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A linguagem do império

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Terrorismo, fondamentalismo, antiamericanismo, odio contro l'Occidente, complicità con l'Islam e gli antisemiti: sono le accuse che l'impero americano brandisce come armi affilate. In un clima mondiale di mobilitazione totale contro i barbari alle porte, e anzi già insediati nella cittadella occidentale, chiunque non sia con l'America è automaticamente nemico della pace e della civiltà.

Unknown Binding

First published January 1, 2007

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About the author

Domenico Losurdo

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Domenico Losurdo (14 November 1941 – 28 June 2018) was an Italian Marxist philosopher and historian better known for his critique of anti-communism, colonialism, imperialism, the European tradition of liberalism and the concept of totalitarianism.

He was director of the Institute of Philosophical and Pedagogical Sciences at the University of Urbino, where he taught history of philosophy as Dean at the Faculty of Educational Sciences. Since 1988, Losurdo was president of the Hegelian International Association Hegel-Marx for Dialectical Thought. He was also a member of the Leibniz Society of Sciences in Berlin (an association in the tradition of Gottfried Wilhelm Leibniz's Prussian Academy of Sciences) as well as director of the Marx XXI political-cultural association.

From communist militancy to the condemnation of American imperialism and the study of the African-American and Native American question, Losurdo was also a participant in national and international politics.

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Profile Image for Marcelo Troysi.
26 reviews1 follower
June 19, 2025
Aqui, Losurdo demonstra mais uma vez como toda ideologia de guerra precisa estar ancorada em mitos. Em geral, esses mitos operam por meio de termos próprios, obscuros e polissêmicos, que são usados como ferramentas para justificar o domínio sobre outros grupos étnicos.

Mas, é claro, Losurdo sabe – e nos mostra com didatismo e fontes facilmente verificáveis – que tais mitos não resistem a uma análise histórica rigorosa.

É impressionante ver como termos mitológicos e teológicos empregados pelos EUA e pelo Ocidente – como "fundamentalismo", "terrorismo" e "antiamericanismo" – são desmontados. Porém, o choque maior veio ao descobrir:

A coleção de crânios de japoneses por soldados estadunidenses durante a Segunda Guerra;

A simpatia do Ocidente pelo nazismo antes do confronto com a URSS;

E, sobretudo, a influência do sionismo de Herzl no alto oficialato nazista, que também cativou figuras colonizadoras como Rhodes e Guilherme II. Afinal, muitos antissemitas viam no sionismo uma "solução": a criação de um Estado judaico que expurgasse os judeus da Europa, negando-lhes cidadania em seus países de origem.

Hoje, a máquina de guerra pós-11 de Setembro projeta sua força ideológica no Oriente Médio, usando "fundamentalismo" e "terrorismo" para combater tudo que se opõe a outras invenções mitológicas, como "democracia" e "livre mercado". No fundo, como revela Losurdo, os alicerces dessa ideologia belicista não são lógicos, mas teológicos – baseados numa "excomunhão" daqueles que desafiam os "valores ocidentais", historicamente ligados à supremacia branca.
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