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Pare de se odiar: porque amar o próprio corpo é um ato revolucionário

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Alexandra Gurgel, criadora do canal Alexandrismos no Youtube, é conhecida por abordar em seus vídeos temas como autoaceitação, o movimento body positive, autoestima, relacionamentos e a luta contra a gordofobia. Em Pare de se odiar a autora tem como objetivo ajudar suas leitoras a trilharem o caminho do amor-próprio e o da construção de uma autoimagem mais positiva, entendendo como a sociedade em que vivemos interfere diretamente na relação que temos com o nosso corpo.

Alexandra, que tem sido uma das vozes mais atuantes do movimento body positive no Brasil, traz no livro uma mensagem honesta e acolhedora, a partir de sua experiência pessoal para mostrar que amar o próprio corpo é, de fato, um dos atos mais revolucionários deste século.

154 pages, Paperback

Published September 24, 2018

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About the author

Alexandra Gurgel

3 books5 followers

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5 stars
80 (32%)
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26 (10%)
1 star
5 (2%)
Displaying 1 - 28 of 28 reviews
Profile Image for Tafny Lais.
6 reviews1 follower
November 13, 2018
O livro é muito bom, um remix de tudo o que ela tem no canal do YouTube. O único defeito é ele ser muito repetitivo. Mas adorei
Profile Image for Vinícius Marcolino F.
6 reviews
January 11, 2026
Comecei a ler de uma forma bem irônica mas foi uma leitura muito fluida e gostosa, na verdade. É completamente um produto de sua época, e hoje muitas coisas já foram tão difundidas no meu meio que nem precisam mais ser ditas. E mais, estou completamente fora do público-alvo.

Curiosamente, li o livro pouco tempo depois de ler o "a construção social da realidade", que estabelece vários conceitos que são diretamente retomados aqui, provavelmente de forma indireta: construção social, interiorização e externalização, papéis sociais de conduta.

