In our concluding second volume, an amnesia-stricken Edgar is found alone on a snowy night in England. Separated from his “vampirnella” clan, who feed on the energy of the living and while away the centuries in a village of roses, he struggles to remember his own name. Will Edgar regain his memory and be reunited with them? In stories like “Piccadilly, Seven O’Clock,” “Edith,” and “The Last Will and Testament of Oswald Owens,” there are murders, mysteries, seances, and obsessions — and generations of humans whose lives are profoundly affected by a boy who does not age, Edgar, and his embraced companions: his little sister, Marybelle, and Alan Twilight, a 14-year-old from the 1800s. Fantagraphics is proud to present the second and concluding volume of this best-selling manga, which has been adapted into various media, and is published here in English for the first time. Please note: This book is a traditional work of manga, and reads back to front and right to left.
Moto Hagio (萩尾望都 Hagio Moto) is a manga artist born in Ōmuta, Fukuoka Prefecture, Japan, though she currently lives in Saitama Prefecture. She is considered a "founding mother" of modern shōjo manga, and a member of the Year 24 Group (24-Gumi). She helped pioneer modern shōjo manga, modern science fiction manga, and BL manga. In addition to being an "industry pioneer", her body of work "shows a maturity, depth and personal vision found only in the finest of creative artists". She has been described as "the most beloved shōjo manga artist of all time."
Moto Hagio made her professional debut in 1969 at the age of 20 with her short story Lulu to Mimi on Kodansha's magazine Nakayoshi. Later she produced a series of short stories for various magazines for Shogakukan. Two years after her debut, she published Juichigatsu no Gimunajiumu (The November Gymnasium), a short story which dealt openly with love between two boys at a boarding school. The story was part of a larger movement by female manga artists at the time which pioneered a genre of girls' comics about love between young men. In 1974, Hagio developed this story into the longer Toma no shinzo (The Heart of Thomas). She was awarded the Shogakukan Manga Award in 1976 for her science fiction classic Juichinin iru! (They Were Eleven) and her epic tale Poe no ichizoku (The Poe Family).
Primero que todo...¡Qué pena haberlo acabado! Segundo... Moto Hagio EXIGO una continuación inmediata de este tomo.
Como me imaginaba, este tomo iba a tener un final abierto. Porque para mí lo es. Una vez más Moto Hagio une su dibujo EXQUISITO con una narración fluida. Es verdad que esta vez ha hilado las historias de una manera muy poco natural y las he sentido un poco forzadas. En este tomo se dan muchos saltos temporales al pasado y al presente.
Me da tanta pena haber acabado este manga...Es mi manga favorito y siempre lo va a ser, he oído que hay unas historias cortas sobre Edgar y Allan así que las buscaré a ver si me dan más información porque el final de este manga me ha dejado muy alucinado. Sinceramente espero que hagan una película anime de este manga, me da curiosidad cómo sería ver a estos personajes en la gran pantalla.
Después de una semana sin leer qué gusto retomarlo con el clan de los Poe. No sé por qué estaba convencida de que me iba a gustar menos que el primero cuando al final, de hecho, me ha gustado más. Qué delicadeza vampírica despliega Hagio, qué imágenes, qué picaresca malvada y qué drama.
È stata un'avventura. Allan è un personaggio che si annoia facilmente e la sottotrama che speravo non è comparsa. Edgar invece rimane interessante. Quando ci sono parti narrative con altri ragazzini, i disegni diventano un po' confusi. La traccia attraverso i secoli inizia a farsi vedere per il nostri Vampanella. E chissà nella modernità come verrà trattata la cosa. Finale aperto, ma forse c'è una nuova saga apposita.
This volume is snapshots of Edgar and Allan’s lives through the decades - little vignettes of what they are up to and some glimpse into more Poe lore. Knocking one star because it just didn’t reach the level of excellence the first volume did for me lol
Una obra preciosa tant visual com narrativament sobre éssers que gaudeixen de la joventut eterna i les seves interaccions amb gent normal al llarg de les dècades i els segles. És un dels mangues emblemàtics dels anys 70, i amb raó.
