W Barro City został zaatakowany zegarmistrz, a jego córka straszliwie okaleczona. Jak ci niewinni ludzie mogli zostać poddani takim okrucieństwom? Ścigając zabójców, Bouncer i jego towarzysze odkrywają, że ich szlak połączył się z przeklętym skarbem w sercu Pustyni Sonora w Meksyku. Miejscu, o którym krążą legendy tak mroczne, że nawet Indianie nie odważyli się tam wybrać. To właśnie tutaj, na tym krańcu świata Bouncer będzie musiał walczyć o ocalenie małej Panchity ze szponów jej porywaczy. Nie wspominając o innych wyzwaniach, które staną mu na drodze...
Bouncer myślał, że już znał piekło – ale odkrywa, że ma ono wiele twarzy.
Kontynuacja historii kultowego bohatera stworzonego przez Boucqa i Jodorowsky’ego w fantastycznej przejażdżce do najbardziej wrogich i dzikich terenów Zachodu. Album zawiera historie publikowane w tomach 10 i 11 serii i stanowi zamknięty dyptyk:
- Bouncer tom 10: Przeklęte złoto - Bouncer tom 11: Smoczy grzbiet
Western “noir” que decorre após o final da guerra civil americana com personagens duras, selvagens e sanguinárias num território de fronteira com alguns conflitos ainda com os Índios e paisagens típicas do Farwest, com poucas leis e valores e muita violência. Bouncer é um “maneta” o que o torna num herói bastante improvável para um western em que a habilidade com os punhos e principalmente com o revólver são fundamentais, mas é este também um dos traços distintivos desta saga. A série desenvolve-se em 12 capítulos/tomos que na edição portuguesa surge em 9 volumes já que nos 3 penúltimos, cada um agrega 2 tomos.
Neste caso temos os tomos 9 e 10, condensados num único volume já que se trata de um capítulo fechado. Mais uma grande aventura de Bouncer, desta vez com parte a decorrer no México, numa demanda muito atribulada por um grande tesouro em moedas de ouro com vários bandos a cobiçarem-no e a digladiarem-se pelo mesmo, mais uma vez em cenários bastante belos e inóspitos, magnificamente representados. Como em toda a série, François Boucq é responsável pelo excelente e vigoroso grafismo que tão bem se enquadra no ambiente denso e pesado da história. Nesta aventura, Boucq é também o argumentista e é de assinalar que se nota uma melhoria relativamente aos anteriores – um enredo e diálogos mais adultos e com menos parafrenália em termos de acção, várias vezes desnecessária ou redundante.
Uma história cheia de aventuras. Bastante bom, exceptuando as ilustrações, algo confusas e pobremente coloridas, tendo em conta aquilo que é possível fazer nos dias que correm.