Dito tudo isso, na prática, acho que há alguns equívocos quando, mesmo percebendo o fenômeno social, a Tia Xanda - que é muito querida - foca no individual. Até mesmo nos exemplos, dados logo em seguida, fica claro que na autoaceitação o mais importante é se cercar de pessoas que constroem a mesma realidade que você. Além de uma tentativa frustrada de tentar diferenciar o que é próprio do que é externo ao indivíduo, que é impossível.
Profile Image for Ingrid Luz.
111 reviews11 followers
January 21, 2022
2,5⭐
É bom para quem está iniciando no movimento de auto aceitação, além de ser uma leitura leve que te instiga - tanto em autoconhecimento, quanto sobre a sociedade ao nosso redor e como vemos nossos corpos.
Mas aqui nesse livro muitas vezes o conteúdo fica raso e repetitivo, além de egocêntrico e muito centrado nas perspectivas e vivências da autora somente - às vezes quase beirando um narcisismo fútil.
Eu deixei de acompanhar o trabalho da Alexandra há alguns anos, por alguns vários motivos, mas é inegável o papel, a potência e a importância do trabalho dela.
Pessoalmente falando, ela me ensinou muito com seu canal e textos. Foi ela quem abriu as portas dessa temática para mim, lá em meados de 2018, e desde então tenho tentado olhar meu corpo com mais carinho e cuidado. Eu comprei o livro nessa época, como uma forma de apoiar o trabalho dela, já que o tanto que aprendi foi atraves de conteúdos disponibilizados gratuitamente por ela na internet :)
Como disse, acho que pode ser uma leitura boa para introduzir o assunto, até um bom presente - mas também penso se não haveria escolhas melhores e mais bem polidas.
Profile Image for Monique.
103 reviews24 followers
April 22, 2020
demorei muito pra terminar a ler porque parece que tava falando o óbvio e muitas vezes se repetindo, arrastado
Profile Image for Ariane Hamann.
3 reviews
December 27, 2022
Queria muito ter amado, infelizmente, não aconteceu. A intenção é ótima, o tema é importante e até traz o que promete, mas a escrita é um pouco infantil e repetitiva e é bem para quem está iniciando no tema.
1 review
June 15, 2025
Acredito que o livro pode abrir os olhos de muita gente sobre o assunto aparência e gordofobia. Apesar de ter muitos pontos que já são de conhecimento das pessoas que participam desse tipo de debate, ainda vivemos em uma sociedade que cultua muito o corpo perfeito e existe bastante gordofobia. O que me incomodou muitas vezes no livro foram alguns trechos que pareciam preencher espaço, e a autora se repete muito em alguns pensamentos. Mas o livro possui uma linguagem próxima à de publicações de redes sociais ou vídeos do YouTube e pode ser entendido por um público amplo por isso.
Profile Image for Carla Parreira .
2,057 reviews3 followers
Read
April 17, 2025
Melhores trechos: "...Se você tem vontade de alguma coisa, rapidamente quer matar prestou atenção à história que eu contei, vai saber que ela veio das revistas, da televisão, dos homens, das amigas, da praia... Veio do externo. Em nenhum momento eu refleti e pensei: 'De acordo com o meu bem-estar e a minha saúde, essa escolha faz sentido. Minha vida vai ser assim, assim e assado se eu colocar silicone, então certamente vale a pena optar por essa decisão.' Não. Eu simplesmente desejava aquilo cegamente. Era necessário para a minha felicidade completa. Sem explicações. Ponto. E quanta coisa a gente deseja que é fruto de uma vontade que vem do externo, buscando a aprovação alheia? Já refletiu sobre isso? A vontade de ser a Sandy era tão grande que eu entrava em salas de bate-papo on-line e fingia que era ela. O mais engraçado era que o pessoal acreditava. Eu ficava imersa naquela ilusão por algumas horas, depois saía do computador, voltava para o quarto e me odiava por não ser nem um pouco parecida com ela... Essas vontades são criadas o tempo inteiro para o mercado continuar girando e você permanecer insatisfeita consigo mesma. Se tem uma coisa que eu entendi nisso tudo é que a insatisfação é o estado de espírito do ser humano. É normal estar insatisfeito, é socialmente aceitável viver dessa forma, porque a ideia é a de que sempre vai ter algo a ser melhorado. É a ideia da superação, do 'você consegue chegar lá'. E é aí que você começa a pirar. Calma que piora! Hahahaha! A verdade é que, quanto mais a gente vai entendendo o meio em que vivemos, maior a probabilidade de rolar uma pequena crise existencial e uma raiva imensa de tudo. Então se prepara, minha amiga, porque está na hora do choque de realidade... Perceba se já ouviu algumas das frases abaixo: Você não pode sair com essa roupa, senão vão achar que você é fácil. Tira esse batom vermelho. Mulher da vida que usa isso. Não corta o cabelo curto que é coisa de piranha. Não use branco, nem listras horizontais porque te deixa gorda. Pinta esse cabelo que você está parecendo uma velha. Se você terminar comigo nunca vai encontrar alguém melhor do que eu. Esse estresse todo é TPM? Quer um docinho? Você está muito gorda para ir de biquíni à praia. Tem que ter bom senso e usar maiô. Ou então ficar em casa. Mulher que se dá valor não transa no primeiro encontro. Não fala palavrão que isso é coisa de marginal. Seu rosto é tão lindo. Por que você não emagrece?... o machismo aparece justamente quando associamos ao ser mulher e ao ser homem uma série de interpretações sociais... Tudo isso nos faz questionar uma coisa: afinal de contas, quem sou eu? O que é meu de fato e o que foi construído em mim? Será que você ama muito a cor rosa ou ela foi enfiada em você goela abaixo? Será que você tem essa vontade toda de casar e ter filhos ou isso te foi ensinado desde pequena? Você quer mesmo ser escolhida por um príncipe encantado? Quer ser o grande amor de um homem de sucesso e mudar a vida dele com a sua beleza e encanto? Será que você deseja ter uma barriga tanquinho ou aprendeu que isso que é bonito? Será que você se interessa por homens sarados, altos e barbudos ou até mesmo esse gosto foi construído? Talvez a gente nunca consiga chegar a uma resposta completa, mas a ideia aqui é que você inicie essa reflexão... O controle patriarcal reafirma, ainda hoje, a visão de que a mulher e o seu corpo devem permanecer em constante vigília, e ela é nada mais nada menos do que uma propriedade do homem... O lado da vida que é tão raro de encontrar: autoestima e amor-próprio. Nós sempre nos concentramos nas coisas que gostaríamos de poder mudar em vez de amar tudo o que somos. Pois é. E nós nem entramos na questão de feminilidade. Muito além do padrão estético, espera-se da mulher que ela seja feminina. O que é uma mulher feminina? É uma mulher delicada, sensível, que