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A Flecha de Fogo

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Uma antiga profecia esconde a última esperança de um povo... E a ruína de outro. Ele está chegando. A profecia nos avisou que, com o eclipse, viria o Arauto da Destruição, tingindo os campos de vermelho. Ele já destruiu o Reino dos Elfos com seu exército de monstros. Só existe uma coisa que pode detê-lo, mas ninguém sabe o que é. Passei minha vida toda estudando a profecia. Todos nós dedicamos cada minuto a tentar decifrá-la, em busca de uma arma, de uma esperança. Mas a última barreira caiu e ele está chegando. A sombra da morte cobrirá nossos reinos, a menos que alguém responda a pergunta que nos atormenta desde o início. O que é a Flecha de Fogo? Leonel Caldela (A Lenda de Ruff Ghanor, Ozob, O Código Élfico) volta ao cenário de Tormenta para desvendar um mistério de décadas. A Flecha de Fogo narra o embate épico entre a civilização humana e a monstruosa Aliança Negra, num romance de volume único que conquistará tanto veteranos quanto recém-chegados ao maior universo de fantasia do Brasil.

736 pages, Kindle Edition

Published December 1, 2018

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About the author

Leonel Caldela

42 books186 followers
Leonel Caldela é autor da Trilogia da Tormenta, série de romances no maior cenário de RPG nacional, composta por O Inimigo do Mundo, O Crânio e o Corvo e O Terceiro Deus. Também escreveu O Caçador de Apóstolos e Deus Máquina, romances de fantasia medieval em universo próprio. Escreve, edita e traduz livros de RPG pela editora Jambô e é um dos autores do selo Fantasy – Casa da Palavra. Mora em Porto Alegre, mas sua mente e coração costumam estar em outros lugares.

