Fitz Cavalaria deixou para trás a pele de assassino, mas nem assim encontrou paz. Depois do rapto de Abelha, e acreditando que ela está morta, Fitz e o Bobo partem em busca de vingança. Nenhum Servo estará a salvo.
A missão revela-se surpreendente, com o reencontro com velhos amigos e a descoberta de novos aliados. Fitz ainda é um homem temido, e o Bobo continua a ter segredos por desvendar.
O destino dos dois amigos ficará para sempre selado à medida que as respostas aos mistérios antigos são reveladas, num final épico, intenso e empolgante.
** I am shocked to find that some people think a 2 star 'I liked it' rating is a bad rating. What? I liked it. I LIKED it! That means I read the whole thing, to the last page, in spite of my life raining comets on me. It's a good book that survives the reading process with me. If a book is so-so, it ends up under the bed somewhere, or maybe under a stinky judo bag in the back of the van. So a 2 star from me means,yes, I liked the book, and I'd loan it to a friend and it went everywhere in my jacket pocket or purse until I finished it. A 3 star means that I've ignored friends to finish it and my sink is full of dirty dishes. A 4 star means I'm probably in trouble with my editor for missing a deadline because I was reading this book. But I want you to know . . . I don't finish books I don't like. There's too many good ones out there waiting to be found.
Robin Hobb is the author of three well-received fantasy trilogies: The Farseer Trilogy (Assassin’s Apprentice, Royal Assassin, and Assassin’s Quest), The Liveship Traders Trilogy (Ship of Magic, Mad Ship and Ship of Destiny) and the Tawny Man Trilogy (Fool’s Errand, Golden Fool, and Fool’s Fate) Her current work in progress is entitled Shaman’s Crossing. Robin Hobb lives and works in Tacoma, Washington, and has been a professional writer for over 30 years.
In addition to writing, her interests include gardening, mushrooming, and beachcombing. She and her husband Fred have three grown children and one teenager, and three grand-children.
She also writes as Megan Lindholm, and works under that name have been finalists for the Hugo award, the Nebula Award, and the Endeavor award. She has twice won an Isaac Asimov’s Science Fiction Readers’ Award.
Não vai ser fácil despedir-me destes personagens, deste universo e da escrita de Robin Hobb.
Esta foi a trilogia em que gostei mais do Fitz (e menos do Bobo...) e por isso mais me custa que esta história tenha acabado. Até porque também me afeiçoei a vários personagens novos - e adorei reencontrar outros já conhecidos!
Não compreendo porque não estão traduzidos em Portugal os restantes livros desta autora (a trilogia "Liveship Traders" e a tetralogia "Rain Wild Chronicles"), mas vou ter de os arranjar de qualquer maneira. Isto apesar de a parte relativa aos navios-vivos não ter sido das minhas preferidas...
Correndo o risco de me repetir, sinto-me obrigada a recomendar esta saga (e as duas anteriores) a todos os leitores que gostem de fantasia, de bons personagens, bons diálogos, boas descrições, enfim... Tudo isto polvilhado com muita aventura e emoção, algum humor e até alguma filosofia.
Muito bom!
It won't be easy saying goodbye to these characters, this universe and Robin Hobb's writing.
This trilogy was the one where I liked Fitz the most (and the Fool the least...) and that makes it even harder to accept this story is over. Also because I warmed up to several new characters - and I loved to meet old ones again!
I cannot understand why there are no Portuguese translations for the other books of this author (the Liveship Traders trilogy and the Rain Wild Chronicles tetralogy), but I will have to get my hands on them somehow - although the part of the story related to the liveships was not a favourite of mine...
I think I am repeating myself here, but I feel compelled to recommend this series (including the Farseer and the Tawny Man trilogies) to all the readers who like fantasy, good characters, good dialogues, good descriptions... And all of this sprinkled with lots of adventure and emotion, some humour and even some philosophy.