se preocupa com a aparência em todos os âmbitos, que usa roupas adequadas para o seu gênero (saias, vestidos), cabelo curto jamais, que tem um tom de voz ponderado, meiga, fofa, com instinto materno, vocação para ser dona de casa. Basicamente é o que a Sandy representava para mim na minha adolescência: tudo o que eu não era. Apesar de ser mulher, sempre tive atitudes e comportamentos ditos masculinos: determinada, assertiva, forte, ambiciosa, corajosa. Fora que eu amo roupas consideradas masculinas, um estilo mais tomboy e tal. Até hoje tem gente que questiona minha sexualidade, pergunta se eu não sou lésbica mesmo. Será que minha aparência e minha falta de feminilidade coloca essa imagem na cabeça das pessoas? Eu não ter um corpo perfeito nem ser feminina como se espera não faz de mim um homem, porque esses padrões de feminilidade e masculinidade estão muito deturpados. Já começamos a ler artigos e ter conteúdo sobre masculinidade tóxica, mas a feminilidade também intoxica... Está entranhado no inconsciente coletivo que a mulher come menos, precisa de menos, e obviamente esse pensamento se perpetua devido a diversos paradigmas comportamentais consolidados há séculos. Uma mulher deve sentir menos fome diante de um homem, reafirmando o seu estereótipo de frágil. Então, ao se sentar à mesa, a primeira atitude da mulher é de renúncia: renúncia ao que se tem vontade de comer, à forma como deseja comer, à quantidade do que se vai comer... Estudar, ter vida social e felicidade são valores secundários: o que importa é controlar o próprio corpo para obter a aparência perfeita... Nós não gostamos do que é real, porque estamos cansadas de lidar com a nossa própria realidade, nossos problemas... Muitas pessoas acreditam que se fizerem um determinado treino vão perder peso e serem felizes, mas algo externo nunca vai consertar uma questão interna. A felicidade é algo que você tem que encontrar dentro de si mesma... Amor-próprio é o sentimento de dignidade, estima e respeito que temos por nós mesmas. Quando nos odiamos, sentimos raiva, aversão. O caminho do amor-próprio passa pela desconstrução do ódio em sua vida. Sem isso não se avança, sem ele você não entende que tem valor, que vale a pena lutar por si mesma. E a tomada de consciência é o primeiro passo... A verdadeira paz de estar em paz consigo mesma. Isso não tem dinheiro que compre, pessoa que traga, trabalho que supere, nem reconhecimento que preencha. Apenas você pode fazer; é algo extremamente único. A desconstrução é para sempre. Mas pega logo esse martelo que ela começa agora... Quando você se compara, acha que a vida da pessoa é perfeita e a sua, um lixo. Talvez esse “olhar para o outro” diga muito sobre a falta de vontade de olhar para si mesma. Miramos no outro para criticar, para invejar, desejar, se comparar... Se não é legal eu me comparar com uma pessoa que está mal para me sentir bem, porque você se compara a uma pessoa para se sentir mal? A comparação tem um limiar tênue entre admiração e inveja, e este é um sentimento 100% ruim. Pode ser que você admire alguém e se sinta motivada por ela, mas talvez 'motivação', para você, seja alguém que te faz lembrar o tempo inteiro como você está mal... Em muitos momentos da nossa vida vamos nos sentir feias, só que precisamos encontrar dentro de nós mesmas nossas potencialidades para que possamos nos sentir bem de novo, porque são elas que vão te levantar e dar força para enfrentar as situações... Você tem caráter, tem personalidade, capacidade, valores. Valorize isso em você. Você pode ter um rostinho bonito ou não; o que importa é que você se sinta bem com a pessoa que é. Você é uma pessoa maravilhosa, entendeu? E, meu amor, não sabe se vai? Se você está se sentindo feia, vai feia mesmo! Não deixe de viver. Não deixe a vida para amanhã, porque a gente não sabe se vai estar por aqui, tá bom? A gente sempre vai ter uma insegurança. Se amar e se aceitar não quer dizer que do dia para noite você fica supersegura com a vida. Não é. É uma coisa que acontece dia após dia. É um processo, e você precisa realmente entender que é para a vida inteira. Eu passei por isso e provavelmente seja a rainha do amor-próprio para muitas, mas não sou. Sou um ser humano normal que tem várias questões, falhas e problemas..."
Profile Image for Ana Nehan.
370 reviews32 followers
February 27, 2020
Narrativa fluida, muito fácil de acompanhar. Talvez para quem tem mais referências sobre feminismo e o movimento body positive não seja um livro tão interessante, visto que é bem básico, mas pra quem busca um primeiro contato com essas questões de forma simples e didática, é uma boa.
Profile Image for Ana Carolina Pereira.
83 reviews2 followers
January 7, 2021
A ideia é boa, a intenção é ótima. Mas alguns entraves na escrita fazem com que a leitura não seja fluida, atrapalhando a mensagem.
11 reviews
October 13, 2022
Sou muito grata por todo o trabalho da Alexandra, os vídeos dela ajudaram-me muito a mudar o meu olhar e a formar-me como pessoa no final da adolescência e início da vida adulta. Agora, em 2022 e com 25 anos, já iniciada nos assuntos do feminismo e body positive há vários anos, sinto que este livro não me trouxe nada de novo, que já tinha ouvido a Alexandra contar/referir em algum lugar. A linguagem é bastante simples, o que pode ser incrível para o livro ser mais acessível, mas também ficou aquém das minhas expectativas. Acho importante existir um livro como este, pode ser revolucionário para quem nunca teve contacto com o tema, mas também achei raso e demasiado focado na experiência pessoal da Alexandra. A repetição era tanta que custou a acabar, sempre a andar em círculos. Gostava de ter adorado o livro, não aconteceu, mas talvez dê uma chance à sequência "Comece a se Amar" porque talvez a autora tenha evoluído!
Profile Image for Jessiane Kelly.
161 reviews13 followers
May 17, 2020
Uma leitura fora da bolha, mas que trouxe algumas reflexões sobre body shaming, assunto que anda me atravessando muito. Também foi bem chocante ver alguns desserviços de influencers na internet que incentivam dietas absurdas e práticas para alcançar um corpo que não existe. Realmente, é um árduo trabalho criar uma boa relação com o nosso corpo quando somos bombardeados toda hora com imagens dizendo o que é belo ou não em nossa sociedade. Bem, não existe fórmula pra alcançar isso e acho que o livro jamais pode substituir a procura de profissionais, como psicólogos ou analistas, caso seja necessário. Mas acredito que o trabalho de Alexandra levanta pautas importantes e acho de muita coragem se expor/defender certas posições diante de tanta gente cruel.

