Quando a vida que tens como garantida se desfaz, questionas tudo. Quando alguém te deixa, parte de ti fica perdida. Após um relacionamento falhado, uma jovem mulher decide reescrever a sua história e embarca numa longa jornada. Durante cerca de três anos, viaja por diferentes lugares do Mundo e dentro dela. Entre o passado e o presente, descobre o valor da dor, da perda, da identidade, da felicidade e traça o caminho do perdão. Porque um grande amor muda a tua vida para sempre.
Catarina Rodrigues nasceu em 1989, em Portugal. Mestre em Engenharia Química e Bioquímica pela Universidade Nova de Lisboa. Atualmente trabalha como consultora na área de informática e tecnologias de informação, coach e formadora de soft skills. A primeira história que escreveu foi sobre a amizade improvável entre um pessegueiro e uma boneca que o seu avô trouxe do Japão. Atualmente vive em Bruxelas.
3,5 Esta não é uma leitura fácil, é uma leitura intensa carregada de sentimento e talvez por estar atravessar uma fase menos boa da minha vida ou por me ter relacionado bastante com a situação, a verdade é que foi uma leitura lenta e dolorosa. O facto de serem quase cartas escritas para outra pessoa faz com que haja pouco diálogo e logo pouca dinâmica, o que tornou para mim a leitura um pouco pesada sem fluidez. O final valeu a pena, senti-me recompensado pelo caminho tortuoso, de uma carga emocional, de uma dependência... senti quase como se a justiça tivesse sido feita.
Descobri este livro por acaso. Foi publicado recentemente pela Oficina do Livro, e na página da editora encontrei-o e sem pensar duas vezes: fui logo adicionar à lista de desejos. Se li a sinopse? Não. Deixei-me levar completamente pela capa. Aproveito já para dizer o quanto gosto da capa, simples, bonita e uma boa escolha de cores. Logo após ter conhecimento deste livro fui tentar saber mais sobre a escritora. A Catarina é uma pessoa incrível, posso desde já dizer-vos. Acompanho os stories dela regularmente, e enquanto lia o seu livro ela estava sempre atenta para saber o que estava a achar. Uma escritora muito simpática, e que de certa forma identifico-me imenso. Não há palavras, a Catarina é espantosa.
Leio vários livros deste género, desde Pedro Chagas Freitas a Raul Minh'alma. Admito que já fui mais fã de ambos, mas nunca perco o carinho por eles. A Catarina consegui superá-los em certa forma. Adorei a forma como a escritora transmitiu os seus pensamentos, acontecimentos e aprendizagens aos leitores. Ela tem uma forma especial de comunicar com os leitores, e fiquei logo apaixonada pela sua escrita. Sendo o primeiro livro dela fiquei estupefacta com isto, são poucos os que podem orgulhar-se do primeiro livro publicado, mas a Catarina deve sempre ter todo o orgulho neste livro.
Peguei duas vezes no livro. Nessas duas vezes li e li sem parar, é impossível deixar o livro de lado. Ficámos viciados na leitura, só de pensar que o livro vai acabar sentimos já saudades. Terminei a poucos mais de uns dias o livro e sinto saudades, até chego a sentir a necessidade de reler. Maravilhoso, não me lembro de um livro ter-me deixado desta forma! Identifico-me com o livro, imenso até. Podia contar-vos várias histórias que vocês acreditariam ser a mesma pessoa que é apresentada no livro da Catarina. Tenho um carinho especial pela personagem, e acredito que deve ter sido complicado para a Catarina colocar nas páginas certas passagens deste livro.
Digo-vos com todo o meu coração e sinceridade: leiam este livro. Vão gostar, vão rir, chorar, pensar. Vai ser complicado não se verem em alguma das situações descritas. Acredito que muitas já aconteceram a vocês, ou a pelo menos pessoas que conhecem. Deixem-se levar pela narrativa maravilhosa, pelas palavras e pelo amor que a Catarina depositou neste livro. Se até agora não encontraram um livro que vos deixasse com o coração nas mãos, acreditem que será este.