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115 (70%)
4 stars
38 (23%)
3 stars
4 (2%)
2 stars
4 (2%)
1 star
2 (1%)
Displaying 1 - 20 of 20 reviews
Profile Image for Renato.
107 reviews1 follower
October 30, 2025
Leonel Caldela retorna ao universo de Tormenta depois de anos, o universo que o consagrou como um dos maiores autores de fantasia do Brasil (para mim, o maior). Aqui vemos a maturidade do autor. A história brinca e subverte os clichês clássicos da fantasia tradicional. Somos apresentados a novos conceitos fora da área de conforto, os limites do bem e do mal são tênues, ou nem existem e vemos como o mundo pode ser cinzento. O livro traz grandes mudanças para o cenário, o que é sempre um prazer para mim, que acompanho a criação desde universo a 20 anos. Ressalto ainda a incrível capacidade do Leonel de amarrar as pontas soltas da história, e levar a narrativa para um novo e interessante caminho. O livro talvez tenha um problema editorial de tamanho, alguma gordura poderia ter sido cortada. As vezes os diálogos não tão importantes são longos demais. Eu entendo tecnicamente esse defeito, mas como sou um grande fã da literatura caldeliana, me maravilhei com esse tijolo.
Em Flecha de Fogo acompanhamos toda a história do ponto de vista de Corben, um clérigo de Thyatis (o deus da ressurreição e das profecias) e astrólogo cuja trabalho é perscrutar os céus em busca de uma indicação do que seria o evento da Flecha de Fogo que supostamente seria a arma para destruir Thwor Ironfist, o general bugbear líder da Aliança Negra dos goblinóides que devastou o continente sul de Arton. O jovem acólito teve uma infância difícil abandonado pela mãe e criado pelo pai louco, imaginando que a qualquer momento os goblinóides viriam para mata-lo. A psicose do pai fez com que ele pensasse que o Corben era um bruxo da aliança negra quando a irmã mais nova morreu de uma doença malcuidada. O pai abandonou o menino na floresta, que foi encontrado por clérigos de Thyatis. Sua vida pacífica como clérigo termina no dia em que a cidade onde ele trabalhava é destruída por uma misteriosa chama negra, que infecta a maioria dos seres vivos na área em volta com um lodo negro mortal. Corben escapa por pouco e é levado embora pelo paladino do Panteão Arvran.
Logo Corben descobre que tem algo de errado com o paladino e junto com Gradda (uma goblin bruxa) e Maryx (uma hobgoblin caçadora), ele foge para o interior do território do Aliança Negra. Aqui conhecemos a cultura dos goblinóides e vemos que eles são muito mais do que simples monstros. São seres inteligentes, capazes de criar cidades, desenvolver tecnologias próprias, formar laços. Toda a vida em Lammor pulsa com os goblinóides livres da opressão dos humanos e elfos. Sim, em uma virada da expectativa, a aliança negra nos é apresentada como esperança de um futuro para os goblinóides, não como uma ameaça. Thwor é visto como um salvador e não como um assassino. Inclusive, o líder é chamado de Imperador pelos seus súditos, ele é o regente do maior império do mundo. Corben conhece o Arryak (título de Thwor entre os goblinóides) e mais uma vez somos surpreendidos. Ele não é um líder bárbaro obtuso e brutal, mas um estrategista inteligente, um líder e um pensador que desenvolveu sua própria filosofia. Seu objetivo não é varrer as raças do norte, mas dar um futuro para seu povo.
Corben, como escravo de Maryx, conhece a família dela, e aprende sobre os valores dos goblinóides. Ele se apega cada vez mais ao estilo de vida goblinoide e eventualmente acaba sendo aceito como um deles. É incumbido por Thwor a continuar sua pesquisa sobre a Flecha de Fogo e em uma torre goblin ele finalmente tem a revelação. A Flecha de Fogo é um cometa que vai cair em Lammor, e ele já está vindo em direção a Arton. De posse desse conhecimento, o Arryak explica para Corben a filosofia que ele desenvolveu. Ela consiste no Akazth, o estado de todas as coisas, onde passado, presente e futuro são uma coisa só. O Arryak diz que precisa levar a aliança negra para longe da morte, para que eles tenham um futuro. Ele ainda se pergunta quem escreveu a profecia que deu origem a ele e quem ganharia com essa profecia. A resposta veio em Ragnar, o deus da morte e dos goblinóides, que é na verdade o deus da morte dos goblinóides.
