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De um dos mais importantes e representativos autores do século XX e Prêmio Nobel de Literatura.
Albert Camus tinha apenas 22 anos quando publicou, na Argélia, O avesso e o direito, conjunto de cinco peças que ele classificou como "ensaios literários". Já estão ali o estilo poético que é sua marca registrada e a preocupação com alguns temas essenciais, como o amor ao Mediterrâneo, a solidão do homem em meio ao abandono e o absurdo da condição humana. Francês da Argélia, Camus recebeu a luz do Mediterrâneo como um dom de vida, expressa numa escrita nobre, um pouco à espanhola, mas com registro variado. Mais do que negar Deus, naqueles anos de juventude, desisnteressou-se dele. Quando amadureceu na reflexão, compreendeu que o homem é o valor capital e relegou Deus às ideias-fábulas dos poetas. Mais tarde, ao romper com os existencialistas, denunciou os regimes totalitários (sobretudo os de esquerda) e proclamou, no Discurso da Suécia, ao receber o prêmio Nobel, que "o escritor não pode se colocar a serviço daqueles que fazem a História; ele está a serviço daqueles que a sofrem". O avesso e o direito é uma leitura fundamental para uma compreensão mais abrangente da vida e da obra de Camus.
74 pages, Paperback
First published January 1, 1937
„Sala amuţise, fără suflare. La refren, fata, învîrtindu-se în loc, ţinîndu-şi sînii în palme şi deschizînd mare gura roşie şi umedă, reluă melodia împreună cu sala, pînă cînd toată lumea se ridică în picioare şi începu să zbiere... Cu privirea goală şi disperată, cu pîntecele şiroind de sudoare, era, în mijlocul bucuriei demente ce o înconjura, însăşi imaginea abjectă şi exaltantă a vieţii”. (29.10.26,j)
À cette extrême pointe de l'extrême conscience, tout ce rejoignait et ma vie m'apparaissait comme un bloc à rejeter ou à recevoir. J'avais besoin d'une grandeur. Je la trouvais dans la confrontation de mon désespoir profond et l’indifférence secrète d'un des plus beaux paysages du monde.