O garoto do cachecol vermelho traz uma história comovente, recheada de drama, suspense e romance. Esta história intensa e apaixonante vai conquistar a todos com os altos e baixos da vida de personagens incríveis e extremamente complexos.
Além de ser uma garota linda, rica e mimada, Melissa é dona de um gênio muito forte, sempre consegue o que quer e tem todos na palma da mão. Ela sempre acreditou no seu sonho e tem certeza de que a carreira de bailarina é a única coisa que realmente importa, porém suas certezas são abaladas quando faz uma aposta com um garoto misterioso, que parece ter como objetivo virar sua vida de cabeça para baixo.
Com tudo isso, de uma hora para outra, Melissa se vê dividida entre dois caminhos: realizar seu maior sonho, pelo qual batalhou a vida inteira, ou viver um grande amor. Mas, não importa aonde ela vá, todas as direções apontam para o garoto do cachecol vermelho...
Com O garoto do cachecol vermelho, Ana Beatriz Brandão vai emocionar e surpreender o leitor, provando que é uma jovem autora que tem muito a dizer.
Dizer que o enredo de O Garoto do Cachecol Vermelho não me lembra os roteiros de Malhação seria mentira. Quantas vezes a Globo já não trouxe para as telas dois jovens adolescentes, de “mundos” diferentes que, no começo se odeiam, mas no fim acabam encontrando um “amor” tão lindo quanto qualquer outro romance? Podemos dizer que o enredo do livro é basicamente este, mas com uma pitada muito grande de drama combinado com personagens vazios.
A escrita de Ana Beatriz não é ruim, acredito que a autora – talvez no futuro – consiga criar enredos mais consistentes, com personagens reais e mais fáceis da gente se identificar. Porém, quando se trata de O Garoto do Cachecol Vermelho, acredito que o desespero para dar ao enredo uma emoção verdadeira tenha jogado a história de amor de Melissa e Daniel por água abaixo. A autora conseguiu usar todos os elementos mais aleatórios possíveis para construir a história, criando uma base dramática que já não se sustentava nos primeiros capítulos e que só piorava conforme a leitura avançava.
O enredo de O Garoto do Cachecol Vermelho é bagunçado. Os capítulos pulam de uma cena para a outra sem nenhuma continuação e as introduções se repetem mais de uma vez ao longo dos capítulos, dificultando acompanhar os acontecimentos do livro e, principalmente, o desenvolvimento da história. Eu senti que estava lendo uma fanfic, pois os erros de continuação e de construção dos personagens são bem semelhantes aqueles que eu encontrava quando costumava me aventurar no mundo das fanfics do McFly.
A forma como o enredo se desenvolveu me causou um grande desespero. Tudo acontecia muito rápido, tão rápido que eu não conseguia nem ao menos assimilar de onde é que aquilo tinha vindo. Além disso, a autora inseriu vários elementos dramáticos na história para “fortalecer” o drama que só me fizeram questionar o porquê eu ainda estava tentando chegar ao final do livro. Nada do que estava ali fazia sentido para mim, por mais que a autora tentasse me provar que conseguia me emocionar com aquela história, eu só não conseguia entender o livro.
A personagem principal, Melissa, é irritante. Ela foi escrita para ser a pessoa mais insuportável que você conheceu, mas ao mesmo tempo, mostrar que tem qualidades como ser humano despertadas pelo amor de Daniel. Tudo bem, eu consigo comprar esse tipo de enredo, mas se analisarmos a personagem de uma forma mais profunda, logo percebemos que o seu egoísmo e ego continuam intactos. Houveram pontos no livro em que a autora tentou construir um “background” para justificar ou ao menos dar base para o comportamento agressivo da personagem, porém, as informações foram tão bagunçadas e sem nexo que isso simplesmente não me convenceu.
O romance entre os personagens principais era um copilado de todas as cenas mais clichés de romances que nós já conhecemos. Todo aquele envolvimento entre os dois simplesmente não me convencia enquanto leitora, principalmente porque não havia nenhuma química entre os personagens e os diálogos também não ajudavam nem um pouco a construir o relacionamento dos dois. O tempo todo, durante o enredo, eu sentia que os dois personagens estavam sendo forçados a gostar um do outro e a ficarem juntos, o que tornou a leitura ainda mais difícil para mim.