Aqui vamos as revelações. Todo aconteceu por que Leen, o deus da morte desejava mais poder, mais reconhecimento. Ele era cultuado como uma entidade esquiva e sombria, mas queria ser conhecido e temido. Ele vai até seu irmão Thyatis para escrever uma profecia no tempo. Essa profecia fala de um grande campeão que vai unir as tribos goblinóides, mas que vai ser morto por uma flecha de fogo. A flecha vai ser o meteoro que vai devastar todo um continente de Arton. Leen passará então a assumir sua identidade de Ragnar, o deus da morte dos goblinóides, e passará a ser temido em todo o mundo. A profecia era perfeita, nenhum outro deus poderia interferir, pois ela era fechada em si. Mas Thyatis astutamente coloca condições enquanto escreve. A profecia fala de morte, mas começa com a vida. Seus escolhidos vão saber da Flecha de Fogo para avisar a todos, apesar de que não vão ser acreditados no momento. Ragnar ainda impõe uma ultima condição, ele vai a carne para garantir que a flecha caia, mas Thyatis coloca na profecia que ele vai no corpo de um paladino. O paladino Arvran era Ragnar encarnado. Todo que ele fazia era para impedir que a Flecha de Fogo fosse descoberta e o Thwor fosse avisado.
As contenções na profecia deram certo, o Arryak foi avisado e se moveu no Akazth para levar a morte só até ele e para longe da aliança negra. A luta final se dá em Cosahmir, capital de Tyrondir. Avran é revelado como Ragnar e um duelo épico se dá entre ele e o Arryak. A Flecha de Fogo cai, mas com as mudanças a sua devastação é bem menor. O cometa se desfaz em vários pedaços, causando menos danos. Um dos fragmentos cai sobre Ragnar e Twhor, os dois são destruídos. Toda Tyrondir é destruída e o lodo negro de Ragnar se espalha pelo reino. Houve muita destruição em Lammor, mas a maioria dos goblinóides sobreviveu. Os dias ficaram escuros, o espírito de Thwor ainda enfrentava Ragnar no mundo dos deuses. Humanos e goblinóides se uniram em oração pelo Arryak. Ele finalmente vence o deus da morte e ascende ao panteão como Thwor, o deus dos goblinóides.
Corben se transforma em clérigo de Thwor, talvez o primeiro deles. Maryx volta para Lammor e passa a liderar o maior exército que sobrou da fragmentada Aliança Negra. A bruxa Gradda morre na luta final. Thranny, a princesa elfa sequestrada por Thwor no começo de tudo se torna a líder dos clérigos do novo deus, que contam até com paladinos.
This entire review has been hidden because of spoilers.
9 reviews2 followers
April 12, 2019
Surpreendente, A Flecha de Fogo é uma importante contribuição para a literatura de fantasia épica no Brasil. Muito bem escrito, com atenção especial dedicada à cultura e ao idioma goblinoide, o livro merece ser conhecido por um público mais amplo do que a comunidade RPG. Indicado mais para leitores de Moorcock do que de Tolkien - embora estes últimos certamente iriam achar a experiência muito recompensadora!
6 reviews
February 19, 2019
Leonel entrou no mundo de Arton para trazer mudanças. E com A Flecha não foi diferente. Com um ritmo envolvente do começo ao fim, com personagens que crescem e amadurecem a medida que as páginas vão passando, o autor conseguiu criar uma obra prima no mundo de fantasia do RPG mais querido do Brasil
Profile Image for Icaro Menezes.
14 reviews
March 2, 2020
Possivelmente o maior e também melhor livro que já li na vida.
4 reviews
April 15, 2022
Acho que é o melhor livro do Caldela. Fiquei absolutamente impressionada com todos os personagens, sem exceção. E a história também é maravilhosa. Recomendo muito.
Profile Image for Poiséne.
25 reviews
April 2, 2025
Eu sinto muito mas esse livro é um grande não para mim.
Leonel caldela escreve bem e acho que ele consegue ambientar o mundo dele de forma compreensível e competente para o leitor. Acontece que o jeito que ele escolheu contar essa história saiu muito prolixa. DEMAIS! Da para cortar umas 100 páginas fácil desse livro. Porque me colocar um capitulo loooooongo sobre a época da fazenda de Corben se vc vai me repetir ela lá na frente? Não como uma lembrança mas palavra por palavra vindas direto desse mesmo capítulo?
Os parágrafos em que corben perde tempo falando o quão goblinoide ele é, o quão não humano ele é e como ele insulta diversas vezes o pensamento, ciência e tecnologia dos goblins? Corta! São tantas vezes que ele menciona isso no texto que eu me questiono se entendi mesmo ou se o autor me acha idiota.
Corbin não é chato como personagem mas é um porre como narrador e digo mais, é um puta hipócrita. Do início ao fim. Poderia perder tempo falando mal de como péssimo clérigo ele é ou como é um covarde que não agregou em nada além da sua missão principal que foi descobrir a flecha de fogo. Como sua visão de nós contra eles não só emburrece ele como clérigo mas ainda por cima tira toda a credibilidade dele como cientista! ("Mas eu sou um homem da ciência", porra nenhuma!) mas não vou falar. Sem tempo para isso no momento.

