Michael Oakeshott é, ao lado de Edmund Burke, Russell Kirk e Roger Scruton, um dos principais representantes do conservadorismo em língua inglesa. A política da fé e a política do ceticismo é o seu mais importante livro póstumo. Na obra são apresentadas as duas posturas que polarizam a condução da política desde o início da modernidade. De um lado, a política da fé, que confia na capacidade governamental de solucionar problemas. De outro lado, a política do ceticismo, que, em lugar de instituir um fim comum aos cidadãos, assegura que os indivíduos disponham de espaço para seguir os seus propósitos. As duas atitudes são inelimináveis no mundo moderno, e ambas apresentam riscos; a predominância da política da fé, no entanto, leva o autor a enfatizar a necessidade de aprendermos com o pensamento cético. Esta edição conta com prefácio do filósofo Luiz Felipe Pondé; introdução da maior autoridade nos estudos sobre Oakeshott, Timothy Fuller; e posfácio do tradutor do volume e pesquisador da obra oakeshottiana Daniel Lena Marchiori Neto.
English philosopher and political theorist who wrote about philosophy of history, philosophy of religion, aesthetics, and philosophy of law. He is widely regarded as one of the most important conservative thinkers of the 20th century, although he has sometimes been characterized as a liberal thinker. Oakeshott was dismayed by the descent into political extremism that took place in Europe in the 1930s, and his surviving lectures from this period reveal a dislike of National Socialism and Marxism. In 1945, Oakeshott was demobilized and returned to Cambridge for two years. In 1947, he left Cambridge for Nuffield College, Oxford. After only a year, he secured an appointment as Professor of Political Science at the London School of Economics (LSE), succeeding Harold Laski. He was deeply unsympathetic to the student action at LSE that occurred in the late 1960s, on the grounds that it disrupted the aims of the university. Oakeshott retired from LSE in 1969. Oakeshott refused an offer of Knighthood from Queen Elizabeth II, for which he was proposed by Margaret Thatcher.
Confesso que esperava mais do livro, dada a reputação do autor. Os conceitos dos dois modos de política apresentados são realmente interessantes e explicados com relativo sucesso, mas não gostei particularmente do modo como o autor escreve. Por exemplo, ele cita a política atual mas não sabe-se o ano referido, supõe-se a data de publicação (anos 90). Isso leva a outro problema que são os exemplos abstratos, em que o autor para explicar um conceito deseja dar exemplos mas não escolhe exemplos concretos. Por isso, achei o livro desnecessariamente longo, até mesmo por ter trechos repetidos. O livro se salva com o posfácio, em que é retratada brevemente a vida e obras do autor e uma contextualização deste livro.
While i think oakeshott makes some good analysis of these different political styles and i understand this is a theoretical book some examples wouldve given his Analysis some more grounding while also showing the limits of the Analysis as a tool to understand politics
Quisiera poder decir algo inteligente sobre un libro tan complejo e interesante, pero sólo puedo decir: ODIO LOS EXTREMOS DE LO QUE SEA. Nada en extremo sirve. Mucho menos posiciones políticas.