Romaanisen filogian professori Heliseu da Motta e Silva herää aamulla levottomasta unesta päivään, jona hänet on määrä palkita tiedemiesurastaan. Vanha professori alkaa laatia mielessään puhetta, mutta kesken sen laadinnan hän havahtuu ristiriitaisiin muistoihinsa: isän ankaruuteen, äidin hämärään kuolemaan, opiskeluaikaansa, ulkomaille muuttaneeseen poikaansa, avioliittoonsa Mônican kanssa ja intohimoiseen muistoon Therèzestä, salaperäisestä ranskattaresta.
Romaanissaan Cristovão Tezza rakentaa Proustin ja Faulknerin hengessä monitasoisen kertomuksen ulkoisesti menestyneestä miehestä, joka elämänsä huippukohdassa ja julkisen palkitsemisen hetkellä huomaakin katuvansa menneisyyttään.
Professori on luomisvoimansa huipulla olevan kirjailijan taidonnäyte ja oiva todiste siitä, miksi Tezza on yksi brasilialaisen nykykirjallisuuden suurista nimistä. Kirjailija itse pitää romaania kansainvälisestikin palkitun tuotantonsa kypsimpänä teoksena. Cristovão Tezza on kirjoittanut 17 romaania ja kaksi novellikokoelmaa sekä essee- ja kolumnikokoelmia. Tarja Härkösen loistava suomennos tekee täyttä oikeutta alkuteoksen kielelliselle rikkaudelle.
Cristovão Tezza nasceu em Lages, Santa Catarina, em 1952, mas mudou-se para Curitiba ainda quando criança. É considerado um dos mais importantes autores da literatura brasileira contemporânea. Além de escritor, com mais de uma dezena de livros publicados, leciona na UFPR. É autor, entre outros, de Trapo, O fantasma da infância, Aventuras provisórias, Breve espaço entre cor e sombra (Prêmio Machado de Assis/Biblioteca Nacional de melhor romance de 1998) e O fotógrafo (prêmios da Academia Brasileira de Letras e Bravo! de melhor romance do ano). A publicação do inédito O filho eterno marca seu retorno à Record. O livro venceu os mais importantes prêmios literários do país: primeiro lugar no Prêmio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa, como melhor livro do ano, venceu o Prêmio Bravo! Prime de Cultura, na mesma categoria. Foi escolhido também melhor romance pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (Apca) e ganhou o Jabuti de melhor romance. Além do Prêmio São Paulo de Literatura.
Heliseu da Motta e Silva, accademico a riposo di filologia romanza, si predispone a parlare in pubblico nel corso di una cerimonia nella quale sarà insignito di un'onorificenza e dunque riesamina la sua vita, della quale forse dirà qualcosa. Ma i ricordi si affastellano disordinatamente, anche per le sue funzioni cognitive deteriorate, sicché ne esce un lungo monologo contorto, con al centro una moglie, un figlio, un'amante, figure di un lontano passato, e quale condimento diffuso la filologia romanza, che il passato remoto lo ha nella sua stessa essenza: un monologo faticoso da seguire, a tratti irritante, con bagliori fugaci qua e là.
O Professor, mais recente romance de Cristóvão Tezza, é impecável. Mas, em sendo impecável, é também um livro ruim. Contradição? Nenhuma. O livro apenas dá sequência a esta estranha tradição literária brasileira: livros que a olho nu são ruins, mas que sob a lente de um microscópio são dignos dos maiores elogios.
Como assim?!, você me pergunta com cara de indignação. Não estou querendo complicar. Tudo é muito simples. O Professor (como a maior parte da obra de Tezza, aliás) é gramaticalmente perfeito. É admirável o esmero lexical, as frases todas costuradinhas e até mesmo uma ou outra traquinagem com a língua. Meu lado Bechara tem espasmos de alegria.
Mas falta alguma coisa. A coisa. Algo, mas que os autores brasileiros insistem em ignorar: narrativa. O Professor está longe da pasmaceira de O Fotógrafo, do mesmo autor. Mas lhe falta a emoção meio crua de trabalhos como Trapo e O Filho Eterno. Falta-lhe espontaneidade! Falta-lhe, ainda, certo senso de narrativa – aquele suspense imprescindível que mantém o leitor preso ao livro.
