O que parecia ser apenas mais um encontro casual, em um café de uma esquina movimentada, acaba sendo uma conversa que pode mudar tudo. Bruna precisa organizar o que sente e pensa, ficando de frente à pessoa que mais causa sentimentos confusos em seu coração.
Olívia Pilar é mineira de BH, escritora, mestra e doutoranda em Comunicação Social pela UFMG. Busca trazer representatividade para suas histórias, que têm protagonistas negras e garotas que gostam de garotas.
Publicou, de forma independente, cinco contos pela Amazon: “Entre estantes”, “Tempo ao tempo”, “Dia de domingo”, “Pétala” e “Quando o sol voltar”; participou de quatro coletâneas também publicadas na Amazon e das antologias Todo mundo tem uma primeira vez (Plataforma21, 2019), De repente adolescente (Seguinte, 2021) e Sobre amor e estrelas (e a cabeça nas nuvens) (Rocco, 2022)
BJS PARA QUEM TEM O NOME NESSE CONTO! (quem é Bruna entende essa felicidade porque é um nome que ficou esquecido nos anos 90 e nunca aparece em livros)
Mais uma vez, a Olívia mostrou como consegue criar algo tão grande e tão complexo, como um relacionamento e um universo de sentimentos entre duas pessoas, e demonstrar tudo em poucas páginas. Repito: os contos da Olívia sempre te deixam com o coração mais leve/apertado porque ela domina a escrita de contos de um jeito muito natural e bonito.
E queria deixar registrado que apesar de ter uma Bruna na história, eu me identifiquei mais com a Pétala <3
A sensibilidade da história é linda. Li o conto todo ouvindo a trilha sonora do filme das Anavitória e fez toda a diferença para o clima da leitura. A escrita é tão aconchegante quanto uma tarde numa cafeteria. Me senti sentado a uma mesa ali perto, tomando café e ouvindo a conversa da Bruna e da Pétala e ansioso pelo desenrolar.
Demorei tempo demais pra ler algo da Olivia, mas acho que esse conto chegou no momento certo. Vou querer reler em algum momento, mas antes vou correr atrás do tempo perdido e ler as outras histórias da autora.
É necessário muito talento pra conseguir criar duas personagens tão cheias de sentimentos e individualidade em poucas páginas, e Olívia obviamente o possui. É uma história feita toda ao redor de uma DR, e a sensibilidade está onipresente. É intensa, assim como o sentimento das duas, e eu saí parecendo que conhecia as duas há anos. Pessoalmente, já estive em uma situação parecida, e me senti um pouco refletido na Bruna. Deu pra entender perfeitamente o que ambas sentiam, toda a história delas, como outros fatores interferem, enfim, perfeito. Nesse momento estou indo atrás de todos os outros livros da Olívia.
Não tinha dia melhor para sair essa história. Estou apaixonada pela Pétala, talvez pela forma como Bruna fala tanto dela. Olivia, como sempre, sabe mesmo como escrever um conto que me deixa nas nuvens.
Não tenho tanto o que falar. A Mary Robinette Kowal, em uma palestra, disse que contos, ficção curta, serve para evocar ideias e emoções na hora (just in time). Quer coração beeeeeeem quentinho? Leia Pétala. É lindo. É só o que tenho a dizer. É lindo. Não tem grandes reviravoltas e etc etc. É só beleza estampada do início ao fim.
Contos preciosos demais para serem lidos rapidamente™️
Eu sempre fico bobo com as histórias da Olívia, amo como ela consegue prender minha atenção já no início e adoro como a descrição dos sentimentos, gestos e manias e etc das personagens são mais detalhadas do que as descrições físicas, o que, na minha percepção, permite um vislumbre mais claro das pessoas presentes na história, além de torná-las mais profundas. Esse foi o terceiro conto da Olívia que eu li e, assim como os outros 2, foi um alento e deixou meu coração quentinho.
