Los últimos años del faraón Neferkara Pepi coinciden con los últimos estertores de la VI dinastía, que marcará el fin del Imperio Antiguo. Sin embargo, sólo Ipuwer, "el hombre del corazón honesto", entre todos los cortesanos, se atreve a revelar al faraón la verdad acerca de la caótica y subversiva situación en que se encuentra el pueblo sobre el que Neferkara Pepi ha gobernado durante casi un siglo. Con ello da pie a la rememoración de un torbellino de imágenes: jardines exóticos, eclipses lunares, gatos mágicos, pigmeos danzantes y fiestas populares que van trazando la historia del reinado del faraón. Basándose en los hechos recogidos en el famoso "Papiro de la revolución" y en otros numerosos documentos históricos y arqueológicos, los autores recrean con intensidad y colorido una etapa crucial de la civilización egipcia.
Apreciação final: seca absolutamente monstruosa. Este foi dos livros mais complicados de começar que já tive oportunidade de encontrar. Sem exagerar, devo ter começado a lê-lo umas dez vezes até conseguir ter coragem para dar continuidade à leitura. E porquê? Porque há muito tempo que não lia um início tão aborrecido, extenso e sem noção de direção.
Desde miúda que sou fixada em mitologia egípcia em tudo o que a isso se relaciona, ou seja, eu estava com algumas expectativas quanto a esta obra. O que se segue, no entanto, é a minha mais sincera e triste opinião.
A história foca-se no reinado de Neferkara Pepi (Pepi II), cujo reinado durou 94 anos, o que o torna um dos monarcas que mais tempo permaneceram no trono (senão mesmo o que mais tempo permaneceu). Tendo isto em conta, seria de esperar uma história sólida, recheada de acontecimentos relevantes e bem narrados, como merecia. É o que acontece? Não. Infelizmente, as cenas que dominam a obra são corriqueiras e muitas vezes não ajudam em nada o avanço da narrativa. Para agravar a situação, o tom com que a história nos é apresentada torna difícil a sua leitura, e os diálogos sempre hiper-formais e demasiadamente extensos não fazem outra coisa senão deixar o leitor aborrecido e com vontade de saltar páginas (eu não saltei páginas, mas admito que saltei parágrafos). O tom formal pode ser apresentado numa obra sem deixar de provocar interesse e curiosidade da parte do leitor, desde que bem aplicado. A expressão "bem aplicado" é exatamente o que falta a esta obra a vários níveis.
Passo a indicar alguns dos problemas maiores que fui encontrando: - Personagens retratadas e apresentadas de uma maneira tão simplista e óbvia que aparentam ser pensadas para um público-alvo entre os 10 e os 16 anos (juro, algumas das personagens só faltava o autor dizer que tinham olhos vermelhos e um sorriso esquisito enquanto esfregavam as mãos com ar maléfico para o seu caráter ser ainda mais óbvio, se é que é possível) - o que torna ainda mais bizarro o facto de se juntar isso com um tipo de discurso tão formal; - Páginas e páginas de discussões do sexo dos anjos entre personagens que não interessam (e bem recheadinhas do muito abusado discurso hiper-formal); - Introdução de personagens que são realmente bem apresentadas e que parece que vão realmente ser importantes e ter um papel ativo na trama apenas para umas páginas depois (por vezes, parágrafos depois) desaparecerem bruscamente e não se voltarem a falar delas (especialmente algumas personagens femininas); - Descrições demasiado extensas e sem ponta de interesse ou finalidade específica; - Saltos temporais de anos de um parágrafo para o seguinte (muitas vezes o leitor só se apercebe devido a pequenos indícios, como uma nova esposa do rei que de repente aparece); - Cenas que suponho serviriam como alívio da tensão principal, não conseguem atingir esse objetivo já que apenas conseguem exasperar o leitor; - Cenas místicas/mágicas/de calmaria não conseguem também atingir o objetivo proposto. Nada no texto nos faz sentir a solenidade mágica que seria suposto em algumas situações-chave (exceto, talvez, uma pequenina cena perto do fim), o que é logo meio caminho andado para me fazer desligar do livro.
Esta obra tem imenso potencial desperdiçado, o que me enerva e quase ofende a título pessoal. Um livro sobre o Antigo Egipto, com tantos rituais descritos ao longo das 258 páginas, com tanta alusão a deuses e deusas, com conflitos e mortes a nascerem de feitiços e mezinhas falhadas, deveria ser capaz de, pelo menos, conseguir passar para o leitor alguma da sua solenidade e presença mágica. E já nem falo no interesse que o próprio enredo deveria ser capaz de proporcionar. Que desperdício.
Una muy buena historia para entender la vida y costumbres del Egipto antiguo a través de Neferkara Pepi último faraon de la VI dinastía que a puertas de su muerte recuerda su vida de niño y de faraón. La vida en la corte, las mentiras, traiciones, etc, dejándose llevar por la opulencia y no por la realidad ocultada.
Acabo de terminar el libro, y es la segunda vez que lo leo porque la primera fue hace bastantes años y me dejó muy buen sabor de boca. Se nota que el autor era una auténtica enciclopedia sobre el tema. Muy interesante todo lo que cuenta sobre los usos y costumbres de la época y las varias pinceladas sobre el culto a los dioses... Sólo por esto ya ha valido la pena. Además la trama es entretenida y el final muy emocionante.
O gato foi domesticado,pelos egípcios, há cerca de 4000 anos... A associação entre as culturas antigas e os gatos é um assunto fascinante! No Egipto o gato era um animal sagrado,porque enigmático e majestoso (?)!!! Um povo a venerar* Natureza.Religião.Nilo.Nilo e Nilo* Uma visita guiada a esta grande civilização*
Una historia muy interesante y entretenida, relata el declive de la época de los faraones. es la primera novela histórica ambientada en Egipto que leo y me ha gustado mucho. recomendable si te gusta la novela histórica, la época de los faraones y las historias con mucho contenido histórico. Eso si, el final un poco ambiguo pero igual esta muy bien.