Não me entendam mal. Sou admirador da obra de Tezza desde que abri Trapo pela primeira vez, na minha pré-adolescência. Mas há algum tempo venho notando, nele e em seus contemporâneos, esta tendência ao exercício de estilo, à literatice em detrimento da narrativa simples, sincera e... emocionante. Talvez seja uma questão de temperamento. Definitivamente não sou um homem capaz de admirar obras de arte mais exatas (?) e racionais (?).
Gosto de narrativas que extrapolam os limites da sintaxe. É como admiro um quadro: menos pelas pinceladas e mais pela imagem como um todo. Neste sentido, O Professor é como uma obra renascentista que os especialistas elogiarão pelo sfumato, enquanto eu, espectador, darei meio de ombros, simplesmente porque a Madona não me emociona ou eleva.
Funambolico e delicato, una vita riassunta nel pensiero di un risveglio mattutino e conseguente toeletta, mentre il Professore raccoglie le idee per il discorso di ringraziamento. Il ritmo delle lente azioni mattutine, il corpo maturo e quasi anziano che incombe, scandisce la sequenza dei pensieri. Un dentro-fuori fatto di pensieri mesti, ricordi, scuse, alibi ma anche momenti crudi di confronto con sé stesso. Il Professore Heliseu è un personaggio che non sappiamo se odiare o compatire, purtroppo in alcuni momenti rischia di assomigliarci. Ma la maestria di Tezza ce lo rende irresistibile, vivo, presente, fisico. Un grande libro, una scrittura complessa che diventa una canzone se si trova il ritmo giusto e la chiave di malinconia e ironia necessaria per gustare ogni singola parola.
Um prazer de leitura! Já quase no final, e também pelo meio, cansei um pouquinho do fluxo de consciência, das idas e vindas no tempo e na voz. No final, a gente entende que isso é o livro, é a riqueza da obra. 'O professor' faz pensar na utilidade de nossos empenhos para fazer uma vida, especialmente uma vida acadêmica. Afinal, para que servem? Servem?
Para leitores da área de Letras, há uma graça além: algumas disputas internas à área são alvo de brincadeiras bem construídas pelo autor. Analistas do discurso devem ler o livro para rir de si, de nossas arrogâncias (sim?), de nossas contribuições. Fazer rir é uma boa forma de fazer pensar.
Cristóvão Tezza tirou nota 10 neste livro! (e também em Filologia, em Linguística e em AD - rsrs)
230 páginas que se passam no fluxo de pensamento de Heliseu, professor septuagenário de filologia românica que se prepara para uma homenagem de mérito acadêmico, dentro de poucas horas, na universidade em que leciona. Nessas poucas horas, que intercalam uma narrativa factual das ações prosaicas de acordar, levantar-se, escovar os dentes e alimentar-se, com o emaranhado de memórias que vêm à tona, o tarimbado docente se autoadvoga a missão de “passar a limpo a (si) mesmo”, encontrando algum sentido em sua trajetória capaz de nortear a fala que fará em seu discurso de agradecimento. Neste exercício, que rompe qualquer tentativa de organização linear do tempo, se imbricam os planos profissional, pessoal-afetivo, acadêmico e político. Uma vida que se confunde com o processo de redemocratização, a pandemia da AIDS, o avanço tecnológico-informacional e as profundas mudanças nos costumes da sociedade brasileira ao longo das últimas décadas. Contexto no qual, se (des)fazem seus relacionamentos com a mãe (amorosa), com Mônica (mnemônica), com Therèze (à qual falta o acento agudo no primeiro “e”) e com Dona Diva (a empregada doméstica). Na busca de sentido, o pensamento delirante e lacônico de Heliseu, nos mostra um protagonista cansado de si e do mundo: a personificação da obsolescência de quem não se sente pertencente a lugar algum. Conheci Cristóvão Tezza na @fliaraxa do último ano. Comprei o livro em uma dessas tardes que dedicamos a minerar raridades bibliográficas entre os livros usados de um sebo. Por óbvio, a motivação foi o título, que gerou identificação pessoal. No entanto, a obra entrega muito mais do que a trajetória do professor que a protagoniza. Mostra como os mecanismos de pensamento passam ao largo de qualquer tentativa de conferir sentido linear à nossa existência no mundo. Vida-caos.