Fiquei encantada com a sensibilidade da autora: a personalidade das duas protagonistas, o amor palpável que Bruna sente por Pétala, a descrição breve do círculo social, a insegurança e o nervosismo da conversa difícil… todos esses sentimentos foram fáceis de se empatizar nas poucas linhas do conto. Adorei conhecer Pétala, Bruna e um breve pedaço da história das duas. Como mulher negra e bissexual, essa narração sensível e representativa DE VERDADE (coisa muito difícil de se ver hoje em dia) foi como um abraço. Gostei bastante.
Não sou muito fã de falta de comunicação, mas por ser um conto não foi algo desagradável, principalmente porque não foi o ápice do conto, só foi mais algo cotidiano que acontece às vezes e que às vezes é necessário revelar o que você sente mesmo que isso desagrade alguém. Apesar disso, apreciei o conto, foi leve, representativo e o casal interessante.
Uma leitura leve e gostosa com protagonistas interessantes e muito bem construídas, principalmente se levarmos em consideração que esse conto possui pouco mais de 30 páginas. Não conhecia a autora, Olívia Pilar, mas adorei a escrita dela e com certeza irei procurar outras obras suas!
Que conto lindo! Que história maravilhosa, me emocionou, daquelas que deixam o coração quentinho e um sorriso bobo no rosto. Eu não queria que acabasse. Senti como se estivesse lá com elas, vendo tudo de pertinho 🥹
Uma história que tem como inspiração uma música da Anavitória não tem como não ser perfeito, não é mesmo?
“Pétala” é uma história sobre o medo de sentir e de se entregar a uma pessoa. Mas mais do que isso, “Pétala” é o meu conto favorito da Olívia Pilar. De todas as narrativas que ela criou, até agora, eu consegui me conectar mais com essa por causa da maturidade das palavras empregada aqui. De forma que, na última página, eu só queria que fosse um romance completo para que eu pudesse panfletar no booktwitter todo. Recomendo demais, amei!
LINDO! é o segundo conto que leio dela mas adoro o jeito que ela escreve e os pensamentos da bruna sobre a pétala que coisa mais linda sabe em pouquíssimas páginas ela consegue construir algo tao lindo e mostrar todo o carinho que elas tem uma pela outra fofo demais
Ja li alguns títulos da autora e esse não decepcionou. Curtinho mas bem queridinho, as personagens demonstram muito o lidar com os sentimentos, gostei bastante!
Quando eu vi que a Olívia tinha publicado mais um conto, não tive dúvidas de que seria uma leitura incrível e recheada de amor. Porque os contos dela são assim: trazem aquele sentimento gostoso de que a vida é boa. Eu amo que o protagonismo das histórias dela são de não-brancos e bissexuais (a gente os enxerga!) Parece que Pétala chegou na hora certa pra mim. Algumas das coisas que a Bruna pensava sobre a Pétala caíram como uma luva na minha vida. E me fizeram refletir sobre a minha realidade. Vou guardar essas coisas no meu coração.
Mais uma história deliciosa, fofa e, infelizmente, curtinha (😭😭) da Olívia. Tendo lido outras coisas da autora, quando soube que ela tinha lançado um conto novo já corri logo para ler. Publicado no dia da visibilidade bissexual, esse conto - protagonizado por duas meninas bissexuais - foi um afago na alma, especialmente para quem é bissexual também (como eu mesma sou), que nunca é devidamente representado nas obras de ficção. Recomendo, como sempre 💕 Talvez seja minha obra favorita dela até agora - justamente por essa relação tão pessoal.
Eu acho que esse ganhou fácil o lugar de meu conto favorito da Olívia. Não só por eu achar a história muito boa (eu amo esse enredo que é só duas pessoas conversando e a gente entendendo a dinâmica entre elas!!!), mas porque a escrita da Olívia aqui me tocou muito, de verdade. Eu terminei de ler sentindo muitas coisas e, assim como foi com os outros contos, deu vontade de voltar pro começo e ler tudo de novo.