Eu esperava muito mais de O Garoto do Cachecol Vermelho do que a autora conseguiu me entregar. Eu não consegui me envolver com a história que estava sendo contada, os personagens me pareciam completamente irreais para o que estava sendo apresentado na história. A autora colocou muito mais informação do que o enredo realmente precisava, não deixando que a história caminhasse por si só ao longo dos capítulos. Tudo em O Garoto do Cachecol Vermelho soou forçado, contraditório e, principalmente, irreal.
Quando eu não gosto muito de um livro, eu gosto que levem em consideração que a minha vivencia enquanto leitora provavelmente é muito diferente da do autor do livro. No caso, Ana Beatriz tem 16 anos e na fase em que ela está na vida provavelmente esses enredos são tudo o que aquecem seu coração. Eu tenho 25 anos, e minhas experiências até agora pedem uma leitura mais real, casais com os quais eu consiga me identificar ou pelo menos acreditar no amor que me está sendo vendido. No caso de O Garoto do Cachecol Vermelho, não foi o que aconteceu, ainda assim eu não pretendo desistir dos livros da Ana Beatriz e espero que ela ainda me surpreenda com as suas histórias.
O que eu gostei neste livro: 1) protagonista negra (yay); 2) abordou assuntos sérios como bulimia, abuso sexual, preconceito contra vários grupos; 3) diversidade; 4) o par da protagonista não é um cara abusivo que a escritora passa pano; 5) tem mais de um personagem negro na história; 6) a capa; 7) o título
Comprei o livro pelos motivos que listei acima, mas faltou muito tempero para a leitura de O garoto de cachecol vermelho ser prazerosa. Infelizmente comprei o spin-off junto e fiquei com raiva de mim de ser tão idiota e ter gasto dinheiro fora.
Quando finalmente cheguei às ùltimas páginas e pensava o que diria na resenha, já estava de implicância até com o cachecol que Daniel cismava de usar em pleno verão de São Paulo, Brasil. A explicação que o personagem nos dá não é suficiente porque ninguém usa cachecol no verão. Nem aqui nem em nenhum lugar do mundo.
Apesar da Melissa ser um poço de preconceito e nojeira, ela não me incomodou como a vi incomodar outros leitores e ser o ponto principal para a nota final do livro ser baixa. A gente tenta separar as pessoas em caixinhas de boas e más e quem tem preconceito fica definitivamente na caixa de Má. Fazemos isso no dia a dia, as novelas fazem isso, os filmes, as séries. É bem preto no branco, só que as pessoas não funcionam assim e infelizmente eu sei que existe pessoas que estão rodeadas de outras maravilhosas e não merecem porque são pequenas demais.
O problema deste livro tentar ser politicamente correto. Mas não aquele politicamente correto descolado, legal, mostrando aos outros escritores que você pode sim ter em seu livro personagens negros, não héteros, deficientes e ser uma história boa. O que Ana Beatriz Brandão escreveu me remeteu aos capítulos chatos e didáticos de Malhação quando abordava algum assunto sério para conscientizar seu público jovem. Sério, gente, que tédio!
O Daniel não me convenceu, os diálogos não funcionavam, não há química entre Daniel e Melissa, nada funciona neste livro. Eu li tal qual leio bula de remédio: sem emoção nenhuma.
E a escritora falhou também em toda as tentativas de pegar o leitor desprevenido com o desenrolar da trama. Previsível. Chato.
Na ânsia de criar uma história representativa, inclusiva e sem boy lixo™, Ana Beatriz Brandão jogou diversos temas importantes, como estupro, anorexia, pais ausentes, pessoas preconceituosas, misturou com o protagonista masculino que é aquele perfeitinho que não convence - na verdade, eu revirava os olhos para ele - e achou que sozinho tudo isso ia funcionar. Não!
Voltamos ao Daniel: faltou tempero no Daniel. Rico, branco, cis, hétero. Mas não só isso: ele tinha consciência do seus privilégios (classe social, orientação sexual, gênero, identidade de gênero). E todos os seus amigos eram exatamente o oposto dele. E toda a sua agenda era dedicada a ajudar os carentes, os excluídos da sociedade. E além de tudo isso ele tinha a voz de um deus para cantar e tocava como ninguém. Sério, que homem mais insuportável! Não consegui vê-lo como um Cara Legal™, mas como um esquerdomacho e não via a hora da máscara dele cair.
E, sério, por que ele não saía do pé da Melissa? Minha dúvida não é porque ela é uma pessoa desagradável, mas ela estava no canto dela e ele cismou com a garota, cismou que ia mudá-la e eles nem se conheciam!!! Isso foi tão bizarro que eu nem sei.
