Comédia afiada sobre amor, dinheiro e ilusão social em três atos cuidadosamente encenados.
Um elenco vívido de personagens navegará entre a etiqueta da sociedade, o desejo e a economia da fortuna, tudo com diálogos rápidos e humor satírico que revelam as hipocrisias de uma época e de um lar em transformação.
Este livro apresenta uma peça teatral que brinca com as pretensões de casamento, riqueza e reputação. Em cenas que vão do salão aos bastidores, as estratégias de sedução e as negociações do cotidiano revelam como o amor pode se confundir com interesse e como o poder do dinheiro molda relações. Diálogos espirituosos e agudos que.compõem cenas de vida social, família e amor. Personagens marcantes que desafiam convenções com humor e pontadas de crítica social. Um retrato satírico de valores e desejos, com humor de situação e ironia. Ambiente de época com foco em costumes, honra e a fluidez entre aparência e realidade. Ideal para leitores de teatro clássico brasileiro, fãs de comédias de costume e público que aprecia sátira social com tom leve e inteligente.
Henrique Maximiano Coelho Netto (Caxias, 21 de fevereiro de 1864 — Rio de Janeiro, 28 de novembro de 1934) foi um escritor (cronista, folclorista, romancista, crítico e teatrólogo), político e professor brasileiro, membro da Academia Brasileira de Letras onde foi o fundador da Cadeira número 2.[1]
Foi considerado o "Príncipe dos Prosadores Brasileiros", numa votação realizada em 1928 pela revista O Malho.[1] Apesar disto, foi consideravelmente combatido pelos modernistas, sendo pouco lido desde então, em verdadeiro ostracismo intelectual e literário.[2]