Mathew Calston, o marquês de Wheston vive recluso em sua mansão no campo desde que acontecimentos em seu passado o fizeram repensar a vida e mudar completamente sua visão do mundo e das pessoas. A senhorita Nicole Smith, aceita o cargo de governanta na mansão, porém ela não esperava que houvesse tanto trabalho para tão poucos criados. Também não esperava conhecer o patrão em circunstâncias impróprias que o levassem a crer que ela era uma louca, desvairada. Mas foi o que aconteceu. Agora, com a pior impressão possível um do outro, eles terão que aprender a conviver, superando a aversão inicial e descobrindo um desejo incontrolável que aumenta a cada embate entre eles. Será que a linda governanta conseguirá colocar ordem, tanto na casa quanto no coração desse marquês turrão? E ele, poderá manter seu juízo diante dessa mulher que o tira do sério com tantas loucuras? Venha conhecer o marquês ogro e sua governanta louca e se apaixonar por este casal.
# Opnião - Ogro e a Louca 3.0 ☆ Muito beeem, mais um romance de época que se encerra (o primeiro volume) - com um pano de fundo de a _Bela e a Fera_ com ressalvas.
Gostei, mas não seria um livro que recomendaria. Ri bastante em algumas cenas, outros momentos românticos que dei uma suspirada (foco nos buquês de flores em degradê para cada momento do dia. Arrasou), mas é um livro... principiante. De escrita principiante. (Faltou um Max Perkins).
Não sou ninguém nessa vida. Não sou escritora ou editora ou nada. Sou apenas uma Quimica que trabalha diariamente, olha só que coisa, escrevendo. Editando. Explicando. E nisso acabo por ter esse costume com tudo que leio. Tinha alguns errinhos de português que passaram na edição; frases autoexplicativa do narrador que acabavam por “queimar” a vez, do diálogo das personagens 𖠌 um exemplo: narrador: “os olhos da menina brilhavam de expectativa em conhecer os tios” Personagem pergunta: “minha querida, você está ansiosa para conhecer seus tios?” 𖠌 Outro exemplo: É a cena que finalmente o Ogro se declara apaixonado pela Louca. (Dai ele manda um Mr. Darcy-filme e o coração se derrete) Ele oferece o anel e o narrador já manda um: “mas eles sabiam que esse gesto significava muito mais que isso” (ou algo assim) e o ogro repete A MESMA frase na fala. Meo.
O estilo de escrita - o uso da conjugação correta do verbo ser para Tu (és), por exemplo - às vezes, em frases pontuais, também não está sólido. Têm-se que escolher: ou escreve modelo Machado ou escreve Sec.XXI. Misturar os dois não funciona. A mesma regra de “siga um padrão” vale para o tom do texto. Em algumas partes da leitura, soava como um texto infanto-juvenil. Mas estamos nos referindo a um romance adulto; o que, para mim, dava uma destoada (como um wwww ao invés de ———-) na leitura.
As personagens também são um pouco... razas. A pessoa mais interessante é Caroline (deveria ter um volume só dela). O conto é bonitinho, mas esperava um pouco mais da “força da natureza”. Mas os demais não tem muita cara, jeito, background e... ligação. A irmã da Nicole (Juliette) é apresentada meio que mais ou menos, sendo que ela e o Gregor serão os protagonistas no próximo volume.
Um livro que, na minha opinião, é um livro moderno que foi “forçadamente” transformado em romance de época porque nenhum dos personagens têm comportamento sequer parecido e adequado com os da época. O vocabulário e ritmo de desenvolvimento do plot também poderia ser idêntico ao de um romance contemporâneo, que poderia se chamar “O Ceo e a secretária esquentada” e não teria que mudar quase nada, só substituir a carruagem pela Ferrari e estaria tudo ok. Há passagens tão hilárias e improváveis que chega a ser patético. Meu primeiro livro da autora e não sei se lerei outro. Mas dei duas estrelas por um motivo: ela avisou um pouco sobre essa “improbabilidade” da “mocinha” antes, eu é que subestimei o quão “improvável” ela escreveria em um romance de época.
A premissa do enredo promete, duas pessoas com personalidade difícil que acabam vivendo sob o mesmo teto e brigam o tempo todo. Era para ser comédia... Mas não rolou. Não senti química entre o casal; os motivos das brigas eram absolutamente sem propósitos e em excessos. Há vários erros históricos na narrativa. Gosto muito do gênero, então, não deu pra rolar conexão. 2,5 estrelas
Eu amo um cliche, com final previsivel. Sempre encontro um conforto nas historias que não me surpreendem.
E essa foi uma dessas historias. Eu raramente leio romance de época, entao apesar de tudo foi uma boa mudanca pra mim. A escrita foi gostosa e a historia passou e eu nem vi!
Um bom romance de época, bem leve e sem muitos conflitos. O que mais gostei foi quando a irmã, os amigos e empregados de Mathew se juntaram numa missão cupido, foi divertido. Minha segunda melhor leitura de Janeiro
Que livro maravilhoso! O Matthew é aquele personagem cabeça dura que merece umas sacudidas, mas que ao mesmo tempo merece um abraço. A Nicole é determinada, gentil e decidida. Ela é sensacional. Eu me diverti muito com eles. Um romance de época emocionante que me deixou com o coração quentinho!
Livro lindo muito engraçado. É bom ver uma mulher cheia de atitudes, mesmo numa época tão difícil. Foi um livro bem gostoso de ler... Parabéns a autora