Testemunha de diversos atendimentos realizados no plano superior, o Espírito André Luiz aborda os motivos de desequilíbrio mental e as consequências a que podem ser submetidos os irmãos imersos na loucura. Suicídio, aborto, epilepsia, mongolismo, alienação mental, desequilíbrios do sexo, esquizofrenia e psicose são alguns dos temas analisados sob a luz da psiquiatria e da Doutrina Espírita, destacando a importância do socorro prestado pelos trabalhadores espirituais aos amigos enfermos e necessitados. Apresentando tratamentos da alma e informações sobre a comunicação entre encarnados e desencarnados — especialmente durante o repouso do corpo físico —, o autor espiritual busca estudar a complexidade da mente humana e suas inclinações, sejam elas felizes sejam infelizes. * Coleção A vida no mundo espiritual Nosso Lar | Os mensageiros | Missionários da luz | Obreiros da vida eterna | No mundo maior | Libertação | Entre a Terra e o Céu | Nos domínios da mediunidade | Ação e reação | Evolução em dois mundos | Mecanismos da mediunidade | Sexo e destino | E a vida continua...
Francisco de Paula Cândido Xavier, popularly known as Chico Xavier was a popular "medium" in Brazil's Spiritism movement and wrote 412 books through a process known as psychography. The profits of his books were all donated into charity work.
He influenced the establishment of Kardecist Spiritism as one of the religions professed in Brazil.
In 1981 and 1982, Chico Xavier was nominated for the Nobel peace prize and on October 3, 2012, was named as "The Greatest Brazilian of all time" by one of the biggest brazilian television channel (SBT), based on a viewer-supported survey.
Neste quinto volume da série A vida no mundo espiritual, André Luiz nos mostra diversos aspectos da espiritualidade aplicados na vida diária, nos fazendo compreender diversos dilemas terrenos. O reencontro com o avô Cláudio é emocionante. Lições que nos comovem, nos clareiam os pensamentos e nos guiam na busca de ser alguém melhor são encontradas a cada capítulo. Recomendo a leitura.
Impressionante a capacidade de André Luiz em transmitir sua visão do “outro lado da vida”. Neste quinto volume da série, o autor e o benfeitor Calderaro se debruçam sobre diversos casos de loucura e desequilíbrio mental, bem como o impacto no corpo físico e perispíritico. Aqui vemos relatos dramáticos de espíritos empedernidos no mal e seus sofrimentos de mais diversos matizes, mas também observamos o concurso generoso dos espíritos superiores, como a veneranda irmã Cipriana. Podemos destacar também o papel do sono em proporcionar um desprendimento transitório da matéria e permitir a intervenção positiva do mundo espiritual.
O relato de André Luiz inicia-se no plano terrestre, donde são especificados os procedimentos nas tarefas espirituais de atendimento imediato, não programados, de casos de loucura, suicídios e extremos desastres morais. O instrutor Eusébio discursa sobre a ameaça do equilíbrio terrestre pelas doenças da alma. O comportamento humano é radiografado e mostrado à beira dos abismos da alienação mental. Voluntários dedicados são convocados à tarefa da salvação dos displicentes e dos racalcitrantes. É citado o serviço de assistência às cavernas. Novos conceitos psíquicos são explicados: perversidade como loucura; revolta como ignorância; e desespero como enfermidade. Também encontramos preciosa instrução espiritual sobre o cérebro humano, que é comparado a um castelo de três andares, nos quais localizam-se: primeiro andar: residência dos impulsos automáticos (subconsciente/o passado) – hábito e automatismo; segundo andar: domicílio das conquistas atuais (consciente/o presente) – esforço e a vontade; e terceiro andar: - casa das noções superiores (superconsciente/o futuro) – ideal e meta superior. Há descrição de dois cérebros interligados: obsessor-obsidiado, que odeiam-se reciprocamente, daí resultando estarem ambos loucos, quanto à organização perispiritual. São citados os ‘vermes mentais’ que produzem moléstias da alma, no cérebro perispiritual. Há a impressionante narração de um crime (assassinato) e suas terríveis conseqüências. É citada a ‘química espiritual’, instalada no cérebro do desencarnado, muitas vezes com ação conjunta à química orgânica e inorgânica do encarnado. Somos informados de que o sofrimento áspero, mas redentor, da expiação, não acontece apenas na esfera carnal, mas também em regiões sombrias fora dela. Há exemplar doutrinação espiritual, mostrando a ascendência moral do doutrinador, tarefeiro do Bem: na desobsessão, por exemplo, aqui focalizando um caso em que o obsidiado (que cometeu assassinato), em desdobramento pelo sono, é levado a ficar frente a frente com o obsessor (a vítima), o perdão harmonizando ambos, por fim. Junto à leitura se encontra a narração de um homem vivendo os