A abordagem de balé aqui? A mesma de sempre. O mesmo mimimi da bailarina com distúrbio alimentar porque precisa entrar na melhor escola de dança do mundo. Digo "mimimi" porque também não foi trabalhado de forma crível pro leitor.
E os demais personagens. Extremamente rasos. Temos a BFF, o ex mala que a gente quer dar um soco, mas que não precisamos nos preocupar porque o SuperDaniel está aqui para defender a Melissa dele, o círculo de amigos do Daniel, nossa, andei para todos eles, a família de ambos nem precisava existir.
Acho que é uma história que funciona para quem tem menos de 20 anos e ainda é meio alienado, mas se você tem experiência literária, este livro não vai te interessar.
Eu o li e me livrei dele e do spin-off o mais rápido que pude.
só terminei pq ganhei o livro. depois de ver que a autora tem (ou tinha quando escreveu) 16 anos tudo fez sentido kkkk meu deus, os personagens tao sem carisma, especialmente a protagonista. se acha melhor que todo mundo pqp!!! e como o daniel nao desistiu dela depois de ouvir as atrocidades q ela falava??? preconceituosa p crl, credo. acho q a autora pecou em pular pra parte q ela melhorava como pessoa, pq devia ter mostrado isso.... mas ne. de repente eles se amam e ela é menos babaca??? nao curti ela ser mae aos 19 anos 🫠🫠🫠
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Tengo sentimientos encontrados con este libro. Por un lado está la historia principal que me pareció muy cliché: Una chica linda conoce a un chico lindo, se hacen amigos, dicen no aguantarse pero el romance entre ambos se ve venir. Por el otro lado toca un tema realmente sensible y poco discutido hasta estos días, la esclerosis lateral amiotrófica (ELA), la misma que padeció Stephen Hawking. Eso fue algo que no se veía venir. Al principio la historia se desarrollaba normalmente, tanto que pasé la mitad del libro y ya sólo leía por esa necesidad de terminar, veía el típico final acercarse y además sentía que el tema de la ELA se desarrolló muy superficialmente. De repente, cuando creí que todo se acababa, la historia da un giro de 180º y... :O Bueno, hasta ahí que luego es spoiler. Lo importante es que en las últimas 100 páginas el verdadero desenlace te deja con algunas (muchas) lágrimas en el rostro.
Minha nota é 4.8 de 5. Ganhei esse livro há uns 3 anos, eu acho. Não acredito que demorei tanto para ler, na verdade, é um pouco culpa da sinopse que não me ganhou de imediato, mas aí lê-lo agora, me surpreendeu. Ele é muito mais do que esperava. Apesar de ser uma "jovem adulta", foi gostoso ler e ver tantos assuntos que nos esbarramos na juventude (vivida a pouco), como primeiro amor, essas mesquinharia e arrogância da juventude e lembrar, que graças a Deus, com o tempo só evoluímos e melhoramos, ver tema como preconceito, relembrar que não é o TER que traz a felicidade, e sim que não precisamos de muito para percebê-la e senti-la, e por aí foi... Conhecer um pouco mais da ELA.... Enfim, conseguiu me emocionar muito nos últimos capítulos! E a trilha sonora que vai aparecendo durante a leitura 😱 é um assunto a parte, alegrou e tornou mais legal o processo. Sabe que durante a leitura, fiquei imaginado-o como base para roteiro de algum filme da Netflix (vocês estão perdendo hein kkk). Essa jovem escritora brasileira, me cativou, pois mesmo sendo tão nova, já se destaca, e quero acompanhar sua evolução na escrita, acredito que só irá melhorar com o tempo!
Eu não sei o que sentir por esse livro... Ele tem pontos positivos, negativos, me lembra uma fanfic e foi escrito por uma adolescente de 16 anos. A protagonista é uma idiota chata, o mocinho é um cara fofo, a redenção existe aqui, por mais que o caminho pelo qual ela aconteceu é meio forçado. É um livro que tem como chorar, sentir raiva e rir. Fala sobre abuso, bebidas e drogas, amizades e como andar com pessoas certas pode transformar alguém (isso tá na bíblia, então não posso negar). Essa narrativa se passa aqui em SP, mas ela não me fala das marginais e seu trânsito (até falam, mas senti falta de ficar localizada), isso é um ponto negativo, já que moro aqui rs. Aaaah, esses personagens são ricos, ou seja, estudam em uma FAAP ou Belas Artes da vida. Uma coisa que eu fiquei bem feliz é que a escritora deixou o livro bem musical com um musical de verdade e achei genial!, colocando músicas que nunca ouvi (não era adolescente nos anos 2000) até músicas que já morri chorando, uma delas é Oceans, do United (sim, música da minha igreja em um livro kkkkkk) enfim, acho que é bom!!!