Eu esperei 3 anos por esse momento e ele finalmente chegou! Não cheguei a fazer uma resenha para o vol. 1 em 2019, então como eu reli o primeiro pra ler o segundo... Vai ser tudo junto mesmo. E são muito sentimentos depois de ler eles em sequência (o primeiro ontem e o segundo hoje). Não sou boa com as palavras, então sai tudo mais simples do que estou sentindo. Enfim, vamos começar.
The Poe Clan conta a história de um clã de vampiros (no mangá se usa a palavra vampinellas), tendo como um fio condutor o personagem Edgar. A história não é contada de forma cronológica: cada história é em algum período da vida do Edgar (e das pessoas relacionadas a ele), então você pode ler algo entre o século 18 e 20. O que pra mim foi bem legal, porque alguns personagens se repetem e dá pra ver as consequências de alguns encontros com o passar dos séculos.
A história desse mangá é até simples, mas a escrita e arte da Moto Hagio me envolveram de uma forma que eu nem consigo explicar. A forma como ela expressa os dramas e conflitos dos personagens é singular. E é muito legal ver a relação das pessoas que não são vampiros com esses personagens, que é um misto de deslumbramento e medo. E é algo que você sente também: o leitor é envolvido no misticismo e sensualidade dos personagens. A gente vai preenchendo as lacunas aos poucos, entendo os personagens nas idas e vindas do tempo.
Lendo os dois volumes de uma vez, não tive como não me apaixonar pelo Edgar. A gente vê capítulos onde ele ainda é uma criança inocente, antes de virar vampiro, e uma criatura com mais de 300 anos de vida. E a diferença é perceptível, até porque Edgar fica eternamente na aparência de uma criança de 14 anos. O fato do amor nunca poder ser consumado, preso numa juventude que nunca termina e destinado a ver família e pessoas queridas morrerem é grande. É um conflito do personagem que não quer ser vampiro, mas não morre, e que não quer ficar sozinho, mas não quer trazer outras pessoas para o mesmo destino. E ainda assim, fez com que tanto Marybelle quanto Alan Twilight tivessem que dividir uma parte dessa eternidade com ele.
Eu gosto muito como as relações do Edgar se desenvolve nos contos. Em alguns momentos, é doído ver ele com a Marybelle, sua irmã sanguínea, porque ela tem um peso muito importante sobre todos os sentimentos e relações do Edgar. Ela sempre vai ser uma presença muito grande na "vida" dele, mesmo que ele finja não ser. E eu gosto muito o conflito e a dependência que existe entre Edgar e Allan. Não vou negar, SHIPPEI MUITO. Nunca fica claro se existe algo a mais que só duas pessoas que passam a eternidade viajando juntos, mas eu amo como a gente vê. O fato do Allan ser egoísta e ciumento, ao mesmo tempo que vive brigando com o Edgar. E o Edgar, por ser 100 anos mais velho e toda a carga da perda da irmã e a eternidade, não sendo nada gentil com o Allan. Ainda assim, os dois ficam juntos durante os séculos e você acompanha por alguns capítulos essa relação complicada e interessante. Os momentos finais de Edith, a última história no vol 2, me tocou por conta disso: essa insistência deles não admitirem essa relação forte dos outros, mas a necessidade deles estarem juntos nos momentos mais solitários. Na real, eu não tenho o vocabulário pra expressar o quanto eu amei os dois, eu só consigo dizer NOOOOOOOSSA, AMO. Complicados e confusos, mas ao mesmo tempo juntos e eternos.