É cedo para comentar, pois que terminei a leitura hoje. Como diz outro Professor (com P majuscule!) o Olavo de Carvalho. Põe o livro lido de lado e medita para depois escrever sobre ele. Não é o que muito crítico de jornal faz, mas, enfim, é o que deve ser. De pronto, uma "crítica impressionista": Gostei. O professor Heliseu é um personagem "de-carne-e-osso", verossímel, com suas contradições e sua história que é convincente porque trazida a nós, leitores, por um escritores na posse de talento de narrador. O romance é muito bem escrito. O resultado imediato sobre este leitor: o meu interesse já em progresso (i.e.: sendo atendido pelo "mar de conhecimento compartilhado" que é a Web). Eis, que tendo finalizado a leitura hoje por volta das 11h da manhã, fecho esta nota (às 11h da noite) com os arquivos em *.pdf de "Crestomatia Arcaica" e da "Chronica do Descobrimento e Conquista da Guiné" - dois livros citados pelo Autor no "discurso" do personagem principal - O Professor Heliseu. Volto com as razões do meu "Gostei" em breve. Por ora, recomendo a leitura deste belo romance. Fiquem em Paz. Beto Queiroz Meu Blog
O Professor é um livro já maduro de um dos escritores mais aclamados atualmente no Brasil. Conta a história de um professor universitário, Heliseu, que parece ser um classicão ancorado nas suas memórias. Não vou destrinchar o enredo, mas vou comentar que quando terminei a obra, o primeiro que pensei foi: não gostei muito; mas, no decorrer das horas, captei que esta se negava a sair da minha cabeça. Um conjunto de reflexões surgiram incessantes, pelo que cheguei à conclusão de que O Professor vai além de uma temática proustiana, ou uma escrita que capta a essência do fluxo de consciência ao estilo do velho James Joyce, mas, também, apresenta dilemas modernos e contemporâneos com a capacidade de remover a consciência de qualquer leitor, independentemente dos gostos estéticos e/ou da idade.
Meus primeiro contato com Tezza foi ótimo! Leiam-no!
Enquanto prepara o seu discurso de agradecimento a um prêmio acadêmico que receberá, Eliseu, o protagonista, narra a sua história de vida, passando por episódios marcantes e memoráveis. Escrito em primeira pessoa, o leitor logo percebe que Eliseu, sentindo-se solitário, busca, na verdade, encontrar um propósito em tudo o que fez ao longo dos seus mais de 70 anos. É uma obra muito agradável e nos faz pensar sobre o propósito da vida: quando envelhecermos, vamos olhar para o passado e ficar satisfeitos com o que fizemos?
Un lungo monologo, quello del "professore" di filologia romanza, un concentrato di quello che potremmo immaginare di peggiore nell'ambiente accademico: un conoscitore maniacale e polveroso della linguistica che frequenta intimamente la propria dottoranda, un pessimo marito, un padre snaturato, un amante tradito, un uomo che guarda se stesso cadere nella vecchiaia e, senza alcuna indulgenza consolatoria, rivisita la propria vita al momento del pensionamento. Il brillante Cristovao Tezza prende a pretesto la preparazione di un discoso di commiato - che non avrà mai luogo così come lo formula - per srotolare davanti ai nostri occhi un'esistenza fatta di piccole cadute, amori stecchiti, relazioni fasulle attraverso la coscienza amara di chi l'ha vissuta. Insinua l'idea di un uxoricidio, a piccolissime pennellate, flashes equivalenti a quelle immagini da una frazione di secondo introdotte nei films dai maestri del suspense, e con un senso della quotidianetà inquietante, prende le veci di un Simenon per ricostruire fatti sui quali potremmo rimanere sempre in dubbio. (Difatti, l'ispettore di polizia, il nostro professore lo chiama sarcasticamente Maigret.) Ma potremmo rovesciare tutta la prospettiva, dipende dal punto di vista della macchina da presa; forse dovremmo compatire il povero Heliseu, imprigionato con una moglie cattiva, sedotto e abbandonato dalla giovane Therèse, incompreso dai colleghi. Dove inizia la caduta? La caduta del bambino che si si sveglia spaventato dal sogno di caduta, la caduta delle consonanti intervocaliche che connotano il portoghese come nessun' altra lingua, la caduta dal terrazzo di Monica? "Heliseu passò in rassegnala sua memoria affettiva, all'inseguimento di un parallelismo, la mano di sua madre tra i cappelli dopo quel sogno infantile [...] e in seguito, anni e anni di durezza fisica e mentale condita di studio e autocontrolla, con la presenza del padre sempre più attempato, fino alla tranquilla caduta delle consonanti intervocaliche e agli occhietti di jacubitaba di sua moglie, che alla fine era volata dal settimo piano, scaraventandolo nell'istante presente."