Há uma mistura de sentimentos durante a leitura e após a conclusão do livro. Há a fome de o terminar e o desejo que não termine nunca, há o não saber o que achar, o não saber como engolir esta chuva de acontecimentos e o desfecho que Robin Hobb atribuiu aos seus personagens, que fazem invariavelmente parte de todos os que acompanham as aventuras de Fitz desde o primeiro momento. Não sou uma pessoa de vibrar facilmente com filmes ou livros, menos ainda de lacrimejar com qualquer história, e vi-me a limpar lágrimas do rosto com este livro.
Ao fechar a última página, pensei para mim que O Destino do Assassino não é, como volume isolado, o melhor da saga. Os primeiros 65% foram vibrantes, um ritmo e uma sucessão de acontecimentos surpreendente e incrível, que superou as minhas melhores expectativas, para depois assistir a uns morosos 30% de duas viagens sem grande significado narrativo para além do desenvolvimento de relações e de oferecerem consistência à história, antes das machadadas finais.
Acabei por reavaliar esta primeira ideia, porque o Assassin’s Fate de Robin Hobb são os volumes A Viagem do Assassino e O Destino do Assassino, e ao avaliar estes dois livros como um, posso dizer então que sim, os timings são perfeitos. E talvez eu tomasse outras opções, como um final mais épico em plena Clerres, mas compreendo a opção da autora em querer sentenciar de forma mais profunda e envolvente a história, com cenários e reminiscências das sagas anteriores.
Adoro a forma como Robin Hobb consegue dar tanta credibilidade a uma história recheada de dragões e magias, e tocar-nos com a sua sensibilidade única e escrita tão elegante quanto quente e terna. Há poucas palavras a tecer para uma autora que escreve como poucos. Sinceramente, não consigo encontrar um escritor que transmita tantas sensações e emoções com a sua escrita, independentemente do género literário. Hobb é única e incrível naquilo que faz. E, nesse sentido, não posso deixar de tecer laudas ao trabalho do tradutor.
Não ter lido Liveship Traders e The Rain Wilds Chronicles, que não foram publicados em português, pode ter-me deixado escapar algumas referências, mas uma vez que pesquisei sobre as séries e as suas personagens antes da leitura das sagas seguintes, acabei por não sentir que tenha deixado escapar grande coisa. Penso até que sem qualquer pesquisa, as suas histórias são bem compreensíveis nestes dois últimos volumes.
E gostei bastante de conhecer Malta e Reyn, Alteia, Wintrow, Brashen, Moss-O, Vivácia, Modelo Ideal, Leftrin ou Alise. Mas a história acaba por se focar muito mais em FitzCavalaria e naqueles que permeiam a sua vida desde o início. Durante a leitura destes livros finais, projetei uma série de teorias que acabaram por falhar redundantemente, mas que espicaçaram e muito o meu interesse e devoção pela série.
Especulei que o corvo Matizada fosse Veracidade, com base na sua relação com os dragões, como pela sua relação com Fitz, Kettricken e Respeitador, mas também pelo sentido de família que Fitz sentiu vir dela, mas ficou claro para mim que estava enganado, apesar de a origem e a natureza do animal ainda formarem um mistério. Talvez devamos mesmo assumi-lo como aquilo que é. O facto de Per ser imune a qualquer espécie de magia também me deixou sem qualquer explicação. Mas não precisamos de respostas para tudo.
O livro começa com uma força terrível e os acontecimentos em Clerres são ainda mais surpreendentes e incríveis do que eu podia esperar, só me deixando de boca aberta capítulo após capítulo. Quem diria que Fitz teria o papel que teve? Ou mesmo a pequena Abelha? As personagens foram desenvolvidas e construídas com uma força e emoção tremendas e o livro faz-lhes justiça em toda a sua extensão. Nos parágrafos seguintes deixo-vos alguns spoilers desta saga, que não beliscarão em muito a vossa percepção sobre os livros.
Abelha foi raptada e Fitz e o Bobo juntam-se aos Mercadores de Navios Vivos para dar caça aos seus captores. O destino é o castelo inexpugnável de Clerres, onde os Profetas Brancos desenvolvem desde tempos longínquos redes de possibilidades para os destinos do mundo, moldando-os à sua vontade. Mas tudo mudou quando Amado se rebelou e junto do seu Catalizador, FitzCavalaria Visionário, destruiu a Mulher Pálida e libertou os dragões para o mundo.
