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Guerra de narrativas: A Crise Política e a Luta Pelo Controle do Imaginário

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O tema de Guerra de narrativas é a disputa sem trégua que tomou conta do Brasil nos últimos anos, envenenando e dividindo a sociedade entre “nós” e “eles”. Marcada pela politização insana de todos os aspectos da vida cotidiana, essa polarização se radicalizou com o colapso de uma narrativa de Brasil, com o fim da ficção de um consenso.

Essa guerra ainda está em curso, em meio a um clima de histeria coletiva que ultrapassa a questão partidária. Às vésperas de uma nova eleição, Luciano Trigo faz, de forma original e engenhosa, um apelo à razão, com a necessária lembrança ao leitor de que a política não é uma disputa entre o bem e o mal. Muito menos no Brasil.

303 pages, Kindle Edition

Published July 5, 2018

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Luciano Trigo

22 books2 followers

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Profile Image for Guilherme Smee.
Author 27 books190 followers
October 16, 2018
Não costumo ler muitos livros sobre política, - afinal o brasileiro tem diversos motivos para se manter longe deles -, mas este A Guerra de Narrativas é o livro mais tendencioso que já li na minha vida inteira (e não li poucos). O nome guerra, por si só, denota dois lados de um combate, mas o autor analisa somente um lado e, portanto é raivosamente parcial. Ele analisa apenas o lado maligno e pernicioso do "lulopetismo", expressão que, sozinha, já escancara qual lado da tal guerra está o autor.
O autor tem razão em apenas uma coisa: foi a ascensão do discurso petista e sua vontade de tomar a democracia sem oxigená-la que comprometeu nossa democracia levando ao surgimento e destaque da direita tirânica e fascista. Por outro lado, temos que convir que a inação da "direita light" também contribuiu para esse cenário. Mesmo os movimentos dos "camisas amarelas" não queria a "direita light" no poder. Mas a questão não é essa. Um livro que se propõe analisar dois lados de uma guerra - como diz na sua orelha e na contracapa - falha fragorosamente.
Além disso, o autor deve se amar intensamente, pois existem mais de 20 citações longuíssimas de seus textos no seu blog do jornal O Globo em que dispara sua metralhadora contra qualquer tema "de esquerda". O autor poderia incorporar esses textos no livro, mas a sua narrativa auto laudatória o impede. Ele precisa citar a si mesmo para justificar as próprias ideias. O fato de que o autor não releu o texto não é nem questão de auto plágio, mas que ele não metabolizou o texto, não repensou suas ideias e acabou desenvolvendo um pensamento por colagem. Assim fica difícil ver alguma legitimidade num livro de um jornalista que se diz imparcial e que pretende, neste livro analisar uma guerra - mas que acontece apenas de um lado do front.
O livro teria um potencial enorme para ser uma ótima leitura se se eximisse de lados e fosse mais teórico do que um instrumento doutrinário. Infelizmente meu lado Polianna - que não cai só nas narrativas "de esquerda" - caiu também na enganação pura que é esse livro. Às vezes é melhor escrever mimimi que tomar goles de chorume puro.
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