Welcome to the Ballroom, Vol. 7 continues where the previous tankōbon left off and contains the next six chapters (27–32) of the on-going manga series with a bonus story: "What If We Genderswap the Leaders and Partners".
While Kaname Sengoku is away competing, Tatara Fujita and Chinatsu Hiyama are being taught by Marisa Hyōdō. Despite only being in D Rank, Fujita and Hiyama heads to Shizuoka and enter the Grand Prix there. They were surprised to see Masami Kugimiya and Tamie Idogawa, who beat them in the Novice Competition and Akira Koumoto and her partner there.
The Shizuoka Grand Prix had four events: Waltz, Tango, Foxtrot, and Quickstep. However, during the Tango, Fujita had the sensation of a person with four legs. This sensation was so disturbing and disconcerting that he couldn’t dance further, which upset Hiyama to no end. Unbeknownst to them, as they already left the competition, they got full marks for their Waltz and Tango, which surprised Koumoto.
Pleading forgiveness, Marisa Hyōdō stated that she already knew about their entering a competition without her blessing. Instead, she invited them to a dance camp located in a property in Karuizawa. Travelling with them is Kugimiya and Idogawa whom he somewhat bonds with. Fujita is surprised to see his friends Kiyoharu Hyōdō (his rival), Shizuku Hanaoka (his love interest), Gaju Akagi (his sempai), and Mako Akagi (his former partner). It is here, when bonding with the boys, that he learned that the sensation that he felt during the Shizuoka Grand Prix was rather common.
This tankōbon is written and illustrated by Tomo Takeuchi. It is quite interesting to read the growth of Tatara Fujita and Chinatsu Hiyama as partners. His interactions between contemporaries around his age are also well written and it would be interesting to read how their training would progress in the next tankōbon.
All in all, Welcome to the Ballroom, Vol. 7 is a wonderful continuation to a series that seems intriguing and I cannot wait to read more.
تاتارا خیلی رندوم وارد این دنیای جدید شده و اصلا خبر نداره چه خبره و چه فشاری روی چیناتسو هست و حالا بعد از کنار اومدن با فاجعهباری پایهاشون، حل کردن مشکلاتی که در مسیر پیش میاد حتی سختتر خواهد بود. این جلد برعکس باقی جلدها من با چیناتسو بیشتر ارتباط گرفتم تا تاتارا. تاتارا اونیه که فوقالعاده است و با ادمای فوقالعادهای روبهرو شده، چیناتسو کسیه که دنبالش کشیده شده تا اینجا فقط به خاطر اینکه تصادفا توی یه کلاس بودن و یهو تصمیم گرفت حرصش از دور موندن از علاقهاش رو خالی کنه. و این فشار بیشتری حتی روش وارد میکنه، کنار کسایی قرار گرفتن که یه جورایی سلبریتی حساب میشن و اگاهی به این که قراره دائم قضاوت بشه. و این خیلی ناراحت کننده است.
Agora que alcançaram o ranque D, Tatara e Chinatsu devem procurar melhorar a sua parceria ou, em bom português, estão lixados. Para tal, os dois procuram a instrução de Marisa Hyodo, mãe de Kyoharu, uma instrutora talentosa e severa. Sob a sua orientação, Tatara é forçado a abandonar os vícios que acumulou e a reaprender tudo: postura, ritmo, jogo de pés. Não há atalhos para a excelência. E essa é talvez a lição mais poderosa deste volume.
Contudo, não nos podemos esquecer que as personagens são adolescentes, pelo que o evento principal do volume é precisamente um ato de imaturidade. Ao se inscreverem no Grande Prémio de Shizuoka (contra as recomendações de Marisa), Tatara e Chinatsu rapidamente compreendem que estão fora do seu elemento. Porém, o entusiasmo juvenil supera qualquer cautela. Apesar de ser um ato de imaturidade (algo que a autora salienta ao longo do volume), é também um momento de descoberta. Tatara experiencia algo estranho, mas verdadeiramente sublime. À falta de melhores palavras, Tatara entra pela primeira vez na "zona".
Agora, talvez seja a hora de entrar em detalhes sobre a minha pessoa. Desde criança sempre pratiquei dança. Nunca numa ótica profissional, mas como um hobby, um passatempo ao qual sempre me dediquei, sempre buscando melhorar e evoluir. Desta forma, houve alturas em que tive a mesma experiência que Tatara. É difícil de descrever o que é a "zona", uma vez que a sensação varia de pessoa para pessoa. Mas, de um modo geral, trata-se daquele momento em que tudo parece se alinhar. Aquele momento quando estamos por dentro do ritmo da música, quando o nosso corpo e a nossa mente estão em perfeita sintonia ao ponto de os nossos pensamentos simplesmente desaparecerem e nada mais importar - apenas nós, a música e o palco. O mundo não desaparece, nem se torna num mero borrão, porém parece dobrar-se a nós, como se tudo parasse por meros três ou quatro minutos e nós somos o único corpo que se move na imensidão do planeta; o único corpo que importa. É uma sensação extremamente fugaz e não é sempre que acontece. Consigo contar pelos dedos da mão, as vezes que experenciei tal coisa. Ver esse momento tão bem representado neste volume, com a arte ilustre de Takeuchi, foi sentir uma espécie de validação e de confirmação do meu amor pela dança. O toque extraordinário de Takeuchi reside precisamente no quão esta sensação pode ser estranha. Pessoalmente, sempre me deixei levar. Todavia, Tatara fica abalado, o que acaba por deixar Chinatsu frustrada. É um momento de vulnerabilidade crua, que nos lembra que a dança não é apenas técnica — é também uma batalha psicológica constante.
O par Tatara e Chinatsu continua a exibir grandes dificuldades em encontrar o equilíbrio desejável. Marisa convida-os para a sua casa de campo, atingindo outro lugar-comum dos mangás dedicados ao desporto: o acampamento de treino. Lá voltamos a encontrar Shizuku, Kyoharu e os irmãos Gaku e Mako. O facto de Tatara e Chinatsu ocuparem o centro da história, significa que as restantes personagens acabam por ser relegadas para segundo plano. É um sacrifício narrativo compreensível — o foco está claramente na dupla principal — mas fica sempre a sensação de que há histórias a serem contadas em simultâneo que ficaram por explorar.
A tensão entre os Tatara e Chinatsu, proveniente já do volume anterior, chega a um ponto de ebulição tal que acaba mesmo por explodir, deixando, desta forma, a possível resolução do conflito para o próximo volume.
i was soooooo into this volume (even though i don't know why sengoku is on the cover???) i loved how it was more about chiinatsu and tatara growing as a couple and as a team rather than them just rehearsing endlessly. im very interested in their dynamics, i have quite a lot of faith in the worst possible combo (btw i love hyodo a lot)