Quebrado por fora e por dentro, o velho Bobo, que na verdade é Amado, chega a Fitz para lhe pedir ajuda, no mesmo momento em que a filha deste é raptada pelos seus perseguidores, os Brancos chamados Servos. Se Fitz se sentia relutante em ajudá-lo, a captura da filha, que o Bobo alega ser também sua, dá-lhe todos os motivos e mais alguns. Os Servos acreditam que Abelha é uma profeta há muito aguardada, o Filho Inesperado.
Mas a sua captora, Dwalia, não é muito bem vista em Clerres, e ao contrário do que pensava ninguém acredita realmente que aquela menina seja o Filho Inesperado, mantendo-a em cativeiro junto de um velho conhecido de Fitz e do Bobo. A chegada destes a Clerres vem carregada de surpresas, umas mais contundentes que outras, mas a sua principal oposição serão os Quatro governantes do castelo, Coultrie, Capra, Symphe e Fellowdy, ou será o jovem, poderoso e desesperado Vindeliar?
Prefiro não revelar mais sobre o enredo. O final é doloroso e emocionante, faz-nos revisitar momentos de vida de Fitz, faz-nos compreender a narração em pontos de vista na primeira pessoa, faz-nos amar aquelas personagens mais do que já amávamos. Como um todo, esta é a minha “trilogia de cinco” preferida de Robin Hobb, e ainda que o primeiro volume, O Assassino do Bobo, continue a ser o meu preferido, este último fez justiça às minhas melhores expectativas. Sem qualquer hesitação, digo que é a melhor saga já concluída que alguma vez li.
Aqui acaba uma das minhas sagas preferidas de fantasia. Quer o desenrolar das aventuras quer a caracterização das personagens e espaços são fantásticos. Comecei a ler e soube que não iria parar até acabar porque tinha de saber o desenlace desta história há tanto começada. Vou ter saudades do Fitz, do Bobo, da Abelha e das outras personagens. Voltar a saber dos navios vivos foi um brinde! Leitura muito satisfatória! (2 volumes)
15 livros... foram 15 livros que me levaram a viajar com Fitz, o Bobo, Breu e Olhos de Noite. Com Respeitador e Ketticken. E, mesmo não aparecendo em todos os livros, com Moli, Castro, Obtuso, Abelha e Urtiga. Uma família de personagens que nasceram da pena de Robin Hobb e que nos fizeram (a mim e à minha filha) tanta companhia que é quase impossível não os sentir como família, como amigos que, agora que chega a fim esta colecção, vão ficar apenas na nossa memória.
15 livros... e ao fim de 15 livros, Robin Hobb continua a surpreender, conseguindo que o último, o livro que fecha a série, O Destino do Assassino, seja o mais surpreendente, intenso, envolvente, emotivo e perfeito. Completamente perfeito.
O Destino do Assassino deixa-nos supercalifragilisticexpialidociou. Não há outra palavra que consiga descrever o que senti enquanto tentava - juro que tentei - não ficar comovida enquanto o final chegava e eu percebia que ia ter de dizer adeus a estas fantásticas personagens. E que maneira de dizer adeus.
O Destino do Assassino (ou, na realidade, todos os 15 livros) valeu por cada linha, cada palavra, cada capítulo.
Ketticken sorriu.
Depois de terminar o livro, fui dormir com esta singela frase com que o livro termina. Tão simples, tão curta e, no entanto... quase que poderia dizer "Magda sorriu" porque foi exactamente isso que aconteceu. Apesar da intensidade e da emoção do final, sorri.
Vocês sabem, eu sei que sabem, que Anne Bishop é a minha favorita. Que Os Outros ou As Jóias Negras são das minhas sagas favoritas desta autora. E sabem, sei que sabem, que os meus livros favoritos de sempre são As Brumas de Avalon. O que não sabem, mas ficam a saber hoje, é que esta Saga do Assassino com os seus 15 livros – e acima de tudo com O Destino do Assassino – está ali no podium.