Quando terminei o livro classifiquei com quatro estrelas, porquê? Não sei bem, dei as quatro estrelas. Passados dias enquanto planeava a opinião pensei e pensei. Sentia que estava a ser injusta. Um livro assim não merece quatro estrelas. Merece mais. Muito mais. Cinco estrelas para este livro. São mais que merecidas. Espantoso. É tudo o que tenho a dizer sobre este livro. Catarina, que venha o próximo! Parabéns, mereces todo o sucesso e acima de tudo, toda a felicidade do mundo!
Já todos sofremos desgostos de amor e a Catarina usou a sua dor e transformou-a num livro. Através da escrita, mostra-nos que é capaz de superar um amor que pensava ser para a vida toda.
Palavras bonitas para um homem que revelou ser um valente canalha. Até chegarmos ao desgosto, a autora apresenta-nos a sua história de amor através de pequenos flashbacks – como se conheceram, como se apaixonaram e como tudo se passou até ao fim da relação.
Anos depois de uma separação, Sara continua a escrever cartas ao ex-namorado. Cartas não entregues, mas que recorda os bons e maus momentos, as felicidades e tristezas da sua vida após o fim, o seu sucesso e a sua tentativa de reencontrar a felicidade,…
Em que é que erramos? “Foste o amor da minha vida, mas não foste o homem. Acredito que ele ainda está para chegar.”
As cicatrizes continuam lá, mas o importante é saber viver com elas. Uma história dolorosa, mas também de superação.
Catarina Rodrigues lançou o seu primeiro romance, “1001 Coisas que Nunca te Disse” pela Oficina do Livro. Num registo muito descontraído, simples, conta a história do desgosto de amor da Sara. São através de cartas ao David com bastante sinceridade e sem filtro, que Sara vai contar tudo o que não disse. Não fica nada por dizer.
Quem nunca passou por um desgosto de amor? Quem nunca viveu um amor intenso? Vários leitores vão identificar-se com esta história e ver espelhada a vontade de gritar algumas palavras aos seus ex.
Durante os lamentos da apaixonada Sara senti-me pena. Pena pela forma como a sua auto estima era nula. Pena por todas as mulheres que vivem centradas num amor que não merece. E preocupa-me que algumas raparigas vejam romantismo ou bonito sentir algo desta forma por um homem. Incomodou-me. É natural existir um processo de luto após o fim de uma relação. É natural sentir revolta e pedir justificações após mentiras e traições. Sobretudo é o primeiro e há muita entrega, mas não devemos nunca, MENINAS, colocar o nosso amor próprio para segundo lugar e quebrar essa ligação que temos com nós mesmas. No final a Sara acaba por trazer uma mensagem de esperança, mas continua focada naquele amor antigo. Para ela, tudo se resume ao David e como precisa de provar que ela está bem numa ida ao restaurante mais caro. Um nadinha imaturo, não? Não acho que fique bem explicado a evolução da protagonista perante esse desgosto.
Já cometi alguns dos erros da Sara e também sofri os meus desgostos. Se tivesse lido este livro noutra fase da minha vida teria sido um livro marcante. Estou noutro nível e não consigo olhar agora para o amor desta forma esgotada e desesperada. Espero que as mulheres tenham a capacidade de não se destruírem por causa de um homem que não as merece. A vida está cheia de oportunidades. E apesar do livro tentar mostrar isso, não foi suficiente.
O que mais gostei neste livro foi a relação da protagonista com os pais, irmã e avós. Chorei numa passagem muito difícil. Nenhuma criança merece ser maltratada. Senti naquelas palavras tanta verdade que foi impossível não ficar sensibilizada. É uma história muito triste, mas a fibra da Sara deve-se a esta passagem menos triste.