Profile Image for Christiane Span.
10 reviews
February 28, 2019
Sou muito interessada no assunto, aceitação corporal, saúde mental, etc. e sigo a Alexandra nas redes sociais, por isso quis ler imediatamente. Gostei bastante, mas fiquei com a sensação de que faltou mais “conteúdo”, informações sobre o que era falado, achei o livro mais um relato pessoal mesmo, mas sei lá, fiquei com a sensação que ficou um pouco superficial... mas com certeza vale a pena para quem gosta do tema.
Profile Image for Julia Liv.
52 reviews1 follower
June 3, 2020
Acho incrível Alexandra não sentir medo de expor seus sentimentos mais sombrios causados pelo ódio ao próprio corpo. Ler tudo o que ela passou com certeza me ajudou a ter um olhar diferente sobre mim mesma. Hoje com certeza gosto muito mais de mim e da pele que vivo. Nesse ponto, só tenho a agradecer por esse livro. O único problema do livro, pra mim, é que ele é repetitivo. Tanto que no finzinho sofri pra terminar, mas valeu a pena
Profile Image for Bruna ♡.
76 reviews
January 19, 2022
melhor do que eu esperava. parace que você tá falando com uma amiga, uma linguagem bem cotidiana, mas com a vivência e experiência de quem passou na pela o ódio próprio. o que tirei desse livro poder ser resumido no seguinte:
amor próprio e autoaceitação são um jornada, não o destino. é exercício diário, não um estado de espírito permanente. tem vales e picos, o segredo é o equilíbrio entre eles e é isso que devemos buscar.
Profile Image for Luiza Prado Leite.
32 reviews
July 10, 2024
Livro ótimo para quem está iniciando no assunto! Para quem já pesquisa e lê sobre a mais tempo talvez algumas coisas não sejam novidade mas é bom demais achar cada vez mais livros didáticos sobre body positivity por aí, dá uma esperança sabe?
A história da Alexandra é muito inspiradora e é sempre muito bom saber que não estamos sozinha nessa luta por um mundo mais acolhedor e com representatividade.
Profile Image for Nath Paiva.
6 reviews
February 28, 2020
Para mim esse é um livro de utilidade pública.