prazeres do mundo e de uma jovem pobre que para custear tratamento médico da mãe se une a ele. Os dois são doutrinados, durante o desdobramento pelo sono. Em conseqüência, retificam seu procedimento. André Luiz comenta sobre o esforço da espiritualidade para impedir processos de loucura. Nesse contexto, sobressai o valor da ‘prece intercessória’. Reafirma que o espírito não retrocede em hipótese alguma, contudo as formas de manifestação do ser podem sofrer degenerescência (destrambelho dos elementos perispiríticos), mongolismo, por exemplo. Também fala sobre os tratamentos de choque que existiam na época (1947). Atualmente, são outros os conceitos sobre o tratamento por choque elétrico, que tiveram seu emprego consideravelmente restringido após o progresso da psicofarmacologia. André Luiz explana sobre a epilepsia, cujas causas, geralmente, situam-se nos descaminhos das vidas passadas e na vida presente, carreando interferências obsessivas, disfunções mentais, com reflexos perispiríticos, ocasionando transtornos orgânicos. A cura só é possível pela reforma íntima, passes e principalmente a fé positiva. O livro demonstra que, em mediunidade, o animismo não deve tomar o caráter inquisitorial, e sim, o educativo. A intuição pura é considerada a mediunidade mais estável e bela entre os homens. Há impressionante descrição de um aborto, visto do plano espiritual: o perispírito do abortado, imantado ao corpo daquela que lhe seria mãe, promove tamanha onda de ódio que a leva a uma imprevista e dolorosa desencarnação. O amor é enaltecido, ao tempo que mostra como os descaminhos dos prazeres promíscuos levam à loucura. Conquanto demonstrando respeitosa posição à Medicina terrena (discorrendo sobre a escola freudiana da psicologia analítica), a Espiritualidade indica que os desequilíbrios sexuais são doença da alma. O livro elucida os conflitos da esquizofrenia (originária de sutis perturbações do perispírito), dos quais resultam um conjunto de moléstias variáveis e indeterminadas no corpo físico. É mostrado como a espiritualidade provoca uma desencarnação, como providência compassiva, a benefício do desencarnante e dos seus familiares. Traz-nos a emocionante lição de como a espiritualidade amiga impede um suicídio (por merecimento) de uma jovem desiludida e humilhada no amor, impondo-lhe sono profundo, horas antes do lance fatídico. Desdobrada pelo sono, a jovem é doutrinada, vindo a desistir do suicídio, por compreender que as dores da experiência humana, são ‘dons do Divino Suprimento’ e que por vezes há ‘vantagens que só podem ser encontrados na solidão’. A espiritualidade amiga ministra ajuda, através providência provisória, mas drástica: provoca desarmonia no corpo de um alcoólatra, a benefício do próprio e também visando amparar à esposa e dois filhinhos. Põe a descoberto como nos ambientes menos dignos há ‘multidão de entidades conturbadas e viciosas’ dos espíritos desencarnados, em triste sociedade, por afinidade. Vê-se ali, em perfeita simbiose mental de encarnados alcoólatras e desencarnados também alcoólatras; dançarinos (voltados para o primitivismo do ser, embalados por música inferior e pela viciação dos sentidos, com gestos ridículos e gritos histéricos, correspondendo inconscientemente a desencarnados que a isso os induziam, fazendo-lhes companhia-sociedade invisível. André Luiz também discorre sobre uma assembléia de encarnados (religiosos católicos romanos e protestantes das Igrejas reformadas), os quais, desdobrados pelo sono, em companhia de desencarnados, recebem valiosa lição-alerta sobre os ranços do dogmatismo e da divisão humana da fé. É enaltecida a união fraternal vivenciada pelos heróis anônimos que transitaram nas aflições, dos então primeiros aprendizes da Boa-Nova. É mostrado o erro dos sacerdotes políticos que dividiram em várias escolas a ‘Religião do Amor Universal’, fundada por Jesus, do que resultaram os desvarios da separação por motivos de fé. A loucura é considerada no tema espírita do livro como suicídio ‘habilmente dissimulado’, pela não resistência à dor e pela entrega (também sem resistência) à perturbação destruidora, que por fim, abre as portas da morte. Fica claro que impaciência e tristeza são forças terríveis a desarmonizar a mente, perdurando por várias existências. A alienação mental é início da ‘descida da alma às zonas inferiores da morte’. Quanto aos recém-nascidos ou os que na infância apresentam esse quadro, tal é reflexo de comportamento equivocado no passado, colidindo forte com as Leis Divinas. No ‘Baixo Umbral’ (cavernas de sofrimento, no plano espiritual) existe a ‘zona medonhamente sombria’, a tal ponto, que André Luiz não teve permissão de nela se aprofundar, mas apenas a de permanecer no limiar daquelas cavernas, e assim mesmo, acompanhado de seu instrutor espiritual. É citado o insólito