Depois de ir contra o pai e ter sido condenado à Câmara dos Loucos, Petrus Logus precisou enfrentar seu próprio preconceito para enfim encontrar a felicidade ao lado de Nátila, seu grande amor. Porém, Petrus ainda tem uma missão a cumprir e precisará manter o foco para não se desviar de seu objetivo. Enquanto tenta descobrir a verdade sobre o Portal do Tempo e entender suas viagens ao passado, Petrus percorre todo o Reino de Cosmus e vê de perto as atrocidades cometidas sob as ordens de seu pai – altos impostos, fome, mutantes sendo condenados à extinção, escravos trabalhando até a morte. Por onde passa, Petrus promove mudanças substanciais na vida das pessoas e é proclamado o Libertador. Porém, nada na vida do jovem príncipe é fácil, e, nesta nova aventura, ele descobrirá que muitas de suas crenças não são reais e que está envolvido num plano muito maior – e muito mais sombrio – do que imagina.
Augusto Jorge Cury (Colina, 2 de outubro de 1958) é um médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor de literatura psiquiátrica brasileiro. Desenvolve em Espanha pesquisa em Ciência da Educação e, após a construção da teoria de Inteligência Multifocal, continua a desenvolver estudos sobre as dinâmicas da emoção e da construção dos pensamentos. Dirige a Academia da Inteligência no Brasil, um instituto de formação para psicólogos, educadores e outros profissionais, e actualmente os seus livros são usados em pesquisas de pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Humanas. À sua actividade, alia ainda a participação em congressos e conferências em diversos pontos do mundo, onde os seus livros estão publicados.
Esta história está cada vez mais empolgante e depois de todas peripécias e desafios que as personagens enfrentaram no primeiro volume, eis que a narrativa se intensifica e volta a trocar as voltas aos leitores! O enredo complica-se e a coragem do pequeno grupo de mentes livres cresce até ao impossível. As teorias que Cury apresenta nesta saga dão muito que pensar sobre o nosso comportamento enquanto Humanidade para com os nossos pares e para com a Natureza; todos os anos gastamos mais recursos do que devíamos e a tecnologia que usamos desenvolve-se tão depressa que se torna assustador pensar no quão perigosa pode se no futuro. Mal posso esperar para saber qual será o desfecho da estória do jovem mais corajoso de Cosmus. Será que o verdadeiro conhecimento sairá vencedor desta luta desigual?