Por fim, e como despedida, gostava de dedicar um momento para agradecer ao Fitz, ao Bobo, a Breu e a Olhos de Noite pela companhia que me fizeram. E a Robin Hodd por ser a fantástica escritora que é. Mas deixo também uma recomendação. Amigos da HBO, fizeram de facto um trabalho extraordinário com A Guerra dos Tronos. Não querem fazer o mesmo com esta saga? acreditem que vai valer a pena.
(e, por favor, quem ainda não leu estes livros... façam um favor a vocês mesmos e leiam. Vão ver que não se arrependem)
Acho que não há palavras para descrever a emoção que senti ao ler cada página deste livro. Foram alguns anos a acompanhar a história de FitzCavalaria Visionário, o verdadeiro herdeiro do trono Visionário.
Foram momentos de leitura que nem sempre foram fáceis, porque a história tem algumas partes bastante arrepiantes, mas todos os momentos foram importantes para decifrar alguns dos enigmas mais bem guardados durante a jornada literária de Fitz, que a autora, Robin Hobb, tão bem orquestrou. Continua a ser a minha escritora favorita. A história cheia de artimanhas, de enredos, de emoção e muito mistério, tão quotidiana em alguns momentos, momentos esses de pura doçura, foram uma delícia em todos os livros da saga. Robin Hobb escreve maravilhosamente bem.
E claro, Fitz é, sem dúvida, uma das minhas personagens favoritas de toda a literatura. Até ao momento derradeiro da história, continuou a ser ele próprio, tal como era no início do primeiro livro da saga. Continuou a tomar algumas decisões que muito me chatearam (tal como nos livros anteriores), mas continuou a ser, sobretudo, uma personagem íntegra, de muita coragem e de muito amor, amigo do seu amigo e de partir o coração. Aliás, toda a história o é.
Mas é uma história bonita, cruel (como toda a saga, acaba por ser...) e cheia de emoção, que nos prende e não nos larga. Foram vários os momentos em que tive vontade de bater no livro, tal não era a raiva que estava a sentir com algumas partes do enredo, mas não é isso que nos faz viver a leitura? É importante sentir enquanto se está a ler e esta é uma dessas histórias.
Gostei da história e recomendo-a a todos os leitores que gostam de emoções fortes e de uma boa dose de feitos heróicos e bravura. É uma história de amor e amizade, onde muitos mistérios se desvendam para revelar alguns segredos de toda a saga, em especial em relação ao Bobo, outra personagem fantástica, e mesmo em relação a Abelha e a Fitz.
Terminei esta leitura há duas semanas, com sentimentos mistos.
Acredito que para um escritor(a) não seja fácil dar um fim a algo e agradar a gregos e troianos.
Senti toda esta saga bem conseguida no entanto lenta até ao derradeiro fim que passa num ápice. Como que uma corrente de ar que encerra violentamente uma porta.
Gostei do facto de não haver aquele final feliz que parecia prometido com o final de Clerres, no entanto, terminar o Fitz com uma meia dúzia de capítulos tão apressados, não sei, pareceu-me apressado, impensado e sensaborão.
Pontos fortes: Abelha, Perserverança e Enigma. E o egoísmo amoroso do Bobo, adorei odiar o Bobo nesta saga.
Pontos medíocres/fracos: a inserção (forçada) dos navios vivos (tentativa de seduzir o leitor para outras coleções da autora?), a morte de Breu como se tivesse sido desde início um personagem terciário. A terceirização, quase nulidade, de Urtiga, Kettriken e Breu. A simplicidade com que se terminou o clã dos Servos, o Urso no pilar de talento deu mais batalha. E como é óbvio o fim de Fitz. Bonito sem dúvida mas os seus capítulos finais deixam aquele "é isto?" no ar. A morte de Olhos-de-Noite na saga antiga deixaram-me em lágrimas, o fim de Fitz não.
No entanto, a coleção (15 livros em Portugal) do Assassino é algo que merece ser lido e guardar.
Até sempre Fitz, até sempre Olhos-de-Noite. Obrigado por tudo.