Di fronte alle ambiguità di questa (e di tutte?) esistenza rimane, monolitico e muto, il viso della testimone, il viso petroso dell'oggettività: dona Diva, simile alle ancelle delle tragedie, che vede e tace.
Heliseu, professore di filologia ormai in pensione, si prepara per ricevere un'onorificenza per la carriera, e come da tradizione dovrà tenere un discorso che riassuma la sua esperienza come docente dell'università. Prima e terza persona si alternano in un interminabile flusso di coscienza, tutto il passato di Heliseu viene rianalizzato e ripercorso in cerca di ispirazione per il suo discorso. Mentre si lava, si veste e fa colazione, si arrovella costantemente su quali argomenti possano essere adatti ad un discorso di ringraziamento: di sicuro non può parlare del figlio, gay ed emigrato negli Stati Uniti; non può menzionare la moglie, morta in circostanze mai del tutto chiarite, vittima di femminicidio ampiamente praticato e scusato dalla società brasiliana. Non vuole nemmeno menzionare l'amante, una studentessa che lo ha sedotto e poi abbandonato, non prima di averlo reso lo zimbello della facoltà e principale causa della rottura con la moglie. Né il padre, che lo ha terrorizzato quando era piccolo con durissime lezioni di vita, e che non ha mai creduto che un prete avesse abusato del figlio quando era piccolo. Cosa premia il Brasile di Heliseu? Un uomo meschino, che ha come unico vanto il non aver mai messo su pancia. Un maschilista, che detesta la moglie perché è di aspetto dozzinale. Un 'retrogrado' che non ha accettato l'omosessualità del figlio, rovinato dalla madre troppo premurosa. Un nichilista, che non ha mai trovato importante la politica, neanche quando faceva irruzione nella sua vita privata. Eppure, come bilancio finale, è impossibile condannare senza appello Heliseu; il suo sistema di valori è una valuta in costante svalutazione, specchio dei decenni tumultuosi di cambiamenti sociopolitici. Se ha un peccato, è quello di essere un uomo del suo tempo, perfettamente inquadrato nel suo ruolo, e pertanto incapace di chiedersi se abbia mai provato vergogna per una vita che forse avrebbe voluto vivere diversamente.
Un libro non facile, "La caduta delle consonanti intervocaliche". Da leggere piano piano. Soffermandosi un po' per imparare (la storia e il costume di un Paese lontano, qualcosa di noi stessi), un po' per riflettere sulle cose della vita. Heliseu, nel preparare un discorso che dovrà tenere in occasione di un'onorificenza che gli viene tributata, riflette sulla sua vita, su ciò che lo ha portatao a essere ciò che è. Ma forse, alla fine, questo libro non è altro che il racconto di una storia d'amore, e il racconto di una dinamica familiare molto particolare. Heliseu ci racconta le brutture della sua vita e della sua anima. Sembra quasi riscoprirle assieme a noi, pian piano, mentre ce ne parla ricostruendo pezzo per pezzo gli attimi che hanno cambiato la sua esistenza e le sue aspettative. Ecco, forse, questo libro è più il racconto delle aspettative di Heliseu, che della sua vita. E, per questo, è profondamente romantico. Perché Heliseu è profondamente romantico, nella sua follia e nel suo solipsismo. Mi sfuggono certamente tante cose, perché è un libro che parla di una terra che non consosco, ne è impregnato; il Brasile, il "paese del non detto"; Heliseu è il Brasile. Io, sono il Brasile. Noi, siamo il Brasile. Si tratta, comunque, di un romanzo con molti piani di lettura, quindi risulta piacevole, per quanto non leggero. Un flusso di coscienza, un dialogo di Heliseu con se stesso e con la parte più oscura di sé che forse, alla fine, nemmeno lui riesce a capire fino in fondo . Heliseu è un uomo che appare insicuro, e che si rifugia nelle regole, e prende sul serio solo ciò che riesce a comprendere e tradurre; come può credere nell'amore, come può capirlo? Ma chi di noi riesce davvero a capire se stesso? Sarebbe bello poterci soffermare a riflettere su noi stessi, su ogni aspetto della nostra vita. Se io fossi al suo posto, riuscirei davvero a capire dove sbaglio e, soprattutto, ad ammetterlo?
