Dylan Dog investiga o desaparecimento de Ozra, um velho obcecado por livros, e irá mergulhar num mundo fantástico, povoado de personagens literárias, pesadelos e horrores bem reais.
Para além desta história maior escrita e desenhada por Fabio Celoni, este volume inclui ainda A Pequena Biblioteca de Babel, um divertimento ao estilo de Borges sobre o misterioso destino de uma aldeia na Cornualha, que em pouco mais de uma dezena de páginas mostra o universo surreal de Dylan Dog.
Fabio Celoni nasce il 23 settembre 1971 a Sesto San Giovanni (Milano). Dal 1984 al 1988, frequenta la Scuola del Fumetto di Milano; collabora con alcune agenzie pubblicitarie, poi passa al fumetto, facendo le sue prime esperienze sulle pagine della rivista "Mostri" della Acme. Nel 1990, i primi contatti con la Disney che portano, appena un anno dopo, alla pubblicazione di una storia su "Topolino". Celoni lavora anche per altre testate disneyane: "Pk", "Paperino", "Paperfantasy" e "Paperinik". Di quest'ultima, diventa anche copertinista. Dopo un periodo di lavoro extra-fumettistico che lo vede impegnato a Hong Kong, ritorna alle nuvole parlanti nel 2000, iniziando una collaborazione con la Sergio Bonelli Editore, che lo arruola tra i disegnatori di Dylan Dog. Nel 2005 diventa copertinista di Brad Barron, mini-serie per la quale realizza anche alcune pagine del diciottesimo numero.
Dilan Dog „Starac koji čita/Pokajnik” Super book 66 Fabio Čeloni/Paskvale Ruju,Đovani Fregijeri
„Starac koji čita” je moj favorit i sjajna priča koju bih ocenila ocenom pet od pet. Ovo je priča o starcu koji je bio sam, nikad nije govorio već uvek čitao. Čitanje mu je omogućavalo da stvarni svet oko njega nestane. U jednom trenutku je prestao da čita i nestao. To je zabrinulo njegove jako simpatične drugove koji kontaktiraju Dilana i tu kreće prava avantura. Ovo nije samo priča o knjigama i knjiškim moljcima već priča o izgubljenom životu, protraćenim prilikama i neostvarenim ljubavima. Priča o strahu od smrti, ali i od života.
„Toliko je u životu bilo stvari kojih smo se bojali. A nije trebalo. Trebalo je živeti.” Andrić
„Pokajnik” je priča o opsesivnoj ”ljubavi” ako to možemo nazvati ljubavlju. Pre bih rekla proganjanje, nasilje i život sa osećanjem krivice koji nas dovodi do toga da na kraju često sami sebe uništimo. Potresna priča, ali mogla bih da živim bez nje. Ocena tri od pet.
Sigurna sam da ću se vraćati priči „Starac koji čita” i preporučivati je ljudima i smatram da vredi kupiti ovaj broj zbog ove priče.
A arte de Fábio Celoni, só por si, já valia a pena. Mas neste noir fantástico-literário notavelmente bem narrado, gera sucessivas páginas a comprovar a máxima de William Kuskin: «The page is a poem» . Como complemento há o mini episódio «A Pequena Biblioteca de Babel» inspirado na obra de Borges, um complemento jeitoso para este volume.
É uma aventura fantasiosa recheada de referências literárias, algo que me agradou bastante. Traz-nos algumas reflexões sobre as memórias e o fim da vida, mas algo superficial. No entanto, foi uma leitura cheia de surpresas e, por isso, divertida. Esta edição traz no final uma pequena história sobre uma biblioteca, aparentemente muito banal, mas que superou as minhas expectativas.
On my very young journey through Dylan Dog books, I could already tell that Tiziano Sclavi, the character's creator, is the premier writer for these stories. That said, Fabio Celoni does an amazing job here.
The main story here is written and illustrated by Fabio Celoni and what a great story it is. It uses everything this universe has to offer. Mystery. Paranormal. Romance. All types of Weirdness.
None of this is done just for show. Everything has a meaning and some powerful messages are passed to the reader as the story progresses.
Sometimes Dylan Dog reminds me of Constantine. I don't know either that well but I'm pretty sure they could work together in some awesome cases.
Additionally, at the end, we get a short story that is equally fun to read. A story that shows well the whole potential and range of type of stories that this character can have.
Mais um conto fantástico de Dylan Dog, encarregado de investigar o desaparecimento de um idoso que, tal como o título revela, passou uma vida inteira imerso na leitura. A investigação é, ela própria, solicitada por três amigos do desaparecido que, na verdade, podem não ser exatamente o que parecem... É um conto sensível, profundo, sobre a vida, as memórias, sonhos, medos e desilusões, e a capacidade humana para enfrentar o desconhecido. Um conto bastante interessante, desenhado de forma magistral. Recomendo. (A encerrar este volume, um pequeno "extra": "A Pequena Biblioteca de Babel", um pequeno conto desconcertante e surpreendente, com um toque de humor muito especial.)
Sendo uma personagem de longa história e sucesso editorial, Dylan Dog tem passado pelas mãos de muitos argumentistas que trabalham para a casa Bonelli. Com resultados mistos. São raros os que conseguem perceber o Dylan Dog de Sclavi, e seguem o caminho mais simplista de misto de policial com sobrenatural. A par de Roberto Recchioni, que é agora o curador da personagem e autor de algumas das suas melhores histórias recentes, Fabio Celoni é outro dos que compreende bem o real significado de Dylan Dog. Algo que está patente neste fantástico O Velho Que Lê. Recensão completa na H-alt: Dylan Dog.