Caldela constuma a gastar muuuuuuuuuitas palavras em coisas que poderiam ser resumidas. Seria isso exposição demais? Não sei.
O que sei é que me soa bastante o que um narrador de mesa de rpg faria. O que não é nenhum problema para uma mesa de rpg. Mas para um livro? Eu acho que não funciona tanto assim. Não funcionou para mim.

Sobre o livro.... tem coisas interessantes e coisas que simples me cansaram.
O ritual para desatar Corbin da morte, a cultura apresentada dos goblins, a visão dos goblins sobre as outras raças, os rituais funerários que eles tem *chef kiss* O livro acerta muito em nós mostrar o lado dos goblinoides e nos fazer pensar em como essa raça é vista pelo universo do rpg. Tem coisas que o caldera colocou no livro que fiquei "caralho!!" Diversas vezes kkkkkkk muito bem pensado e apresentado 👏👏👏👏👏
A apresentação das religiões e dos deuses do universo do tormenta também são muito interessantes. O caldela nos apresenta bem as cidades goblinoides e humanas. khalifor, sternachten, a cidade de Mara. Não tive dificuldade de imagina-las como aconteceria em um livro de fantasia normal. Os personagens secundários também tem boas aparições e não esquecemos facilmente deles uma vez fora de cena. Os vilões de fato dão medo ( sim Avran, estou falando de você) e também são um ponto alto.
É rico. É bem rico e eu, que estou lendo um livro baseado em um cenário de rpg de mesa pela primeira vez, gostei muito de ler sobre essas coisas. É como ver os conceitos do livro do jogador sendo postos em pratica. É um barato!
Fun fact: Achei engraçado ver os clérigos rezando para que um telescópio fosse concertado. Ciência e religiosidsde andão juntos nesse universo. Coisa que não estou acostumada então achei bem engraçado.

Agora o que me cansou... Não consigo entender de verdade porque traduzir alguns nomes e outros não. Porque IRON FIST se Maryx é corta-sangue? Todo mundo com um título ou alcunha em português e esse cara é o único em inglês que eu me lembro! Ou vc traduz tudo ou deixa tudo em inglês! A não ser que seja um título específico.... Mas até no Brandon Sanderson traduziram a palavra mistborn irmão!

De novo: Corben soa como um hipócrita desde que começou essa loucura. Achei que seu crescimento seria de humano que não sabe nada a um humano que agora entende a grande guerra e os dois lados da moeda. Mas não é isso que acontece. Ele é lúcido quando sabe que não tem e nunca vai ter espaço na horda mas quando tenta se comportar como um deles, me soa como um menino de 15 tentando andar com o garotos legais da escola 🙄
Fala varia vezes que é um estudioso culto mas que se mostra um puta ignorante no sentido ruim da palavra. Ele pode ser jovem, amante da ciência e os caralhos mas não abraça o conceito da Ignorância em momento nenhum.
Sternachten não deu a ele 2% do pensamento político que teve entre os goblinoides e o único contato com alguém nobre de Tyrondir que teve foi um gnomo fdp que se comporta como o yordle fdp de arcane ( SIM EU TO FALANDO DE VC HEIMERDINGER!) Isso só faz o contato que ele teve com a sociedade e as culturas humanas bastante reduzida. Resumida somente a sternachten. Tanto que ele sita muitas coisas em relação a Tyrondir vindas de livros e não vivências.
É claro que ele vai ter uma opinião inviezada sobre tudo que está acontecendo ali. Já que ele viveu a cultura e a realidade goblin. Mas vindo de um cara, de novo, que se chama de intelectual estudioso e que pensa em sternachten e em seus ensinamentos de clerigo tão afetuosamente, eu esperava uma postura diferente. Isso só faz o final do personagem me incomodar ainda mais.

