“Uma das ferramentas mais úteis na busca pelo poder é o sistema educacional.” Gary DeMar Gary DeMar é escritor, palestrante e presidente da American Vision. Graduado pela Western Michigan University (1973), Gary é mestre em Teologia pelo Reformed Theological Seminary (1979). Em 2007 obteve o doutorado em História intelectual cristã no Whitefield Theological Seminary. Além de vários ensaios e artigos, ele escreveu mais de 27 livros. Gary vive em Atlanta, Geórgia (EUA), desde 1979 com Carol, sua mulher. O casal tem dois filhos adultos (já casados) e são membros da Midway Presbyterian Church (PCA), em Powder Springs, Geórgia.
Muito bom o livro. O autor é direto ao conclamar os cristãos a deixarem de se iludir lutando uma guerra assimétrica, mendigando espaços nos lugares humanistas, e cedendo espaço aos adversários para "bancar os bonzinhos", convidando-os para o "diálogo" e o "entendimento mútuo" objetivando, com isso, aceitação e boa vontade.
The subject of the title seems to be exhausted in the first chapter. But the whole book is really good. It goes on to show more than just the fact that whoever controls the schools rules the world; but it also shows how secular humanism (atheism) has co-opted the schools in science, psychology, history, etc.
He also demonstrates very convincingly that the answer is not to try to "take government schools back" from secular humanism, but to work toward the eventual end of government schools altogether.
[I really enjoyed how he points out the irony that we spend money on missionaries building non-government schools in other countries, yet we refuse to build Christian schools right in our own back yard. While we are all for having children in other countries get thoroughly Christian education, we're content here to send our own children to schools of Molech.]
The appendix at the end by Gary North was very good - and very telling of our times.
While I still wonder if a better title could be used to encapsulate all that was in this book, this is a gem for sure. And I highly recommend it to all my Christian friends, whether or not you have kids.
Ótimas e corajosas reflexões sobre o ensino nas escolas e universidades, sua importância no destino e vida de uma sociedade, sua decadência, sua rendição ao academicismo, seu desinteresse pela busca do conhecimento e da verdade além de sua aversão às ideias divergentes.
Um livro bem interessante que mostra uma verdade que já está em curso, a saber, que não há nada de inocente na ciência e nos currículos escolares. Toda a invenção do embate entre religião vs ciência nada mais atende do que a uma agenda político-ideológica bem nítida, isto é, há toda uma gama de intelectuais e influenciadores que têm direcionado o curso da humanidade, principalmente, dada a influência Ocidental.
Quem porventura já leu o livro do professor Benjamin Wiker (10 livros que estragaram o mundo), vai lembrar de como podemos ter um vislumbre de como vários pensadores, ao longo de séculos, foram influenciando a ética, mudando a herança de visão ético-religiosa, não apenas da ética judaico-cristã, mas mesmo de antigos valores antigos, como vindo da nossa parte de experiência religiosa greco-romana, para uma visão que iria, no Pós-Modernismo, desaguar em uma visão extremamente materialista do mundo e relativista do ponto de vista moral.
O relativismo moral decreta a falência da ética, porque se não há nada absolutamente perverso ou absolutamente bom, então, não temos nenhum tipo de problema em si. Se não lidamos com consequências eternas e espirituais para atitudes, inclinações, etc., não há nenhuma razão para clamarmos por justiça (o que seria justiça em algo relativizado?). Com o materialismo darwiniano, somos meros animais mais evoluídos, o subproduto de um grande acidente cósmico aleatório que nos trouxe para o aqui e o agora; após nossa morte, segundo essa visão em curso, vão meramente deixar de existir, não há pós-vida, nada de mais.
Essas são algumas das terríveis ideias que são ensinadas livremente nas escolas públicas e privadas. Organismos estatais coíbem um currículo mais flexível; qualquer proposta alternativa à visão darwinista é vista como obscurantismo, ainda que não tenhamos nenhuma prova científica de macroevolução. Qualquer questionamento, mesmo usando lógica básica, é silenciado e quaisquer apoiadores são ridicularizados e sofrem as consequências sociais devidas (perda de emprego, exclusão profissional, social, etc.).
