A partir de sua experiência como consultora de comunicação não violenta (CNV) e comunicação consciente, educadora parental e mãe de duas crianças, Elisama Santos propõe uma conversa com pais e mães que desejam construir relações e aprendizados baseados no respeito e no diálogo – e querem estimular autoestima, autonomia, autodisciplina e resiliência em si mesmos e nos filhos. A ideia é que o processo de construção de conhecimento torna-se positivo quando ocorre por meio da empatia e reflexão crítica.Assim, a autora apresenta conceitos que podem ajudar pais e filhos a se aproximarem, conectando-se com os próprios sentimentos e comunicando-os ao outro de forma objetiva e a comunicação não violenta, de Marshall Rosenberg; a atenção plena (mindfulness), do zen-budismo; a disciplina positiva, de Jane Nelsen; e a inteligência emocional, de Daniel Goleman.Este livro é uma alternativa à cultura autoritária que justifica o uso da violência e da repressão como método educativo. Aqui buscam-se caminhos para uma educação mais solidária e compreensiva, acreditando ser possível educar as crianças com consciência, para que as próximas gerações possam colher os frutos de um mundo mais amoroso e justo.
Uma leitura que nos faz refletir sobre comunicação não violenta, o poder do presente, o peso da palavra, os desafios na educação das crianças e a relevância do amor próprio. Ao começar a folhear o livro, pensei que estaria diante de uma obra sobre paternidade, mas percebi ao final que estava aprendendo sobre relações. Elisama traz luz para nos entendermos como seres humanos e nos apresenta uma série de ferramentas para criarmos pessoas melhores.
Apresenta alternativas ao castigo e à punição para lidar com a criação de filhos e consigo mesmo, com maior ênfase ao diálogo, à empatia e à compaixão. Estrutura de narração repetitiva, dificultando o interesse na sequência da leitura.
Leitura ótima para pais e quem quer ser um dia, como educar seus filhos de forma não violenta, não ser confundido com permissividade. Ótima leitura. Recomendo.
Elisama, no livro Educação não violenta, traz com simplicidade, exemplos, e muita didática, um olhar sobre a educação (não a formal, escolar, mas educação como o auxilio ao crescimento) e como nossa ação, como adultos, pode influenciar de forma direta e prática o comportamento imediato da criança assim como o reflexo para o resto de sua existência.
Isso tudo sem essa do "faça o que eu digo e tudo será fácil", o desafio da educação é mostrado de forma clara. Elisama mesmo mostra exemplos pessoais, o que torna o eu lírico muito humano, pois o desafio é de todos.
Vale a leitura para qualquer um que ainda não se aprofundou muito na CNV, quer uma leitura leve, busca auto conhecimento, e quer um olhar diferente sobre a relação de adultos com crianças (assim como refletir sobre sua própria educação).
Mais uma leitura extremamente enriquecedora de uma obra da Elisama Santos. Sinto que tudo o que ela nos diz é muito importante, não só para quem é mãe ou pai, mas para todos que somos filhos, e precisamos nos acolher antes de querer acolher outras pessoas. A autora aponta várias atitudes e pensamentos que temos e precisamos rever pra não abraçarmos lutas que não têm vencedores. Livro muito necessário.
Como estimular autoestima, autonomia, autodisciplina e resiliência em você e nas crianças.A partir de sua experiência como consultora de comunicação não violenta (CNV) e comunicação consciente, educadora parental e mãe de duas crianças, Elisama Santos propõe uma conversa com pais e mães que desejam construir relações e aprendizados baseados no respeito e no diálogo – e querem estimular autoestima, autonomia, autodisciplina e resiliência em si mesmos e nos filhos. A ideia é que o processo de construção de conhecimento torna-se positivo quando ocorre por meio da empatia e reflexão crítica.Assim, a autora apresenta conceitos que podem ajudar pais e filhos a se aproximarem, conectando-se com os próprios sentimentos e comunicando-os ao outro de forma objetiva e respeitosa: a comunicação não violenta, de Marshall Rosenberg; a atenção plena (mindfulness), do zen-budismo; a disciplina positiva, de Jane Nelsen; e a inteligência emocional, de Daniel Goleman.Este livro é uma alternativa à cultura autoritária que justifica o uso da violência e da repressão como método educativo. Aqui buscam-se caminhos para uma educação mais solidária e compreensiva, acreditando ser possível educar as crianças com consciência, para que as próximas gerações possam colher os frutos de um mundo mais amoroso e justo.
Gostei bastante do livro, que é um bom ponto de partida para reflexões sobre a desafiadora criação dos filhos (sem autoritarismo e sem permissividade).