É um género literário que normalmente não leio. Foi uma experiência muito irregular, longe dos princípios ou mensagens que tento passar. Tem uma narrativa muito fluida e algo nos faz continuar a ler para descobrir o se vai passar na vida da protagonista. Não sendo o final que mais surpreende, facilmente criamos alguma identificação com a história devido ao tema abordado.
Sigam o instagram do livro, podem ver algumas frases soltas e perceber é do vosso agrado.
O que dizer sobre este livro? É sentimento que bate forte cá dentro de nós, que nos faz pensar, que nos faz ver que não estamos sozinhos quanto tentamos ultrapassar um desgosto de amor. A escrita da autora é tão realista que parece que estamos a viver o que a protagonista está a viver, as suas dores, os seus medos, as suas ansiedades. Mas também vivemos a sua recuperação, o seu voltar ao normal, o seu voltar a abrir-se ao mundo e tentar fazer o melhor depois da dor. Não é a minha leitura habitual, mas estava na minha lista e não me arrependo de todo a sua leitura. Dou 5 estrelas porque merece, por tudo o que disse e pelo que não disse. Não é um livro de auto-ajuda, mas bem que podia ser, pois Catarina Rodrigues oferece uma ajuda valiosa a corações quebrados.
A todos os que já sofreram de desgostos de Amor, a todos os que estão confusos com os seus sentimentos, a todos os que querem um dia viver um grande amor... Livro absolutamente aconselhado. A Catarina escreve de uma forma que nos envolve, como se estivéssemos frente a frente, a ter uma conversa de amigos. Uma escrita fluída, tranquila, pacificadora, mesmo se tratando de um assunto tão delicado, como um desgosto de amor. Obrigada Catarina.
Sara, uma jovem universitária, de um momento para o outro perde o seu grande amor, iniciando assim uma fase menos boa da sua vida onde todos os pilares que a ajudavam a sustentar quebram. No momento em que é necessário enfrentar um desgosto de amor as forças desaparecem. Quem não compreende esta desilusão amorosa quando todos passamos em algum momento da vida por algo do género? Da autoria de Catarina Rodrigues chegou através da Oficina do Livro a obra 1001 Coisas que Nunca Te Disse, um romance contado na primeira pessoa, através de cartas quase faladas de Sara para David, o amor que prometia ser para a vida. As reflexões sobre a sua criação sem uma família estável como aconchego, o passado a dois vivido de forma feliz ao lado de David, os sonhos que ficaram por realizar e os objetivos sobre a vontade de esquecer a mágoa para iniciar um novo processo. A dependência sobre uma felicidade que prometia ser eterna e que ficou pelo caminho, a incapacidade de reação inicial com esperança que tudo mude sabendo que isso não irá acontecer. Sara luta contra si, dando através destas cartas os sinais que queria mostrar a David sobre tudo o que viveram em comum e os seus sentimentos no momento em que fica só, sem o refúgio que tinha. Descontraída, de forma simples e sem filtros, Sara entrega à escrita o peso com que habita, vendo nas palavras o seu melhor confidente numa altura de luta pessoal e de mal com o mundo por um corte inesperado que lhe tira o chão. Cada apontamento sincero, transcrito em pequenos capítulos que podiam parecer mais do mesmo mas que agarram o leitor através de cada fase que esta jovem mulher enfrenta ao longo do período de luto pela relação que tinha. Apontar o dedo ao que falhou em si e nos dois, reflexão sobre as brechas que foram abertas que permitiram a ausência de sentimentos e a incapacidade de reação no momento em que tudo voou e é necessário regressar ao ponto onde tudo começou. Numa autêntica viagem de vida que começou conturbado, passando por um momento de felicidade que virou presente pesado, a nostalgia surge com cada marca que serve de comparação entre o que foi vivido a dois e um presente solitário que tarda em passar. Vivendo para os estudos e onde o trabalho ocupa cada vez mais o espaço deixado vago pelo coração, Sara mostra-se