Hochrangige Bankmanager werden ermordet und die Inspektoren Tabares und Sortillo stoßen bei ihren Ermittlungen auf überraschende Verdächtige ...
Bankbetrug, Wirtschaftskrise, Korruption. Der spanische Star-Autor Miguelanxo Prado verwebt in seiner neuesten Graphic Novel höchst brisante Themen in einen spannenden Thriller-Plot mit Sozialkritik. Die Rachegeschichte wird von Prado in meisterhaften Schwarzweiß-Zeichnungen illustriert, die beweisen, dass Prado zu den besten Comiczeichnern Europas zählt.
Inicia su trayectoria en el fanzine Zero, junto a otros reputados autores de su generación, como José María Beroy, Pascual Ferry, Antoni Garcés, Das Pastoras o Mike Ratera. Al final ya del boom del cómic adulto, consigue publicar en las mejores revistas de la época, como Creepy, Comix Internacional, 1984, Zona 84, El Jueves, Cairo y Cimoc. De esa época son sus seriales "Fragmentos de la Enciclopedia Délfica", "Stratos", "Crónicas Incongruentes", "Quotidiania Delirante" y "Tangencias". A principios de la década de los 90 su obra se hace más escasa, dedicándose al diseño de personajes animados en televisión, para la televisión de Galicia en el programa Xabarín Club y en Estados Unidos en la serie Men in Black , cuyo productor era Steven Spielberg. En 1995 ilustró ``Perigo Vexetal´´, obra infantil de Ramón Caride, que recibió el premio Merlín ese mismo año. Desde el año 1998 es director del salón del cómic Viñetas desde el Atlántico en la ciudad de A Coruña. En 2005 vio publicada una adaptación del capítulo 64 de la segunda parte de El Quijote en la obra colectiva Lanza en astillero. En el año 2006 presentó, "De Profundis", su primer largometraje de animación. [editar]Estilo
Uma fábula dos tempos da crise. De uma vergonhosa crise que puniu de forma inversamente proporcional ao grau de responsabilidade na sua criação, gerando por isso o plano ético no qual é difícil não dedicar maior empatia aos agressores do que às vítimas nesta história de ajuste de contas por improváveis cobradores. A arte encerra em painéis conservadores o noir feito cinza (porque a temática está longe de ser a preto e branco), esbatendo personagens e segmentos de memórias, numa consonância narrativa muito equilibrada. Uma novela gráfica que merece lugar em qualquer bdteca de um esquerdalho digno do epíteto.
This is the third work by Miguelanxo Prado I've had the pleasure of reading. While it doesn't surpass my favorite so far, "Streak of Chalk," it remains a compelling and solid entry in his oeuvre.
Prado tackles one of today's most reviled groups: the heads of the banking system. His story shines a light on their unrelenting greed, which prioritizes profit above all else. These characters destroy lives and extort people's life savings by tricking them into investing in risky products disguised as safe options. This biting critique forms the backbone of the narrative.
A standout aspect of the book is the dynamic between Inspector Chief Olga Tabares and her colleague Carlos Sotillo. Their strong yet flawed relationship adds depth and complexity to the story, making it even more engaging.
Overall, it’s a great read. I’m eagerly anticipating Prado’s new book featuring these same characters.
MP conta-nos uma história infelizmente muito próxima de nós, e que tem a ver com a crise financeira, e com o assalto perpetrado pelo Estado à classe média e às pensões e poupanças dos idosos, para benefício dos bancos que foram, em primeiro lugar, responsáveis pela própria crise. Essa história é apresentada sob forma de um thriller policiário bem esgalhado,e com um domínio total, quer do desenho, quer da narrativa.
Este autor não tem livros "agradáveis" e as suas histórias atuam em zonas mais densas (obscuras) da humanidade, que somos "forçados" a olhar de frente. Policial "noir" e humor negro, romance de fantasia, manifesto (a)político, ficção que se lê com desconforto (porque tão próxima da realidade) e os velhos... Sempre os velhos. Miguelanxo Prado escreve-os, descreve-os e desenha-os como ninguém. Velhos e não idosos. "Aos velhos, inspectora, sobra-nos presente e falta-nos futuro. Ou seja, sobra-nos tempo e falta-nos vida". O que acontece quando as presas se transformam nos predadores? Nunca é tarde demais para se começar uma revolução.
"Dinheiro é tempo e tempo é memória ". Sou suspeita, porque ainda não deixei de gostar de alguma coisa escrita por Miguelanxo Prado! Forte crítica social, actual e transversal a qualquer país, infelizmente... a arte a cinzento transmite-lhe um sofrimento acrescido.
"Quando o sistema deixa de cumprir com as suas funções, quando deixa desamparados os cidadãos e permite que sejam espoliados, justificando-se com palavreado de feirante, perde a sua legitimidade" Espectacular. É preciso existir mais livros que falem sobre a vergonha do nosso sistema financeiro actual. Que camufla as suas verdadeiras intenções (roubar o dinheiro que um cidadão normal poupou a vida inteira, com enormes sacrifícios) para depois lavar as suas mãos como Pilates e encher os seus próprios bolsos com dinheiro que não lhes pertence. É um tema tão forte, desolador e triste. Mas tão importante, que falar sobre ele é indispensável para que a nossa sociedade não cai no verdadeiro declínio. Não podemos deixar de acreditar no funcionamento do sistema político, mas para isso a única forma é votar conscientemente. Deveria ser obrigatória a leitura desta Graphic Novel. Leiam por favor.