Alguns tópicos que me chamaram atenção: - a educação precisa ser pensada a longo prazo, ou seja, começamos a desenvolver hoje as habilidades que queremos que nossas filhos tenham no futuro; - é importante reconhecer e nomear os sentimentos (o que é bem difícil para os adultos que, na maioria das vezes, são "analfabetos" emocionais e não conhecem os próprios sentimentos) - todos os sentimentos são aceitos, mas as atitudes devem ser direcionadas - rótulos são profecias autorrealizáveis e, na mesma linha, opiniões sobre o comportamento são apenas julgamentos dos adultos - o que ganha atenção ganha força e valorizar as atitudes positivas com descrições claras é essencial para que a criança desenvolva autoconfiança - desenvolver a autonomia e a capacidade de tomar decisões é muito importante para que a criança, desde cedo, já possa ver que toda ação tem uma consequência - o adulto precisa manter-se nutrido de suas necessidades para ser um pai mais presente (não só fisicamente) e compreensivo
Livro excelente, contexto atual com situações, acredito eu, presente no dia a dia de todas as famílias. O Livro nós dá uma nova visão de abordagem das situações junto aos pequenos, sem necessidade do emprego de qualquer tipo de violência. Enfim, a todos que enfrentam esse desafio de ser mãe e pai e criar seres para o mundo, assim como eu, vale muito a pena a leitura.
Livro muito bom, especialmente pra quem busca quebrar os ciclos na educação dos seus filhos. Gostei muito dos diversos exemplos e situações que a Elisama ilustra ao longo do livro.
Recomendo uma leitura básica sobre comunicação não violenta primeiro para garantir melhor aproveitamento dos conceitos.
Esse livro é simplesmente indispensável a tds. Àqueles que querem melhorar toda e qualquer comunicação e relacionamento, entendendo que tudo comeca com uma auto compaixão, compreensão, controle de suas próprias emocoes. Recomendo a todos os pais, maes, tios avos, aqueles que sequer tem filhos. Indispensável.
Um livro muito bom que reúne varias informações importantes sobre a educação positiva. Peguei pra ler achando que ia ser super básico e me surpreendi.
Em alguns momentos ela tem uma pegada de psicologia e fala umas merdas, mas nada que estrague o livro, só me preocupo com quem lê esse tipo de coisa sem ter o conhecimento.
Excelente!!! Livro com muitos exemplos práticos, linguagem clara e direto ao ponto. Mobiliza conceitos de disciplina positiva, atenção plena, autocompaixão e comunicação não violenta. Recomendo para educadores, pais, todo mundo!
Um livro muito bom e interessante, apesar de ser destinado para pais que estão passando pela árdua tarefa de educar seus filhos (o que não é meu caso rs). Traz muitas reflexões pessoais e sobre autocuidado.
Os exemplos são mt bons mas minha bebê ainda é pequena para eu conseguir colocar em prática a maioria das dicas do livro. Mas vale a pena ler! Conhecimento nunca é demais para educar nossos filhos. Porém dps vou ter q reler rs
Conceitos simples de entender e argumentos direto ao ponto. Para além da educação de crianças, é um livro que convida a um olhar atento às nossas relações com outros e nós mesmos. Vai ficar pra minha lista de releitura futura.
Reli esse livro, pois não lembrava muito coisa dele. É um bom livro, consegui entender mais atualmente do que quando li pela primeira vez. Ele nos dá uma perspectiva de como sermos criativos na educação de filhos, tratar de temas profundos.
Não é sobre maternidade ou sobre educação apenas. Fui lendo e pensando nos meu alunos, na minha maneira de educar, olhando para o outro. Terminei olhando pra mim, refletindo sobre mim, minhas relações com os outros e comigo mesma. Que livro!
Leitura que fiz no início da graduação, junto ao estágio. Foi esclarecedora. A autora te convida a refletir sobre a criação de crianças, métodos utilizados e uma abordagem respeitosa à todas as infâncias.
Este livro me mudou. Me fez enxergar muitas coisas sobre mim e sobre minha infancia, e tentar lidar com crianças de uma forma diferente. Leitura altamente recomendada
Não posso dar uma nota porque não li todo. Até tentei, mas sendo pai e já lidando outras crianças da idade próxima do meu filho, aplicando há 2 anos diversas 'técnicas' que a autora sugere, só posso dizer que pode até funcionar com uma parcela das crianças, mas não todas. Acredito que até mais com meninas. Minha impressão.
Não gosto de bater, gritos e ameaças. Castigo ou tirar um brinquedo como penalidade, sinceramente, é nada, me desculpem. Falar do próprio filho é muito difícil. Mas é claro que as pessoas só não são diferentes, quando mais velhas, por criação ou ambientes que cresceram. Indivíduos nascem com gostos e personalidades diferentes. Até animais, bem menos complexos que nós humanos, são.
Enfim, cada caso é um caso, por coincidência, as duas crianças que lidamos que os pais eram radicalmente contra bater ou castigos, eram meninos bem maldosos e que queria longe do meu. E não era o único. Simplesmente não paravam de aprontar.
Obs: meu filho não é nada reprimido, muito pelo contrário, confiante até demais algumas horas. Mas sabe que há limites que colocamos e que deve respeitar. Não só para nossa sanidade mental, mas segurança dele mesmo e bom convívio com outras crianças.
A autora dá um exemplo péssimo da menina que se machucou e as outras não querem falar nada para não apanharem. Péssimo exemplo! Simplista. Aliás, o livro é bem simplista. Já li outros livros, inclusive best seller internacional (The Whole-Brain Child: 12 Revolutionary Strategies to Nurture Your Child's Developing Mind) que condenam agressões, mas reconhecem que certas crianças precisam medidas mais energéticas, simplesmente porque cada um é diferente do outro. Nada mais realista.