caso de espíritos de grande intelectualidade e poder mental, mas desprovidos de amor, os quais, por serem extremamente devedores das Leis Divinas, como passos iniciais de melhoria moral, eventualmente recebem determinação educativa de realizar tarefas laboriosas no seio da Natureza. Mais adiante André Luiz reencontra e socorre o avô, a quem tanto amara quando criança e por quem tanto também era amado. Seu avô estava já há quarenta anos estacionado no ‘Baixo Umbral’. O reencontro de ambos é pungente. A beleza literária da narração só é superada pela exaltação da Lei do Amor. A leitura demonstra como a pobreza extrema, com trabalho educativo, imposta pela espiritualidade protetora, pode ser reeducativa para as aspirações de duas pessoas interligadas por problemas de vidas passadas. No caso, é programado reencontro entre réu e vítima. Aceito por ambos esse reencontro, ficam a descoberto os imensos benefícios da bênção do perdão, trazendo-lhes felicidade. E, por fim, no Lar de Cipriana, é descrita essa benemérita instituição espiritual, onde incontáveis espíritos estagiam, aprendendo o reajustamento anímico, através o auto-reconhecimento, preparando-se para melhores condições de vida. Na verdade, tal instituição é verdadeira oficina de restauração do espírito. * Eis alguns trechos que mais gostei: “...Ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob a indefectível atuação das forças visíveis ou das invisíveis... O conhecimento pode pouquíssimo, comparado com o muito que o amor pode sempre... Muitos retiram do sofrimento o óleo da paciência, com que acendem a luz para vencer as próprias trevas, ao passo que outros dele extraem pedras e acúleos de revolta, com que se despenham na sombra dos precipícios... Se o amor emite raios de luz, o ódio arremessa estiletes de treva. Nos lobos frontais recebemos os estímulos do futuro, no córtex abrigamos as sugestões do presente, e no sistema nervoso, propriamente dito, arquivamos as lembranças do passado. Nosso pobre amigo está sendo bombardeado por energias destrutivas do ódio na região de serviços do presente, isto é, em suas capacidades de crescimento, de realização e de trabalho nos dias que correm. Tal situação, derivante da culpa, compele-o a descer mentalmente para a zona de reminiscência do passado, onde o seu comportamento é inferior, raiando pela semi-inconsciência dos estados evolucionários primitivos. Esmagadora maioria dos fenômenos de alienação psíquica procedem da mente desequilibrada... Se o mal demanda tempo para fixar-se, é obvio que a restauração do bem não pode ser instantânea. Assim ocorre com a doença e a saúde, com o desvio e o restabelecimento do equilíbrio... Por mais que suplicasse e por muito que insistissem os elementos intercessórios, a ansiada libertação demorou muitíssimo, porque o remorso é sempre o ponto de sintonia entre o devedor e o credor, e o nosso amigo trazia a consciência fustigada de remorsos cruéis... O serviço da verdade pertence ao Senhor, e não aos homens. Olvidaria todos os golpes. Receberia as objeções dos outros, transformando-as em auxílios. Converteria as opiniões desanimadoras em motivos de energia nova... Seria fiel a Deus e a si mesma. Se os companheiros humanos não a pudessem entender, não lhe restava o conforto de ser compreendida pelos amigos da vida espiritual?... Todos os seres que conhecemos, do verme ao anjo, são herdeiros da Divindade que nos confere a existência, e todos somos depositários de faculdades criadoras... Todo ser é impulsionado a criar, na organização, conservação e extensão do Universo!... Excetuados os casos puramente orgânicos, o louco é alguém que procurou forçar a libertação do aprendizado terrestre, por indisciplina ou ignorância. Temos neste domínio um gênero de suicídio habilmente dissimulado, a autoeliminação da harmonia mental, pela inconformação da alma nos quadros de luta que a existência humana apresenta. Diante da dor, do obstáculo ou da morte, milhares de pessoas capitulam, entregando-se, sem resistência, a perturbação destruidora, que lhes abre, por fim, as portas do túmulo... O louco, em geral, considerando-se não só o presente, senão até o passado longínquo, é alguém que aborreceu as bênçãos da experiência humana, preferindo segregar-se nos caprichos mentais; e a entidade espiritual atormentada após a morte é sempre alguém que deliberadamente fugiu as realidade da vida e do universo, criando regiões purgatórias para si mesmo... É mais fácil recolher criaturas de maiores cabedais de amor com reduzida inteligência, e convivermos com elas, no processo evolucionário comum, do que abrigarmos pessoas sumamente intelectuais sem amor aos semelhantes; com estas últimas, a vida em comum, no sentido construtivo, é quase impraticável... Para conseguir a sabedoria com proveito, era indispensável adquirir amor...”