Na real, agora eu entendo os fãs da Moto Hagio ficarem anos pedindo pra ela voltar a esses personagens. A última história tinha saído em 1976 e o final é bem aberto e da margem pra muito mais, sem falar que os personagens são cativantes e você quer continuar vendo histórias e mais histórias deles. É triste terminar esse volume 2. Para a nossa felicidade, a Hagio-sensei voltou a escrever histórias do Edgar e do Allan em 2016, 40 anos depois do último volume. Não sei se a Fantagraphics planeja lançar as novas séries, por enquanto com 4 volumes, mas eu ia amar se fizessem. Eu não quero ficar sem o Edgar e o Allan na minha vida, me apeguei demais.
Enfim, eu amei conhecer The Poe Clan e uma parte da história do shoujo mangá. Essa história me deixou apaixonada pelo trabalho da Moto Hagio e eu com certeza vou ler tudo o que ela escrever. E sendo uma fã muito da cara de pau, eu quero mais Edgar e Allan... Eu nunca vou me cansar de ver as aventuras desses dois pela Europa. Traga mais desse mangá, Fantagraphics, por favor!
Même pas un an plus tard, Akata nous sort la suite et « fin » provisoire de ce monument du manga dont nous pouvons nous délecter en grand format et pages couleurs. Quelle merveille !
Avec la seconde moitié des histoires sur ses chers Vampirella que Moto Hagio avait écrit dans les années 70, ce tome se garnit de moments fantastiques hors du commun, qui nous transportent totalement ailleurs, le temps d’une aventure qui semble déconnectée de tout et qui forme en fait un tout qu’on commence à deviner et qu’on nous confirme en fin de volume grâce à une chronologie, ô combien utile.
Tout le charme se joue dans les dessins et les compositions narratives de l’autrice qui a tout compris, à mon sens, de ce gothique romantique auquel elle emprunte tant. Avec une narration empruntant au fluide, elle nous immerge et nous berce dans l’étrangeté dans laquelle chaque rencontre avec Edgar emporte lecteur et personnages croisés. C’est magnifique d’efficacité et effroyable d’emprise aussi, car le charme de ce dernier est implacable. On se retrouve ainsi tour à tour pris dans son regard dans un internat privilégie pour garçons où l’un d’eux a tragiquement disparu il y a peu, au sein d’une famille d’élite avec querelle d’héritage et au cours d’enquêtes mélangeant art et mystère autour des vampirellas et d’une certaine famille. C’est excellent !
On passe cependant d’une époque à l’autre et sans la chronologie fournit à la fin, il aurait été facile de se perdre, même si l’autrice tente de faire des appels du pied à ses lecteurs. Les histoires ont cependant toute une aura de mystère qui fascine, qu’elles jouent plus la carte du huis clos scolaire, ou celui de la famille, celui de la campagne ou de la ville, celui du passé ou du présent. En navigant ainsi, l’autrice montre combien elle a compris le caractère éternel et transgénérationnel de la figure du vampire qui se transmet d’une époque à l’autre sans varier, continuant de nous fasciner. Elle reprend d’ailleurs les décors et les ambiances de cette horreur romantique allégé où les sentiments emportés des personnages se transfigurent à travers les pages, ce qui est splendide et emporte à la lecture.
Mais ce n’est pas tout. On retrouve encore et toujours des thématiques puissantes dans les histoires de l’autrice allant de la gestion du deuil, à la difficulté à élever un enfant, en passant par les querelles d’héritage, sans oublier la famille et l’amour, notamment à travers ces images suggérées d’amour interdit (différence d’âge, proximité familiale, homosexualité). C’est bien pour cela que les histoires nous transportent également autant et pas juste pour la figure fascinante d’Edgar et son étrange relation fusionnelle avec Allan, sur lequel il reporte l’image de sa soeur tragiquement disparue.
Cependant, comment ne pas rester sur sa faim à la fin d’une lecture aussi puissante où les histoires ne sont que de brefs passages dans la vie de ces héros romantiques que le destin bouscule. La dernière histoire étant particulièrement tragique et laisse un héros face à LA situation qu’il redoutait, j’espère vivement qu’Akata fera le choix de publier les histoires inédites (chez nous) de l’autrice sur cette univers qu’elle a repris dans les années 2010 et qui vient d’être annoncé aux Etats-Unis.