Miguelanxo Prado sempre escribe historias que incomodan pola súa verdade. Son historias duras de ler e de sentir. Pero é moi necesario recordar de cando en vez para ser plenamente conscientes da nosa realidade. Neste caso, trata o tema das preferentes en España, unha estratexia comercial que culminou nunha tremenda crise financieira que afectou ós nosos maiores ata a desesperación e, nalgún caso, ata a morte. Quenes foron os verdadeiros culpables nesta novela?
Interessante fresco,que infelizmente teimará em manter se actual por um punhado de décadas. Negro, como a grafite que o define, serve-se de uma simples trama policial para nos levar à inevitável reflexão sociológica sobre os nossos tempos. A justiça e equilíbrio do mundo "moderno" e da sociedade " ocidental" já não conseguem esconder as próprias idiossincrasias. Por mais óbvio que seja o tema,e simples a sinopse, vale a pena o pouco tempo que nos ocupa.
Miguelanxo Prado assina, em noventa páginas, uma história que entra em conflito com problemas marcantes da actualidade. Um "thriller" sobre a crise dos tempos modernos - uma crise que não é só económica, mas também humana.
3,5* "Leichte Beute" beeindruckte mich mit den Illustrationen in schwarz-weiß-grau-düster-realistischen Bildern mit ausdruckstarken Gesichtern. Die Geschichte ist inspiriert von tatsächlichen Vorkommnissen während der spanischen Bankenkrise und führt diese dann fiktiv weiter. Die Handlung ist recht gradlinig: Es gibt einen Fall, es wird ermittelt und es kommt zu einer Auflösung. Hier findet durchaus ein Bruch statt, denn die Polizei erfährt nicht alles, was ich als Leserin erfahre - und darüber hinaus erfahre ich als Leserin auch nicht alles. Und ich weiß nicht, ob das daran liegt, dass der Autor das Hintergrundwissen voraussetzt oder ob er bewusst in der Auflösung, hm, allgemeinere Parolen einbringt. Hier fehlt mir etwas und daher komme ich auch nicht auf 4 Sterne.
"Nos últimos anos, as democracias modernas preteriram o dever de proteger e defender os seus cidadãos perante a voracidade dos poderes financeiros, rompendo, deste modo, o pacto que garantia a paz social. E quando um acordo é quebrado, a outra parte sente-se enganada, decepcionada e liberta de qualquer compromisso. O risco de que alguém decida fazer justiça pelas próprias mãos é alto e a possibilidade de que tal se encaminhe para uma revolta social não deve subestimar-se…" Um livro que aborda o sistema bancário e como as instituições "camuflam" a verdadeira natureza de actos de investimento, e que acabam por lesar pessoas idosas, que pouparam a vida toda e acabam por perder praticamente tudo, sem que ninguém se responsabilize. Uma história com uma forte crítica social aos sistemas bancários e políticos, que expõe as fragilidades de forma crua, e que combina tão bem com a arte em tons de cinza. Que livro incrível! Espectacular!
En el espacio de unos pocos días, varias personas de la misma ciudad aparecen muertas, envenenadas. La policía enseguida descubre que todas tienen relación: eran empleados de banca. Pero ¿quién odiaría tanto a los trabajadores de la banca como matarlos? Aparte de, bueno, todo el país.
Cómic muy interesante sobre abusos bancarios. Escrito hace diez años, anda que no se nota el cambio cultural entre la época de la solidaridad con los afectados por las preferentes y los desahucios y la época del rentismo desaforado y el miedo a okupas, inquiokupas y demás inventadas del programa de Ana Rosa. Lo que hemos perdido en una década, madre mía.
No me convence demasiado que sea en blanco y negro, pero, aun así, el dibujo es muy claro y expresivo.
Galiza. 2013. Os investimentos de risco (que os Bancos venderam como equivalente a depósitos a prazo) fazem uma grande parte da população perder o dinheiro amealhado durante uma vida inteira, assim como serem despejados da casa onde viveram durante dezenas de anos. Pablo e Pilar, um casal idoso, não vêem outra solução a não ser colocar o termo à sua vida. Este é o início de mais uma excelente história de Miguelanxo Prado.
Aunque me ha parecido que la solución del "misterio" ha llegado sin más, como si no quedara tiempo para nada, me ha gustado mucho. Todo es estupendo, tanto el dibujo (siempre genial Prado) como los personajes, los diálogos y esa necesaria denuncia social por algo a lo que nos hemos vuelto insensibles demasiado rápido. No podemos dejar de indignarnos por cómo personas explotan a otras personas más vulnerables. Le falta ese punto magistral pero no todos los cómics pueden ser "Ardalén".
Un cómic con unas viñetas preciosas. El autor no puede esconder q es de Coruña. Muchas calles y monumentos son perfectamente reconocibles. Muy interesante la historia que cuenta de un grupo de ancianos,que tras haber sido estafados por los bancos con las preferentes y las hipotecas, y comprobar que un matrimonio amigo se suicidó por esta causa deciden tomar la justicia por su mano. Muy interesante
Las muertes de personas relacionadas con la banca parecen esconder una mano secreta. Una interesante historia de la que lamento que esté en blanco y negro, con la excelente mano que tiene el autor para el color.
Um livro sobre um crime com carga ideológica. A pergunta é se os elos de uma hierarquia são responsáveis ou se são apenas um correia de transmissão. Os autores estão convencidos que somos seres humanos e responsáveis. O desenho já é conhecido, pois não sendo perfeito, comunica o principal.
Una historia policiaca bien montada con protagonistas muy amenos y reales, que transcurre en España. Un dibujo que puede no gustar a primera vista, pero que poco a poco engancha y enamora y le queda de 10 a la historia!
Cómic con trama negra. Investigación policial. Historias con trasfondo social. Buen ritmo, aunque sigo prefiriendo leer una novela con este tipo de argumentos, noto que llego más al fondo de la psicología de los personajes…