talvez seja porque comecei a leitura com minhas expectativas relativamente baixas, mas adorei essa leitura. o autor consegue fazer um estudo de personagem sem possuir uma narrativa, simplesmente analisando seu passado, suas escolhas e o jeito que tratou as duas mulheres mais importantes da sua vida, além de seu filho homossexual.
gostei que o livro não deixa tudo 100% claro, apenas deixando implícito o que ocorreu com o filho de heliseu, o personagem principal. me emocionei diversas vezes, foi um estudo da velhice e da tentativa fútil de "encontrar um significado para sua vida" excelente. com certeza lerei outras obras do autor
En pitänyt professorista, vaikka tutkimusaiheensa olikin kiehtova. Sitä paitsi noilla aamutoimien nopeudella professori on auttamatta vähintään päivän verran myöhässä tilaisuudesta.
Gosto muito da escrita do Tezza, ela tem grande valor. Este livro demanda uma dose extra de atenção porque é uma narrativa que vai e vem em três períodos num fluxo de consciência constante. Recomendo para leitores mais exigentes (e experientes).
Professori tekee yhden aamun verran tiliä itsensä kanssa valmistautuessaan jäähyväisluentoonsa. Ihan ok, mutta ei jättänyt kovin pysyvää muistijälkeä (pari kuukautta lukemisen jälkeen).
A fluidez de pensamento com que o autor biografa a vida inventada do professor Heliseu é de uma leveza e precisão impressionantes. O leitor é levado pelo fluxo como que por uma corrente tão jeitosa que agrada até nas passagens mais triviais, envolvendo inclusive a academia e o estudo das letras no processo. Muito de bom gosto, afinal, o menino Cristovão Tezza.
Gostei muito, apesar da fragmentação às vezes exagerada do fluxo de consciência do personagem principal. Certos trechos poderiam ter sido escritos para vários de nós, leitores, de forma particular. Um drama da mortalidade, do desgaste, das pequenas preguiças que levam a enormes desastres.
Dalla nascita della lingua lusitana ad oggi, o meglio, alla vita del prof Heliseu; provato costantemente dai sensi di colpa e dalle occasioni perse. Prima con la moglie Monica, con l'attuale compagnia e ora con il figlio Eduardo "Dudù", allontanato perché omosessuale.
Nel corso dell'opera vengono inseriti - in pillole - considerazioni sulla lingua portoghese e su quella brasiliana. Un espediente interessante per i filologi e per i parlanti della lingua, ma che risulterà vano perché si confonde con il flusso di coscienza assai nebuloso del protagonista.
Inconcludente per alcuni aspetti. Bastava leggere soltanto la sinossi del libro, perché in esso non vi è aggiunto altro.
Olin tälle romaanille täysin väärä lukija. Niin sukupolvi kuin sukupuoli, kulttuurinen tausta ja akateemisuuden taso olivat minulle tavoittamattomissa. Viime aikoina olen havahtunut siihen, että tässä tilanteessa ei ehkä ole tarpeellista avata suutaan teoksen ansioista tai puutteista. Tämä romaani voi toimia hyvinkin samaistuttavana, ehkä jopa voimaannuttavana, teoksena monelle joko 30-50-luvuilla syntyneille, miehille tai akateemista maailmaa tuntevilla (kielitieteilijöille), koska en ole näistä mitään, jätän poikkeuksellisesti tähdittämättä.