Sabe aquele dizer de Paulo freire "O sonho do oprimido é ser o opressão"? É oque esse livro me soa sobre toda a revolução dos goblinoides. Claro, não todos os goblins são assim mas é o sentimento que ficou. A postura da elfa e dos humanos que se juntaram a essa revolução é bem lavagem celebral "eles mataram minha família mas eles eram o inimigo" me dava nos nervos ler esse tipo de coisa. Principalmente de Corbin. Quando julgava os humanos como uma raça inferior estava só repetindo o ciclo de raiva que ele tanto queria quebrar.
Ele também duvida do deus que trouxe ele várias vezes da morte. Que deu dons de cura e etc. tipo???? Clérigo fajuto! Prefere acreditar no bugbear que trocou meia dúzia de palavras de efeito do que aguia de fogo que mostrou a ele o futuro e falou NA CARA DELE que existia passado presente e futuro.
Foda-se o Akzath irmão. Corbin gosta de abraçar a ideia de Iron fist de ser incompreendido e fascinante lider mas para mim só soa como um personagem excêntrico. Foda-se o Akzath irmão.

Outra coisa que me irritou foi a vezes que falam "o futuro que vier disso" ok. Eu já entendi. É uma frase de efeito maneira que vc diz umas 2-3 vezes. Que é para soar tipo "the winter is coming" mas tipo, toda hora quando for tomar uma decisão.... Perde a magia sabe.

No final de toda essa jornada eu gostei de conhecer o universo da tormenta 20. Não consigo dar 2 estrelas mesmo querendo porque o Caldela fez um trabalho decente com esse livro e plantou uma semente. Mas não foi lá muito prazeroso a leitura.
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Erich Cavalcanti.
232 reviews3 followers
February 5, 2023
Melhor do que o esperado.

Eu já sabia que iria gostar, mas isso por gostar do cenário Tormenta (onde também se passam os livros O inimigo do mundo, O crânio e o corvo, O terceiro deus, A joia da alma e A deusa no labirinto) mas supunha que seria basicamente por isso. Uma história de aventura em um cenário interessante.

Foi muito além disto.

Ainda não conferi quais foram as referências do Leonel Caldela, mas achei maravilhoso a criação de toda uma cultura civilizacional (goblinoides, no caso) que se organiza e funciona de modo completamente distinto do padrão humano (humano-elfico-anão, no caso).

A visão goblinoide da realidade (e em especial, a visão de Thwor Ironfist da realidade) é apresentada aos poucos, junto com o entendimento que o protagonista vai ganhando sobre ela. Junto com a cultura apresentada somos presenteados com uma perspectiva interessante. Leonel se esforça para que possamos nos solidarizar e gostar dos seres comumente entendidos como monstros: goblins, hobgoblins, bugbears, orcs, wargs, ogros, kobolds, ... Através do processo de compreendê-los.

Considero que este livro pode ser aproveitado inclusive por leitores que desconhecem o cenário de Tormenta. Talvez, para estes, valesse a pena ter um apêndice curto com o mapa de Arton e a linha temporal do cenário (reduzida aos eventos que são citados na trama). Isso, acredito, ajudaria estas pessoas a pegarem um pouco mais de informação sobre o cenário.

Uma citação interessante, que não é de fato um spoiler, e mostra um pouco da visão goblinoide da realidade:

Tudo que embota os sentidos possui morte dentro de si. As bebidas que os humanos e elfos consomem nada mais são que morte líquida, e as bebias dos anões são destilado de morte ainda mais concentrado. Existe morte na cegueira e na surdez, morte no sono e em qualquer substância que diminui a dor.


E um conceito bem divertido foi o do Akzath, apresentado com mais clareza no capítulo 15 da parte II, ler sobre isso me deu a sensação de ler sobre as concepções religiosas que alguém real poderia ter. (Seria inspirado em algo?).
Profile Image for Gabriel Pavão.
133 reviews7 followers
July 19, 2023
Leonel, como sempre, é excelente.
A Flecha de Fogo é quase como uma série completa, comprimida dentro de um único volume, é uma aventura completa e um triunfo, do começo ao fim.