ao longo dos seus desabafos uma mulher com baixa auto estima, não enfrentando a dor com tentativas de recomeço, optando sim por alimentar o que já não existe, sacrificando uma corrida contra a verdade, não sendo um exemplo de esperança junto dos leitores que passem por uma situação do género. Olhei para esta história e encontrei uma mulher como quero acreditar que não existam assim tantas. Sara permanece demasiado tempo na dor provocada pelo abandono, dando a volta à situação de forma tardia e com apontamentos vingativos a surgirem num momento final, o que não achei convincente nesta história, mas sei que é real. Um ser magoado sempre se transforma e neste caso, como em muitos exemplos reais, a mudança derivada da dor sôfrega acaba por levar a momentos de humilhação para com o outro onde o sofrimento provocado acaba por criar um ser revoltado que tanto está pronto para voltar a acreditar como para magoar e agir com vingança assim que surja uma oportunidade. Catarina Rodrigues tem assim no seu primeiro livro uma experiência que demonstra que este nome terá caminho a desbravar dentro de um outro estilo de contar uma história. Pela sua escrita vejo um futuro romance, com aquele drama que lhe é exigido, a ser desenvolvido e a conseguir segurar o leitor para que se queira saber sempre mais o que irá acontecer. Em 1001 Coisas que Nunca te Disse fiquei a querer seguir com a leitura, mas não posso dizer que me tenha conquistado pela história, mas sim pelo fio condutor e por perceber que embora o tema tenha sido sempre em volta do mesmo, existia sempre algo novo para ser contado, o que demonstra um dos pontos positivos deste enredo que ganha bastante pela escrita fluída e que prende o leitor, não tanto pelo que vai sendo contando mas sim pelo que irá ser revelado.
E um livro fresco, a cheirar a miúda de universidade. É sobre uma paixão a alta voltagem, no limiar do curto circuito. Daqueles amores na beira do precipício, e que não podem ser de outra forma. É sobre um amor urgente, de quem ainda não foi absorvido nas banalidades da vida. Os capítulos pequenos e as frases curtas, de linguagem simples, fazem com que seja um livro de leitura fácil. Há um quê de refrescante em toda a imaturidade que ali é representada, desde as concepções de género, à constante auto-critica ou idealização do amor e da vida. Creio que leitores/as com 20 e poucos anos encontrarão uma identificação imediata com a narradora. Para públicos mais velhos e/ou mais maduros, esta uma viagem ao eu do passado, com toda aquela nostalgia do quão bom foi viver assim. (discriminações de género à parte, e podendo o livro ser um experiência agradável para todos os géneros, estou em crer que este irá ter melhor aceitação entre o público feminino) Quanto à trama do livro em si, senti que a parte familiar da personagem podia, e devia, ter sido mais explorada. Acho que faltou corpo e profundidade à narradora, que neste caso é também a personagem principal. Houve uma insistência na repetição, que por vezes senti como desnecessária e supérfula, de divagações sobre a vida e o amor, ocupando espaço que consideraria mais útil tendo sido dedicado a explorar o tema de contextualização familiar. Sinto que esse tema ficou inacabado. Esta é a primeira publicação da Catarina. Sinto que tem capacidade para evolução, mas não a relacionaria com o tipo de histórias do Pedro Chagas Freitas mas sim com o tipo de narrativa da Lucía Etxebarria ou da Margarida Rebelo Pinto (pelo menos a julgar por este livro).
Não me vou conseguir alongar muito nesta review. Estive dias a pensar sobre o que escrever e ainda não encontrei as palavras certas.
Não tinha as expectativas extremamente elevadas, mas a surpresa foi tão boa que todas elas escalaram. A escrita da Catarina é um mundo novo para mim, a alternância entre o realismo com o poeta que habita nela, ainda com o calão metido nas expressões da personalidade forte da personagem principal, a Sara, foram um prato saboroso.
