Barcelona. 22 cm. 324 p. Encuadernación en tapa dura de editorial ilustrada. Colección 'Novela histórica', numero coleccion(48). Versión castellana, Valentí Gómez i Oliver ; ilustraciones, Bárbara Durán. Traducción L'occhio del faraone. Gómez i Oliver, Valentí. 1947-. Novela histórica (Salvat Editores). 48 .. Este libro es de segunda mano y tiene o puede tener marcas y señales de su anterior propietario. 8434590913
Apreciação final: seca absolutamente monstruosa. Este foi dos livros mais complicados de começar que já tive oportunidade de encontrar. Sem exagerar, devo ter começado a lê-lo umas dez vezes até conseguir ter coragem para dar continuidade à leitura. E porquê? Porque há muito tempo que não lia um início tão aborrecido, extenso e sem noção de direção.
Desde miúda que sou fixada em mitologia egípcia em tudo o que a isso se relaciona, ou seja, eu estava com algumas expectativas quanto a esta obra. O que se segue, no entanto, é a minha mais sincera e triste opinião.
A história foca-se no reinado de Neferkara Pepi (Pepi II), cujo reinado durou 94 anos, o que o torna um dos monarcas que mais tempo permaneceram no trono (senão mesmo o que mais tempo permaneceu). Tendo isto em conta, seria de esperar uma história sólida, recheada de acontecimentos relevantes e bem narrados, como merecia. É o que acontece? Não. Infelizmente, as cenas que dominam a obra são corriqueiras e muitas vezes não ajudam em nada o avanço da narrativa. Para agravar a situação, o tom com que a história nos é apresentada torna difícil a sua leitura, e os diálogos sempre hiper-formais e demasiadamente extensos não fazem outra coisa senão deixar o leitor aborrecido e com vontade de saltar páginas (eu não saltei páginas, mas admito que saltei parágrafos). O tom formal pode ser apresentado numa obra sem deixar de provocar interesse e curiosidade da parte do leitor, desde que bem aplicado. A expressão "bem aplicado" é exatamente o que falta a esta obra a vários níveis.
Passo a indicar alguns dos problemas maiores que fui encontrando: - Personagens retratadas e apresentadas de uma maneira tão simplista e óbvia que aparentam ser pensadas para um público-alvo entre os 10 e os 16 anos (juro, algumas das personagens só faltava o autor dizer que tinham olhos vermelhos e um sorriso esquisito enquanto esfregavam as mãos com ar maléfico para o seu caráter ser ainda mais óbvio, se é que é possível) - o que torna ainda mais bizarro o facto de se juntar isso com um tipo de discurso tão formal; - Páginas e páginas de discussões do sexo dos anjos entre personagens que não interessam (e bem recheadinhas do muito abusado discurso hiper-formal); - Introdução de personagens que são realmente bem apresentadas e que parece que vão realmente ser importantes e ter um papel ativo na trama apenas para umas páginas depois (por vezes, parágrafos depois) desaparecerem bruscamente e não se voltarem a falar delas (especialmente algumas personagens femininas); - Descrições demasiado extensas e sem ponta de interesse ou finalidade específica; - Saltos temporais de anos de um parágrafo para o seguinte (muitas vezes o leitor só se apercebe devido a pequenos indícios, como uma nova esposa do rei que de repente aparece); - Cenas que suponho serviriam como alívio da tensão principal, não conseguem atingir esse objetivo já que apenas conseguem exasperar o leitor; - Cenas místicas/mágicas/de calmaria não conseguem também atingir o objetivo proposto. Nada no texto nos faz sentir a solenidade mágica que seria suposto em algumas situações-chave (exceto, talvez, uma pequenina cena perto do fim), o que é logo meio caminho andado para me fazer desligar do livro.
Esta obra tem imenso potencial desperdiçado, o que me enerva e quase ofende a título pessoal. Um livro sobre o Antigo Egipto, com tantos rituais descritos ao longo das 258 páginas, com tanta alusão a deuses e deusas, com conflitos e mortes a nascerem de feitiços e mezinhas falhadas, deveria ser capaz de, pelo menos, conseguir passar para o leitor alguma da sua solenidade e presença mágica. E já nem falo no interesse que o próprio enredo deveria ser capaz de proporcionar. Que desperdício.
Una muy buena historia para entender la vida y costumbres del Egipto antiguo a través de Neferkara Pepi último faraon de la VI dinastía que a puertas de su muerte recuerda su vida de niño y de faraón. La vida en la corte, las mentiras, traiciones, etc, dejándose llevar por la opulencia y no por la realidad ocultada.
Acabo de terminar el libro, y es la segunda vez que lo leo porque la primera fue hace bastantes años y me dejó muy buen sabor de boca. Se nota que el autor era una auténtica enciclopedia sobre el tema. Muy interesante todo lo que cuenta sobre los usos y costumbres de la época y las varias pinceladas sobre el culto a los dioses... Sólo por esto ya ha valido la pena. Además la trama es entretenida y el final muy emocionante.
O gato foi domesticado,pelos egípcios, há cerca de 4000 anos... A associação entre as culturas antigas e os gatos é um assunto fascinante! No Egipto o gato era um animal sagrado,porque enigmático e majestoso (?)!!! Um povo a venerar* Natureza.Religião.Nilo.Nilo e Nilo* Uma visita guiada a esta grande civilização*
Una historia muy interesante y entretenida, relata el declive de la época de los faraones. es la primera novela histórica ambientada en Egipto que leo y me ha gustado mucho. recomendable si te gusta la novela histórica, la época de los faraones y las historias con mucho contenido histórico. Eso si, el final un poco ambiguo pero igual esta muy bien.