O livro é okay. Devo dizer que esperava bem mais. A obra tem muitos defeitos, a personagem principal é insuportável sem motivo aparente e eu cheguei a ficar com vontade de desistir do livro pelo modo como a personagem narra, os personagens secundários raramente tem características próprias e o livro na verdade é meio previsível e por fim os capítulos são extremamente curtos e muitas vezes desconexos. Mas um ponto que vale a pena ser mencionado são as músicas. Durante o livro inteiro a autora coloca músicas seja no ambiente ou em apresentações dos personagens (que fazem cursos de artes), e você pode inclusive ler enquanto ouve, já que as cenas encaixam quase perfeitamente. O garoto do cachecol vermelho (Daniel) na verdade parece estar sempre certo e estar sempre lá para salvar o dia, ele é colocado como alguém praticamente perfeito que sempre sabe o que dizer e o que fazer. Enquanto os erros da personagem principal se acumulam durante à história, os de seu interesse amoroso podem ser contados nos dedos de uma única mão. Apesar de tudo a leitura é leve, um pouco clichê e acho que na verdade pode ser bem divertido, principalmente se você tiver uns 12~13 anos.
Chorei horrores (acho que mais do que quando li "é assim que acaba"), o livro trata de assuntos passados de uma forma "tão leve", logo no começo você já começa a se colocar no lugar dos personagens e sentir todos aqueles sentimentosindescritíveis, os personagens foram escritosde uma forma surpreendente, devorei o livro em dois dias, ele me ensinou tantas coisas, como por exemplo que a hora certa nunca pode chegar, então devemos nos jogar de cabeça em coisas novas, afinal é saindo da nossa área de conforto que criamos novas experiências.
Mel e Dan sempre terão um espacinho no meu coração.❤️🩹
De início pode parecer um livro simples, com um romance clichê e tudo mais, mas não é exatamente assim. O livro aborda muito temas importantes, e muito deles pode gerar um certo gatilho para todos. Melissa mostra que todos podem mudar, basta só querer isso. E o Dani mostra que não devemos simplesmente desisti de alguém assim, tão fácil. Não vou mentir que chorei muito no final do livro, é meio previsível que iria acontecer mas é aquilo que você reza pra não acontecer, mas acaba acontecendo de qualquer jeito... Se você quer um livro pra chorar, esse é o certo.
Eu sempre fui muito fã de romances clichês, e sempre ficava de coração quentinho lendo esse tipo. E quando pensei que tudo estava bom demais pra ser verdade (afinal pensava que ele iria viajar e falar com ela e eles iriam voltar calorosamente com ele SAUDÁVEL) o Dani voltou com a notícia de que tinha uma doença incurável. Eu não esperava esse final e quis morrer lendo ele, chorei MUITO, e se pensar demais ainda choro. A morte do Daniel por um >erro médico< foi uma coisa cruel demais.
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2,5 - Da metade para o final o livro é muito bem desenvolvido e o romance é maravilhoso, mas a protagonista e os acontecimentos da primeira metade do livro me fizeram querer abandonar por muitas vezes no começo.. Acho q mesmo que a autora quisesse desenvolver uma personagem revoltada teria vários jeitos de se fazer e não desse.
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estou dando uma estrela pela ideia pq escrever um livro é difícil mas sinceramente bicha.... que livro horrível. os personagens não são interessantes em NADA, a melissa bicho mi mato CHATA em todos os aspectos. péssimo amores 👍 estou feliz que acabei de ler pq pareceu uma tortura
Comprei porque gostei da capa e do título, que são fofíssimos, mas a história... Bem, a personagem principal é insuportável. Eu achei que ela melhoraria e evoluiria ao longo do livro, mas não, ela continua sendo a mesma esnobe irritante o livro inteiro. Não consigo visualizar uma pessoa boa como o protagonista se apaixonando por alguém tão superficial e arrogante. O final também é péssimo... Eu esperava que ele morresse naturalmente, vivendo os últimos dias sendo feliz, mas aquele acidente foi totalmente anticlimático.