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Como é que que esta escritora depois de 14 livros magníficos consegue surpreender no 15° livro? É verdade... Consegue mesmo surpreender! Robin Hobb, exímia contadora de histórias, com uma escrita fluída e sem descrições desnecessárias. com uma imaginação fantástica, conseguiu criar em mim uma ansiedade sôfrega por ler a próxima página ao longo de todo o livro. Para mim o melhor livro das 3 sagas! Trata-se de um livro cheio de acontecimentos inesperados, trágicos, emocionantes, que retratam o melhor e o pior de cada personagem... Foram várias as vezes em que fiquei com as lágrimas nos olhos enquanto todos aqueles sentimentos e emoções chegavam até mim. Relativamente ao FITZ e ao Bobo, vou sentir muito a falta dos meus personagens favoritos de sempre... Que final tão intenso e emotivo... Se por um lado achei que o FITZ não merecia sofrer tanto fisicamente até quase ao último capitulo, por outro quando chegou o grande momento entre o bobo, ele é o lobo... Achei que era necessário algum sofrimento... Mas não aquele... O FITZ não merecia passar por aquilo tudo. A última linha do livro fez-me sentir em casa... Tal como tenho vindo a escrever ao longo da saga... Foi o melhor final que eu poderia esperar...
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Não há mais estrelas que se possam dar? Não? Estou sem palavras... Sabem como a pedra de Talento absorve memórias? Sinto que este livro absorveu um bocadinho de mim. Agridoce, doloroso e demasiado bom. Este é aquele adeus, ao fim de creca de 10 anos que conheço estas personagens e que elas fazem parte de mim. É o encerrar de um ciclo. Quem sabe, talvez, ainda me façam uma visita no futuro?
Este era um livro que aguardava com muita ansiedade e já com um aperto no coração pois sabia que era o derradeiro final das sagas de Fitz e Bobo. E efectivamente, ao fim de 15 livros, na edição portuguesa, despedimos-nos destas personagens fantásticas. E, digo-vos, que para mim, foi como perder um grande amigo. É um final brilhante mas, não deixa, para quem criou laços com estas personagens, demasiado emotivo.
Se são fãs de fantasia e ainda não leram Robin Hobb então, o que esperam? Têm 15 livros fabulosos para se perderem na leitura!
Vejam também a minha opinião mais detalhada em vídeo, AQUI.
Um livro emotivo, envolvente, brutal!!!uma história que nos leva até onde poucos conseguem...um livro a recordar para sempre, com personagens que passam a ser nossas também😍😍
Continua a viagem de FitzCavalaria e o Bobo pelo mar, rumando até ao seu destino final, em busca de Abelha.
Os sonhos do Bobo têm um papel preponderante, o que os leva a pensa qual o caminho a seguir ou o que irá acontecer até chegarem ao seu destino.
A chegada de Abelha e o grupo que a leva a Clerres não foi tão bom quanto isso. Clerres não era o que Abelha tinha pensado, era mais pacato e não havia problemas pelo menos nas ruas.
Quem governava a ilha não era tão clemente e por isso, foi uma receção um tanto ou quanto violenta.
Abelha tornar-se-ia alguém importante para aquela comunidade ou iria apenas continuar a ser maltratada como foi até ali chegar?
Clerres era um sitio pacato e neste local existiam muitas pessoas que sonhavam, com coisas que aconteciam ou iriam acontecer num futuro próximo ou muito distante até. Os seus sonhos eram usados para adivinhar o futuro e interpretar o que iria acontecer ao certo.
O plano de Fitz e o Bobo entraria em ação e Clerres e os seus regentes não saberiam o que lhes iria acontecer, não há futuro que previsse os acontecimentos seguintes.
Os planos em Clerres correram mal mas tudo tinha o seu destino e esse laço nao seria quebrado.
Conseguiram cumprir a sua missão e fugir mas algo de grave aconteceu, o que os leva a pensar se a vida seria muito diferente daí para a frente então.
A vida de Abelha iria mudar, o que fez pelo reino, todos os que a esperavam, iria ser considerada uma pessoa especial e iria para "casa", que não era bem sua mas que para sua segurança teria que se tornar ness local.
Um acontecimento súbito gerou uma pequena esperança, alguém estaria vivo e teria um final triste, mas no final era um destino escrito há muito, de esperança para o reino, para que todos estivessem em segurança.
