O planeta Terra foi devastado por um ataque nuclear, e boa parte de sua população se transformou em Mordedores, mortos-vivos que se alimentam de sangue e, com sua mordida, fazem dos humanos seres como eles.
Alice é uma jovem humana de 15 anos que mora no País das Armadilhas, nos arredores da cidade que um dia foi Nova Déli, na Índia. Ela nasceu nessa nova realidade aterrorizante e teve de aprender a se defender sozinha desde cedo.
As coisas mudam quando Alice decide seguir um Mordedor por um buraco no chão: ela descobre a estarrecedora verdade por trás da origem das criaturas e se dá conta da profecia que ela mesma está destinada a consumar — uma profecia que se baseia nos restos chamuscados do último livro encontrado no País das Armadilhas, uma obra chamada Alice no País das Maravilhas .
Uma mistura incomum de mitos, teorias conspiratórias e Lewis Caroll, Alice no País das Armadilhas pode parecer mais uma história de zumbi, mas é uma metáfora instigante de como tendemos a demonizar aquilo que não compreendemos
After finishing his schooling at Modern School, Barakhamba Road and his under-graduation at Hindu College, Delhi, Mainak Dhar graduated from the Indian Institute of Management, Ahmedabad. He has spent two decades in the corporate sector — starting with Procter & Gamble in India. He spent eighteen years with P&G, fifteen of them outside India across the Asia Pacific region. In 2014, he moved back to India as the CEO of the India operations of a major consumer products multinational. A self-described cubicle dweller by day and writer by night, Mainak is also the author of over a dozen books, some of which have been bestsellers in India and abroad. These books have been translated into Turkish, Vietnamese, Japanese, French, German and Portuguese. He lives in Mumbai with his wife, Puja, and their son, Aaditya. When not at work or with his family, he can usually be found working on, or thinking about his next book. Learn more about him and contact him at www.facebook.com/AuthorMainakDhar.
Não fez nem cosquinha É muito difícil escrever a resenha de um livro que você não sabe se gostou ou não. Eu apenas o li. E levei muito tempo para isso. Agora tenho menos um livro não lido na estante e mais um na lista de leituras concluídas.
Eu tenho um pouco de pena deste livro porque não dei a devida atenção a ele. Toda vez que o pegava para ler me vinha uma lista interminável de pendências que eu precisava ticar até o fim do dia. Então eu largava o livro e ia fazer o que tinha que ser feito e no fim do dia estava cansada demais para pegá-lo de novo.
Eu achei a ideia interessante - uma releitura de Alice no País das Maravilhas - e admito que o autor conseguiu alinhar as referências da obra original com sua. Mas o livro simplesmente não prendeu minha atenção. Não sei se foi a falta de costume de ler livros físicos ou porque agosto foi um mês agitado ou simplesmente porque o livro não é tão notável assim.
Não descarto a possibilidade de ser tudo ao mesmo tempo também.
Eu diria que este livro é voltado pro público infantil pela linguagem simples como é contado, mas Deus me livre uma criança chegar perto dele. Há palavrões, mortes, violências gráficas, tiros e insinuação de abuso sexual. Não acho que uma criança compreenderia o enredo político também.
Aliás, fiquei sem saber se o autor foi xenofóbico quando determinou o papel da China no mundo apocalíptico da história. Sei que na vida real a China não é nenhuma santa e provavelmente é culpada de muita coisa. O que me deixou desconfortável é que isso é uma verdade para todo mundo. Todo país tem sua parcela de culpa nas crises, guerras e desastres. As relações delicadas e por obrigações que eles mantêm entre si é prova o suficiente. Preferia que o autor tivesse inventado nomes para cada território, fazendo alusão aos verdadeiros, mas deixado o leitor tirar suas próprias conclusões.
Não sei se faz sentido minha opinião...
Como ficou, achei uma visão muito ocidentalizada da situação; o que não é possível já que ele é da Índia.
Por ultimo, mais de uma vez se referiram aos personagens chineses como "militares de olhos puxados". Não sei se é como está no original ou foi deslize da tradução/ revisão. Mas não é assim que se descreve personagens amarelos. Isso foi ofensivo.
Por outro lado, foi muito bacana ler uma história que se passa em Nova Délhi, com diversos personagens não brancos e cultura diferente. Uma mudança muito bem vinda que não costumo encontrar. Ainda que - vamos falar do elefante branco na sala - o protagonismo tenha recaído numa personagem branca e loira.
A profecia retirada de Alice no País das Maravilhas de que é ela a chave para a salvação da humanidade leva o Complexo do Branco Salvador e d'O Escolhido a um outro nível.
Não tenho muito a dizer sobre os personagens nem o universo ou as cenas de ação. O autor se dedicou bastante detalhando as cenas de lutas e brigas. Gostaria que tivesse expandido isso para os personagens. Eles são rasos, mal dá para se envolver emocionalmente com o círculo de amizade e familiar de Alice - o que influencia na ausência de emoção que senti quando um amigo ou parente dela morria ou estava em perigo..
Tenho a impressão de que o livrou oscilou entre só narrar sem mostrar o que se passava e mostrar com mais atenção o que sucedia.
Alice não me irritou, ela é uma personagem de 15 anos e não consigo exigir muito dela. É até amadurecida e bem treinada, mas às vezes encara os desafios com ingenuidade demais.
Há alguns erros gramaticais e de revisão. Não sei se foram trazidos do original ou foi falha da preparação brasileira mesma. A grafia errada de algumas palavras incomodou, mas o pior foram trechos que não faziam o menor sentido.
Eu comprei a trilogia completa, mas não sei se lerei os outros livros. Este aqui não fez nem cosquinha em mim.
comprei a trilogia em 2018 na bienal porque cada um dos livros estava 10 reais. comecei a ler, e me deparei com uma história surpreendente. num mundo pós apocalíptico, os seres humanos lutam contra os mordedores (humanos que foram transformados após serem contaminados por um vírus) pela sobrevivência, entretanto, ao seguir um mordedor Alice se depara com uma realidade que ela jamais imaginaria. será que tudo que ela sempre ouviu é real?
partindo dessa premissa, a história se desenvolve de forma genial, de modo muito envolvente. o autor foi realmente muito assertivo na construção da personagem Alice, deixando claro seus princípios e motivações.
já estou desesperada pra terminar o segundo volume.
Achei excelente, comprei o livro pela capa....e me surpreendi com a história, que se passa em um mundo devastado por zumbis, mas são diferentes de outras conhecidas de zumbis, pois os zumbis tem liderança e peculiaridades , sem contar a profecia e a conspiração por trás de tudo.... Li a trilogia e me apaixonei...... E indico....