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Sabe aquele momento que você se sente um ET? Pois bem, estou vivendo ele. Depois de ver o garoto do cachecol vermelho rodar os tabloides literários e fazer tanto sucesso, tive a oportunidade de me lançar na leitura, a parceira Lilian Comunica me disponibilizou o exemplar e pensei porque não? E assim me lancei em uma leitura que tinha tudo para ser perfeita, mas que foi apenas boa.
Melissa tem 19 anos, uma jovem com um sonho, se tornar a maior bailarina brasileira negra da história, em seu percurso haverão inúmeros obstáculos, mas ela não pensara antes de passar por cima deles é de qualquer pessoa na sua rota.
"Tudo na vida tem um preço, mas nem tudo vale o preço cobrado."
Daniel é um jovem musicista talentoso é perfeito demais, com um coração maior que o mundo é uma bondade que merece ser repassada para frente, ele faz de tudo pelos outros e depois de cruzar com Melissa resolve que talvez valha a pena salvar a garota dela mesma.
Nunca na minha vida, me deparei com uma personagem tão insuportável quando Melissa, ela já começa o livro gerando ódio no leitor, e isso não melhora!! Ela é infantil, preconceituosa, grosseira e egoísta, defeitos de mais para habitar apenas um ser humano, e ainda sim Daniel se aproxima e acaba fazendo um acordo, dois meses para ele mostrar pra ela que o mundo pode ser muito mais que bem material e ela pode seguir seu rumo, o desenrolar do acordo? Previsível, mas ainda sim tocante.
A única coisa que me levou a seguir a leitura foi Daniel, sua bondade e suas atitudes são cativantes, e quanto mais doce ele se mostrava, mais eu me perguntava que diabos ele estava fazendo ao lado daquela megera, o que de tão bom ele poderia ter visto naquela garota. E quando percebi o desfecho que a autora pretendia dar ao personagem, meu ódio foi palpável.
"Daniel tinha esse poder sobre as pessoas. Ele era como um farol no meio da noite escura, um ponto de luz que você tem que seguir se quiser sobreviver."
Apesar do livro ter temas pesados incluídos no enredo, e a maioria das tragedias terem se abatido sobre Melissa, seu passado em nada justificou suas atitudes, depois de tudo que ela viveu eu esperava mais, e ainda sim os temas não discutidos com profundidade e a impressão que tive, é que a autora jogou eles ali para de alguma forma justificar a personalidade da sua protagonista e não rolou, de forma alguma.
Com um enredo clichê é previsível, O garoto do cachecol vermelho tinha tudo para ser melhor, mas por ser o primeiro livro da autora e levando em consideração sua idade, acredito que ela ainda tenha muito a evoluir e possa sim ser uma grande escritora, ainda não desisti de você Ana Beatriz.
O livro é uma história sensível, em alguns momentos forçada, mas que pode e para mim foi dava por Daniel, mas ainda sim gostaria de poder mudar o final. Talvez sua intenção fosse mostrar a realidade do mundo, e para algumas pessoas pode até colar, mas me apeguei ao personagem e desejava muito mais para ele.
Se vou ler A garota das sapatilhas brancas? Provavelmente, quero ver se a autora evoluiu e por ser Daniel o protagonista quero entender seus motivos que para mim tiveram uma explicação fraca.
Para quem curte um bom YA e adora chorar, esse é o livro, já que independente de qualquer rancor da protagonista os últimos momentos do livro me levaram as lágrimas e me fizeram diminuir um pouco minha raiva dela.
"O mais engraçado disso tudo é que não mudei por causa dele. Me dei conta de que ele foi apenas a fagulha da mudança. Ela veio de dentro de mim, da minha vontade de encontrar, finalmente, a minha liberdade. A mudança estava lá, escondida no fundo do meu ser; eu só não tinha coragem de encará-la e enfrentá-la. Afinal, tudo o que é novo assusta um pouco. Sair da zona de conforto exige coragem, e foi ele quem me deu essa coragem."
Esse livro é lindo! A história é linda e nos ensina tanta coisa boa que eu poderia ficar anos falando sobre ele!
Eu li esse livro pela primeira vez há dois anos e ler agora, com minha cabeça mais "madura" foi incrível pra perceber coisas que eu não tinha percebido da primeira vez que eu li.
O amor desse livro é tão lindo e puro que eu senti e ainda sinto ele em mim!
Muitas pessoas acham o final desse livro triste, mas eu acho um final real e mesmo com tudo que aconteceu eu consigo enxergar a felicidade e saber que apesar de tudo eles se amam e sempre vão se amar!
Por último, só queria dizer pra vocês darem uma chance e se apaixonarem pela história do Daniel e da Melissa