Matty Roth ganhou a oportunidade única de documentar a vida na cidade sitiada quando chegou pela primeira vez à ZDM. Mas permitiu-se deixar envolver com políticos, oportunistas, líderes de gangues e mercenários. Com a batalha final prestes a começar, essa é a última chance que o jornalista tem de fazer a coisa certa pelos residentes da cidade que aprendeu a amar.
De Brian Wood e Riccardo Burchielli, com artes dos desenhistas convidados Cliff Chiang, David Lapham, Nathan Fox, Danijel Zezelj, Andrea Mutti e Shawn Martinbrough.
Este volume reúne as edições 55 a 72 de DMZ em 400 páginas, equivalentes aos encadernados originais DMZ Vol. 10: Collective Punishment, DMZ Vol. 11: The Five Nations of New York e DMZ Vol. 12: Free States Rising, concluindo a série no Brasil.
Brian Wood's history of published work includes over fifty volumes of genre-spanning original material.
From the 1500-page future war epic DMZ, the ecological disaster series The Massive, the American crime drama Briggs Land, and the groundbreaking lo-fi dystopia Channel Zero he has a 20-year track record of marrying thoughtful world-building and political commentary with compelling and diverse characters.
His YA novels - Demo, Local, The New York Four, and Mara - have made YALSA and New York Public Library best-of lists. His historical fiction - the viking series Northlanders, the American Revolution-centered Rebels, and the norse-samurai mashup Sword Daughter - are benchmarks in the comic book industry.
He's written some of the biggest franchises in pop culture, including Star Wars, Terminator, RoboCop, Conan The Barbarian, Robotech, and Planet Of The Apes. He’s written number-one-selling series for Marvel Comics. And he’s created and written multiple canonical stories for the Aliens universe, including the Zula Hendricks character.
Este é o último volume brasileiro de ZDM: Zona Desmilitarizada, o quadrinho que imagina Manhattan devastada e no meio de uma guerra civil entre dois lados dos Estados Unidos. É a obra mais longa de Brian Wood, que é mestre em histórias curtas e com sacadas interessantes. Os arcos de ZDM tiveram vários arcos de histórias curtas, dando um aspecto do todo. Essa é outra qualidade da escrita de Brian Wood, além, é claro, de ser um grande nome dos quadrinhos indies dos anos 2000 e trazer essa sensação de frescor e experimentação aos quadrinhos. Esta série demorou praticamente dez anos para ser concluída no Brasil devido à más escolhas quanto a sua produção gráfica, que trazia dois arcos num encadernado capa dura, deixando o preço nas alturas e de difícil acesso para o novo comprador. O mesmo aconteceu com Transmetropolitan. Somente os insistentes e economicamente viáveis (kinda) como eu seguiram para ver o encerramento da série. E é um encerramento muito bem orquestrado, dois arcos como de praxe. Algumas histórias dispensáveis, mas nada que estrague o todo. Contudo, ZDM tem a melhor última história de vário titulos novos da Vertigo de sua leva e ela segue aquele estilo de Brian Wood de mostrar o todo a partir do particular, tão caro para o estilo independente americano. Demorou, mas valeu, ZDM!