Esta série tem uma boa história, depois de ler os restantes desta trilogia, fico por um lado contente sobre a forma como terminou porque termina um ciclo e triste porque algo de mau acontece, sendo que é pelo bem do reino.
"Não faças o que não podes desfazer, até teres pensado no que não poderás fazer depois de o teres feito".
A minha jornada pelo mundo "The Realm of the Elderlings" começou em 2011 com o "Aprendiz de Assassino", e desde o momento em que conheci Fitz, este tornou-se a minha personagem literária preferida. O elenco de personagens desta saga é um dos melhores e mais ricos e bem construídos da história da literatura de fantasia. Cada personagem, não importa quão pequeno seja o seu papel, é essencial à história e está incrivelmente bem desenvolvida. As emoções que vivenciam são genuínas e intensas, o que torna esta série verdadeiramente especial.
A evolução de Fitz ao longo destas três trilogias é simplesmente genial e profundamente emocional. E agora, depois de mais de 13 anos a acompanhá-lo, chegou o momento de dizer adeus. "A despedida do Assassino" marca o fim de uma jornada que foi incrivelmente gratificante, mas de partir o coração. Uma conclusão agridoce, mas ainda assim perfeita. Uma despedida à altura. Esta série é, sem dúvida, uma das melhores séries de fantasia de todos os tempos. Emocionante, e inesquecível.
Robin Hobb conquistou o seu lugar entre os meus autores favoritos. A sua habilidade de criar personagens que tanto podemos adorar ou odiar, aliada à sua mestria na construção de um mundo tão extraordinário, imersivo e vívido, é incomparável.
Depois de todos estes anos, Fitz é ainda a minha personagem favorita de sempre, e sua história terá sempre um lugar especial no meu coração.
Starting the second half of Robin Hobb's Assassin's Fate, which the Israeli publisher released separately, I was anxious it would mirror the first half, which I didn’t enjoy. That portion lacked the momentum I expected from a grand finale, and I was worried the pacing would continue to drag. As the book began to pick up, a new concern emerged—I wasn’t sure I liked where Hobb was taking the ending. It seemed like she was setting up for a deus ex machina finish, which felt completely out of place and left me uneasy.
But then, everything clicked into place. The ending wasn’t just satisfying; it was brilliant, and it felt right. It was as if this was the natural conclusion all the previous books had been leading to. Hobb not only delivered a fitting end to the series, but she also masterfully distracted the reader, making the final revelation even more rewarding.
Since the Israeli publisher split the book in two, I’m rating this second half on its own. Judging it that way, it might just be the best half-book in the entire series. I rate it 4.5 stars out of five, rounding down to 4, as I reserve five stars for only the true masterpieces.
O adeus a uma saga, com a devida conclusão. A história de vida de um bastardo que lutou fora dos limites humanos.
Novas personagens, um constante equilíbrio do ciclo da vida.
Momentos inesperados, tão típicos da escritora.
Envolve, cativa de uma forma que faz querer ler avidamente para chegar ao fim... Mas o fim teve o seu tempo, numa despedida que junta os três companheiros desta longa viagem Fitz, Bobo e Olhos da Noite.
Perdurarão no imaginário durante muito tempo como amigos de longa data...
Que saga deslumbrante! Os 5 últimos volumes deram as respostas que ficaram por responder ao longo de + de 20 anos, segundo a autora. O final não foi aquele que fui pensando ao longo de 10, mas também sentir-me-ei amigo do Fitz e de Amado. Tenho esperança que um dia sejam contadas mais aventuras dos "7 Ducados". Não me importava de ser um escriba em casa de qualquer visionário. Obrigado Robin Hobb. Uma fantástica escritora.
Perfection. This book is taking all that's going on in the Realm of the Elderlings and warps it up together. It is incredible to see the characters develop in this book, old ones as well as new ones, and forging together a magnificent story. The plot itself is brilliant, and this time it is taking a more epic scope than any other RotE book. But the thing that stands out the most upon finishing the book is the emotions. Oh, the emotions this book brought me through. From pure rage and anger, through sadness, pain, hope, joy and so much more then words can explain. The best book I've read.