Very enlightening should be used for treating mentally ill as hippocrateus said don't see what disease the person has but what person has the disease a very humane beginning will happen and earth will evolve
Neste 5° livro da Coleção "A vida no mundo espiritual", André Luiz aborda sobre o desequilíbrio mental e as consequências da "loucura" no mundo espiritual, analisando casos juntamente com seus instrutores, Calderaro e Cipriana, de suicídio, esquizofrenia, desequilíbrios do sexo, aborto, epilepsia, entre inúmeros outros temas.
É um livro de extrema relevância e importância por abranger a saúde mental, assunto que está tão em alta nos dias atuais, coincidência ou não, decide iniciar essa leitura no mês de setembro, mês da campanha de prevenção ao suicídio, fato este que só agora, escrevendo essa resenha que me dei conta.
Me comoveu bastante esse livro, tratando de temas que são difíceis de se lidar, difíceis de ter uma solução ou uma "melhora", difíceis para quem está passando e também para aquele que está de fora assistindo, acho que senti isso também do próprio André Luiz, por diversos momentos, durante a leitura, era possível notar o quão mexia com ele, principalmente nos capítulos finais, onde ele se depara com seu próprio avô em um dos casos.
Como de costume, não é uma leitura tão fluida, requer cerca atenção redobrada, e em diversos momentos temos o André Luiz médico abordando assuntos como de anatomia e a fisiologia da mente humana, por exemplo, o que pode complicar um pouco para quem não tem conhecimento da área da saúde. Não senti tantas dificuldades para realizar essa leitura, mas no fundo, foi uma leitura que mexeu profundamente comigo.
"Somos filhos de Deus, em crescimento. Seja nos campos de forças condensadas, quais os da luta física, seja nas esferas e energias sutis, quais as do plano superior, os ascendentes que nos presidem os destinos são de ordem evolutiva, pura e simples, com indefectível justiça a seguir-nos de perto, à claridade gloriosa e compassiva do divino Amor."
"(...) cada lavrador respira o ar do campo que escolheu."
"(...) reconhecendo na prece, mais uma vez, não só a manifestação da reverência religiosa, senão também o recurso de acesso aos inesgotáveis mananciais do divino Poder."
"Cada qual tem à sua frente o serviço que lhe compete, como cada dia traz consigo possibilidades especiais de realização no bem."
"Ao lado de cada homem e de cada mulher no mundo, permanece viva a vontade de Deus, relativamente aos deveres que lhes cumprem."
"Hoje, as coletividades humanas ainda sofrem o assédio da espada homicida, e chuvas de bombas arremetem contra populações indefesas; no entanto, a febre amarela, a cólera e a varíola foram dominadas; a lepra, a tuberculose e o câncer experimentam combate sem tréguas. Existe, porém, nova ameaça ao domicílio terrestre: o profundo desequilíbrio, a desarmonia generalizada, as moléstias da alma que se ingerem sutis, solapando-vos a estabilidade."