Sério, a Alexandra no seu canal do Youtube, me ensinou a não ser Gordofóbica, na real isso é uma desconstrução diária, e esse livro só ajudou mais a mostrar como funciona o sistema e como querem nos enfiar nele.

Eu gostei muito!
Profile Image for Giovanna Monteiro.
18 reviews1 follower
July 9, 2020
Nem sei como colocar em palavras, então só vou dizer isso... se você acha que precisa ler esse livro, você provavelmente precisa! Desconstruiu muita coisa na minha cabeça, e nem preciso falar o quanto a Alexandra é incrível né?
Profile Image for Thami Amaral.
33 reviews
May 29, 2019
Gostei muito , segue a lnha didatica dos videos do canal Alexandrismos. Talvez teria sido interessante se ela tivesso proposto uma ideia nova ou algo assim.
Mas gosto muito do conteudo dela.
Profile Image for Manuela  sampaio.
75 reviews7 followers
May 18, 2020
A mensagem é ótima, tem dicas boas, mas o que valeu mesmo foi o prefácio.!
2 reviews
May 27, 2020
Conteúdo muito bom, às vezes um pouco repetitivo, mas é bom para ter certeza que vai entrar na sua cabeça!
47 reviews
December 21, 2024
Não parei de me odiar, mas talvez seja porque ainda não me desconstrui o suficiente.
4 reviews
December 17, 2025
Foi importante quando li porém livro muito raso
Profile Image for gabi ❀.
582 reviews32 followers
December 13, 2020
Acho que é um livro bem introdutório pro movimento e tem boas referências. Sigo a Xanda nas redes sociais mas foi pelo livro que conheci sua história "na integra". Essa foi a parte mais interessante para mim. Não adicionou muito no meu repertório em particular porque muitas das nossas bases nos estudos sobre feminismo são compatíveis e o que ela fala com relação ao Body Positive e gordofobia, a própria Xanda já havia abordado muito do que ela escreve no livro em videos e stories então não teve nada de novo PARA MIM! Não tiro os créditos nem a importância de ter um livro come este ocupando estantes na livraria e é uma leitura que eu recomendo para quem quer entender o movimento, principalmente pela escrita acessível e pela fluidez, já que parece mesmo uma conversa com a autora :)
Profile Image for Rafaela Barboza Pacheco.
88 reviews22 followers
October 5, 2020
Não sou muito leitora árdua de livros mais militantes, to começando a leitura agora. E o da Alexandra foi um desses primeiros que li entrando nesse mundo. Apesar de ser inscrita do canal dela antes do vídeo e concordar que tenha muito do que ela já colocou nos vídeos dela, a escrita é tão gostosa de ler… O carisma dela dos vídeos são claramente transcritos também no livro. Li ele muito com a voz dela na minha mente hahahahah
Por fim, achei o livro ótimo para pessoas como eu que tão entrando agora nesse universo da leitura sobre militância, feminismo, body positive e gordofobia. Vale a pena ler porque ele é pequeno, rápido de ler, e com informações atualizadas e que te fazem refletir muito. É focado muito na vivência dela, porém não vi muito problema nisso a ponto de tirar alguma estrela.
Profile Image for Marina.
2 reviews
September 18, 2021
Um livro que conta uma história real, de um corpo real e de um sentimento real para muitas pessoas, principalmente, para muitas mulheres: o ódio pelo próprio corpo e a busca pela perfeição.
Alexandra narra sua vida e apresenta um guia que nos direciona à diversos questionamentos e reflexões. Além disso, a escritora nos convida a buscar o amor próprio mostrando como podemos fazer isso e a importância de fazermos isso - para nós mesmos e para toda sociedade.
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