Este provocativo título apresenta Frank Schaeffer, filho do renomado teólogo Francis Schaeffer, aos leitores de língua portuguesa. Neste clássico, Frank demonstra como os cristãos sacrificaram sua posição artística proeminente, desfrutada por séculos, por uma produção medíocre. As evidências deste triste estado das coisas estão em abundância por aí e vão desde canecas, camisetas, adesivos para carros que usam o nome de Deus como um slogan de marketing, colocando o Criador do Universo no mesmo nível de um refrigerante. Schaeffer afirma que "sempre que cristãos, evangélicos em particular, tentaram ‘alcançar o mundo' por meio da mídia - TV, filmes, propaganda etc - o público que pensa tem a ideia de que, assim como a sopa de um restaurante ruim, o cérebro dos cristãos ficaria melhor se não fosse mexido". Mas a situação pode mudar e Schaeffer mostra como pessoas engajadas em um Cristianismo consciente podem se desviar desse caminho da mediocridade, demandando excelência nas artes e na mídia e, em todas as áreas das suas vidas. Avaliação no 4,2 (dez/18)
Frank Schaeffer is a New York Times bestselling author of more than a dozen books. Frank is a survivor of both polio and an evangelical/fundamentalist childhood, an acclaimed writer who overcame severe dyslexia, a home-schooled and self-taught documentary movie director, a feature film director of four low budget Hollywood features Frank has described as “pretty terrible.” He is also an acclaimed author of both fiction and nonfiction and an artist with a loyal following of international collectors who own many of his oil paintings. Frank has been a frequent guest on the Rachel Maddow Show on NBC, has appeared on Oprah, been interviewed by Terri Gross on NPR’s Fresh Air and appeared on the Today Show, BBC News and many other media outlets. He is a much sought after speaker and has lectured at a wide range of venues from Harvard’s Kennedy School to the Hammer Museum/UCLA, Princeton University, Riverside Church Cathedral, DePaul University and the Kansas City Public Library.
Livro excepcional, desdenhei dele a princípio, mas realmente chamou minha atenção. O autor falou dos problemas do contentamento e falta de empenho no meio da igreja atual. Bateu em cima de pontos realmente plausíveis do pensamento da massa cristã sobre o campo da arte, exortou a nossa ignorância, constante dualismo, e mediocridade de pensamento quando se trata das coisas de Deus. Mas trouxe argumentos inspiradores, motivando artistas a se posicionarem em seus meios de trabalho e vivência, incentivando a criatividade e desmistificando concepções sobre o que é uma arte cristã.