A dinâmica das cartas funcionou muito bem para mim, principalmente pela carga emocional que acarreta com o passar do livro. É pesado. Denso. Intenso. Cheio de reflexões compreensíveis nas veias daqueles que tiveram que fazer um luto de um primeiro amor.
Fui várias vezes bofetada pelas pequenas frases, aquelas que aparentam ser inocentes e contêm um mundo gigante de significados. Raios, Sara, deste cabo de mim. O teu percurso chegou-me ao coração. Senti-o a acontecer mesmo ao meu lado, as dores a baterem no meu peito. Sou difícil de empatizar tanto com um livro, essencialmente personagens que não são meus, mas a Sara levou a melhor.
Demorei algum tempo a lê-lo porque precisei de fazer paragens, mas há muito tempo que não sentia este prazer de ler, de beber palavras magníficas e aproveitar cada pedaço de um livro.
Começo por dizer que não estava nada à espera que o livro fosse assim na questão de formato e intensidade. Para mim este foi um livro forte. A forma como a autora descrevia a dor da personagem, fez-me identificar com a mesma em várias passagens. É um livro sobre o Amor, mas não o começo, e sim o Fim de uma relação. Quando a pessoa que mais amas, simplesmente te deixa.
A dor e a superação desta personagem tocam em qualquer um que já tenha vivido uma experiência dolorosa de amor, pois a verdade é que nenhum de nós está imune ao mesmo.
Ao contrário do comum, este livro não é feito por capítulos e sim por cartas destinadas a personagem masculina (nunca enviadas). Através dessas cartas temos acesso a vida passada e atual da personagem principal. Se me incomodou ? Não, mas para o final do livro já estava um pouco cansada deste método… só queria acabar o livro 😅 (estava um pouco farta já haha).
Para certas pessoas pode ser um livro doloroso mas para mim é muito necessário. Todos por uma vez na vida devíamos ler este livro 💗.
Agradeço a @leya_portugal pela cedência deste exemplar 🫶🏻
Constatei que este não é um livro consensual, ou se gosta ou não. Para mim, foi uma agradável surpresa. Mas confesso que gostaria de ver os capítulos um pouco mais caprichados nos tipo de letras usadas. Não é a típica história de amor ou romance. É perturbador e demasiado realista. Gostei da escrita da autora, da crueza que ela impõe desabafos nas cartas que lhe vai escrevendo mas nunca enviando. Construíu personagens reais e disfuncionais, complexas, aliás, tal como o próprio título indica, "1001 coisas que não te disse".
Gostei do modo como a autora tratou o tema da separação e superação. Porque no fundo, todos nós temos alguma passagem na nossa vida em que nos podemos rever na história de Sara e David. Erramos, sofremos, fazemos sofrer, magoamos e superamos. Somos humanos. Normais na sua complexidade.
É impossível não nos identificarmos com as palavras da Catarina, enquanto mulheres e eternas apaixonadas. O livro é um conjunto de cartas que Sara escreve a David. Nelas, Sara exprime todos os seus sentimentos e dirige a David tudo aquilo que não teve oportunidade de dizer. Sendo este o primeiro livro da Catarina, fiquei bastante surpreendida pela forma como escreve e transmite a sua mensagem. Fico, ansiosamente, à espera do próximo livro!
Sara sofre um desgosto de amor, pois num volte face vê o que pensou ser o seu grande amor terminar esse relacionamento e abalar com todas os seus valores e convicções. Como forma de superar a perda, resolve colocar em cartas tudo o que não disse para que nada fique por dizer. Um relato sincero, direto e atual sobre relacionamentos em que muitas vezes nós conseguimos identificar com a protagonista.
O livro retrata uma fase difícil da vida de Sara, onde o tema principal é o desgosto de amor sofrido por ela. Consoante vamos avançando na historia, maior a empatia vamos sentindo pela Sara. É um livro cheio de emoções e sentimentos, com uma linguagem muito natural, tornado a leitura fácil e apelativa.