Sans surprise pour cette oeuvre culte, ce fut une nouvelle lecture envoûtant, perturbante, où j’ai été totalement transportée par le travail graphique et narratif de l’autrice, qui a su transposer ici avec fièvre et poésie tout la douce âpreté d’un certain romantisme gothique à la mode autrefois. C’est beau, c’est puissant, ça remue. Les personnages sont de vrais feu follet qui sèment le chaos où ils passent mais marquent les esprits et poursuivent inlassablement leur quête pour mettre fin à leur solitude. Poignant et indispensable. Donc indispensable d’avoir la suite 😉
Extrait : Deuxième et dernier volume pour le clan des Poe édition héritage de chez Akata. Les dessins sont vraiment sublimes, même si je regrette de mélanger certains personnages par moment. L’intrigue est également toujours un peu déroutante, les personnages jouant autant entre eux, qu’avec nous. Pour Edgar, on dirait tout de même que la vie est difficile, puisqu’il n’a de cesse que de penser à sa défunte sœur. Cette dévotion à elle, rend Allan quelque peu jaloux, après tout, c’est lui qui vivra éternellement avec Edgar.
Ce deuxième tome continue dans la lancée du premier, avec des chapitres qui ne se suivent pas toujours et ainsi, qui déroutent le lecteur tout en peaufinant l’histoire de ses personnages. Même si cet aspect déroutant peu déplaire, personnellement, ce fût le contraire, c’était un plaisir de redécouvrir Marybelle en vie avec son frère, même si je savais que ça ne durerais pas. Edward, Marybelle et Allan ont tout de même vécus pendant plusieurs décennies voir plusieurs siècles, il serait donc possible de raconter leurs aventures pendant encore longtemps. Découvrir, page après page, rencontre après rencontre qu’elles ont toutes un lien entre elles, est un pur plaisir. Et même si les histoires ne se suivent pas dans le temps, elles ont tout de même un fil rouge pour les lier également, et suivent ainsi, un cheminement assez logique. Je ne me souvenais pas spécialement de certains personnages du premier tome, mais grâce au dessin, mais aussi au rappel de leur lien avec Edward et Allan, j’ai réussi à me souvenir.
Globalement, j’ai préféré ce tome au précédent, suivre les aventures d’Edward et Allan a été très plaisant. Piégés au même âge depuis des années, ça ne les empêche pas de pouvoir jongler entre des réflexions d’adultes et celles d’un enfant. Ils arrivent même à ce lier d’amitié ou à avoir de l’intérêt pour certaines personnes, même si celles-ci finissent par disparaître. Edward continue d’être torturé par la mort de sa sœur, quant à Allan il semble également assez mal vivre sa condition, ne pouvant pas vraiment faire ce qu’il veut, il se retrouve aussi coincé avec Edward. Leur histoire traverse pourtant les siècles, jusqu’à ce qu’un nouveau drame se produise et qu’ils semblent tout deux disparaître… Je suppose que l’autrice aimerait bien passer à autre choses, mais ses lecteurs en souhaitent plus. Il faut dire que l’histoire et ses personnages ont vraiment quelque chose d’addictif. Sans oublier les petites comptines, poésies que propose la série et qui participe au caractère de « petit lutin » des deux personnages.
This one is also very good and beautiful, but it didn't quite catch me as much as Vol. 1. Edgar and Alan travels together are documented, and come to an extreme conclusion.
The art is as beautiful as in Vol. 1, and I very much liked the addition of new characters (and fashions!) in the post-wars period after 1945. Seeing the ramifications of the earlier brushes with their past lives in the later generations of humans around them was really interesting; how the mythology of the vampirnella is skewed and discarded under the fervent belief in science and progress and the way of the future! Because vampirnella can't possibly be real.