A proposta principal do autor é mostrar que a Igreja de Jesus Cristo precisa se preocupar mais com a educação, uma educação privada, não só celebrando o home schooling, mas celebrando organizações cristãs privadas, que vão estimular o verdadeiro pensamento crítico, a busca da verdadeira ciência, não aquela que vai ser enviesada, mas aquela que vai estar disposta a estudar o mundo, o universo, seus sistemas e grandezas, pois todas essas coisas são coisas que glorificam o Deus Único e Verdadeiro.
Infelizmente, é um grande trabalho, primeiro, porque temos uma grande elite de jornalistas, professores universitários ou não, artistas, esportistas, políticos, etc. Muitos são alinhados aos pensamentos de origem marxista, os pensamentos de esquerda, e vão usar suas influências para barrar quaisquer leis que beneficiem esse tipo de visão, ainda que precisem inventar os maiores e mais mirabolantes argumentos para isso.
Além disso, a grande massa já bebeu largamente do que é ensinado, ainda que sejam mitos. O autor expõe alguns desses mitos, acredito que mais dentro do seu contexto norte-americano. Porém, quantos de nós já não tivemos que lidar com pessoas que afirmam os argumentos de "O Código DaVinci" como sendo uma realidade? Quantas vezes ouvimos o senso comum dar vazão a pensamentos completamente errados no campo da história e da teologia?
Em suma, é uma obra alarmante. Não vou dizer que aprofunde muito as coisas, o tema principal fica girando o tempo todo, mas vale a leitura assim mesmo, conhecimento nunca é demais.
Sensacional! A abordagem do autor é simples e direta. Uma excelente reflexão a respeito da realidade das escolas públicas americanas, que em inúmeros aspectos se assemelha, em geral, à realidade das escolas ao redor do mundo ocidental. Ele aborda brilhantemente os perigos de sustentar uma fé cega na imparcialidade das pessoas que enxergamos como figuras de autoridade (sejam professores, jornalistas e até mesmo cientistas), e a importância de defender os valores em que acreditamos: "A neutralidade nem sequer é possível. Não tomar partido significa aquiescer ao oponente (pag 12)".
Whoever Controls the Schools, Controls the World By Gary DeMar
This is the second time I read through this gem. Gary DeMar does a good job analyzing the role of education. While the humanists (atheists in disguise) have convinced most people regarding the so-called neutrality of facts, they have been busy pushing their agenda in the government schools and thereby capturing the robes of culture. They know that there is no such thing as neutrality and they are out to win. He quotes Dunphy.
"I am convinced that the battle for humankind's future must be waged and won in the public school classroom by teachers that correctly perceive their role as proselytizers of a new faith: a religion of humanity that recognizes and respects the spark of what theologians call divinity in every human being... The classroom must and will become an arena of conflict between the old and new -- the rotting corpse of Christianity, together with all its adjacent evils and misery, and the new faith of humanism, resplendent with the promise of a world in which the never-realized Christian ideal of 'love thy neighbor' will finally be achieved."
He also mentions Gramsci, the Italian Marxist that had a better idea than Marx, Lenin, or Trotsky on how to change the world and get it ready for the "utopia". His idea was to give up all the slogans and instead become mainstream emphasizing democracy and getting people to more and more to think in terms of this life rather than the one to come. He believed in a cultural "march through the institutions"; schools, colleges, media,churches,courts, etc. His ideas have been very successful indeed.
He closes the book with an expose' of a few myths that keep reappearing. For example "the Flat earth Myth" invented by Washington Irving and of which Samuel Eliot Morrison, Columbus biographer, says is just pure moonshine. Columbus did not believe in a flat earth but rather believed in a smaller round earth like Ptolemy; neither did anyone else of significance in the 15th century. These myths are often used to discount the Christian Worldview.
Livro simples direto. Traz um panorama e condensa bastante idéias. Interessante para ter uma visão geral de algumas ideias. Coloca em discussão o conflito de cosmovisões. Gostei dos últimos dois cápitulos, que tratam da neutralidade (ou da ausência dela) no ensino e nas ciências.
Ótimo livro. Situa os leitores na batalha que estatólatras de todos os matizes (como Hitler, Lênin, Gramsci et caterva) fizeram e fazem a mais absoluta questão de travar, por perceberem o alto valor dos despojos: a batalha sobre quem ensinará o quê aos nossos filhos.
The first 4-5 chapters were helpful. The rest of the book was mostly just ranting on homosexuality, evolution, and other low hanging fruit topics. Only thing that redeemed the book for me was Dr. North's story of 'Two Busses' as the bonus chapter in the end.