--

Nessa "releitura" em audiobook, acho que acabei gostando ainda mais do livro (se é que isso é possível). Leonel deu vida à personagens extremamente tridimensionais, e Spencer deu ainda mais força à essa vida com sua narração impecável.
Profile Image for Danillo.
186 reviews
October 2, 2023
Espetacular!

Em mais um romance no universo de Tormenta RPG, Leonel Caldela escreve de forma exuberante, contando uma estória muito envolvente de amizade, sofrimento, traição e vitória.

É um livro grande, mas está longe de ser difícil de se ler. Os capítulos não são longos e em todos eles há pausas bem colocadas, o que facilita ao leitor. Mas além disso, a estória mantém sempre preso.

Vale muito a leitura, tal qual a Trilogia da Tormenta!
Profile Image for Haniel Barbosa.
86 reviews14 followers
November 9, 2023
I liked it a lot for the longest time, but it lost momentum towards the end. I think it leaked after Thwor revealed O Mundo Como Deve Ser. Great moments throughout though.
5 reviews
November 10, 2023
Muito boa leitura. O tamanho do livro é um pouco exagerado (poderia ser dois volumes), mas acho que serviu como exercício.
Profile Image for Walter.
30 reviews
February 20, 2025
As reviravoltas que esse livro dá... não tinha akzath que previsse.
Profile Image for Cretino.
105 reviews3 followers
February 25, 2024
Eu escolhi ler essa marmota e tive que lidar com as consequências disso...
Profile Image for Thyago.
40 reviews1 follower
April 15, 2019
Pra um filho da Dragão Brasil dos anos 90, voltar a Arton é sempre um prazer.
É incrível poder acompanhar a evolução desse universo, ter lido a Trilogia da Tormenta, ter acompanhado as Guerras Táuricas e agora, finalmente, ler sobre a Flecha de Fogo.
Um dos processos mais interessantes que percebo é como o núcleo de autores joga com os clichês criados anos atrás, em outra época, e são capazes de os transformar dentro da própria história. O próprio nome Thwor Ironfist já parece filho de uma época onde a mídia norte-americana dominava os "hobbies nerds". E o fantástico Caldela trata dessa questão de forma orgânica, tornando Arton um universo cada vez menos genérico e mais sofisticado.
Embora os personagens da Ordem do Último Escudo tenham me parecido um tanto bidimensionais, o mergulho em Lamnor e na cultura goblinoide valem a leitura. Não sendo o foco, os humanos da história tendem à superficialidade, o que se explica quando entramos no mundo goblinóide e vemos a complexidade que é acrescentada a essa cultura, aprofundando nas vidas de raças consideradas como bestiais dentro e fora do mundo de Arton (pessoalmente fiquei com muita vontade de conhecer Ukk'Thran. Pois aí novamente os autores tratam não só as culturas humanas artonianas, mas também do do "mercado mundial" de fantasia. Em diversos momentos o personagem humano representa o próprio leitor, sendo apresentado a possibilidades fora da zona de conforto da fantasia épica tradicional e suas divisões rígidas entre bem e mal, civilização e barbárie, conhecimento e ignorância. Os autores escolhem o caminho da diversidade de culturas e visões de mundo, trazendo para a fantasia uma bem-vinda complexidade.
Cada leitura dentro do mundo de Tormenta me deixa convencido da qualidade única desse universo e da capacidade de reinvenção dos autores. Aguardando o próximo livro!
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Vinicius Pinto.
1 review
February 1, 2025
A Flecha de Fogo é um livro sensacional. Um apelo nostálgico para quem, como eu, cresceu jogando 3d&t e lendo Holy Avenger (ainda tenho a DB em que li sobre Thwor IronFist pela primeira vez). E como o Loenel traz um novo ponto de vista para essa história é simplesmente fantástico. Conhecer o mundo pela perspectiva do outro, mesmo que num livro de fantasia é sempre uma experiência engrandecedora.
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