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Ego: Conto Coleção Identidade

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Uma atriz decadente tromba com o seu ex-diretor que está acompanhado por Sandra, uma jovem atriz em ascensão. O encontro começa a gerar alucinações na protagonista.

“trombei com Jorge e Sandra, eles
demoraram pra notar
a minha presença
pareciam íntimos, mas pelo menos não se beijaram
a minha ingenuidade de pensar que eu era a única
lenta facada nas costas ao perceber que
não, sua burra, se por acaso o Jorge precisar de uma atriz
ele vai contratar a Sandra, olhe pra ela

cumprimento os dois
com naturalidade

estava passando por aqui quando vi vocês.

eles sorriram, perguntaram se estou bem.
(...)”


Este conto faz parte da Coleção Identidade. Saiba mais em www.amazon.com.br/colecaoidentidade


7 pages, Kindle Edition

Published December 4, 2018

233 people want to read

About the author

Aline Bei

9 books833 followers
Aline Bei nasceu em São Paulo, em 1987. É formada em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia-Helena. É editora e colunista do site cultural OitavaArte. O peso do pássaro morto é o seu primeiro livro.

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Community Reviews

5 stars
43 (17%)
4 stars
86 (34%)
3 stars
102 (40%)
2 stars
15 (6%)
1 star
4 (1%)
Displaying 1 - 30 of 40 reviews
Profile Image for anna.
178 reviews7 followers
July 15, 2023
te amo aline bei. às vezes eu também me sinto um rato
Profile Image for Lorena Lorraine.
56 reviews1 follower
August 17, 2020
Nossa, é um conto bem curtinho. Eu até li duas vezes porque achei que estava perdendo alguma coisa.

Uma história tão pequena que me contou tanto e não me contou nada. Me deixou curiosa, e me levou para lugares dentro de mim. Adoro o jeito que a Aline escreve e como ela relata a dor, o não pertencimento e sentimentos desconfortáveis.
Profile Image for Naíla.
4 reviews
April 10, 2020
O conto é curto, condensado, mas cheio de possibilidades, sentidos e referências - a minha favorita é o diálogo com Álvaro de Campos. Para quem já leu O peso do pássaro morto, livro publicado por Aline em 2017, deve perceber a a permanência do estilo híbrido da autora, uma espécie de prosaeta. Aqui se torna ainda mais claro o uso de marcadores do teatro, o que, na minha visão, deixa o texto ainda mais imagético.
Profile Image for anny.
169 reviews1 follower
January 5, 2023
mas é claro que mesmo com um conto curtinho essa querida iria dar um jeito de tocar na minha ferida, piedade pra que né?
Profile Image for Beatriz.
148 reviews
December 3, 2020
um trem tao pequeno e causou uma dor meu deus, enfim aline bei ne nem me surpreendo
Profile Image for Maitê.
772 reviews
September 20, 2022
Meu primeiro encontra com a escrita da Bei, e gostei bastante. Talvez nesse formato de escrita eu irá curtir mais coisas mais curtas, contos e afins. Me lembram poesias, ou até peças. Músicas.
Profile Image for Joao Paulo.
83 reviews
March 18, 2021
Quase um trecho de Hilda Hilst. Essa prosa-poética, que se dá mais pela organização da mancha do texto, possui muito de um gaguejo, como se estivesse constantemente tentando forçar uma ambiguidade, quebrar um sentimento, ou adicionar outro. Parece muito Hilst nessa transformação da personagem e na assimilação de um mundo cotidiano pessimista, tratando tudo como se moldasse ao redor do personagem.
Profile Image for Victoria Jaffe.
64 reviews
May 28, 2024
Como Aline fez isso cmg? Como em tao poucas paginas conseguiu massacrar meu coração mostrando que a dor profunda da nossa autossabotagem é real e semelhante entre todos os seres humanos. É dificil se conhecer e reconhecer o que somos de bom, normalmente focamos no ruim… nosso ego nos sabota todo dia e o tempo todo porque estamos fadados a lidar com nossas frustrações. Dito isso, acho que encontrei minha escritora nacional favorita.
Profile Image for Liv thv.
59 reviews1 follower
December 28, 2024
Como um conto de 8 páginas consegue me deixar de boca aberta, isso eu não sei. A Aline sempre consegue me surpreender com suas narrativas poéticas e bern diretas, e dessa vez não foi diferente. Fiquei melancólica e maravilhada lendo esse conto, isso só confirma a incrível habilidade que a autora tem com as palavras, de dar sentido a algo que parece não oferecer nada a princípio.

Desde O peso do pássaro morto que sempre espero me apaixonar por cada coisa que ela escreve. Amei ler Ego.
Profile Image for Leila.
28 reviews10 followers
February 20, 2019
A autora escreve muito bem, com um estilo de escrita meio poema meio prosa que já virou sua marca. Me lembra os post da Patti Smith no instagram.
O conto é bem curto mesmo, mas deixa aquele gosto de querer saber mais do que vai acontecer, da personagem principal, dos que são mencionados brevemente mas que parecem ser importantes...
5 reviews
July 4, 2022
Nada como se reler um conto, um livro, uma música. Tudo muda, principalmente pois nós mudamos. Hoje li esse conto sob um novo olhar. Apreciado demais assim como todas as mensagens subliminares ou não sobre o nosso senso de grandeza ou pequenez.

Lido pela primeira vez dia 18/2/2020
Relido hoje 3/7/2022
Profile Image for Bia.
262 reviews
March 19, 2019
Uma prosa com cara de poesia. Será que existe isso? rs
Profile Image for Inês Alves.
160 reviews1 follower
Read
August 20, 2021
Quero dar check em tudo que Aline Bei escreveu. Conto bem curtinho, quando começa a emocionar acaba. Mas tem suas passagens que tocam o coração.
Profile Image for l u i s a.
11 reviews
October 27, 2021
É um conto curto mas que nos leva a uma reflexão intensa sobre os dias, a vida, a solidão e a beleza. Aline Bei nunca decepciona, fiquei com gostinho de quero mais.
Profile Image for alice.
19 reviews1 follower
February 23, 2022
inacreditavel a forma na qual aline bei escreve sobre dor, não pertencimento e me deixou curiosa sobre a situação da personagem antes, durante e depois dessas 9 páginas
Profile Image for vi.
113 reviews
July 10, 2022
uma rua sem saída, é assim que as oito páginas me deixaram. Um sentimento que segue a escrita da autora: não pertencimento. São oito páginas de não ser e não saber quem é.
Profile Image for Thaise.
47 reviews5 followers
September 16, 2023
Meu problema com contos é sempre achar curtinho demais, sempre querer mais páginas!

E não consigo dar menos de 4 estrelas para Aline Bei!
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