"Não somos criações milagrosas, destinadas ao adorno de um paraíso de papelão. Somos filhos de Deus e herdeiros dos séculos, conquistando valores, de experiência em experiência, de milênio a milênio. Não há favoritismo no Templo Universal do Eterno, e todas as forças da Criação aperfeiçoam-se no Infinito."
"Sejamos instrumentos do bem, acima de expectantes da graça."
"(...) deixai plantado o bem na esteira de vossos passos."
"O arrependimento é, porém, caminho para a regeneração e nunca passaporte direto para o Céu (...)"
"(...) possuímos, em nós mesmos, o passado, o presente e o futuro."
"Em verdade, na alienação mental começa a 'descida da alma às zonas inferiores da morte'. Observando o manicômio é possível entender, de certo modo, a loucura dos homens e das mulheres que, aparentemente equilibrados no campo social da crosta terrestre, onde permutam os eternos valores divinos por satisfações ilusórias imediatas, são relegados depois, além do sepulcro, a inominável desespero do sentimento. Quanto às perturbações que acompanham a alma no renascimento ou na infância do corpo, na juventude ou na senilidade, é mister reconhecer que o desequilíbrio começa na inobservância da Lei, como a expiação se inicia no crime."
"Quase podemos afirmar que noventa em cem dos casos de loucura, excetuados aqueles que se originam da incursão microbiana sobre a matéria cinzenta, começam nas consequências das faltas graves que praticamos, com a impaciência ou com a tristeza, isto é, por intermédio de atitudes mentais que imprimem deploráveis deflexões ao caminho daqueles que as acolhem e alimentam."
"Para que se efetue a jornada iluminativa do espírito é indispensável deslocar a mente, revolver as ideias, renovar as concepções e modificar, invariavelmente, para o bem maior o modo íntimo de ser, tal qual procedemos com o solo na revivificação da lavoura produtiva ou com qualquer instituto humano em reestruturação para o progresso geral. Negando-se, porém, a alma a receber o auxílio divino, pelos processos de transformação incessante que lhe são oferecidos, em seu benefício próprio, pelas diferentes situações de que os dias se compõem no aprendizado carnal, recolhe-se à margem da estrada, criando paisagens perturbadoras com desejos injustificáveis."
"Ao mundo atormentado proclamemos a nossa fé em Cristo Jesus para sempre!..."
"A salvação é contínuo trabalho de renovação e de aprimoramento."
"A crosta da Terra é atualmente um campo de batalha mais áspera, mais dolorosa..."
"Todas as lutas terrenas chegam e passam; ainda que perdurem, não se eternizam."
Apresentando-nos novas perspectivas, este livro é leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada nas questões da mente e das doenças mentais. Seja-se crente ou não, André Luiz apresenta uma realidade completamente diferente do que estamos habituados.
Este livro trata da compreensão do funcionamento do cérebro e como é afetado pelas doenças do espírito, também trata das doenças mentais mais especificamente para serem melhor compreendidas. Maravilhoso livro, como são todos os livros da série A Vida No Mundo Maior de André Luiz. Não deixe de ler este livro comovedor e educativo.
Mais um ótimo livro da série de André Luiz. Nesse volume o tema principal é o cérebro. André, como sempre com a sua curiosidade de cientista e descrições apuradas, narra os mais diversos cenários onde o cérebro desempenha papel central, seja como receptor das mais diversas fontes de energias, ou como distribuidor dessas energias ao longo do corpo e as suas consequências. Muito bom. :)
Interessante conhecer na prática a ligação entre corpo e espírito e a raiz das doenças, especialmente as mentais, no espírito. Mais um degrau fundamental na escada de conhecimento pro nosso progresso.
Os livros de André Luiz são conteúdo essencial para qualquer espiritualista. Neste, conhecemos a força do amor, que está acima da instrução no que se refere às possibilidades de auxílio a espíritos mais endurecidos. O trabalho sacrificial das falanges do amor em socorro aos vales da ignorância é demonstrado de forma linda. As necessidades de preparo para o contato fraterno com entidades em grande desequilíbrio nos mostra o quanto precisamos aprender e como é imperioso despertar o amor mais universalista. Obra prima.
Acabei de ler esse livro!! Muito bom, embora seja um pouco mais chatinho de ler que os outros. Ele fala da loucura pela conciência e pela obsessão, de aborto, de tentaiva de suicidio e das pessoas que ficam na "caverna" por apego à bens materiais, além de muitos outros assuntos. Leitura hiper recomendada.