Alan attempting to find his place is heartbreaking; his attempts to find someone who will care for him in the same way that Edgar still cares for Marybelle run to various levels of success, but ultimately the journey defines him as much as Edgar's longing defines him.
The idea of living in the real world was also something to be focused on, as if what happened in the past was only a dream, iterated in different ways by humans choosing to live in various degrees in the 'real' world, vs a world that has held static with Edgar and Alan in particular. They are so isolated and living in this half-dream of unreality that still holds weight. It's beautiful, even if the theme of this book seems to be that all dreams must come to an end eventually, in whatever way that happens to be.
TLDR, The ending surprised me, it was very good, I still prefer Vol. 1 but this does feel necessary to bring a full arc to the stories.
No one tackles the true romantic sorrow of immortality the way that Moto Hagio does through her many short stories about Edgar, Marybelle, and Alan. First off, the artwork here is clearer and improved from the first volume with just as much dramatic flair, flowers, and curly hair as you could want. I'm not usually an intergenerational family drama kind of guy, but the use of the vampires to pull things together was a very smart choice. This also makes for some interesting exploration of the ideas of folklore and myth as they change throughout time. The stories that really stood out for me were: Edith (where Alan falls in love with a girl, and then he dies leaving Edgar alone which left me devastated, I enjoyed the symbolism that was played with in regards to time in this one), Penny Rain (which is a beautiful exploration of grief and hope as Edgar awaits the awakening of Alan), Holmes' Hat (a man cuts his hair for the woman he loves).
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The story continues with Edgar and Allan after the death of Marybelle. Most of the manga revolves around Edgar's entwinement with the descendants of his paternal family. It's not a straightforward storyline, even less than the previous volume, and combines the accounts of multiple people across multiple generations. Edgar and Allan become frustrated with each other, but cannot live without the other. Allan wants to escape, to feel alive and fall in love with women, but is held back by his fate as a vampire and Marybelle. Edgar seems to become more lowkey, but just as deadly in the second volume. The ending is very ambiguous and somewhat unfulfilling, but I just want an ending to their suffering.
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Más flojita que la primera parte. De nuevo digo que el dibujo me fascina, es precioso y la forma en la que organiza las viñetas la autora está muy bien. La trama was barely there, though. Siento que se nota bastante que se tomó mucho tiempo entre los diferentes capítulos para escribirlos, porque la temporalidad estaba un poco cucúuuu. Que me tengas que hacer un árbol genealógico gigante y una línea temporal de dos páginas para intentarme explicar la trama no me vale, que yo me hago la picha un lío, chico. Creo que mi fav fue el de Nido de pájaros, pero aún así el final es bastante abrupto y tarda mucho en volver a mencionar a los personajes de la historieta. Idk, man, I'm just here for the vibes, pero leyendo solo el primer tomo me habría quedado mejor.
Not as engaging as the 1st volume, and lacks cohesion in the overall plot. I understand this is a collection of magazine issues the author published, so the time jumps and stories will inevitably feel disconnected. But even in Vol. 1 I was able to find enjoyment and be hooked by the characters' journeys. I felt rather detached in this one.
Nevertheless, for the 70s, this must've been super original and entertaining, and I do love the nostalgic element of her illustration style. Who knows? Maybe I'll enjoy this much more as time passes.
Another beautiful volume full of bittersweet stories. I really enjoyed the vast difference in eras in this volume, although I think it would be beneficial to read it soon after the first in order to keep track of some reoccurring characters through the years. As with other Fantagraphics manga I've read, there are some typos/QC issues, but nothing to distracting this time.
Un excellent second tome dans la lignée du premier. J’ai particulièrement apprécié l’histoire dans laquelle plusieurs personnages essaient de retracer la vie d’Edgar en évoquant leur rencontre (ou celle de leurs ancêtres) avec lui. C’est une super manière de relier toutes les histoires entre elles. Et bien sûr, c’est toujours aussi beau ! 🤩
Same as before the art continues to beautiful. This is not a light read. This is a intricate tale. It's easy to get lost in the time line of story so check in the with the authors list of characters and family tree.