Levezinho, carregado de sentimentalismo, mas sem enredo, sem propósito. Difícil de ler porque é escrito em cartas direccionadas a outra pessoa o que se torna “ chato” . Apesar de acreditar que em todas as situações descritas haverá sempre alguém que se identifique numa ou outra, espero que as mulheres tenham capacidade de não se destruirem por causa de um homem e o porque não também o inverso
"1001 coisas que nunca te disse" é um livro que aborda de forma sensível e emocionante as complexidades das relações humanas. A autora, Catarina Rodrigues, leva-nos a refletir sobre os sentimentos e pensamentos que muitas vezes guardamos para nós mesmos, e como isso pode afetar os nossos relacionamentos. A escrita é cativante e envolvente, tornando fácil para o leitor conectar-se com as histórias apresentadas ao longo do livro e com a personagem principal. No entanto, senti que em alguns momentos a profundidade das reflexões poderia ter sido maior, e que algumas questões levantadas poderiam ter sido exploradas de forma mais aprofundada. Em resumo, "1001 coisas que nunca te disse" é uma obra tocante, que nos faz repensar a forma como nos relacionamos com aqueles que amamos. Recomendo a leitura para quem procura uma história envolvente e reflexiva sobre as nuances dos relacionamentos humanos.
Levezinho, carregado de sentimentalismo, mas sem enredo, sem propósito. Difícil de ler porque é escrito em cartas direccionadas a outra pessoa o que se torna “ chato” . Apesar de acreditar que em todas as situações descritas haverá sempre alguém que se identifique numa ou outra, espero que as mulheres tenham capacidade de não se destruirem por causa de um homem e o porque não também o inverso
Adorei ler este livro! Há muito tempo que não lia um livro completo em dois dias!! Não consegui parar de ler até o acabar. É um livro com reflexões profundas sobre relações humanas, amor, amizade, família e que nos deixa várias mensagens. Recomendo vivamente a sua leitura.
Gostei deste livro e senti muita empatia com a personagem principal, a Sara
A Sara demonstrou ser uma personagem forte e tornou-se numa mulher independente, mesmo ainda quando tentava esquecer o David. Tinha tudo para uma relação duradoura, e ele resolveu desperdiçar tudo. É triste ser-se substituída assim. É triste ver um rapaz como o David sentir-se intimidado pela namorada, ao ponto de a trair.
Talvez esteja a ser apenas parva com esta comparação, mas se o David for uma pessoa real, e se a Sara for a autora deste livro, só tenho a dizer que ele perdeu uma boa peça. Gostava imenso que o livro tivesse acabado de uma forma diferente (ou que continuasse com mais aventuras e passagens da Sara).
Apesar disso, gostei nomeadamente de algumas passagens, porque me inspiraram e gostava muito chegar um dia e dar por mim a pensar em tudo aquilo que alcancei e tudo aquilo que ainda tenho de alcançar. Espero um dia sentir-me poderosa e livre como a Sara, como me senti ao ler cada página deste livro.
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É um livro demasiado grande para o que se quer explicar... como é que alguém vive durante tantos anos a sofrer por uma traição de um homem? Não compreendo. Achei algumas vezes confuso, ora sofria, ora estava confiante e com vontade de seguir em frente... Sinceramente foi um livro que não me acrescentou nada senão algumas frases marcantes que fui encontrando...
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Não é um livro fácil de ler mas lê se numa penada. Um livro que nos leva a um tempo que eu gosto feito de cartas e folhas perfumadas e caligrafia bonita e amor sem fim como todos devem ser. A autora é uma estrela no firmamento que de tão incrível brilha sem fim. Recomendo.
É um livro escrito em cartas. Envolvi-me bastante no desgosto de amor, mas acho que a partir de certo ponto tornou-se um pouco repetitivo. Mas apesar disso recomendo a leitura :)