor de virtude nova, quando enfrentada com o valor duma coragem serena e cristã... Demoramo-nos todos a escapar da velha concha do individualismo. A visão da universalidade custa preço alto e nem sempre estamos dispostos a pagá-lo... Quem cultivou a enfermidade com adoração, submeteu-se lhe ao império. É lógico que devemos, quando encarnados, prestar toda a assistência ao corpo físico, que funciona, para nós, como vaso sagrado, mas remediar a saúde e viciar a mente são duas atividades essencialmente antagônicas entre si... Ao pé dos enfermos, não olvides que o melhor remédio é a renovação da esperança... Não se impressione em demasia com a visão dos aspectos exteriores; volte o poder visual para dentro de si mesma, para que possa consagrar ao Senhor da Vida os sublimes dons da visão... Boa concentração exige vida reta. Para que os nossos pensamentos se congreguem uns aos outros, fornecendo o potencial de nobre união para o bem, é indispensável o trabalho preparatório de atividades mentais na meditação de ordem superior... Melhor é servir que ser servido; mais belo é dar que receber... Os bons não encontram obstáculos insuperáveis... A mente humana, ainda que indefinível pela conceituação científica limitada, na Terra, é o centro de toda manifestação vital no planeta...”
Very good read. Captivating from the beginning to end.
I really enjoyed reading this book. For me the teachings weren't so much revelatory to my understanding as much as they supremely resonated with my soul and understanding.
Tenho a impressão de que eu já li esse livro há alguns anos quando comecei a estudar espiritismo. Na época não entendi muito bem mas agora achei um livro maravilhoso.
Do meu ponto de vista, ele seria melhor aproveitado por quem já tem algum conhecimento da Doutrina Espírita, possibilitando a compreensão dos "bastidores" do mundo espiritual.
Este livro da série de Emmanuel, "Vida no Mundo Espiritual", foca nas experiências de André Luiz enquanto mensageiro, medianeiro, entre o mundo dos encarnados e dos desencarnados.
É um livro muitíssimo interessante, que traz lições evangélicas diversas e uma compreensão muito maior do que acontece no mundo invisível aos nossos olhos.
Todo o trabalho de amor e caridade realizado por nossos irmãos espirituais em prol da humanidade e de nós mesmos, que estamos sempre buscando a evolução da alma.
Recomendo muito a leitura, principalmente a quem já possui conhecimento da Doutrina Espírita.
O livro segue a história narrada por André Luiz, após os acontecimentos do primeiro livro, o Nosso Lar. Porém, diferente deste, os Mensageiros se passa em uma semana acompanhando trabalhos do ministério da comunicação. Respondendo a muitas perguntas, começa a esboçar esclarecimentos sobre outras colonias espirituais, vales espirituais entorno da terra, diferentes níveis vibracionais, mediunidade, trabalhos mediúnicos, processo de desencarne e como funcionam alguns dos atendimentos espirituais em casas espíritas.
O Nosso Lar é o livro de entrada para muitos que não conhecem o espiritismo. Já os Mensageiros, recomendo para quem tem interesse em começar a aprofundar seus conhecimentos nos mecanismos da mediunidade.
O livro "Os Mensageiros", volume dois da coleção "A vida no mundo espiritual" psicografado pelo médium Chico Xavier, mostra a importância da responsabilidade no trabalho espírita. Trás, também, a enorme complexidade do corpo humano, o árduo serviço dos amigos espirituais para nos auxiliar em nosso cotidiano e ilustra nas belíssimas páginas, como alguns tem tão pouco e mesmo assim dão graças a Deus.
Por fim, essa obra do Espírito André Luiz nos prova que servir é uma glória muito maior do que ser servido.
Mais um livro incrível ditado pelo espírito André Luiz. Lições importantes e muita, muita informação. Impressionou-me particularmente a explicação sobre a melhora súbita que alguns pacientes apresentam em seu estado geral pouco antes de falecer. Os benefícios da oração, o sopro curativo, a assistência espiritual durante o sono... Precisa (e merece) ser relido, para melhor apreensão.
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Admito que a série de livros do André Luiz não é meu estilo, leio por pedido do namorado Anyway, é interessante demais ver a forma de funcionamento e organização das esferas e, ainda mais, ouvir os causos de cada alma que o André Luiz conta. Nooo entanto, o livro frequentemente fica mais chatinho quando ele começa a se maravilhar muito e fazer a história andar menos
O que acontece quando nossa alma rompe os laços com o corpo?
Recomendo para aqueles que deseja conhecer a si e aos trabalhos no mundo espiritual. A interação destes conosco e como nosso comportamento e energia influência todos a nossa volta, incluindo os espíritos.
Inspirador acompanhar a jornada de André Luís pelo conhecimento espiritual. Muito tocante e grande incentivo à reflexão ler os testemunhos e histórias de cada espírito em seus obstáculos e dificuldades que são tão parecidos com os nossos.
Livro conta o trabalho dos espírito responsáveis por levar a palavra de Jesus entre os mundos. Honestamente me deixou com algumas dúvidas sobre os diferentes mundos e colonias. Mas estou apenas iniciando minhas leituras no mundo do espiritismo. É um clássico, tem que ler.
Como continuación del libro nuestro hogar, esta libro se enfoca en cómo prestar ayudas a nuestros hermanos encarnados y desencarnados y de cómo podemos ayudar desde el plano físico y espiritual.
Excellent explanation of how much work there is in the spiritual realm, how important prayer and interest in knowing the future life (afterlife) is, among other things. Totally worth reading it. I recommend it.
Dispensa comentários. Só achei que houveram capítulos que deveriam ter fornecido mais informações, no capítulo que seguia já mudava de assunto. Do mais só elogios.
Wonderful book for those wishing to understand that life is not just what we live while in our bodies. Being aware of our spiritual life offers us a whole new way of understanding the why's and how's of our daily struggles!
Beeeeem cansativo. Achei a leitura mais agarrada, contêm, claro lições importantes, mas tem que estar preparado para uma linguagem mais cheia de floreios. (Gostei muito dos capítulos 34 a 39, salvo engano, onde acabei marcando vários trechos)
Segundo livro da jornada de André Luiz, que assim como o primeiro continua fantástico de se ler. Nele você encontra palavras edificantes e personagens com histórias de imenso aprendizado.