Une fin qui n'est pas surprenante, une série vampirique maîtrisée de A à Z avec un plaisir tout le long (sauf peut être la chronologie ardue !). Au plaisir de recroiser Edgar l'éternel et de douces pensées pour Allan qui semble à peine à l'aube de la sienne !
Bought it impulsively at a sale, not thinking much of it as it was volume 2. However, thanks to the comprehensive introduction it was rather easy to familiarise myself with the characters and follow along in this collection of semi-connected stories.
Un début un peu plus laborieux que le premier tome, mais les dernières histoires de cette série sur l'histoire du clan des Poe créent de nombreux liens, indispensables au lecteur qui laissent un souvenir doux amer.
I'll have to mark this as dnf not because i hate it, it's the same as the first volume, but because I can't find anything more than the first two chapters of this. Shame.
Besides a few typo errors and the story line bouncing around it was a very solid read. I think it’d be a much easier read if the storyline was in order as it happened.
Il Clan dei Poe è un'opera divisa in due corposi volumi dove i protagonisti sono dei vampiri, o meglio vampanella, a cui è stata donata l'eternità e la bellezza peccaminosa di una rosa rossa.
Risulta difficile riassumere un'opera che abbraccia, capitolo dopo capitolo, un arco temporale di quasi 3 secoli. Il filo conduttore di ogni storia è Edgar, quattordicenne prematuramente tramutato in vampanella, protagonista indiscusso di questa saga. Insieme a lui intraprendiamo un viaggio per l'Europa, maledetti da una gioventù perpetua che non trova il proprio posto in mezzo alla caducità della vita.
Man mano che proseguiamo con la lettura, comprendiamo come l'amore sia il sentimento cardine dell'intera opera. È costantemente ricercato, non solo da Edgar, ma anche da tutti i numerosi personaggi principali e secondari. È il punto di arrivo, il conforto e il rifugio ultimo di ogni essere senziente, umano o meno. Ma, allo stesso tempo, è anche il tormento più doloroso di tutti.
I secoli passano e Edgar, prima con la sorella Marybell poi insieme al suo compagno Allan, rimane per sempre bloccato nel fiore dell'adolescenza. Ma non la sua mente e nemmeno i suoi comportamenti. Loro sì che risentono del tempo, investiti da una saggezza e un disincanto crescenti.
Il mondo continua a scorrere inesorabilmente davanti ai suoi limpidi occhi azzurri. E, con lo sguardo sempre più acuto e spento, Edgar rimane ad ammirare tutte le emozioni scaturite dall'amore mortale, mentre esse danzano all'interno di quel vortice chiamato vita, dove a lui però non è permesso entrare.
I disegni evanescenti, fluidi ed eleganti di Moto Hagio contribuiscono a rendere questa lettura ancora più coinvolgente. Ci trasportano in un mondo dalle atmosfere gotiche e malinconiche, dove la vita eterna, seppur affascinante, è sinonimo di solitudine e affanno. Ogni tavola diventa un momento di riflessione per il lettore che non può che rimanere colpito dalla profondità e dall'introspezione che l'autrice vi ha infuso.
Ritengo quest'opera imprescindibile per gli amanti delle saghe sui vampiri e per tutti coloro che desiderano leggere uno dei classici che ha ridisegnato il genere shoujo negli anni '70, gettando inoltre le basi e contribuendo alla nascita del genere shounen ai/yaoi.
Magnífica historia. Me ha gustado sobre todo cómo los capítulos que parecían casi independientes acaban encajando y nos narran la historia de Edgar durante siglos. En 2016 (creo) la autora continuó con las aventuras de Edgar, evidentemente las quiero leer, la pena es que al ser tan reciente no creo que salgan en una edición tan preciosa como esta, en la estantería no se verá tan bonito, pero si Tomodomo se anime, se viene a la colección.