Pequenos grandes ensaios. A cada página, a surpresa do encontro (im)possível de certas linhas rectas. Comte-Sponville tem um discurso muito original. De Schubert que ama, a Schumann que o entedia. De Cristo à morte, do suicídio a Mozart. Temas aleatórios que afinal dizem muito sobre muita coisa. Adorei ❤
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"Depois, há o cansaço que se parece tanto connosco, que nos acompanha, que talvez seja apenas a própria morte que trabalha, que nos trabalha, ou a vida lentamente que se desgasta e que resiste..."
"Quando existimos", dizia Epicuro, " a morte não está presente; e, quando a morte está presente, já não existimos. " ... Não é a morte que cumpre vencer - já que não podemos -, é o medo que temos dela."